Respondendo as questões mais comum dos Protestante

Não é verdade que a Igreja Católica tornou-se bastante corrupta antes do século XVI quando ela já era há muito a Igreja de Cristo?

Os auto-denominados ”reformadores” encontraram diferentes pontos da historia onde a Igreja de Cristo tornou-se supostamente corrupta. Não importa qual ponto é escolhido, mas precisa ser admitido que até aquele tempo em particular, a Igreja Católica (a única existente então) era a verdadeira Igreja de Cristo. Ora, admitir CORRUPÇÃO ou APOSTASIA, é o mesmo que dizer que Cristo falhou ao estabelecer uma Igreja – tanto por Ele NÃO PODER, como por Ele NÃO CUMPRIR sua promessa.

Três textos da Escritura provam que Cristo fez a promessa de que Sua Igreja permaneceria até o final dos tempos:

Mateus 28,18-20 – Cristo prometeu que ele mesmo iria permanecer com a Igreja até a consumação do mundo (”E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: ‘Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”).

Mateus 16,18 – Fez uma promessa a Pedro (”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”).

João 14,16 – Cristo prometeu mandar o Espírito Santo para sustentar a Igreja para sempre (”E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre).

Estas promessas foram feitas pelo Filho de Deus e mostram que Ele PRETENDEU proteger a Igreja e ERA CAPAZ de protegê-la.

Todavia, ainda que indivíduos, grandes grupos de pessoas e até nações inteiras tenham se apostasiado de Deus, nós jamais poderemos dizer que a própria Igreja cometeu apostasia, pois isto seria o mesmo que dizer que Cristo não cumpriu suas promessas.

A Igreja Católica não despoja dos Católicos a liberdade democrática da qual se vangloriam os Protestantes?

A Igreja não reivindica ser uma democracia e nenhum Católico se ressente pelo fato de que a ele não é permitido levar a liberdade ao extremo. Nenhuma pessoa sã procuraria ter o privilégio de negar a verdade absoluta.

Todavia, não é por escolha individual o tipo de governo que esse católico gostaria na Igreja. O tipo de governo foi escolhido pelo Próprio Cristo, e foi um governo baseado na autoridade, ensinamentos e disciplina.

O Próprio Cristo falou com autoridade, mudando inclusive a Lei Mosaica, como em Mateus 5,20-22. Ele conferiu esta mesma autoridade aos seus Apóstolos:

”Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus. Ouvistes que foi dito aos antigos: ‘Não matarás’ e ‘Quem matar será réu de juízo’. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e quem disser a seu irmão: ‘cretino’, será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: ‘louco’ será réu do fogo do inferno” (Mateus 5,20-22).

”Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus 16,19).

Os apóstolos exerceram esta autoridade como se pode ler em Atos dos Apóstolos, e também como São Paulo escreveu aos Gálatas 1,8: ”Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema”.

São João em sua Segunda Epístola escreveu: ”Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis” 2João 1,10.

Os Apóstolos foram comissionados para ir e ensinar em NOME de Cristo e com a AUTORIDADE de Cristo. Se eles são professores, eles precisaram ser estudantes e estudantes precisam aceitar a autoridade do professor.

Os católicos, é claro, amam a liberdade. E essa liberdade apenas é limitada pela verdade absoluta. Ninguém é livre para dizer que a soma de dois mais dois é cinco. Da mesma forma ocorre no governo da Igreja. A Igreja foi fundada sobre Pedro como uma rocha, como será visto em outra questão.

Cristo fez a Si mesmo a pedra fundamental em Mateus 16,18… Será que a Igreja não usurpa o poder de Cristo clamando que Pedro foi a pedra fundamental e os Papas seus sucessores?

Uma leitura cuidadosa em Mateus 16,18 (”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”), sob a luz de João 1,41 (”Ele achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Havemos achado o Messias (que, traduzido, quer dizer Cristo”), pode demonstrar que Cristo, falando sobre a pedra, estava se referindo a Pedro e NÃO a si mesmo. É claro que nós todos admitimos que Cristo é o fundador de sua Igreja, mas São Pedro foi o escolhido para ser o regente temporal dessa Igreja. São João conta a história do encontro entre São Pedro e nosso Senhor em 1,42: ”E o levou a Jesus. Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João, tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro)”.

A palavra ”Pedro” em aramaico, que era a língua falada por Cristo, quer dizer ”pedra”. Cristo estava seguindo uma prática comum entre os orientais, mudando o nome de uma pessoa com o significado da função que ela iria exercer. Dois anos mais tarde, Cristo atualizava a mudança de nome de Simão e prometia construir sua Igreja sobre PEDRO, conforme visto acima em Mateus 16,18

Uma leitura deste capítulo (16), de 13 a 20, vai mostrar que PEDRO era aquele que deveria ser a pedra. O SENHOR primeiramente pediu um sinal da fé de PEDRO. E Pedro disse: ”Vós sois o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Ele então respondeu a ele: ”Abençoado sejas tu Simão Bar-Jona – porque a carne e o sangue não revelaram isto a ti, mas sim, Meu Pai no céu”. E então Ele mudou seu nome: ”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

Certamente Cristo não pretendeu CONFUNDIR UMA CONSTRUÇÃO GRAMATICAL dizendo: ”Eu digo a Ti (falando a Pedro): tu és Pedro (e então alterando, na mesma sentença), sobre esta pedra (querendo dizer ‘sobre Mim’), Eu construirei a Minha Igreja”. Nos muitos versículos mais próximos, Ele então volta a PEDRO: ”E eu darei a TI as chaves do reino dos céus, e portanto, tudo aquilo que TU ligares na terra será ligado no céu, e o que TU não ligares na terra, não será ligado no céu”.

Ele CONFIRMOU sua promessa, depois de sua ressurreição, quando ele ordenou a Pedro para apascentar os cordeiros e ovelhas em João 21,15: ”Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: ‘Simão, filho de João, amas-me mais do que estes?’ Respondeu-lhe: ‘Sim, Senhor; tu sabes que te amo’. Disse-lhe: ‘Apascenta os meus cordeirinhos’. Tornou a perguntar-lhe: ‘Simão, filho de João, amas-me?’ Respondeu-lhe: ‘Sim, Senhor; tu sabes que te amo’. Disse-lhe: ‘Pastoreia as minhas ovelhas’. Perguntou-lhe terceira vez: ‘Simão, filho de João, amas-me?’ Entristeceu-se Pedro por lhe ter perguntado pela terceira vez: ‘Amas-me?’ E respondeu-lhe: ‘Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que te amo’. Disse-lhe Jesus: ‘Apascenta as minhas ovelhas”’.

Pedro EXERCEU esta jurisdição:

Seu nome foi sempre o primeiro nas listas dos Apóstolos.

Ele propôs a eleição de um apóstolo para substituir Judas (Atos 1,21-26).

Ele pregou o primeiro sermão no Domingo de Pentecostes (Atos 2).

Ele realizou o primeiro milagre [depois de Cristo] (Atos 3,6-8).

No Concílio de Jerusalém todos os Apóstolos se submeteram à sua autoridade (Atos 15,7-12).

A História prova que desde aquele tempo, tanto no Oriente como no Ocidente, o sucessor de Pedro foi reconhecido como a cabeça suprema [visível] da Igreja. Desde aquele dia [até hoje], houveram 265 sucessores de São Pedro. Este era o plano de Cristo que é encontrado no mesmo capítulo onde ele disse que a Igreja fundada sobre ESTA rocha iria durar até o final dos tempos e que as portas do inferno NÃO prevaleceriam sobre ela. A Igreja teve essa fundação e portanto, se ela deveria seguir avante, deveria ter sucessores que dariam continuidade ao trabalho de Pedro, a pedra…

Não é verdade que todas as Igrejas são boas e que não faz diferença em qual é acreditada por nós, desde que vivamos corretamente?

Não, isto não é verdade pois:

Isto seria dizer que tanto a verdade como a falsidade são igualmente agradáveis a Deus.

A unidade pela qual Cristo orou seria impossível.

Realmente FAZ diferença aquilo que acreditamos e aquilo que fazemos.

”Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,16).

”Quem vos ouve, a mim me ouve; e quem vos rejeita, a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lucas 10,16).

”Se recusar ouvi-los, dizei-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano” (Mateus 18,17).

Será Que a Igreja Ortodoxa Grega é a mesma que a Igreja Católica Romana?

A Igreja Católica é dividida geograficamente em duas grandes divisões, a Oriental e a Ocidental. Na Oriental existe uma outra divisão de igrejas, algumas que estão em comunhão com o Papa e outras que não estão. Estas que estão ligadas a Roma são chamadas ”UNIDAS” ou mais corretamente ”Igrejas CATÓLICAS ocidentais” Aquelas que não são ligadas a Roma são chamadas Igrejas Ortodoxas.

A Igreja Grega é uma dessas Igrejas Orientais, e na Grécia, esta Igreja é dividida: uma que é ligada a Roma, Igreja católica Grega e outra que não é ligada ao Papa, a Igreja Ortodoxa Grega.

As Igrejas Ortodoxas Orientais são divididas em diversos ramos e são submetidas à supremacia de cinco Patriarcas: Constantinopla, Alexandria, Antioquia, Jerusalém e Rússia. Em matérias essenciais, as Igrejas Ortodoxas pensam como as Igrejas Ocidentais em grande parte. Todavia elas não aceitam a autoridade do Papa. Seus padres são efetivamente ordenados e seus bispos efetivamente consagrados. Os padres são autorizados ao matrimônio, desde que esse casamento seja feito antes de se ordenarem, isto é, até enquanto eles forem ainda diáconos.

Sua liturgia é bastante similar à liturgia Católica Oriental, mas diferente da liturgia Ocidental, com exceção de partes essenciais, como a consagração.

Porque os padres católicos não se casam?

A Igreja sempre considerou o matrimônio como um Sacramento e algo de Sagrado. O fato de os padres não se casarem não significa uma condenação ao casamento. A razão é que os padres VOLUNTARIAMENTE declinam do casamento para que possam estar inteiramente a serviço de Deus e ao cuidado de Seu povo. Esta é uma lei disciplinar da Igreja, e a Igreja por uma boa razão, pode dispensar do cumprimento dessa lei.

São Paulo dá isto como razão na sua epístola aos Corintos:

”Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor, mas quem é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher, e é dividido” (1Coríntios 7,32-33).

Nas Igrejas Orientais, ligadas a Roma, os padres são permitidos a serem homens casados desde que seu casamento se dê antes deles virem a ser ordenados diáconos.

Como podem os Católicos afirmar que seres humanos podem ser infalíveis?

É estranho ouvir tal argumento partindo de indivíduos que acreditam que todo ser humano letrado ou não letrado é infalível pelo princípio do julgamento particular [principalmente para interpretar a Bíblia], isto é, que o julgamento de um homem é tão bom como de qualquer outro, e que o julgamento de todo mundo é correto.

A infalibilidade significa que Deus garante que, em matéria de fé e moral, o Papa não pode cometer erros.

A infalibilidade NÃO significa que o Papa não possa pecar, nem que ele não possa cometer erros em outras matérias como história, política, ciências etc., mas somente quando ele declara uma certa verdade a respeito da revelação é que ele será infalível.

Existem quatro condições necessárias para a infalibilidade do Papa:

Ele precisa falar como chefe, pastor e professor da Igreja. As palavras que ele usa precisam deixar claro a todos que ele está falando como cabeça da Igreja em matéria de fé e moral.

Ele precisa estar falando à Igreja Universal, isto é, aos Cristãos de todos os lugares do mundo.

Ele precisa falar ”ex catedra,” ou seja, oficialmente com suprema e apostólica autoridade.

Precisa ser em matéria de fé e moral, e não em qualquer outra matéria. A prova disto encontra-se na primeira Epístola de São Paulo a Timóteo, onde ele fala da Igreja de Cristo como ”o pilar e coluna mestra da verdade” (1Tm 3,15). Também no evangelho de São João: ”Eu pedirei ao Pai e ele dará a vocês um outro advogado para ajudar a vocês para sempre”.

Da mesma forma, nós sabemos pelas Escrituras que Cristo prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Igreja; Ele também prometeu estar com a Igreja até o final dos tempos. Se estas promessas significam alguma coisa, elas significam que Cristo protegerá a Igreja em seus ENSINAMENTOS da verdade porque Ele estabeleceu esta Igreja principalmente como uma Igreja de ensinamentos.

Isto não limita a discussão ou debate entre seus membros, porque a Igreja usa a proteção do Espírito Santo apenas em casos extremos quando for necessário determinar a verdade de uma questão; e isso sempre em verdades fundamentais.

Como pode a Igreja Católica tolerar a bebida?

A Igreja não tolera a bebida EXCESSIVA (nunca!), assim como não tolera excessos em outras coisas. As ações humanas são divididas em três categorias: boas, más e indiferentes. As ações indiferentes são aquelas que podem vir a ser boas ou más, dependendo do uso ou abuso feito delas. Por exemplo: comer é um ato indiferente, e esse ato será bom se for feito com o propósito de manter a saúde e a força; porém ele se tornará pecador quando for feito em excesso (gula). Da mesma forma, o jogo, o fumo, a dança e muitas outras ações indiferentes.

A bebida pode ser boa se feita por razões de saúde, ou recreação inocente. Seu abuso ou bebedeiras é realmente maldoso e pecador.

A Escritura não condena a bebida em si. Na Bíblia existem aproximadamente 117 referências à bebida como algo de bom. Temos um exemplo disso em São Paulo, que RECOMENDA a bebida, escrevendo a Timóteo:

”Não bebas mais água só, mas usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (1Timóteo 5,23).

Nosso Senhor, Ele mesmo, foi acusado pelos Fariseus de ser um homem que era ”um glutão e um bebedor de vinho” (Mateus 11,19) Também nosso Senhor, ele mesmo, nas bodas de Caná transformou água em vinho. Certamente nós não podemos acusar nosso Senhor por fazer tal coisa, pois seria pecado. Todavia, a ingestão de bebidas alcóolicas é um ato indiferente; esse ato se tornará mau pelo abuso ou pelo excesso.

Porque os Católicos precisam comer peixe às sextas-feiras?

Em primeiro lugar, os Católicos NÃO PRECISAM comer PEIXE às sextas-feiras. Eles podem comer qualquer coisa que não seja CARNE.

A Sexta-feira é um dia de abstinência DE CARNE para os Católicos no sentido de que este pequeno sacrifício seja uma justificação pelos pecados que eles tenham cometido. A Igreja ORDENA ISTO como uma mãe que insistirá para que seus filhos façam a restituição de qualquer coisa que tenham roubado, ou insistirão para que comam comidas nutritivas. A Igreja é uma mãe e reconhece que sem que nós tenhamos constante remissão, nós não seremos justificados de nossos pecados.

A carne não é considerada alguma coisa RUIM pelos Católicos. Se assim fosse, certamente a Igreja não permitiria que fosse comida todos os dias.

A sexta-feira foi escolhida porque este é o dia no qual o Senhor morreu para nos livrar dos pecados, e para nos lembrar que precisamos nos sacrifícicar juntamente com Seu sacrifício na cruz.

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