RCC e sua Incompatibilidade com o Catolicismo

O “Batismo no Espírito Santo”, é o componente primário da RCC, e juntamente com a maioria dos demais, reside em falsas concepções sobre a graça, experiência e relacionamento mútuo, como é sustentado por seus seguidores. Os ítens principais da plataforma carismática, juntamente com os falsos princípios nos quais eles se apoiam, serão examinados um por um à luz da Doutrina Católica.

Alguns de seus erros como o fenomenalismo, gnosticismo, ecumenismo, protestantismo e antiquarianismo ou arqueologismo, já foram tratados pelo Magistério da Igreja com profundidade.

A eclesiologia defeituosa da RCC, bem como erros maiores no tocante à graça, o livre-arbítrio e os sacramentos merecerão um tratamento consideravelmente mais profundo.

Portanto ficará claro que, apesar do entusiasmo dos modernos homens da Igreja por esse movimento, a RCC é fundamentalmente um movimento não-católico irreconciliável com 20 séculos de Magistério Católico. Depois de um breve exame de suas raízes, a inteira árvore será examinada ramo por ramo e todos os seus frutos amargos expostos, levando em consideração o mandamento apostólico: “Examinai tudo: abraçai o que é bom”( I Tess.5.21).

Ensinamento Católico sobre os Carismas.

É inegável que às vezes Deus concede graças verdadeiramente sensíveis, até mesmo fenômenos extraordinários a certas pessoas.Os verdadeiros carismaspresentes na Igreja Primitiva são um claro exemplo desses fenômenos extraordinários.Uma das maiores gafes dos Carismáticos certamente é querer transformar algo extraordinário em ordinário e até necessário para todos.As graças as quais Deus concede ao homem se dividem em várias categorias.

Uma dessas categorias é a chamada gratia gratis data ( graça concedida livremente) e a outra é a gratia gratum faciens ( graça concedida para agradar).

A primeira, frequentemente chamada “graça gratuita”, é usada para significar aquelas graças que são conferidas a algumas pessoas em particular para a salvação de outras. A essa classe pertencem aqueles extraordinários dons de graça, como os verdadeiros carismas ( profecia, milagres, línguas… etc conforme I Cor. 12.8), o poder sacerdotal de Consagração e o poder hierárquico de jurisdição. A possessão desses dons é algo independente da constituição moral do seu possuidor.

Gratia gratum faciens é usada para descrever a graça de santificação pessoal para todos os homens.

Ambas as graças; santificannte e graça verdadeira, as quais preparam-nos para a justificação caem nessa categoria. Essas graças são necessárias para todos, o que já não ocorre com as graças gratuítas.

São Tamás de Aquino fala muito bem desta distinção, descrevendo ambas as categorias de graça em sua Summa Teológica, em duas seções separadas do II Capítulo do “Tratado Sobre a Graça” e o “Tratado Sobre Atos Pertinentes Especialmente a Certos Homens”.

É interressante notar que São Tomás de Aquino nunca se refere aos carismas como sendo um fenômeno contemporâneo. Ele fala sobre eles apenas com referência aos tempos Apostólicos. Para uma explicação mais profunda sobre esses fenômenos, aconselho que se leia seus escritos.

Basicamente, os verdadeiros carismasforam dons que capacitaram a Igreja primitiva a se espalhar rapidamente até os confins do mundo até então conhecido e tornar-se bem estabelecida antes da morte dos Apóstolos.Como já foi dito antes e como bem elucidou São Paulo na sua II Epístola aos Coríntios, o propósito dos dons era a edificação da Igreja e não a santificação daqueles a quem eles eram conferidos.O dom das línguas foi dado para permitir que o Evangelho fosse pregado a todos os ouvintes independente de seus idiomas. Profecia, curas, milagres.. etc. foram dados para provar a veracidade das pregações da Igreja e para promover conversões.Com a conquista de uma Universalidade Moral pela Igreja , a necessidade de tais fenômenos cessou por várias razões. Primeiramente, por causa da presença de povos de tudo quanto é nacionalidade dentro do Corpo da Igreja e em segundo lugar, por causa do comprovado estabelecimento da Igreja como Verdadeira Religião em um curto espaço de tempo.

O mesmo argumento pode ser feito hoje contra a presença contemporânea dos carismas.

Uma vez que a Igreja é agora tanto moralmente quanto fisicamente Universal, abrigando pessoas – mesmo do Clero – de tudo quanto é nação e língua, que necessidade haveria da glossolalia para a evangelização?

Uma vez que a Igreja já possui quase dois mil anos de existência comprovada como Verdadeira Religião, que necessidade ela teria dos carismas para provar sua Doutrina?

Como declara Santo Agostinho:

Uma vez que mesmo agora quando o Espírito Santo é recebido, ninguém fala nas línguas de todas as nações, é porque a própria Igreja já fala na língua de todas as nações: Já que quem quer que seja que não está dentro da Igreja, não recebeu ainda o Espírito Santo” (Santo Agostinho, Tratado de XXXII sobre João).

Por outro lado São Tomás de Aquino admite a possibilidade de grossa caricatura diabólica dos verdadeiros carismas em questões, sobre as quais o leitor é livre para examinar com atenção

II-IIæ, Q.172,A.5: Se alguma profecia pode vir do demônio (RESPOSTA: SIM)

II-IIæ,Q,172,A.6: Se as previsões dos profetas dos demônios podem ser verdadeiras (RESPOSTA: SIM).

II-IIæ, Q.178,A.2: Se o Malígno pode operar milagres (RESPOSTA: SIM).]

É bem sabido que o Diabo e seus demônios podem produzir prodígios que a princípio parecem milagres para os mais desavisados, como na história do Mago Simão e sua “milagrosa levitação” desbancada por São Paulo. Portanto é extremamente perigoso ir aceitando de cara, qualquer fenômeno extraordinário como sendo de orígem divina.
O grande místico e doutor da Igreja, São João da Cruz, tão frequentemente citado e tão mal compreendido pelos “gurus” espirituais modernos, tinha o seguinte a dizer, concernente à supostas “revelações pessoais” vindas de Deus e que foram experimentadas por alguns de seus contemporâneos:

“E eu temo muitíssimo pelo que está acontecendo nesses nossos tempos: se qualquer alma, seja lá qual for, depois de um pouquinho de meditação, tiver em suas recordações uma dessas locuções, e imediatamente “batizá-las”como vindas de Deus e com tal suposição disser: “Deus me disse”, “Deus me respondeu”. Ainda que não seja exatamente assim, mas, como já dissemos, essas pessoas são frequentemente os autores de suas próprias locuções”.( São João da Cruz- A Subida do Monte Carmelo).

“Através do desejo de aceitá-las, eles abrem as portas para o demônio. O demônio pode então enganá-los usando outras comunicações espertamente fingidas e disfarçadas como genuínas. Nas palavras do Apóstolo, ele pode transformar-se em “anjo de luz”(II Cor. 11:14)… Independentemente da causa dessas apreensões, é sempre bom para um homem rejeitá-las de olhos fechados. Se ele fracassa em assim fazer, ele acabará por dar espaço para aquelas que tem orígem diabólica e dará poder ao demônio para que se aposse de suas próprias comunicações. E não é só isso, as representações diabólicas se multiplicarão enquanto aquelas que vem de Deus gradualmente cessarão, de forma que dali a pouco todas virão do demônio e nenhuma delas de Deus. Isso tem ocorrido com muitos incautos e não-instruídos”. ( S. João da Cruz)

De fato, Nosso Senhor Jesus Cristo adverte a Igreja dos perigos de aceitar de cara supostos milagres: Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres e prodígios a ponto de seduzir se isto fosse possível até mesmo os escolhidos. (Mt24,24)

Mais estarrecedor ainda é sua advertência: “Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade do meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? E, no entanto, eu lhes direi: nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus!” (Mt 7,21-23).

A Doutrina Católica sempre ensinou que a graça santificante, a qual os Carismáticos praticamente negam, é a certeza da participação na vida Divina. Ao pensarmos sobre esse fato, devemos evitar dois extremos. O primeiro é aquele típico erro racionalista de pensar a participação na vida Divina como uma mera união moral com Deus, realizada através da imitação humana das Perfeições Divinas. O outro extremo é a idéia quietista ou panteística de que a alma é aniquilada e transformada na Divindade. Esse não deixa de ser o fim lógico das idéias Carismáticas.

Os Católicos sabem que a graça aperfeiçoa a natureza sem contudo destruí-la. Deus positivamente modela a alma à Sua Imagem e a assimila à Sua Vida Divina através de um poder que transcende a todos poderes criados da alma, mas sempre utilizando tais poderes criados em livre cooperação com a vontade Divina. Não é portanto nem louvável e nem necessário aniquilar o livre-arbítrio ou vontade, ele deve ser subjugado ou dominado com o auxílio da graça e ordenado de acordo com a vontade Divina.

Com relação à vontade e a operação do Espírito Santo na alma humana, Papa Pio XII resume da seguinte maneira, a posição Católica:
“Não menos longe da verdade está o perigoso erro daqueles que se empenham em deduzir da nossa misteriosa união com Cristo um certo quietismo. Eles atribuem toda a vida espiritual dos Cristãos, bem como todo o progresso na virtude exclusivamente à ação do Espírito Divino, pondo de lado ou negligenciando aquela colaboração que nos é devida. Ninguém, naturalmente pode negar que o Santo Espírito de Jesus Cristo é a única fonte de qualquer que seja o poder sobrenatural que entra na Igreja e em seus membros. Pois como bem diz o Salmista”O Senhor dará a graça e a glória”. Mas que o homem deve perseverar constantmente em suas boas obras, que ele deve avançar tenazmente em graça e virtude, que ele deve combater e lutar para atingir as alturas da perfeição Cristã e ao mesmo tempo o melhor em seu poder para estimular outros a atingir a mesma meta… nada disto o Espírito Santo efetua a menos que eles contribuam diariamente com o zelo de suas atividades. Como já dizia Santo Ambrósio: “Pois os favores divinos são conferidos não àqueles que dormem, mas àqueles que vigiam”. Pois se em nossos corpos mortais os membros são fortalecidos e crescem atráves de constantes exercícios, muito mais isso pode verdadeiramente ser dito do social Corpo de Jesus Cristo no qual cada membro retém sua própria liberdade pessoal, responsabilidade e princípios de conduta. Por esse motivo, aquele que disse: “Eu vivo, mas não sou mais eu que vivo, mas Cristo que vive em mim”, também não hesitou em assegurar: “Sua graça em mim não foi em vão, mas eu tenho trabalhado mais abundantemente do que todos os outros, mas não eu, a graça de Deus que está em mim.”É perfeitamente claro portanto, que nessas falsas doutrinas o mistério que nós estamos considerando não é dirigido ao avanço espiritual dos fiéis mas voltados à sua deplorável ruina.” (Papa Pio XII- Mystici Corporis).

Inegável Contradição

Devido à essas comparações entre as idéias Carismáticas e a Doutrina Católica, deveria ficar claro portanto que, seja lá qual for as disposições individuais de seus seguidores em relação à Igreja e à Fé, a RCC como um todo, de forma alguma pode ser considerado um Movimento Católico, mas sim mais uma seita enganadora do Pai da mentira infiltrada no corpo da Igreja. A maioria dos Carismáticos pode muito bem negar que eles apoiam tais erros concernentes à graça, ao Espírito Santo, às missões externas da S.S Trindade… etc, mas sua própria renúncia à ação do intelecto tornam explícitos seus erros implícitos.O pensamento Carismático faz um paralelo muito próximo com aqueles erros os primeiros dias da Igreja e francamente demonstram uma admiração pelas heresias do Protestantismo. A idéia “evolucionista” que os Carismáticos adotaram a respeito do Magistério da Igreja é uma garantia que eles usam para se protegerem contra qualquer tipo de alegação proveniente dos ensinos anteriores ao Vaticano II. Identicamente aos Protestantes , eles descartam a Tradição, deixando-se levar quase inteiramente pela “defesa Bíblica” dos seus assim-chamados “carismas“, depois de terem se submetido a um rito não-Católico, quase-sacramental, dirigido e inventado por heréticos.O fato das autoridades eclesiásticas não terem a coragem de condenar a RCC, entrará para a história da Igreja no século XX, como sendo um fracasso semelhante àquele do Vaticano II em não condenar o Comunismo. De fato tudo isso nos leva a conjecturar se o “espírito” que os Carismáticos alegam seguir, não seria o mesmo “espírito do Vaticano II”, ou seja, o espírito do mundo…

A Resposta Católica: Apologética.

Uma vez que tanto as práticas como a crença dos Carismáticos são inegavelmente baseadas em heresia, podemos legitimamente duvidar da ortodoxia daqueles que professam filiação ao movimento. Naturalmente que somente Deus pode julgar almas, mas até por um dever de caridade não podemos considerar como ortodoxas aquelas ações e palavras que beiram à heresia. Ao fazermos isso, estaríamos sendo injustos, bem como sustentando uma mentira semelhante àqueles que mantém uma atitude de indiferentismo religioso.”Pelos frutos os conhecereis”, disse Nosso Senhor aos Apóstolos ( Mt 7:20). Pelos frutos venenosos do movimento Carismático, qualquer um pode comprovar sua inerente incompatibilidade com o Catolicismo e o grave perigo que ele apresenta para a Fé Católica genuína. Diante da ignorância de muitos e a cumplicidade de outros tantos membros da Hierarquia Católica, alguém deve ter coragem de dizer a verdade sobre esse movimento e o perigo que ele representa para um incontável número de almas.Obviamente, a menos que haja uma milagrosa mudança nos atuais ventos eclesiásticos, o dever de combater os erros Carismáticos deve permanecer ao nível do clero ortodoxo e dos leigos. A defesa baseada na Apologética deve se desenvolver em três níveis:· Um Católico deve estudar para conhecer melhor sua Fé, especialmente em áreas atacadas pelos Carismáticos e desenvolver uma piedade litúrgica forte e objetiva baseada em sua Fé e não na experiência de consolações.

– Um Católico deve educadamente recusar-se a aceitar qualquer tipo de discussão a respeito dos assim-chamados “carismas” presentes na Igreja de hoje como sendo algo ortodoxo. Verdadeiras discussões podem ser levadas a frente apenas baseadas em princípios igualmente compartilhados e enganos ou prevaricação em pontos decisivos não levarão a nenhum avanço genuino para a verdade. O fracasso do tão propalado Diálogo entre Católicos e Protestantes demonstra isso bem claramente.

– Um Católico deve saber e deve ser capaz de apresentar em simples termos, o verdadeiro ensinamento da Igreja a respeito dos Sacramentos, graça, livre-arbírtrio, a natureza e a missão da Igreja e os carismas. Aqueles Carismáticos que se consideram ortodoxos e realmente estão em busca da verdade, saberão ouvir. Quanto àqueles que se recusam a ouvir, as Palavras de Santo Agostinho mostram-se bem apropriadas a esse ponto:Porque a verdade atrai o ódio? porque o Seu Servo é tratado como inimigo por aqueles a quem Ele prega a verdade? Simplesmente porque a verdade é amada de tal modo que aqueles que amam outras coisas, querem que essas coisas sejam a verdade e, precisamente porque eles não desejam ser enganados são reticentes em se deixarem convencer que estão enganados (Santo Agostinho – Confissões).

SUMÁRIO:

O Movimento Carismático Católico é uma árvore de frutos venenosos, plantada pelo demônio entre os protestantes e transplantada para dentro da Igreja pelos ventos do Concílio Vaticano II. O delírio das autoridades Eclesiásticas contemporâneas tem regado e alimentado essa árvore e a falta de uma adequada formação doutrinária Católica entre Sacerdotes e leigos, tem aplainado e fertilizado o solo na qual ela cresce vigorosamente. Muitas pessoas já comeram de seus frutos mortais no princípio, e agora a juventude vulnerável, tão sedenta por um profundo conhecimento de Deus e pelo senso do sobrenatural que lhes foi negado pela Igreja Conciliar corre um grande risco. Uma geração de filhos da Igreja está crescendo convencida de que o pensamento Carismático não apenas é perfeitamente normal, como até superior ao tradicional pensamento Católico.Esses frutos são verdadeiramente uma semente de destruição, e certamente um dos mais perigosos frutos oferecidos ao homem desde aquele primeiro fruto oferecido a Eva pela mesma serpente. Que possa a Nova Eva, a Bem-Aventurada Vírgem Maria a quem foi dado o poder de esmagar a cabeça da serpente, interceder pela a Igreja e libertá-la do perigo em que ela se encontra por causa de novidades como a RCC.Autor:Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota-EUA- Publicado pela THE ANGELUS PRESS- Março de 1998.
Marcado com: ,
Publicado em Carismaticos, RCC

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Magnificat anima mea Dominum
Inquisição on Line
Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 1
Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 2
Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 3
Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 4
Catecismo de Adultos – Aula 01 – A Revelação Divina – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 02 – O Modernismo, o problema atual na Igreja – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 03 – Deus Uno e Trino – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 04 – A Criação em geral e os anjos – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 05 – Os anjos e o homem – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 06 – A Teoria da Evolução contra a Ciência e a Filosofia – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 07 – Cristo Nosso Senhor e Maria Santíssima – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 08 – Aula 08 – O modo de vida de Jesus Cristo – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 09 – As perfeições de Cristo e a Paixão – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 10 – A Cruz, os infernos e a Ressurreição de Cristo – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 11 – A Ascensão, os juízos particular e final, e o Espírito Santo – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 12 – Como saber qual a verdadeira Igreja de Cristo? – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 13 – A Igreja Católica e a Salvação – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 14 – A Infalibilidade da Igreja e a união da Igreja e do Estado – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 15 – Da comunhão dos santos à vida eterna – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 16 – Os princípios da oração – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 17 – Como rezar bem? – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 18 – Os tipos de oração – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 19 – O Pai Nosso – Padre Daniel Pinheiro

 

Catecismo de Adultos – Aula 20 – A Ave Maria e o Santo Terço – Padre Daniel Pinheiro

 

Catecismo de Adultos – Aula 21 – A Meditação Católica – Padre Daniel Pinheiro
Catecismo de Adultos – Aula 22 – Introdução à moral católica: uma moral das virtudes – Padre Daniel Pinheiro
Lutero e o Protestantismo: A História da Reforma – Profa. Dra. Laura Palma
Lutero e o Protestantismo: Vida de Lutero – Prof. André Melo
Lutero e o Protestantismo: Sola Scriptura – Profa. Dra. Ivone Fedeli
Lutero e o Protestantismo: Sola Fide – Prof. Marcelo Andrade
Lutero e o Protestantismo: Sola Gratia – Pe. Edivaldo Oliveira
Mídia Católica
Atualizações
Translator
Italy
Calendário
maio 2011
D S T Q Q S S
    jun »
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  
Visitantes
  • 4.328.348 acessos desde 01/05/2011
religião e espiritualidade
religião e espiritualidade
Categorias
Links
%d blogueiros gostam disto: