A INCOMPARÁVEL INQUISIÇÃO PROTESTANTE

O primeiro processo por bruxaria de que temos notícia foi instaurado pelo faraó Ramsés III, por volta de 1300 a.C. (14)Quando falamos “inquisição”, lembramos da perseguição às bruxas realizadas no passado. Mas o que muita gente não sabe é que na verdade a inquisição foi mais praticada pelo protestantismo, do que pelo poder civil e tribunal católico.Muita calúnia se espalhou pelos protestantes a troco de uma falsa evangelização, objetos de torturas imaginários, que hoje sabe-se, nunca foram usados, como a “iron maiden”, eram citados dramaticamente pelos embusteiros da fé, como ferramentas da Igreja. Hoje sabemos que eram apenas calúnias de quem queria esconder algo terrível.Os processos contra as bruxas começaram antes mesmo do Cristianismo, terminaram mais tarde nos tribunais leigos do que nos eclesiásticos. E os protestantes superaram enormemente aos católicos nesta triste competição.

A caça ás bruxas foi uma aberração universal. Bastarão procurar, em fácil folhear, os critérios, opiniões, crenças de todos os países nos séculos da bruxaria.(15)
É muito fácil, mas injusto, condenar com os critérios de hoje os acontecimentos de então, diante da ignorância da época, da supertição, da carga psicológica e do influxo bíblico.

O fato do protestantismo superar as outras “inquisições” em número de mortes e atrocidades, atribui-se a um ingrediente violentíssimo, que cega qualquer autocrítica, o fanatismo desenfreado.

Enquanto o tribunal católico e os juizes civis, absorveram muitos dos acusados de bruxaria, tome-se como exemplo: Galileu e Casanova, o protestantismo em muitos países, não deixou viver um suspeito sequer, ensandecidos é ávidos por verem as labaredas devorarem a carne trêmula de seus condenados sem julgamento, bradavam versículos bíblicos ensandecidos, como de preferência o Êxodo (22,17), “Não deixarás viver a feiticeira”.

Hoje sabe-se, que foi o fanatismo protestante aliado à supertição da época, que causou o maior genocídio de todos os tempos: A INQUISIÇÃO PROTESTANTE.
Já no início, as posições de Lutero, contra os anabatistas, causaram a morte de milhares de pessoas… Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar (médico descobridor da circulação do sangue); Um só perseguidor protestante, de bruxas na Alemanha, Nichólas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas (16).

Diferente dos tribunais católicos e civis, entre os protestantes parecia haver uma disputa por ceifar mais vidas. Benedict Carpzov (17) perdia a compostura contra a bruxaria, que considerava merecedora de torturas três vezes intensificadas com respeito a outros crimes, e cinco vezes punível com pena de morte, luterano fanático, num record, assinou sentença de morte contra 20.000 bruxas. Carpzov, entre outros textos bíblicos (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5; I Sm 27…), citava também o Êxodo (22,17); “Não deixarás viver a feiticeira”.

A soberba era tamanha, o protestante Teodoro Bessa, em 1554, pediu o uso da força pública contra os católicos pelo simples ódio da Igreja. A perseguição contra os católicos, na Inglaterra e na Irlanda, foi dominada pela mais escancarada intolerância religiosa… É pena que tudo isso, e mais ainda, caia, tão fácil e comodamente, no “esquecimento” dos protestantes.

João Calvino, governou com mão-de-ferro, transformou Genebra numa oligarquia religiosa, proibiu os moradores de praticar hábitos como dançar, jogar, ir ao teatro etc. Durante os quatro primeiros anos de governo houve nada menos, nada mais do que cinqüenta e oito execuções. Segundo Preserved Smith, houve mais casos de vício em Genebra depois da reforma do que antes.

Basta folhear a monumental obra do próprio Léa, acusador da Inquisição, para convencer-se que na realidade as bruxas foram perseguidas e condenadas em todas as partes, mais pelos detentores do poder civil e pelos protestantes do que pelo tribunal da Igreja.(Y)Do século XIII ao século XVI, mais concretamente de 1259 até 1526, no auge da bruxomania, constam somente 72 processos nos tribunais eclesiásticos católicos contra 262 nos tribunais civis.(19)A frase abaixo de Bommberg, indica as linhas gerais dos procedimentos civis e protestantes:“Um juiz francês (poder civil) alardeava de ter queimado oitocentas mulheres em 16 anos de magistratura. Queimaram-se 600 pessoas, durante a administração de um bispo protestante em Bamberga. A caça as bruxas liderada pelas igrejas protestantes tomaram a Grã-Bretanha e a Alemanha. Na Genebra protestante foram queimadas 500 pessoas no ano 1515. Em Tréveris (quase exclusivamente poder civil) se informou da queima de umas 7.000 pessoas durante um período de vários anos”.(20)

Segundo Gérin-Ricard, “de 1575 a 1700, a ‘Inquisição’ (que inquisição???) inculpou um milhão de feiticeiros”.(21) Este período não arca com toda a época da bruxaria, senão apenas o avivamento da chama da morte pelo sopro dos protestantes, que sem julgamento matavam sem chance de absolvição.

Outra enumeração, também pouco crítica, mas que de novo indica as linhas gerais comparativas, é apresentada por Lea:

Na Grenoble católica, o poder civil — não o tribunal católico — condenou à morte 167 pessoas acusadas de bruxaria, entre os anos 1427 e 1447. Mas na Saxônia protestante só num dia do ano de mil quinhento e oitenta e nove se queimaram 133 bruxos. No pequeno cantão suíço de Vaud, os protestantes, em 10 anos — de 1591 a 1600 —, mataram 311 bruxos, e na Baviera uns 2.000 do ano 1500 ao 1756. (22)

FOGUEIRA E FORCA

Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas a severidade dos castigos dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas das crônicas e processos regionais que chegaram até nós cabe deduzir que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula nove milhões.(23) Morrow simplesmente diz que foram milhões.(24) É deveras dificultoso termos acesso aos documentos ocultos pelos próprios protestantes.W. A. Schoeder, contemporâneo aos fatos, anotou que nas localidades de Bamberg e Zeil, entre 1625 e 1630, (cinco anos) se realizaram nada menos que 900 processos de bruxaria. Deles (numa exceção), 236 terminaram com condenação à morte na fogueira. Só num ano, 1617, em Wurzburgo, foram queimadas 300 bruxas; (25) em total nesta região as atas apresentam l.200 condenações à morte.(26)Em 20 anos, de 1615 à 1635, em Estrasburgo, houve 5.000 queimas de bruxas.(27)
Em cidades pequenas como a imperial Offenburg, que só tinha entre dois e três mil habitantes, se desenvolveram acérrimas perseguições às bruxas durante três decênios, e em só dois anos, segundo as atas, foram queimadas 79 pessoas.(W)

Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas chegam a 5.417.(29) Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000.(30)

ATÉ CRIANÇAS ERAM QUEIMADAS PELOS PROTESTANTES

Era absolutamente falsa a afirmação de muitos autores protestantes ingleses, de que a Inglaterra foi uma exceção dentro da bruxomania geral.
Segundo Ewen,(31) que cita documentos originais, o número de condenados à pena de morte por bruxaria, na Inglaterra protestante, exatamente de 1541 a 1736, teria sido menos de mil. As condenações à morte teriam sido menos de 30% das acusações. Mesmo assim, o correto comportamento inglês não fugiu ao ditado de que não há regras sem exceções.Na Inglaterra destacava-se o protestante Mathew Hopkins que se autodenominava “descobridor geral de bruxas”. Parece que era um sádico encoberto. Quando encontrava uma mulher que excitava seus instintos sexuais anormais, obrigava-a a despir-se na sua presença e começava a fincar, com uma agulha, as diversas partes do corpo dela (assim se procuravam áreas insensíveis, o que seria sinal de possessão demoníaca).
Mas… ele mesmo diante de outros fanáticos protestantes, foi acusado de possuir estranhos poderes. Submetido às provas de bruxaria que empregara, foi condenado e morto.(32)Na Inglaterra não era necessário aplicar torturas — às vezes se deram! — porque a condenação freqüentemente era sentenciada sem necessidade de confissão por parte do acusado.(33)Em 1562 a rainha Elizabeth, e a versão definitiva do Witch Act ou lei contra os bruxos de Jacques I em 1604, condenavam à morte a pessoa que tivesse feito qualquer malefício pretendendo acabar com a vida ou danar o corpo de alguém. Mesmo que não se percebesse efeito nenhum do malefício! Esta lei se manteve em vigor na Constituição até 1736.

No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas. (34) E pensar que são esses hoje, que acusam a Igreja de ter “matado inocentes”.

FIM DA DERTUPAÇÃO DA HISTÓRIA

Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759.
No dia dezoito de junho de mil setecentos e oitenta e dois, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça.Em mil oitocentos e sessenta e três, segunda metade do século XIX!, o povo inglês protestante linchou um pobre velho por considerá-lo bruxo.FIM DA DERTUPAÇÃO DA HISTÓRIAApós assomar-nos à realidade espantosa da bruxomania entre os civis e protestantes, é de todo ridículo que se inflamem os ânimos de protestantes surpresos, de certos “historiadores” e de falsos “professores” mal intencionados, contra a transparência da Igreja Católica, a única a reconhecer a ignorância e os erros de alguns filhos seus no passado.

Na Espanha católica, no período da Inquisição foram pouquíssimas as mortes por bruxaria (provado).(35) Nada comparado aos genocídios protestantes na Alemanha e outros países.

E em Roma, onde evidentemente o influxo da Igreja Católica era maior, só se deram duas mortes pelo delito de bruxaria. (36) Essa condenação à morte foi pedida pelo papa João XXII (1316-1334). E não por motivos religiosos. Antes do nascimento da revolta protestante. Mandou queimar o bispo da sua cidade, Cahors, e enforcar seu médico porque supunha que estes dois homens tentaram tirar-lhe a vida por meio da magia. Naquele ambiente da época, o próprio papa viveu toda a sua vida escravizado pelo pânico supersticioso dos feitiços. (37)

Após o nascimento da revolta protestante, enquanto em outras cidades morriam queimadas ou enforcadas milhares e até milhões de “bruxas” pelos protestantes, nenhuma execução por este motivo se realizou em Roma.

Conclusão:

É comum ouvirmos alguns protestantes desinformados pelos seus “pastores” citar imaginária “morte de Galileu na fogueira” como símbolo da inquisição para atacar a Igreja Católica. Não sabem eles que o católico Galileu, após a visita do Papa e tendo provado que o sol é fixo e a terra se move, ao contrario do que diz Josué em seu livro, continuou suas atividades até morrer em avançada idade.O mesmo Galileu recebeu assistência de sacerdotes católicos até o final de sua vida. O túmulo de Galileu que, por sinal , situa-se de frente ao de Leonardo da Vinci, está localizado na atual Catedral de Florença, Itália. Sua filha, freira desde a adolescência, dedicou toda a sua vida a Cristo e sua Igreja.Enquanto isso nos países protestantes:Lutero fulminou a ciência como “a prostituta do diabo”, tanto ele como Melanchton condenaram o sistema astronômico de Copérnico, alegando ser contrário às Escrituras;

Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar (médico descobridor da circulação do sangue)

Os ingleses protestantes num julgamento sabotado condenaram a católica Joana Darc à fogueira, vestindo-lhe roupas de homem, para causar impressão errada ao tribunal. A Igreja descobriu isto décadas após sua morte, e a canonizou padroeira da França.

Sobre a crueldade dos tribunais civis. . . H. C. Lea cita 47 bulas nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos. Alertam para não cair na violência e injustiças freqüentes dos juizes leigos.
Uma instrução da Câmara Apostólica, de 1657 — então os processos de bruxaria somente se realizavam nos tribunais civis —, apresenta a advertência da Inquisição: “A Santa Inquisição confessa que os processos são longos para serem instruídos regularmente; ela censura os juizes pelas vexações, encarceramentos injustos, torturas. Muitos têm-se mostrado demasiado cruéis encarcerando pela mínima suspeita e têm aplicado a tortura apesar do malefício não ter sido provado”.(z)

Fontes Oficiais:

14. E. A. Wailis Budge, Egyptian magic, Londres, Routiedge & Kegan Paul, 1975; uso a edição de mil oitocentos e noventa e nove, p. oito; Lea, A History… Middie Ages…, op. cit., vol. 3, p. trezentos e oitenta e oito.15. C. L. Ewen, Witchcraft and demonianism, Londres, Muller, 1970; Witch runting and witch trials, Londres, 1929; Nova Iorque, Harper, 1971.16. Nichólas Romy, Daemonolatriae Libri Tres, Lião, 1595; Colônia, 1596; Frankfurt, 1597.17. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
Partes Divisão, Wittenberg, 1635.

Y. Lea, Materiais…, op. cit., principalmente vol. I, pp. 137ss.;
idem. “A History Ages”, op. cit., principalmente vol. III, pp. 429ss.

19. Hansen, Zauberwahn…, op. cit.; idem, Quellen una Unter-suchungen zur Geschichte des Hexenwahns und des Hexenverfolgwg im Mittelalter, Bonn, 1901.

20. W. Bommberg, The mind of man: the story o f man’s conquest o f mental illness, 2a ed., Nova Iorque, Harper, 1959; tradução: mente del hombre, Buenos Aires, 1940.

21. Citado por Calle, La magia…, op. cit., p. 103.

22. Lea, Materiais…, op. cit., vol. I.

23. Gerald B. Gardner, Ursprung und Wirklichkeít der Hexen, Weilheim, 1965, pp. 30s.

24. F. Morrow, no prólogo e Montagne Summers, The history of wttchcraft and
demonology, 2a ed., Nova Iorque, 1956.

25. Citado por Merzbacher, Die Hexenprozesse…, op. cit., p. 43.

26. Baschwitz, Hexen…, op. cit., p. 261.

27. Soldan-Heppe-Bauer, Geschichte…, op. cit., tomo I, p. 530.

(W). Idem, ibidem, p. 251.

29. Na tese doutoral de G. Bader, Die Hexenprozesse in der Schweiz, Zurique, 1945, p.
219.

30. Fritz Byloff, “Hexenglaube und Hexenverfolgung in der õsterreichischen Alpenlander”
in Quellen zur deutschen Volkskunde, 1934, caderno 6, p. 159.

31. Ewen, Witch hunting…, op. cit.

32. Calle, La magia…, op. cit., pp. 271s.

33. Cf. Ronald Seth, Children against witches, Londres, Robert Hale, 1969, p. 14; Davies, Four centuries…, op. cit.34. Bekker, op. cit., pp. 576-587.35. Assim o prova, por exemplo Zwetsloot, Friedrich Spee…, op. cit. Rahner apoia o argumento, epígrafe, “Brujas, procesos de” in Sacramentum Mundi…, op. cit., tomo I, col.607.36. Como reconhece, apesar de tanto irar-se contra a Igreja Católica, o protestante Eiliger, Teologia…, op. cit., p. 364.

37. Hansen, Zauberwahn…, op. cit., pp. 24s.

(Z). Hansen, Zauberwahn…, op. cit., pp. 24s.

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