Evangelho de Marcos

A MENSAGEM DE MARCOS

MARCOSé sóbrio em todos seus discursos – rico nas narrativas – apresentando pormenores que torna o Evangelho muito movimentado e colorido.MARCOS é o mais breve dos evangelistas – conta 673 versículos

MATEUS conta 1.068 versículos

LUCAS conta 1. 149 versículos

Vejamos a maneira de como MARCOS é breve

Dos 5 discursos de MATEUS – MARCOS só registra 2

Marcos 4, 1-34 – registra 3 parábolas em vez de 7.

As narrativas de MARCOS são mais minuciosas e vivas – ( do que em Mateus que não se detém em pormenores)- Veja-se:

= Marcos 1, 35-39 e Lucas 4, 42-44 = Marcos 9, 14-27 e Mateus 17,14-18

= Marcos 2, 1-12 e Mateus 9, 1-8 = Marcos 10, 23-27 e Mateus 19,23-26

= Marcos 5, 1- 17 e Mateus 8, 28-34 = Marcos 10, 46-52 e Mateus 20, 29-34

= Marcos 5, 21-43 e Mateus 9, 18-26 = Marcos 11,12-24 e Mateus 21, 18-22

= Marcos 8, 14-21 e Mateus 16, 5-12 = Marcos 11,27-33 e Mateus 21, 23-27

Muito típica é a comparação de MATEUS 21, 1-22 com MARCOS 11, 1-25.

Tenha-se em conta a seguinte ordem de acontecimentos:

Domingo de Ramos = Solene entrada em Jerusalém – Mt 21, 1-11 = Mc 11,1-11

Expulsão dos vendilhões do Templo -Mt 21,12-17

Segunda feira = Jesus faz secar uma figueira – Mt 21, 18s = Mc 11, 12-14

Interrogado, explica o que fez -Mt 21, 20-22 = Mc 11, 15-19

MATEUS tem em vista mais a catequese – reúne num só dia o que se deu em Jerusalém – e em outro dia o que se deu fora de Jerusalém

MARCOS escreve a realidade dos acontecimentos, pôr isso mais cheia de movimento .

As narrações de MARCOS cheia de grande vivacidade, não se deve somente ao seu temperamento, mas também à figura de Pedro que está pôr trás da sua redação.

EXEMPLOS DAS MENSAGENS DE MARCOS

As multidões cercam e comprimem Jesus não lhe deixando tempo de comer:- Mc 1, 37-45; = Mc 2, 1-4.13; = Mc 3, 7-20s31s; = Mc 4, 1 = Mc 5,21.27.38-40

– Mc 6, 31-34.55s

Os atos de jesus suscitam admiração e reverência:

– Mc 1, 22.27.45; = Mc 2,12; = Mc 4, 41; = Mc 5, 20.42; = Mc 6, 2s; = Mc 10,32

-( observar Mateus 20,17 e Lucas 18,31) –

Os afetos de Jesus são anotados com muitos detalhes:

– Mc 3, 5.34; = Mc 5, 32; = Mc 8, 12-32; = Mc 10,16.21-23; = Durante uma tempestade Jesus está deitado sobre um travesseiro enquanto os apóstolos se inquietam : Mc 4, 38 ( cf. Mt 8, 24)

MARCOS se refere números – quando os outros evangelistas os silenciam:

– Mc 2,3 e Mt 9,2; Lc 5,18 Mc 14,30.72 e Mt 26,34.74; Lc 22,34.60

Mc 5,13 e Mt 8,33 Mc 14,41 e Mt 26,45

Mc 14,5 e Mt26,9 Mc 15,25 e Mt 27,33-35 ; Lc 23,33

Mas só MATEUS, o cobrador de impostos, refere o preço porque JESUS foi entregue aos carrascos: Mt 26,15; cf. Mc 14,11; Lc 22,5.

Em MARCOS a divindade de Jesus é especialmente realçada pela sua Humanidade.

MARCOS é tão destituído de artifícios ao apresentar JESUS que pôr vezes pode causar problemas aos interpretes. Assim, pôr exemplo:

– em Mc 3,21: os parentes de JESUS dizem que “esta fora de si”. Esta afirmação foi entendida, pôr vezes, no sentido de que JESUS era doente mental. A interpretação é falsa, pois o verbo grego exeste significa “estar fora de si, das habituais normas de vida”; ora, segundo o contexto de MARCOS, JESUS chamava a atenção pôr seu grande zelo apostólico, que não lhe permitia encontrar tempo nem mesmo para comer;

– em Mc10,18 JESUS parece rejeitar o qualificativo “bom”, devido a DEUS só, como se JESUS não fosse DEUS. O texto paralelo de Mt 19,16s mudou a construcao da frase. – Na verdade, JESUS em Mc 10,18 não queria dizer que ELE não é DEUS, mas quis levar o jovem a tirar as ultimas conseqüências da sua intuição: se havia reconhecido em JESUS algo que ultrapassava a bondade dos homens, compreendesse que JESUS é DEUS;

– EM Mc 6,5s lê-se que JESUS não pode fazer milagre em Nazaré, e admirava-se da pouca fé dos seus concidadãos. Observe-se que Mt 13,58 tirou as palavras ambíguas. Na verdade, JESUS tudo podia e sabia, como verdadeiro DEUS que é; o evangelista MARCOS, porem, se exprimiu de acordo com o modo de ver humano de um historiador.

Em Mc 13,32, o filho ignora a data do juízo final; Mt 24,36 atribui esse não saber aos anjos apenas. – Na verdade, JESUS tudo sabia como Deus, mas não estava dentro da sua missão de doutor dos homens comunicar a data do juízo final; MARCOS referiu-se a JESUS precisamente como MESTRE dos APOSTOLOS.

Ora estes traços difíceis e toscos de MARCOS, longe de diminuir o valor deste Evangelho, muito o aumentam. Mostram que MARCOS não usou de artifícios para recomendar a figura de JESUS; disse com simplicidade o que sabia, certo de que não era preciso “dourar a pílula” para apresentar JESUS.

Este era aceito pêlos cristãos como DEUS e homem. – Verifica-se que precisamente os apócrifos tentam embelezar ao máximo a figura de JESUS atribuindo-lhe atitudes maravilhosas e fantasistas, como se a fé em JESUS necessitasse de tais artifícios; estes são evidentes sinais da não-historicidade das narrações apócrifas, ao passo que a simplicidade de MARCOS abona a historicidade e fidelidade do evangelista.
Em 13,32; 14,62: JESUS mesmo se diz o Filho de DEUS bendito;

É este mesmo MARCOS que apresenta JESUS como DEUS com clareza surpreendente. Assim, por exemplo,

Em 1,1: “inicio do Evangelho de JESUS CRISTO, filho de DEUS”;

Em 1,11; 9,7 é o Pai celeste quem proclama JESUS seu Filho bem- amado;

Em 13,32; 14,62: JESUS mesmo se diz o Filho de DEUS bendito;

Em 2,5.10-12: JESUS perdoa os pecados, e faz um milagre para provar que ELE pode usar desta prerrogativa de DEUS.

Para comprovar a Divindade de JESUS assim professada, MARCOS deixou falar a linguagem dos fatos: JESUS em MARCOS aparece a imperar a doença, a morte, aos demônios, aos homens, as forcas da natureza, suscitando repetidamente admiração nos espectadores.

EM MARCOS JESUS É APRESENTADO COMO LEÃO DA TRIBO DE JUDA.

A tradição atribuiu a Marcos o símbolo do leão. Realmente, o Cristo descrito pôr S. Marcos é o “LEAO DA TRIBO DE JUDA”; é o lutador forte pôr excelência. Isto se percebe desde o inicio do Segundo Evangelho: após o batismo de JESUS, MARCOS reúne 5 casos de conflito do Senhor com os fariseus, após os quais resolvem condenar a morte o Mestre. Assim desde 3,6 JESUS é atingido pela sentença de morte; daí pôr diante ele trava a luta da vida contra a morte.

Observe-se os cincos casos:

2,1-12: os adversários agridem Jesus pôr pensamentos; Mt 9, 1-8;
2,13-17: agridem os discípulos de Jesus; cf. Mt 9,9-13;

2,18-22: agridem Jesus a respeito dos discípulos; cf. Mt 9,14-17;

2,23-28: agridem Jesus a respeito dos discípulos; cf. Mt 12,1-8;

3,1-6: tramam a morte de Jesus; cf. Mt 12,9-14;

Para enfatizar a trangicidade da vida de Jesus, Marcos reuniu numa seqüência única dois blocos de conflitos que em Mateus ficaram separados ( Mt 9,1-17 e Mt 12,1-14).
A figura de Jesus, tratada tão vivazmente pelo segundo Evangelho, toma um caráter de grandeza e heroísmo notáveis.

OS DESTINATÁRIOS DE MARCOS

MARCOS escreveu não para judeus, mas para pagãos convertidos ao Cristianismo. É o que se conclui dos seguintes dados:

Marcos não cita vocábulos aramaicos sem os traduzir; cf. Mc 3,17; 5,41; 7,11-34; 10,46; 14,36; 15,22-34.

Também explica os costumes dos judeus como se fossem estranhos aos leitores: Mc 7,3s ; 14,12; 15,42.

Omite o que não seria claro a gente pouco familiarizada com o judaísmo:

as questões referentes a Lei de Moisés (cf.Mt 5-7);

quase todas as censuras de Jesus aos fariseus e escribas ( cf. Mt 23 e Mc 12,38-40 );

o voto de que a fuga de Jerusalém não ocorrera em sábado ( no sábado o judeu não caminhava muito; cf. Mt 24,20 e Mc 13,18;

a menção do sinal de Jonas (cf.Mt 16,4 e Mc 8,12 ).

Poucas são as citações do Antigo Testamento em MARCOS, que não tem a preocupação, típica de MATEUS, de mostrar que as profecias se cumpriam em CRISTO.

MARCOS cuidou de mitigar ou suprimir tudo o que pudesse causar mal-entendidos aos pagãos. Assim comparem-se entre si

Mt 15,26 e Mc 7,27: em MARCOS se lê primeiramente;

Mt 10,5s e Mc 3,14-19; 6,7-9: em MARCOS não se lê que os Apóstolos em sua primeira missão tenham sido enviados apenas aos judeus.

Mt 10,17-19 e Mc 13,9-11: em MARCOS “… a todas as nações”;

Mt 21,13 e Mc 11,17: em MARCOS “… para todos os povos”.

Assim a universalidade da salvação e da igreja é incutida em MARCOS como em MATEUS, todavia sem que MARCOS acentue a prioridade de Israel – (devido ao fato de que os Judeus são diretamente os filhos de Abraão e da promessa).

Mais precisamente, podemos dizer que os pagãos convertidos para os quais MARCOS escreveu, eram latinos.

Na verdade, alem de apresentar muitos aramaismos, MARCOS contem numerosos latinismos – (só perceptíveis para quem usa o texto grego original); cf. Mc 5,9-15; Mc 6,27.37; Mc 12,14s; Mc 14,5; Mc 15,15.39.44.

As vezes, certas palavras gregas são explicadas por equivalentes do latim, embora o grego fosse a língua comum do Império Romano e o latim fosse o idioma próprio de Roma e do Laico. Isto só se explica se o autor tinha em vista leitores romanos, domiciliado ele mesmo em Roma – (um judeu residente na Palestina não conheceria tão exatamente o dialeto do Lacio).

Essas afirmações são reafirmadas em Mc 15, 21 – Simão, o Cirineu era pai de Alexandre =e Rufo – é esse Rufo que Paulo menciona em Romanos 16, 13 – Marcos se refere a Rufos porque ele pertencia a comunidade que evangelizou.

Pertencente de uma tribo de Levi, era judeu de origem e de uma família tão Cristã que sempre acolheu Jesus, Maria e os apóstolos em sua casa: “Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembléia a orar”(Atos 12,12).

A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde “inaugurou” a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que  acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.

São Marcos que na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não deu fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo, por isso evangelizou no Poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou Comunidades. Conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.

O objetivo doutrinal de SÃO MARCOS

Era proclamar a boa nova de Jesus Cristo, centrando-se nas suas ações, mostrando-o como pessoa, o Filho de Deus e verdadeiro homem.

Nos livros do Novo Testamento, Marcos é lembrado dez vezes, com o nome hebraico de João, com o nome romano de Marcos ou com o duplo nome de João Marcos.

Para alguns estudiosos deveríamos distinguir dois ou mesmo três Marcos.

Nós, a esta altura, aceitamos a opinião mais comum, isto é, a de um só Marcos, filho daquela Maria em cuja casa reuniam-se os primeiros cristãos de Jerusalém, onde foi se refugir o próprio Pedro após a libertação prodigiosa do cárcere e onde, provavelmente, realizou-se a Santa Ceia celebrada por Jesus Cristo.

Marcos, hebreu de origem, nasceu provavelmente fora da Palestina, de uma família abastada.

São Pedro, que o chama de “meu filho”, o teve certamente consigo em suas viagens a Roma, onde Marcos teria escrito o Evangelho.

A antigüidade cristã, a começar por Pápias, chama-o de “intérprete de Pedro”.

Marcos, um intérprete de Pedro, escreveu exatamente tudo aquilo que se lembrava.
Escreveu, porém, o que o Senhor disse ou fez, não segundo uma ordem.
Marcos não escutou diretamente o Senhor, nem o acompanhou; ele ouvia São Pedro, que dispunha seus ensinamentos conforme as necessidades.”

Além da familiaridade com São Pedro, o evangelista Marcos pode orgulhar-se de uma longa convivência com o apóstolo São Paulo, com quem se encontrou pela primeira vez em 44, quando Paulo e Barnabé levaram a Jerusalém a generosa coleta da comunidade de Antioquia.

De volta, Barnabé, levou consigo o jovem sobrinho Marcos.

Após a evangelização de Chipre, quando Paulo planejou uma viagem mais trabalhosa e arriscada ao coração da Ásia Menor, entre as populações pagãs do Tauro, Marcos – conforme lemos nos Atos dos Apóstolos:

“se separou de Paulo e Barnabé e voltou a Jerusalém.”

Depois Marcos voltou ao lado de Paulo quando este estava prisioneiro em Roma.

Em 66 São Paulo nos dá a última informação sobre Marcos, escrevendo da prisão romana a Timóteo:

“Traga Marcos com você. Posso necessitar de seus serviços.”

Os dados cronológicos da vida de São Marcos permanecem duvidosos.

Ele morreu provavelmente em 68 de morte natural, segundo uma tradição e, conforme outra tradição, foi mártir em Alexandria do Egito.

Os Atos de Marcos, um escrito da metade do século IV, referem que Marcos, no dia 24 de abril, foi arrastado pelos pagãos pelas ruas de Alexandria, amarrado com cordas ao pescoço. Jogado ao cárcere, no dia seguinte, sofreu o mesmo tormento atroz e sucumbiu.

A venda do seu corpo por parte de dois comerciantes e mercadores de Veneza não passa de lenda (828).

Porém, é graças a esta lenda que, de 976 a 1071, foi construída a estupenda basílica veneziana dedicada ao autor do segundo Evangelho, simbolizado pelo Leão.

As relíquias do corpo de São Marcos estão localizadas na cidade de Veneza desde 815.

Nos dias de hoje, proliferam ideologias e doutrinas errôneas, distantes do projeto de Deus. Assim, a Igreja e o mundo precisam de cristãos como Marcos Evangelista, sendo modelo de:

– cristão em profunda comunhão com Deus e com os irmãos;

– missionário que anuncia e testemunha a boa nova de Jesus;

– articulador de novas comunidades e pastor dedicado ao Reino;

– escritor que procura transmitir ao mundo a vida, obra e ensinamentos de Jesus, nosso Salvador, Mestre e Senhor.

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