Igreja que não tem sacerdotes não é igreja

Todas as religiões giram em torno do sacrifício, cujo significado cada vez mais se afasta do original.É que, culturalmente, mudou tanto de sentido que não mais reflete a mesma realidade.Por causa disso, nem mesmo um dicionário atual registra aquilo que correspondia ao seu significado, principalmente entre os judeus ou israelitas.

Pelo menos biblicamente tem um sentido bem mais profundo até mesmo que o, “a grosso modo” perceptível, sentido de “sacri-ficar” = “ficar-sagrado”.

Quando Jesus a ele se referiu ou o insinuou, confundiu os chefes religiosos e os de seu povo, seja por ocasião da “expulsão dos vendilhões do Templo” (Jo 2,13-22), seja por ocasião do Anúncio da Eucaristia, ao dizer-se “comida” (Jo 6,50-52).

No primeiro caso Jesus não tinha nenhum direito de fazer o que fez, eis que, não pertencendo à Tribo de Levi ou à Casa de Aarão, não era sacerdote e não lhe competia a administração do Templo.

Além de tudo isso, aquela área fora destinada para o que lá se praticava, qual seja, a troca de moeda estrangeira e a venda de animais, para as oferendas, a fim de que os judeus e os da “diáspora” pudessem cumprir os seus votos e deveres religiosos.

Em si, nada havia de errôneo no que lá se fazia e, por causa disso, em face de sua atitude, dois fatos acontecem. Primeiro, “os sacerdotes e escribas” perguntam a Jesus “com que autoridade fazia estas coisas” (Mt 21,23), e “que sinais lhes mostraria para assim agir” (Jo 2,18), e, por segundo, o Evangelista “recorda que os discípulos pensaram” que agia assim porque “o zelo pela casa de seu Pai o dominara” (Jo 2,17 / Sl 69,10).

A resposta de Jesus foi por demais desconcertante, tanto que os seus discípulos só a compreenderam após a sua Ressurreição.

Desafiara a “destruição do Templo e a sua reconstrução por Ele em três dias” … “referindo-se ao seu próprio Corpo” (Jo 2,18-22), com o que iria se tornar o único sacrifício.Tornava-se assim tudo aquilo obsoleto, sem sentido e, então, “fazendo da Casa do Pai uma casa de comércio” (Jo 2,16), pela perda do objetivo a que se destinara.No segundo caso, ao dizer que “meu corpo é verdadeiramente comida”, confunde os judeus de tal forma que, após dizerem “como pode este homem nos dar a sua carne para comer” (Jo 6,52), “o abandonam” (Jo 6,66).

O sacrifício tanto fazia parte da compreensão cultural israelita, que estava impregnado em seus hábitos ou costumes, até mesmo os especificamente não-religiosos.

Mesmo quando participavam de uma refeição comum ou trivial, era-lhes necessário “derramar o sangue na terra” (Lv 17,13s; Dt 12,16.23), a abster-se do “impuro” (Lv 11,1) e a seguir determinadas normas de “purificação” (Mc 7,4), sem o que não deveriam tomar alimento.

Percebe-se que toda refeição tinha algo de sagrado e a idéia de sacrifício era-lhe vinculada pelo comer que nela se pratica.

O seu uso, mesmo ao tempo de Cristo, já era milenar, eis que a Bíblia, apesar de não informar a sua origem, relata ter sido ele a causa da desgraça de Caim, que matou Abel porque “Deus agradou-se da oferenda dele (em “sacrifício”) e não da sua” (Gn 4,3-8).

Relata também que Noé o ofereceu quando do término do Dilúvio (Gn 8,20) e, a partir de Abrão, desde a Promessa, registra o seu uso como forma de expressão da fé em Iahweh (Gn 12,7 e 12,8).

Prossegue com a Aliança então contraída com Abraão, e com os demais Patriarcas Isaac e Jacó (Gn 17,4-14; 26,3-24; 28,13-15) que a ratificaram (Gn 12,7.8; 26,25; 28,17-22).

E, em virtude dessa mesma Aliança, torna-se o centro gravitacional do culto.De Jacó adveio o povo israelita, formado pelas doze tribos oriundas de seus doze filhos.Moisés, descendente de um deles, da Tribo de Levi, confirma e repete essa Aliança, agora com todo o povo, no Monte Sinai, selando-a também com o sangue de um sacrifício (Ex 24,1-8).

O sacrifício torna-se essencial ao culto, para significar, realizar e atualizar a união de Iahweh-Deus com o Seu Povo pela Aliança.

Após a Instituição da Páscoa (Ex 12), que era inicialmente uma comemoração familiar, institui-se o sacerdócio, indispensável para a celebração dele (Hb 8,3), separando-se para o seu exercício a Casa de Aarão (Ex 28-29), “figura” do que Cristo fará quando da Instituição da Eucaristia, na inauguração da Páscoa Cristã, instituindo os Apóstolos para que a celebrassem “em sua memória” (Lc 22,19-20 / 1Cor 11,23-25).

O Sacerdócio Pleno da Casa de Aarão e o Auxiliar constituído pelo restante da mesma Tribo de Levi, completam a organização religiosa e de cúpula de Israel, e se tornam um centro de unidade de todo o Povo de Deus pela consagração, significação e difusão da santidade de Iahweh entre as demais tribos, por meio deles (Lv 21,8), medianeiros entre o Povo e Iahweh.

Em outra ocasião Jesus se refere ao sacrifício ao dizer que “é o altar que santifica a oferenda” (Mt 23,19).

É que, desde o Sinai, o altar era “ungido”, tal como os “sacerdotes”, com o “Óleo da Unção” (Ex 30,25-30), preparado de acordo com normas do próprio Iahweh, em virtude do que “santificava tudo que o tocasse”:

“Oferecerás pelo altar um sacrifício pelo pecado, quando fizeres por ele a expiação (“com sangue”), e o ungirás para consagrá-lo. (…); assim o altar será santíssimo e tudo que o tocar, será santificado” (Ex 29,36-37).

Um novo elemento aparece aqui, com o rito do sacrifício pelo pecado, a expiação, que tem como integrante essencial o sangue que expia (Lv 17,11), sem o qual não há remissão (Hb 9,22).Ao que se conclui que, pela unção sagrada se santifica o altar e o sacerdote, completando-se a eficácia do ato com o sangue do sacrifício pelo pecado (Lv 6,17-22 / Hb 9,22).E, a partir desta Aliança, organizou-se o ritual, sabendo-se que sem altar, sacerdote, sangue e vítima (= hóstia) não há sacrifício, nem se consegue a santificação (Hb 9,19-22), um de seus objetivos. Jesus resume tudo isso numa frase apenas.

Também, somente poderia participar do sacrifício quem estivesse em estado de pureza legal (Lv 7,20-21; 11,44-45) e de santidade.

Caso algo as comprometesse, o israelita deveria purificar-se antes, conforme os rituais legais (Lv 11,25.28.32.40).

No caso da santidade comprometida havia os sacrifícios para a remissão: o holocausto e o sacrifício de expiação ou de reparação ou pelo pecado.

Têm em comum que o ofertante impunha as suas mãos na cabeça da vítima perfazendo assim a substituição dele por ela (Gn 22,13), e o sacerdote completava o ritual a partir do oferecimento do sangue (Lv 1,4-5).

No holocausto a vítima (ou hóstia) era toda queimada, nenhuma de suas partes era comida por ninguém; já, nos sacrifícios pelo pecado, algumas partes eram comidas pelo sacerdote apenas (Lv 6,19-23), e outras queimadas, significando a “participação e satisfação” do próprio Deus (Lv 7,1-10 / Gn 15,17).

Havia ainda o sacrifício de comunhão ou refeição sagrada, do qual todos “comem” (Lv 3,1-7), cada qual a sua parte: o ofertante e seus familiares ou amigos, o sacerdote e o próprio Deus, “aspirando a oferenda queimada em perfume de suave odor a Iahweh” (Lv 3,5):

“Iahweh falou a Moisés e disse: ‘Ordena aos filhos de Israel o seguinte: Tereis cuidado de me trazer no tempo determinado a minha oferenda, o meu manjar, na forma de oferenda queimada de perfume agradável” (Nm 28,1).É São Paulo quem melhor nos esclarece do fundamento teológico de toda a instituição, ao dizer:“Aqueles que comem as vítimas sacrificadas, não estão em comunhão com o altar?” (1Cor 10,16-18).

Deduz-se destas palavras que pelo sacrifício se estabelece íntima comunhão entre o Ofertante, o Altar e Deus, com a expiação do pecado pelo sangue.

Assim, quando se fala em “altar”, se fala em “vítima” e em “sacerdote“; quando se fala em “sacerdote” se fala em “Deus” e no “sangue que expia”; quando se fala em “sangue que expia” se fala em “vítima ou hóstia” de que se alimenta em comum e em “santificação”; e, quando se fala em “santificação”, se fala em “comunhão” de pessoas, a partir da “comunhão” com “altar” formando-se uma “comunidade” de todos com “Deus”.

Além da substituição há outra conotação cultural do sacrifício israelita que é necessário mencionar.

É que não deixa de ser muito curiosa a distribuição das partes da vítima do sacrifício (a serem “comidas”), entre o ofertante, o sacerdote e Iahweh, com a queima do “pão de Deus” (Lv 21,8; Nm 28,1).

Mesmo as oferendas ou dízimos estavam sujeitos a essa distribuição sacrificial, sendo entregues num ritual onde uma parte apenas era “comida”:

“Em relação a Iahweh, vosso Deus… buscá-lo-eis somente no lugar… escolhido… para aí colocar o seu nome e fazê-lo habitar. Levareis para lá os vossos holocaustos e vossos sacrifícios, vossos dízimos e os dons de vossas mãos, vossos sacrifícios votivos e vossos sacrifícios espontâneos, os primogênitos de vossas vacas e das vossas ovelhas. E comereis lá, diante de Iahweh, vosso Deus,… vós e vossas famílias… (…). Não poderás comer em tuas cidades o dízimo do teu trigo, do teu vinho novo e do teu óleo, nem os primogênitos das tuas vacas e ovelhas, nem algo dos sacrifícios votivos que hajas prometido, ou dos sacrifícios espontâneos, ou ainda dons da tua mão. Tu os comerás diante de Iahweh, teu Deus, somente no lugar que Iahweh, teu Deus, houver escolhido, tu, teu filho, tua filha…” (Dt 12,4-18; leia-se ainda Dt 12,11-12; 14,22-26).Da citação acima vê-se que somente no lugar indicado por Deus é que se podia comer os sacrifícios, incluído como um deles as oferendas constituídas pelos primogênitos do gado, pelas primícias das plantações, vinho, óleo, pão, pelos dons etc.É de se observar que as oferendas ou dízimos não podiam ser “totalmente comidos”, mas apenas “uma parte deles”, sabendo-se que pertenciam por direito aos sacerdotes (Nm 18,9.20.23-24). Fossem “todos comidos” nada se lhes entregaria.

Somente “uma parte” era objeto da “santificação sacrificial”, entregando-se o “todo” no Templo.

Nessa perspectiva, é São Paulo quem esclarece da outra concepção vigente, fazendo com que se entenda melhor o alcance do sacrifício, qual seja a existência de uma solidariedade da parte com o todo, de modos que “à santificação da parte corresponde a santificação do todo”:

“E se as primícias são santas, a massa também o será; e se as raízes são santas, os ramos também o serão” (Rm 11,16).Fundamentou-se naturalmente no que se prescreveu a respeito das primícias da massa do primeiro pão a ser preparado em Israel, qual seja:“Quando tiverdes entrado na terra para a qual eu vos conduzo, devereis oferecer uma oferenda a Iahweh, tão logo comais do pão dessa terra. Como primícias da vossa massa separareis um pão; fareis esta separação como aquela que se faz com a eira. Dareis a Iahweh uma oferenda do melhor das vossas massas” (Nm 15,18-21).

“Cada dia de sábado serão colocados, permanentemente, diante de Iahweh. …; pertencerão a Aarão e seus filhos, que os comerão no lugar santo, pois é coisa santíssima para ele, …” (Lv 24,8-9).

O Sacerdote nos tempos da Bíblia

Ministro investido de autoridade.Às vezes denota um ministro de estado, assistente responsável junto do rei, 2Sm 8.18.

Em 2Sm 20.26, o oficial Jair é denominado sacerdote de Davi; e em 1Cr 18.17, os filhos de Davi são os primeiros depois do rei.

Em 1Rs 4.5, diz-se que o sacerdote Zabude era intimo, ou amigo do rei.

Freqüentemente os ministros do santuário são denominados sacerdotes levíticos, porquanto o sentido da palavra kohen, ministro, sacerdote, exige qualidades descritivas.

Um ministro devidamente autorizada, para oficiar perante uma divindade, em favor de um povo e tomar parte em outros ritos, chama-se sacerdote.

A função essencial a seu cargo era a de mediador entre Deus e o homem.

Em geral, formavam os sacerdotes uma classe de funcionários muito distinta entre as nações da antiguidade, como no Egito, em Midiã na Filístia, na Grécia, em Roma, etc. Gn 47.22; Ex 2.16; 1Sm 6.2; At 14.13.

Na falta de uma corporação regularmente organizada, o ofício de sacerdote era exercido desde tempos imemoriais, por indivíduos particulares, tais como, Caím e Abel; pelos patriarcas em favor de suas famílias, ou da tribo, como Noé, Abraão, Isaque, Jacó, Jó, bem assim os chefes de uma corporação, ou de um povo.

No tempo do êxodo havia indivíduos investidos destas prerrogativas por direito natural, por causa da crescente necessidade do momento, em conseqüência do aumento da população e das influências do sacerdócio egípcio, Ex 19.22.

Mesmo depois de organizado o sacerdócio levítico, homens havia que, fora desta corporação, também exerciam as funções de sacerdote.Quando Deus mesmo dispensava a mediação dos sacerdotes ordenados, e se revelava imediatamente a um indivíduo estranho à corporação sacerdotal, tal pessoa sentia-se no direito de oferecer sacrifícios, sem que fosse necessária a intervenção dos mediadores regularmente ordenado, Jz 6.18,24,26; 13.16.

Quando, por motivos políticos, tornava-se impossível aos que habitavam no reino do norte, utilizarem-se do ministério dos sacerdotes levíticos, o pai de família, ou outra pessoa indicada, de acordo com a lei primitiva, levantava o altar e oferecia sacrifícios a Jeová, 1Rs.18.30.

Quando o povo hebreu se organizou em nação no Sinai, levantou-se o tabernáculo e o servo do santuário foi organizado de acordo com a dignidade de Jeová de modo a não ficar devendo nada às mais cultas nações da Antigüidade.

Daí nasceu a necessidade de um corpo sacerdotal.

Arão e seus filhos foram designados para este cargo que se perpetuou na família, e a ela restringido, Ex 28.1; 40.12-15; Nm 16.40; cp. 17 e 18.1-18; cp. Dt 10.6; 1Rs 8.4; Ed 2.36 e seg.

Todos os filhos de Arão eram sacerdotes, salvo nos casos de deformidades físicas, Lv 21.16 e seg.

Quando a Escritura se refere à classe sacerdotal, emprega as expressões – sacerdotes, ou filhos de Arão, aludindo à descendência deste sacerdote, 2Cr 26.18; 29.21; 35.14; cp. Nm 3.3; 10.8; Js 21.19; Ne 10.38, ou sacerdote da linhagem de Levi aludindo à tribo a que pertenciam, Dt 17.9,18; 18.1; Js 3.3; 8.33; 2Cr 23.18; 30.27; Jr 33.18,21; cp. Ex 38.21, ou ainda como sacerdotes e levitas, filhos de Sadoque, designando o ramo da família de que descendiam, Ez 44.15; cp. 43.19.

Este modo de referir-se à classe dos sacerdotes, como acabamos de ver nas passagens citadas, era muito comum no tempo em que se fazia questão fechada em distinguir as funções dos sacerdotes e dos levitas, como se vê na história em que os ministros do altar no tabernáculo e no templo, e aqueles que traziam o Urim e Tumim, também pertenciam à família de Arão.As obrigações dos sacerdotes eram, em geral, de três categorias:

I. Ministrar no santuário diante do Senhor, II. ensinar o povo a guardar a lei de Deus e, III. tomar conhecimento da vontade divina, consultando o Urim e Tumim, Ex 28.30; Ed 2.63; Nm 16.40; 18.5; 2Cr 15.3; Jr 18.18; Ez 7.26; Mq 3.11. O sacerdote estava sujeito a leis especiais, Lv 10.8 e seg.

Em referência ao casamento, só poderia tomar mulher que fosse de sue própria nação, mulher virgem ou viúva, que não fosse divorciada, e cuja genealogia fosse tão regular como a dos próprios sacerdotes, 21.7; Ed 10. 18,19.

As vestimentas consistiam de calções curtos desde os rins até as coxas; uma camisa estreita, tecida de alto a baixo e sem costura, descendo até aos artelhos e apertada na cinta por um cíngulo bordado, simbolicamente ornamentado; uma tiara em forma cônica, tudo feito de linho fino e branco, Ex 28.40-42.

Os sacerdotes e outros oficiais de serviço religioso costumavam vestir um éfode de linho, sem bordados e sem os adornos custosos como o que usava o sumo sacerdote, 1Sm 2.18; 22.18; 2Sm 4.14.

Por ocasião da conquista de Canaã, atendendo as necessidades atuais dos descendentes de Arão, que sem dúvida já estavam na terceira geração, porém mais especialmente em atenção as necessidades futuras, separaram-se treze cidades para sua residência e criação de seus gados, Js 21.10-19.Davi dividiu os sacerdotes em vinte e quatro classes. Exceto por ocasião das grandes festividades em que todos eles tinham de oficiar; cada uma das classes oficiava uma semana de cada vez, substituída em cada sábado de tarde, antes do sacrifício, 1Cr 24.1-19; 2Rs 11.5-9.

Parece que destas vinte e quatro classes, somente quatro voltaram de Babilônia com Zorobabel, Ed 2.36-38, porém, o antigo número foi reconstruído, segundo parece, cp. Lc 1.5-9.

Havia distinções no corpo sacerdotal.

O supremo pontífice era o sumo sacerdote; seguia-se o segundo sacerdote, 2Rs 25.18, que provavelmente era denominado o pontífice da casa de Deus, 2Cr 31.13; Ne 11.11, e o magistrado do templo, At 4.1; 5.24.

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