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O LIVRE EXAME DAS ESCRITURAS

04 maio
Foi Lutero quem, revoltando-se contra o Papa, levantou o princípio do livre exame da Bíblia, afirmando que toda pessoa é livre de interpretar a Escritura como lhe parecer.
Daí a multiplicação de seitas protestantes, cada uma dela arvorando-se como verdadeira igreja. O que leva qualquer pessoa, de qualquer lugar, a se arvorar como infalível intérprete da palavra de Deus.
Tem pessoas que por exemplo, é batista, e diz acreditar na divindade de Cristo. Os Testemunhas de Jeová, baseados na mesma Escritura, fundados no mesmo princípio de livre interpretação da Bíblia, concluem que Cristo não é Deus. Quem estaria certo?
Qual das mais de mil seitas – há quem diga que já são cinquenta mil – estaria com a verdadeira interpretação da Bíblia? O protestantismo é uma nova Torre de Babel, na qual cada um se proclama infalível.
E repare a loucura e a contradição dos “evangélicos”: eles afirmam que toda interpretação da Bíblias é livre, e por isso, é também válida. Mas afirmam ao mesmo tempo que a interpretação da Igreja Católica é falsa.
A única coisa em que os protestantes estão de acordo entre si, é no ódio à Igreja Católica. “Vêde como eles odeiam, e como se odeiam”, poderia ser dito deles.
O livre exame protestante fez da Bíblia um livro “chicletes”, que cada um puxa e estica para onde quer. E não podia ser diferente. Na realidade, cada protestante é, ele sozinho, uma seita, visto que ele crê que é o único intérprete infalível da Bíblia. Negando a autoridade e a infalibilidade de Pedro, o protestantismo, pela afirmação do livre exame, proclama que todo leitor da Bíblia é Papa, e Papa infalível.
A Sagrada Escritura utiliza palavras. Ora, as palavras podem ter vários sentidos.

Manga, por exemplo, significa uma fruta, mas também uma parte do vestuário. Vela significa uma lona para impulsionar um barco, e também um
objeto para iluminar.

Essas são palavras equívocas, pois têm vários sentidos sem relação entre si.

Outras palavras possuem um só sentido. Por exemplo, óculos. Essas são chamadas palavras unívocas.

Há ainda um terceiro tipo de palavras, chamadas análogas. Essas têm vários sentidos com relação entre si. Exemplo, a palavra irmão, a palavra pé, etc.

Pé de mesa não usa meia. O pé de um animal é pé também. Mas pé, propriamente, é só o pé humano. Pé de mesa, pé de cavalo, são “pés” por analogia, por
semelhança.

Assim, “irmãos”, em sentido próprio, são aqueles que foram gerados pelos mesmos pais. Entretanto, o infeliz pastor , quando prega, berra
para seus ouvintes: “Irmãos”! , ele não quer dizer que todos os que o estão – infelizmente – escutando tenham sido todos gerados pelo mesmo pai, fisicamente.
Apenas quer dizer que todos se pretendem filhos de Abraão, quando, na verdade, são irmãos dos fariseus, que liam a Bíblia e mataram Cristo.

Ora, se a Bíblia — como todo livro – usa palavras unívocas, equívocas e análogas, é claro que a interpretação do que está escrito vai ser variada.
Entretanto, Deus é um só, e quis nos comunicar também pela Bíblia, uma só Fé. Há um só Deus, uma só Fé, um só batismo, e, portanto, tem que haver uma só Igreja verdadeira.

Mas como manter a unidade da Fé, se cada um interpretará a Bíblia a seu modo, livremente, como disse Lutero?
Com o livre exame é impossível a unidade da Fé.
Só a verdade é una, como só Deus é uno.
O erro é múltiplo. E o protestantismo é múltiplo. Logo, os protestantes estão errados.

Se Deus na Bíblia usou palavras unívocas, análogas e equívocas, Ele sabia que isso poderia produzir interpretações variadas e, portanto, erradas.
Além desse problema dos vários tipos de palavras, há ainda o dos quatro sentidos fundamentais da Sagrada Escritura: o literal, o doutrinário, o moral e o
místico. Tudo isso torna a Escritura de difícil interpretação. Para evitar desvios doutrinários é que Deus tinha que providenciar uma solução.

Como Deus não nos pode induzir em erro, Ele deve ter providenciado um meio para evitar que o que Ele nos revelou fosse interpretado livremente e
erradamente.

Deve haver uma chave para interpretar corretamente a Bíblia.
Ora, pelo Evangelho se conhece que Cristo deu as chaves do reino do Céu (isso é, da Igreja) a Simão Bar Jonas:

“Bem aventurado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi nem a carne, nem o sangue que te revelou isso, mas Deus que está nos céus. E Eu te digo que

TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESSA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA,

E AS PORTAS DOS INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA.

EU TE DAREI AS CHAVES DO REINO DOS CÉUS;

TUDO O QUE LIGARES SOBRE A TERRA, SERÁ LIGADO TAMBÉM NOS CÉUS;

E TODO O QUE DESATARES SOBRE A TERRA, SERÁ DESATADO TAMBÉM NOS CÉUS”

(Mt XVI, 17-19)

Somente havendo um intérprete da Sagrada Escritura estabelecido pelo próprio Cristo, é possível haver uma só interpretação da Escritura, uma só Fé e uma só
Igreja.

E que o Papa – sucessor de São Pedro — seja infalível em matéria de Fé e de Moral, quando ensina para toda a Igreja, com os poderes dados por
Cristo a Pedro, está estabelecido pela promessa de Jesus: Tudo o que ligares na Terra, será ligado também nos céus, tudo o que desatares sobre a terra, será
também desatado nos céus”.

Sem o Papa, a leitura da Bíblia vira Babel. Babel de Wittemberg. Cada um dando sua interpretação pessoal da Bíblia, quando a
própria Bíblia nos previne, com São Pedro, ao dizer-nos:

“Nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular” (II Epís. de São Pedro, I,20).

Eles lê a Bíblia e interpreta a Escritura como bem entende, recusando aplicar o que lê. É assim que os protestantes respeitam a Bíblia:
fazendo o contrário do que ela manda.

O próprio Jesus Cristo prometeu, então, a Pedro que “as portas do inferno não prevalecerão contra ela” [a Igreja] (Mt. XVI, 18).

Prometeu ainda: “Eis que estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo” (Mt. XXVIII, 20)

Se Cristo prometeu que as portas do inferno, isso é, as heresias, os erros contra a Moral, e a falsa mística, jamais prevaleceriam contra a Igreja; se Cristo prometeu que estaria com a Igreja “todos os dias, até o fim do mundo”, e que “as portas do inferno não prevaleceriam contra Ela”.

Entao me respondam quem pode interpretar a Biblia?
 
1 comentário

Publicado por em 04/05/2013 em Apologética, Livre Exame

 

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Uma resposta para “O LIVRE EXAME DAS ESCRITURAS

  1. A.Silva

    06/06/2013 at 4:35 pm

    Quem está certo ? Jesus ou alguns pastores evangélicos ?

    1)Disse Jesus a Pedro:

    João 21:15–17.

    O Senhor perguntou a Pedro: “Amas-Me?” Pedro respondeu: “Tu sabes que te amo”. E o Senhor replicou: “Apascenta os meus cordeiros”. O Senhor perguntou-lhe pela segunda vez: “Amas-Me?” Novamente, Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. E o Senhor disse a Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas”. E o Senhor perguntou-lhe pela terceira vez: “Amas-Me?” Pedro respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. E Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”.

    Comentário: Neste trecho Jesus pede a Pedro que cuide de seu rebanho. O pastor evangélico sempre literal quando nos cobra a doutrina do purgatório, a virgindade de Maria e o batismo de crianças, deixa a literalidade de lado porquanto o texto não lhe favorece e assim afirma que Jesus não disse o que disse.

    2)Disse Jesus a Pedro:

    Mateus 16.18. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

    Comentário: Neste trecho Jesus estabelece sua Igreja sobre Pedro. Mas o pastor evangélico diz que Pedro não era a rocha. Nesta hora a costumeira interpretação literal evangélica perde força e vale o achismo do pastor e suas fábulas gregas, aramaicas ou hebraicas. Vale o que o pastor evangélico quiser ou que for necessário em cada momento para recusar a doutrina católica.

    3)Disse Jesus a Pedro:

    Mt 16.19. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”

    Comentário: Mais claro do que isto impossível. Jesus concede poderes a Pedro. Poderes especiais. E o pastor evangélico diz que tais poderes não foram concedidos. Desfaz o que Jesus determinou e condena os que obedeceram e mantiveram-se fiéis a Jesus.

    4)Jesus disse a Pedro:

    Lc 22.32. “Confirma teus irmãos na fé.”

    Comentário: Outro trecho claro. Jesus pediu a Pedro e não a Lutero que confirmasse seus irmãos na fé. Jesus concede poderes a Pedro e o pastor evangélico rejeita Pedro e o substitui por Paulo, mesmo sabendo que o próprio apóstolo em total atitude de submissão e humildade considerou-se como o menor entre todos os apóstolos. Se não vejamos:

    “Eu sou o menor dos apóstolos, e não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus. Mas, pela graça de Deus sou o que sou, e a graça que Ele me deu não tem sido inútil” (1Cor 15,9-10a).

    São Paulo havia recebido diretamente de Jesus Cristo a revelação do Evangelho que pregava:

    “Asseguro-vos, irmãos, que o Evangelho pregado por mim não tem nada de humano. Não o recebi nem o aprendi de homem algum, mas mediante uma revelação de Jesus Cristo” (Gl 1,11-12).

    Mesmo tendo recebido diretamente do Senhor tais ensinamentos, São Paulo não se julgou o maior entre os apóstolos. E bem diferente do pastor evangélico que não tendo recebido qualquer revelação pessoal de Jesus Cristo e negando a Igreja por ele fundada, confia tão e somente em “revelações”, “visões” e “interpretações” meramente humanas ou mesmo pessoais.

    Detalhe: “Visões” e “Revelações” de pastores evangélicos não carecem do que eles chamam de fundamento bíblico. Só os católicos é que estão “obrigados” ao dito fundamento bíblico. Justamente nós que não seguimos Martinho Lutero criador do “Só a Bíblia”.

    É certo que o pastor evangélico não tem nem como saber por si só o motivo para acreditar na Bíblia.

    Se a Bíblia não lhe caiu no colo vinda do céu e Jesus não lhe entregou uma edição traduzida pessoalmente, e, negando ainda a Igreja Católica, o pastor não tem como conhecer os livros inspirados e os livros rejeitados.

    Pela Bíblia o pastor também não tem como saber quais foram os livros inspirados. Tais definições não encontram amparo bíblico.

    Tudo é achismo do pastor ou o aquilo que ele aprendeu de outro homem.

    O que pastor algum não se pergunta é por que Paulo não fundou uma Igreja ?

    Com tanto conhecimento e tendo recebido de Jesus pessoalmente toda revelação, e, sendo notórios o seu maior preparo e cultura, não cogitou em momento algum não obedecer ao Senhor Jesus.

    E todos concordamos que nenhum pastor evangélico pode ser comparado ao grande apóstolo. E justamente ele, maior do que qualquer pastor evangélico, optou pela obediência e não saiu por aí fundando igrejas.

    O maior dos apóstolos cumpriu integralmente: “Para que todos sejam um…( Jo 17:21)”

    Até os inimigos da Igreja reconhecem que somente Jesus teria autoridade para faze-lo. E o fez através de Pedro.

    Uma vez disse a verdade o conhecido inimigo da Igreja Católica Napoleão Bonaparte:

    “…para fundar uma igreja duas coisas são necessárias. A primeira é morrer em uma cruz e a segunda é ressurgir dos mortos. A primeira eu não quero e a segunda eu não posso.”

    O que diriam São Paulo e Napoleão nos dias atuais tendo conhecimento da Babel Protestante e suas 50.000 igrejas divergentes entre si ? É certo que Bonaparte fundaria uma Igreja e que São Paulo condenaria a todas.

    Sempre humilde, o apóstolo foi conferir sua doutrina com Pedro, se não vejamos:

    Atos dos Apóstolos 15.1. Alguns homens, descendo da Judéia, puseram-se a ensinar aos irmãos o seguinte: Se não vos circuncidais, segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos.
    Atos dos Apóstolos 15.2. Originou-se então grande discussão de Paulo e Barnabé com eles, e resolveu-se que estes dois, com alguns outros irmãos, fossem tratar desta questão com os apóstolos e os anciãos em Jerusalém.

    Sobretudo, São Paulo entendeu que só poderia ter uma igreja: “”Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4,5)”

    Detalhe: São Paulo não tinha em mãos uma Bíblia traduzida por João Ferreira de Almeida. E mesmo sem bíblia debaixo do braço fazia o que era certo.

    Do que adianta ter em mãos uma Bíblia se o protestante ou evangélico não compreende o que leu ?

    Melhor é seguir o conselho da própria Bíblia: Romanos C: 10 V: 17 – ” De sorte que a fé vem pelo ouvir”

    E este ouvir não é ouvir dos “apóstolos” que andam por aí e nem escutar o que dizem alguns dos auto intitulados bispos, pastores ou missionários, mas é ouvir de uma fonte confiável: (I Tim 3.15) “Igreja, coluna e sustentáculo da verdade.”

    Por tudo isto a própria Bíblia condena a interpretação privada: 2Pd 1,20. “sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal”

    Mas o incansável pastor evangélico grita em alto e bom som: “Mas a Igreja corrompeu-se e Lutero foi necessário para corrigir os desmandos do catolicismo.”

    Comentário: Nesta hora Constantino desaparece tão rápido como surgiu e a Igreja Católica volta a ser a Igreja primitiva. Tal contradição ocorre para que pastores evangélicos justifiquem Martinho Lutero.

    Mas prossegue o pastor evangélico: “Martinho Lutero foi um grande reformador e alguém com muita coragem.”

    Comentário: A admiração a Martinho Lutero decorre de um único fato. Ele afrontou a Igreja Católica. É a única justificativa. Não faz sentido que cristãos admirem Martinho Lutero e dele copiem o Sola Scriptura,“Só a Bíblia,”e o Sola Fide, “Só a fé”, quando sabem, por exemplo o que escreveu o deformardor sobre Jesus Cristo:

    Martinho Lutero pai dos protestantes e evangélicos: “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: “Que fez, então, com ela?” Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer” (Tischredden, Nº 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107).”

    Portanto, sabemos que Martinho Lutero não é admirado por suas “obras”. Mas tão e somente porque desafiou a Igreja Católica.

    Se fosse admirado pelo que pregava, ainda hoje, os protestantes e evangélicos teriam veneração pela Virgem Santíssima e não lhe rotulariam como mulher impura e nem lhe dariam filhos que nunca teve. Se não vejamos:

    LUTERO PAI DOS EVANGÉLICOS: Ao referir-se a Mt 1,25, observa: “Destas palavras não se pode concluir que, após o parto, Maria tenha tido consórcio conjugal. Não se deve crer nem dizer isto” (Obras de Lutero, edição Weimar, tomo 11, pg. 323).
    “O que são as servas, os servos, os senhores, as mulheres, os príncipes, os reis, os monarcas da terra, em comparação com a Virgem Maria, que, além de ter nascido de uma estirpe real, é também Mãe de Deus, a mulher mais importante da Terra? No meio de toda a Cristandade ela é a jóia mais preciosa depois de Cristo, a qual nunca pode ser suficientemente exaltada; a imperatriz e rainha mais digna, elevada acima de toda nobreza, sabedoria e santidade”.

    “É uma doce e piedosa crença esta de que a alma de Maria não possuía o pecado original; assim, sua alma estava completamente purificada do pecado original e embelezada com os dons de Deus, por ter recebido de Deus uma alma pura. Portanto, desde o primeiro momento de sua vida, ela estava livre de todo o pecado” (Martinho Lutero, “Sermão sobre o Dia da Conceição da Mãe de Deus”, 1527).

    Aliás, não só Martinho Lutero, mas outros reformadores protestantes sempre veneraram a Virgem Maria e nunca duvidaram de sua virgindade perpétua, se não vejamos:

    Calvino: “Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.” (Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)

    “Proclamava uma tão grande dádiva de Deus, que não era lícito silenciá-la…Reconhecemos que este dom foi altamente honroso para Maria. De boa vontade, seguimo-la como mestra, e, obedecemos aos ensinamentos e preceitos da Virgem” ( Calvini Opera 45,38) ( Obra de Calvino 45,38)

    John Wesley: “Creio que Jesus foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.”

    Zwinglio: “Firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que, tanto no parto quanto após o parto, permaneceu virgem pura e íntegra.” (Zwinglio, em “Corpus Reformatorum”)

    Conclusão: O “literal”, mas nem tanto assim, pastor evangélico, insiste que Martinho Lutero foi indispensável.

    Mas não consegue explicar porque Martinho Lutero não é seguido nos sacramentos e na veneração a Virgem Santíssima e tampouco consegue explicar porque copiou do reformador as teologias já citadas acima, “Só a Bíblia” e “Só a fé”, sabendo que o mesmo blasfemou contra Jesus.

    Para estes que julgam que Martinho Lutero ou Calvino foram necessários, pedimos que meditem nas palavras do Senhor.

    Quem sabe os “literais” que dizem que os irmãos de Jesus citados na Bíblia eram filhos carnais de Maria e José, resolvam permanecer literais e assim concluírão que Martinho Lutero nunca foi necessário. Se não vejamos:

    Matheus 18.7. Ai do mundo, por causa dos tropeços! pois é inevitável que venham; mas ai do homem por quem o tropeço vier!

    Comentário: Jesus diz que os escândalos seriam inevitáveis. Se na igreja Católica existem pecadores que causam escândalos, é provável que ela seja a Igreja de Jesus Cristo. Pela Bíblia, ficou claro que a Igreja de Jesus tem escândalos e tem pecadores.

    E o melhor de tudo é que o próprio Jesus Cristo dá conta dos pecadores e dos escândalos que estes causam. Ele mesmo purifica sua Igreja: “…mas ai do homem por quem o tropeço vier!”

    O que podemos concluir ?

    Aqueles que fizeram de Lutero ou Calvino necessários em verdade não creram nas promessas de Jesus.

    Mas lá vem o pastor evangélico dizendo: “A Igreja Católica foi fundada por Constantino…”

    Comentário: Eis que ressurge Constantino como fundador da Igreja Católica. E o pastor evangélico não usa a Bíblia para provar Constantino. Quem não usa a Bíblia para provar suas teologias é justamente quem cobra de nós textos bíblicos para tudo.

    E o pastor evangélico não consegue explicar é como segue as teologias de Martinho Lutero que teria sido tão e somente um ex sacerdote da Igreja de Constantino que ele reputa como sendo a Babilônia.

    Vai ser contraditório assim lá em Canaã !

    Enfim, quem tem ouvidos que ouça.

    2 Timóteo 4

    3 Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si.

    4 Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.

    Depois da leitura proposta, retomamos a pergunta: Quem está certo ? Jesus ou alguns pastores evangélicos ?

    Reconhecemos que é direito de todo e qualquer homem ou mulher a adesão a fé que lhes pareça mais adequada. Repudiamos ofensas contra a dignidade e honra das pessoas. Limitamos o debate às questões de fé e doutrina. Não admitimos ataques pessoais ou ofensas de qualquer tipo. Repudiamos ainda qualquer tentativa de cerceamento da liberdade de expressão e na mesma medida repudiamos qualquer tentativa de discriminação religiosa.xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    Autor: A.Silva com a colaboração de Bebel, Dani e V.De Carvalho – Livre divulgação mencionando-se o autor.

     

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