O Brasil caminha para o caos

Nos últimos meses temos constatado atônitos que nunca o Brasil esteve tão próximo de um caos social como agora. Primeiro, vimos uma massa de sangue-sugas do Estado brasileiro, uma massa eleitoral financiada pelos tributos pagos pela classe média e pelos verdadeiros trabalhadores, acorrer histericamente para as agências de um banco estatal a fim de sacar o “pão” oferecido pelos Césares tupiniquins. Como funcionário que já fui dos serviços de assistência social, posso dizer, não por preconceitos, mas por ter constatado in loco a realidade, que a grande maioria das pessoas que recebe ajuda do governo se torna parasitária, totalmente dependente destas políticas, abrindo mão de lutar pela conquista de algo, para seu crescimento, para seu desenvolvimento. É como se, ao ter a certeza de que o governo irá ajudar, estas pessoas deixassem até mesmo de lado o maior dos exercícios do homem, o de pensar.
Não por menos, vi em diversos momentos pessoas desempregadas que recebem esta ajuda não quererem um emprego, renunciarem a uma função por considerarem ela indigna, baixa para elas. Ora, o trabalho dignifica o homem, independente de qual ele seja. Eu mesmo, com curso superior, trabalho com algo que muitos diriam que está aquém de toda minha capacidade, contudo, esse trabalho, que muitos dos meus amigos consideram de baixo nível, tem garantido meu sustento e me feito muito feliz, pois não o vejo pela ótica apenas do prestígio que ele pode me oferecer, ou, como diriam alguns, do esforço que ele me demanda, ao contrário, trabalho é trabalho, e se quero mudar, tenho que me esforçar, sozinho, crescer pelo meu mérito.
Além dessa realidade, da existência de uma massa de manobra eleitoral totalmente ignorante e dependente do Estado, ou melhor, para sermos mais precisos, de um partido político, temos assistido nestes últimos dias a um movimento de terrorismo jamais visto nesta terra de Santa Cruz. Jovens, na grande maioria de classe média ou alta, vestindo seus tênis Nike e saídos de cursos de Filosofia, Sociologia e etc., de faculdades caríssimas da grande São Paulo ou de outras capitais, capitaneados por partidos socialistas – como se houvesse partido não socialista no Brasil – estão provocando uma verdadeira baderna, levando o caos para a maior metrópole do país.
Ademais, esse movimento, que não está reivindicando coisa nenhuma a redução das passagens de ônibus, tem o apoio incondicional de grande parte da imprensa, do partido do governo federal e da prefeitura de São Paulo. Para constatar isso, basta ver como todas estas instituições estão tratando o governo estadual de São Paulo e a Polícia Militar, que tão bravamente tem defendido o direito constitucional dos demais cidadãos e repelido esta balburdia.
Para algumas pessoas, tudo isso pode não ter nenhuma ligação possível, mas, longe disso, o que temos aqui são os ingredientes para uma verdadeira derrocada da sociedade brasileira, os ingredientes para uma verdadeira revolução socialista.
Somem uma massa de crianças totalmente corrompida, sem propósitos, totalmente vulgarizada, sensualizada, que não tem mais nenhum parâmetro cultural, que não sabe mais o que é ser brasileiro, que se entregou totalmente aos prazeres da carne, ao individualismo, e que saí das escolas brasileiras com um nível de instrução assustadoramente baixo; mais uma população madura que, por conta de toda a propaganda, e bem feita, contra o passado, comprou a ideia de que agora sim somos felizes, que antes, na época dos militares ou quando esse país era regido por leis com o mínimo de senso moral, as coisas eram ruins, havia torturas e etc., e que por isso, por terem comprado esta ideia, perderam a mobilização de outrora, já não lutam mais pelos valores que sustentam a nação, como a família, a propriedade, o direito; peguem uma justiça que arroga o direito de criar leis, passando por cima do parlamento; peguem uma economia que está à beira do colapso, cujo modelo sustentado pelo consumo interno já não é capaz de manter o atraso tecnológico das empresas brasileiras, a falta de competitividade internacional; somem isso com a falta de uma oposição firme, que tenha um programa totalmente oposto ao que o partido de situação apresenta, que tenha uma visão nova de Brasil; mais uma justiça que está sendo dominada pelos “companheiros”, um STF quase que já nas mãos de ministros saídos das filas do Partido dos Trabalhadores; somem tudo isso com uma rede de difamação, de violência e de terrorismo, como o que vemos agora em São Paulo; mais  uma sociedade totalmente fragmentada, com índios lutando contra fazendeiros, gays querendo impor uma ditadura sobre a família, protestantes e católicos sendo perseguidos por todos os lados, e pronto, temos um barril de pólvora pronto para explodir.
E os resquícios de que alguém ou algum grupo está testando o isqueiro que irá acender o pavio estão aí para todos verem. Só não vê, infelizmente, quem não quer!
Em matéria publicada no jornal Estadão, o Movimento Passe Livre, que vinha paralisando a maior metrópole do país por conta de $ 0,20, anunciou hoje que não irá mais convocar manifestações na capital paulista. Segundo nota divulgada pelo movimento, o motivo da decisão seria a entrada de reivindicações conservadoras, do “neofascismo”, entre os pleitos da multidão nas ruas.

Entre as reivindicações rejeitadas pelo movimento está a criminalização do aborto.
Para os católicos que estão achando essa baderna algo fantástico, chegando até mesmo a participar das passeatas, fica a dica: eles, os organizadores, não querem seus valores morais, eles só querem volume para instaurar a ditadura socialista, do “passe livre”, da reforma urbana, da ditadura do homossexualismo, da reforma agrária e tantos outros itens tão queridos por aqueles que vocês agora tentam expulsar do governo, ou seja, o que vocês estão fazendo é trocar seis por meia dúzia, com a diferença de que essa meia dúzia não é tão comportadinha quanto os comunas que hoje mandam no Brasil.
Acorda Brasil!
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