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Respondendo as questões mais comum dos Protestante

03 jul
Não é verdade que a Igreja Católica tornou-se bastante corrupta antes do século XVI quando ela já era há muito a Igreja de Cristo?Os auto-denominados ”reformadores” encontraram diferentes pontos da historia onde a Igreja de Cristo tornou-se supostamente corrupta. Não importa qual ponto é escolhido, mas precisa ser admitido que até aquele tempo em particular, a Igreja Católica (a única existente então) era a verdadeira Igreja de Cristo. Ora, admitir CORRUPÇÃO ou APOSTASIA, é o mesmo que dizer que Cristo falhou ao estabelecer uma Igreja – tanto por Ele NÃO PODER, como por Ele NÃO CUMPRIR sua promessa.
Três textos da Escritura provam que Cristo fez a promessa de que Sua Igreja permaneceria até o final dos tempos:
Mateus 28,18-20 – Cristo prometeu que ele mesmo iria permanecer com a Igreja até a consumação do mundo (”E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: ‘Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”).
Mateus 16,18 – Fez uma promessa a Pedro (”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”).
João 14,16 – Cristo prometeu mandar o Espírito Santo para sustentar a Igreja para sempre (”E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre).
Estas promessas foram feitas pelo Filho de Deus e mostram que Ele PRETENDEU proteger a Igreja e ERA CAPAZ de protegê-la.
Todavia, ainda que indivíduos, grandes grupos de pessoas e até nações inteiras tenham se apostasiado de Deus, nós jamais poderemos dizer que a própria Igreja cometeu apostasia, pois isto seria o mesmo que dizer que Cristo não cumpriu suas promessas.

A Igreja Católica não despoja dos Católicos a liberdade democrática da qual se vangloriam os Protestantes?
A Igreja não reivindica ser uma democracia e nenhum Católico se ressente pelo fato de que a ele não é permitido levar a liberdade ao extremo. Nenhuma pessoa sã procuraria ter o privilégio de negar a verdade absoluta.

Todavia, não é por escolha individual o tipo de governo que esse católico gostaria na Igreja. O tipo de governo foi escolhido pelo Próprio Cristo, e foi um governo baseado na autoridade, ensinamentos e disciplina.

O Próprio Cristo falou com autoridade, mudando inclusive a Lei Mosaica, como em Mateus 5,20-22. Ele conferiu esta mesma autoridade aos seus
Apóstolos:

”Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus. Ouvistes
que foi dito aos antigos: ‘Não matarás’ e ‘Quem matar será réu de juízo’. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de
juízo; e quem disser a seu irmão: ‘cretino’, será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: ‘louco’ será réu do fogo do inferno” (Mateus 5,20-22).

”Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus”
(Mateus 16,19).

Os apóstolos exerceram esta autoridade como se pode ler em Atos dos Apóstolos, e também como São Paulo escreveu aos Gálatas 1,8: ”Mas,
ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema”.

São João em sua Segunda Epístola escreveu: ”Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis” 2João 1,10.

Os Apóstolos foram comissionados para ir e ensinar em NOME de Cristo e com a AUTORIDADE de Cristo. Se eles são professores, eles precisaram ser estudantes e estudantes precisam aceitar a autoridade do professor.

Os católicos, é claro, amam a liberdade. E essa liberdade apenas é limitada pela verdade absoluta. Ninguém é livre para dizer que a soma de dois mais dois é
cinco. Da mesma forma ocorre no governo da Igreja. A Igreja foi fundada sobre Pedro como uma rocha, como será visto em outra questão.Cristo fez a Si mesmo a pedra fundamental em Mateus 16,18… Será que a Igreja não usurpa o poder de Cristo clamando que Pedro foi a pedra fundamental e os Papas seus sucessores?

Uma leitura cuidadosa em Mateus 16,18 (”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”), sob a luz de João 1,41 (”Ele achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Havemos achado o Messias (que, traduzido, quer dizer Cristo”), pode demonstrar que Cristo, falando sobre a pedra, estava se referindo a Pedro e NÃO a si mesmo. É claro que nós todos admitimos que Cristo é o fundador de sua Igreja, mas São Pedro foi o escolhido para ser o regente temporal dessa Igreja. São João conta a história do encontro entre São Pedro e nosso Senhor em 1,42: ”E o levou a Jesus. Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João, tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro)”.

A palavra ”Pedro” em aramaico, que era a língua falada por Cristo, quer dizer ”pedra”. Cristo estava seguindo uma prática comum entre os orientais, mudando o nome de uma pessoa com o significado da função que ela iria exercer. Dois anos mais tarde, Cristo atualizava a mudança de nome de Simão e prometia construir sua Igreja sobre PEDRO, conforme visto acima em Mateus 16,18

Uma leitura deste capítulo (16), de 13 a 20, vai mostrar que PEDRO era aquele que deveria ser a pedra. O SENHOR primeiramente pediu um sinal da fé de PEDRO. E Pedro disse: ”Vós sois o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Ele então respondeu a ele: ”Abençoado sejas tu Simão Bar-Jona – porque a carne e o sangue não revelaram isto a ti, mas sim, Meu Pai no céu”. E então Ele mudou seu nome: ”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha
igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.Certamente Cristo não pretendeu CONFUNDIR UMA CONSTRUÇÃO GRAMATICAL dizendo: ”Eu digo a Ti (falando a Pedro): tu és Pedro (e então alterando, na mesma sentença), sobre esta pedra (querendo dizer ‘sobre Mim’), Eu construirei a Minha Igreja”. Nos muitos versículos mais próximos, Ele então volta a PEDRO: ”E eu darei a TI as chaves do reino dos céus, e portanto, tudo aquilo que TU ligares na terra será ligado no céu, e o que TU não ligares na terra, não será ligado no céu”.

Ele CONFIRMOU sua promessa, depois de sua ressurreição, quando ele ordenou a Pedro para apascentar os cordeiros e ovelhas em João 21,15: ”Depois
de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: ‘Simão, filho de João, amas-me mais do que estes?’ Respondeu-lhe: ‘Sim, Senhor; tu sabes que te amo’.
Disse-lhe: ‘Apascenta os meus cordeirinhos’. Tornou a perguntar-lhe: ‘Simão, filho de João, amas-me?’ Respondeu-lhe: ‘Sim, Senhor; tu sabes que te amo’.
Disse-lhe: ‘Pastoreia as minhas ovelhas’. Perguntou-lhe terceira vez: ‘Simão, filho de João, amas-me?’ Entristeceu-se Pedro por lhe ter perguntado pela
terceira vez: ‘Amas-me?’ E respondeu-lhe: ‘Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que te amo’. Disse-lhe Jesus: ‘Apascenta as minhas ovelhas”’.

Pedro EXERCEU esta jurisdição:
Seu nome foi sempre o primeiro nas listas dos Apóstolos.
Ele propôs a eleição de um apóstolo para substituir Judas (Atos 1,21-26).
Ele pregou o primeiro sermão no Domingo de Pentecostes (Atos 2).
Ele realizou o primeiro milagre [depois de Cristo] (Atos 3,6-8).
No Concílio de Jerusalém todos os Apóstolos se submeteram à sua autoridade (Atos 15,7-12).
A História prova que desde aquele tempo, tanto no Oriente como no Ocidente, o sucessor de Pedro foi reconhecido como a cabeça suprema [visível] da Igreja. Desde aquele dia [até hoje], houveram 265 sucessores de São Pedro. Este era o plano de Cristo que é encontrado no mesmo capítulo onde ele disse que a Igreja fundada sobre ESTA rocha iria durar até o final dos tempos e que as portas do inferno NÃO prevaleceriam sobre ela. A Igreja teve essa fundação e portanto, se ela deveria seguir avante, deveria ter sucessores que dariam continuidade ao trabalho de Pedro, a pedra…
Não é verdade que todas as Igrejas são boas e que não faz diferença em qual é  acreditada por nós, desde que vivamos corretamente?Não, isto não é verdade pois:

Isto seria dizer que tanto a verdade como a  falsidade são igualmente agradáveis a Deus.

A unidade pela qual Cristo  orou seria impossível.

Realmente FAZ diferença aquilo que acreditamos e  aquilo que fazemos.

”Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não  crer será condenado” (Marcos 16,16).

”Quem vos ouve, a mim me ouve; e  quem vos rejeita, a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que  me enviou” (Lucas 10,16).

”Se recusar ouvi-los, dizei-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano” (Mateus  18,17).

Será Que a Igreja Ortodoxa Grega é a mesma que a Igreja Católica Romana?

A Igreja Católica é dividida geograficamente em duas grandes divisões, a Oriental e a Ocidental. Na Oriental existe uma outra divisão de igrejas, algumas que estão em comunhão com o Papa e outras que não estão. Estas que estão ligadas a Roma são chamadas ”UNIDAS” ou mais corretamente ”Igrejas CATÓLICAS ocidentais” Aquelas que não são ligadas a Roma são chamadas Igrejas Ortodoxas.

A Igreja Grega é uma dessas Igrejas Orientais, e na Grécia, esta Igreja é dividida: uma que é ligada a Roma, Igreja católica Grega e outra que não é ligada ao Papa, a Igreja Ortodoxa Grega.

As Igrejas Ortodoxas Orientais são divididas em diversos ramos e são submetidas à supremacia de cinco Patriarcas: Constantinopla, Alexandria,
Antioquia, Jerusalém e Rússia. Em matérias essenciais, as Igrejas Ortodoxas pensam como as Igrejas Ocidentais em grande parte. Todavia elas não aceitam a
autoridade do Papa. Seus padres são efetivamente ordenados e seus bispos efetivamente consagrados. Os padres são autorizados ao matrimônio, desde que
esse casamento seja feito antes de se ordenarem, isto é, até enquanto eles forem ainda diáconos.

Sua liturgia é bastante similar à liturgia Católica Oriental, mas diferente da
liturgia Ocidental, com exceção de partes essenciais, como a consagração.Porque os padres católicos não se casam?

A Igreja sempre considerou o matrimônio como um Sacramento e algo de Sagrado. O fato de os padres não se casarem não significa uma condenação ao casamento. A razão é que os padres VOLUNTARIAMENTE declinam do casamento para que possam estar inteiramente a serviço de Deus e ao cuidado de Seu povo. Esta é uma lei disciplinar da Igreja, e a Igreja por uma boa razão, pode dispensar do cumprimento dessa lei.

São Paulo dá isto como razão na sua epístola aos Corintos:

”Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor, mas quem é casado
cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher, e é dividido” (1Coríntios 7,32-33).

Nas Igrejas Orientais, ligadas a Roma, os padres são permitidos a serem homens casados desde que seu casamento se dê antes deles virem a ser ordenados diáconos.

Como podem os Católicos afirmar que seres humanos podem ser infalíveis? 

É estranho ouvir tal argumento partindo de indivíduos que acreditam que todo ser humano letrado ou não letrado é infalível pelo princípio
do julgamento particular [principalmente para interpretar a Bíblia], isto é, que o julgamento de um homem é tão bom como de qualquer outro, e que o julgamento de todo mundo é correto.

A infalibilidade significa que Deus garante que, em matéria de fé e moral, o Papa não pode cometer erros.

A infalibilidade NÃO significa que o Papa não possa pecar, nem que ele não possa cometer erros em outras matérias como história, política, ciências etc., mas
somente quando ele declara uma certa verdade a respeito da revelação é que ele será infalível.

Existem quatro condições necessárias para a infalibilidade do Papa:

Ele precisa falar como chefe, pastor e professor da Igreja. As palavras que ele usa precisam deixar claro a todos que ele está falando como cabeça da Igreja em matéria de fé e moral.

Ele precisa estar falando à Igreja Universal, isto é, aos Cristãos de todos os lugares do mundo.

Ele precisa falar ”ex catedra,” ou seja, oficialmente com suprema e apostólica autoridade.

Precisa ser em matéria de fé e moral, e não em qualquer outra matéria. A prova disto encontra-se na primeira Epístola de São Paulo a Timóteo, onde ele fala da Igreja de Cristo como ”o pilar e coluna mestra da verdade” (1Tm 3,15). Também no evangelho de São João: ”Eu pedirei ao Pai e ele dará a vocês um outro advogado para ajudar a vocês para sempre”.

Da mesma forma, nós sabemos pelas Escrituras que Cristo prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Igreja; Ele
também prometeu estar com a Igreja até o final dos tempos. Se estas promessas significam alguma coisa, elas significam que Cristo protegerá a Igreja em seus
ENSINAMENTOS da verdade porque Ele estabeleceu esta Igreja principalmente como uma Igreja de ensinamentos.

Isto não limita a discussão ou debate entre seus membros, porque a Igreja usa a proteção do Espírito Santo apenas em casos extremos quando for necessário
determinar a verdade de uma questão; e isso sempre em verdades fundamentais.Como pode a Igreja Católica tolerar a bebida?

 

A Igreja não tolera a bebida EXCESSIVA (nunca!), assim como não tolera excessos em outras coisas. As ações humanas são divididas em três categorias: boas, más e indiferentes. As ações indiferentes são aquelas que podem vir a ser boas ou más, dependendo do uso ou abuso feito delas. Por exemplo: comer é um ato indiferente, e esse ato será bom se for feito com o propósito de manter a saúde e a força; porém ele se tornará pecador quando for feito em excesso (gula). Da mesma forma, o jogo, o fumo, a dança e muitas outras ações indiferentes.

A bebida pode ser boa se feita por razões de saúde, ou recreação inocente. Seu abuso ou bebedeiras é realmente maldoso e pecador.

A Escritura não condena a bebida em si. Na Bíblia existem aproximadamente 117 referências à bebida como algo de bom. Temos um exemplo disso em São Paulo, que RECOMENDA a bebida, escrevendo a Timóteo:”Não bebas mais água só, mas usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (1Timóteo 5,23).

Nosso Senhor, Ele mesmo, foi acusado pelos Fariseus de ser um homem que era ”um glutão e um bebedor de vinho” (Mateus 11,19) Também nosso Senhor, ele mesmo, nas bodas de Caná transformou água em vinho. Certamente nós não podemos acusar nosso Senhor por fazer tal coisa, pois seria pecado. Todavia, a ingestão de bebidas alcóolicas é um ato indiferente; esse ato se tornará mau pelo abuso ou pelo excesso.

Porque os Católicos precisam comer peixe às sextas-feiras?

Em primeiro lugar, os Católicos NÃO PRECISAM comer PEIXE às sextas-feiras. Eles podem comer qualquer coisa que não seja CARNE.

A Sexta-feira é um dia de abstinência DE CARNE para os Católicos no sentido de que este pequeno sacrifício seja uma justificação pelos pecados
que eles tenham cometido. A Igreja ORDENA ISTO como uma mãe que insistirá para que seus filhos façam a restituição de qualquer coisa que tenham roubado, ou insistirão para que comam comidas nutritivas. A Igreja é uma mãe e reconhece que sem que nós tenhamos constante remissão, nós não seremos justificados de nossos pecados.

A carne não é considerada alguma coisa RUIM pelos Católicos. Se assim fosse, certamente a Igreja não permitiria que fosse comida todos os dias.

A sexta-feira foi escolhida porque este é o dia no qual o Senhor morreu para nos livrar dos pecados, e para nos lembrar que precisamos nos sacrifícicar
juntamente com Seu sacrifício na cruz.

 
1 comentário

Publicado por em 03/07/2013 em Apologética

 

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Uma resposta para “Respondendo as questões mais comum dos Protestante

  1. A.Silva

    08/07/2013 at 6:12 pm

    OS EVANGÉLICOS “SALVOS” PELAS PESQUISAS E PELO NOTICIÁRIO FESTIVO

    Inicialmente, reconhecemos que é direito de qualquer homem ou mulher abraçarem os credos e confissões de fé que lhes pareçam mais adequados. Repudiamos ataques a honra e dignidade das pessoas. Concordar ou discordar são direitos legítimos e a eventual oposição a nós não torna ninguém repugnante ou merecedor de desprezo, escárnio ou deboche. Concordamos que todos devem exercer suas crenças sem embaraços de qualquer ordem. Acreditamos ainda na liberdade religiosa e limitamos o debate às questões de fé e doutrina.

    Portanto, feitas as devidas ressalvas, iniciamos:

    Foi só uma pesquisa anunciar que os “evangélicos” estão em marcha crescente que os filhos de Lutero se arvoraram em comemorar o crescimento de sua religião “una”. Sites e mais sites enaltecem a subida vertiginosa das religiões e igrejas ditas evangélicas.
    Entretanto, alguns fatos passaram desapercebidos:
    a) O crescimento evangélico já foi maior nos primeiros anos da década pesquisada. Alguns dizem que tal crescimento encolheu 50%.
    b) O número de evangélicos que se declara como “sem igreja” já soma mais de 6 milhões de pessoas e continua crescendo sem parar.
    c) Todo mundo já ouviu de algum pregador protestante a famosa expressão: “Nós o povo de DEUS representamos 30% da população brasileira.”…
    Primeiro que não são 30%. São 22% , sendo que 6.000.000, aproximadamente, integram o grupo dos “sem igreja” e neste caso os 22% representam mais ou menos apenas 19%. De 30% anunciados pelos pregadores televisivos para 19% existe uma diferença bem grande.
    Segundo, tais pregadores que falam do “Povo de DEUS” não possuem condições de avaliar o que cada crente em cada denominação crê e pratica.
    Se já é difícil a um pregador de São Paulo conhecer a fé de cada um dos seus súditos, o que se dirá da fé e cristianismo praticados em uma denominação em Roraima ou da fé e cristianismo de um crente em Goiânia!
    Terceiro, neste suposto “Povo de DEUS” estão incluídos aqueles que são acusados de heresias por outros pregadores.
    Sim. Não há um pregador que não acuse outros pregadores de heresias e não há um pregador que não tenha sido chamado de herege por outros pregadores protestantes.
    No entanto, quando surgem as estatísticas, como em um passe de mágica, todos voltam a ser “Povo de DEUS”, “Raça Eleita” e “Irmãos em Cristo.”

    Como isto é possível, a não ser pelo fato de que o protestante crê na salvação pelo rótulo ?
    Ora, entre os 22% de evangélicos espalhados pelo país estão aqueles que pertencem à denominação cujo líder é favorável ao aborto.
    Encontram-se dentro deste percentual também aqueles que diziam que o papa João Paulo II era a besta do apocalipse. Erraram feio, mas ainda que sejam falsos profetas continuam sendo respeitados e tem gente parando para escutar o que esses falsos “ungidos” pregam!
    Dentro desse percentual encontram-se ainda aqueles que integram a denominação que defende a heresia de Ário.
    Encontram-se ainda os praticantes do evangelho judaizante, os defensores do casamento entre pessoas do mesmo sexo, os defensores do divórcio e aqueles que pregam a teologia da prosperidade…
    A estes grupos acrescentamos os “sem Igreja”, os defensores da “teologia da determinação” e aqueles que praticam unção do cachorro, unção da vassoura, unção do helicóptero, unção do zoológico e unção da galinha, entre tantos outros grupos.
    Que unidade evangélica é essa desse suposto “povo de Deus”?
    Estariam todos “salvos”, sendo tão divergentes entre si?
    Nestes 22% que se autodenominam “Povo de DEUS” estão aqueles que disseram que 99% dos cantores evangélicos estão endemoniados. E curiosamente encontram-se também nos mesmos 22% os ditos endemoniados que, negando a acusação, dizem que seus algozes estão desesperados com a fuga de fiéis.
    Incrível ! Só no protestantismo tal ocorrência é possível. Integram o grupo dos “salvos” os acusados de terem demônios e seus acusadores. E todos se reconhecem como “irmãos em Cristo”.
    Vamos considerar a máxima: Se todos estão salvos, o que lhes favorece tal condição mesmo que sejam divergentes entre si e mesmo que uns acusem outros de heresias ?
    A primeira coisa a considerarmos é que se todos acusam alguém no meio como hereges e todos são chamados de hereges em algum momento, podemos afirmar categoricamente que para o protestante heresia protestante não condena ninguém ao inferno.
    É incompatível alguém chamar outro de herege e ao mesmo tempo os dois juntos integrarem um mesmo “Povo de DEUS”.

    Mas é assim que funciona o protestantismo.
    Assim sendo, se por um lado admitem que heresia protestante não condena ninguém ao inferno, o que efetivamente leva o protestante para o céu ?
    1)Estão todos salvos pelo fato de que todos “aceitaram” Jesus em um templo protestante ?
    Então o protestante é salvo pelos próprios méritos. Ele teve a inteligência de escolher uma denominação protestante para seguir e teve a sabedoria de “aceitar” Jesus.
    2)Estão todos salvos por que desfilam com os rótulos protestante ou evangélico ?
    Então ao contrário do que dizem que placa de igreja não salva, já não é a fé ou o cristianismo que se pratica, mas apenas o rótulo. Pouco importa seguir ou não a Jesus e seu evangelho, mas apenas receber as marcas protestante ou evangélico.
    3)Estão todos salvos por que possuem em comum como inimiga a Igreja Católica ?
    Então o que é o protestantismo a não ser a doutrina que prega o anti catolicismo ?
    Temos ainda no meio protestante quem goste da transferência de unção. Já tem doutrinador negando que Jesus Cristo é DEUS, mas apenas uma criação deste mesmo DEUS. Outros tantos praticam a doutrina que determina a vitória em nome de Jesus. Outros professam um Jesus patrocinador e adepto de dízimos no débito automático.
    Tem até Jesus operador de TV a cabo. Que horror!
    As opções são muitas no protestantismo. O que não falta ao protestante é criatividade. Tem “Jesus” para todos os gostos.
    Há também aqueles que praticam quebras de maldições e descarrego.
    Temos ainda a unção da lama ou do chifre. Temos Jesus protestante adepto de fogueiras santas e desafios financeiros
    Tem unção do helicóptero e benção do aeroporto !
    Tem teologia da regressão ao útero materno. Diz o protestante: “Deve ser tremendoooooo”
    Tem quem determina sua vitória e faça exigências a DEUS para que suas “necessidades” sejam atendidas.
    Tem até quem defenda que se deve tomar posição diante de DEUS.
    Não foi isto que Judas fez ? Não foi ele que tomou posição diante do DEUS vivo ?
    Tem quem diz que DEUS irá restituir tudo que lhe foi tomado.
    Tomado por quem ? DEUS está obrigado a restituir ? Será que ele já não nos deu o bastante ?
    Tem pregador com cobra enrolada no pescoço e tem quem batize em parque de diversões.
    Tem quem promova lutas para atrair público. Eu pensava que Jesus Cristo já era motivo mais do que suficiente para atrair as pessoas.
    E todos são “irmãos em Cristo”, todos engrossam o “Povo de DEUS”, todos aparecem nas estatísticas como 22% da população brasileira e todos, sem exceção, vibram com a possibilidade de chegarem aos 50% em 2040.
    Em outras palavras, no meio protestante quem não pratica tais doutrinas se faz cúmplice de tais obras quando assume a condição de religião única evangélica ou quando se declara “irmão em Cristo” de um daqueles.
    Todos os protestantes creem da mesma forma ? Definitivamente não.
    Os protestantes são parecidos no que eles costumam definir como “doutrina básica” ?
    Não. Existem doutrinas muito divergentes. E nem Jesus ou a Bíblia ensinam que as doutrinas poderiam divergir e que “tanto faz” isso ou aquilo.
    Seguramente, podemos afirmar que Jesus Cristo não tem opiniões distintas para um mesmo tema. Ele é firme. Ele é a verdade e não meia verdade. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente.
    Portanto, repudiamos as doutrinas que defendem um Jesus Cristo do tanto faz. Tanto faz se tem batismo ou não. Tanto faz se aceita ou não o divórcio. “O importante é a fé”. “Não importa a denominação.” “Olha para Jesus.”
    “Uma só fé”, disse S. Paulo. Significa que todos devem crer nas mesmas verdades. Tal não ocorre no protestantismo.
    “Um só batismo”, disse S. Paulo. No protestantismo tem quem não batize, tem quem batize muito diferente um do outro e tem que não aceita batismo de outra igreja.
    “Um só Senhor”, disse S. Paulo. É no protestantismo que tem gente negando o Senhor.
    Um só DEUS. No protestantismo cada denominação ou cada cabeça cria seu próprio “deus” moldado conforme as necessidades pessoais.
    Onde são vistas as heresias que acima evidenciamos ? No protestantismo ou no catolicismo ?
    E agora ? Uma só Igreja ou 50.000 divergentes entre si ?
    Somadas as milhares de seitas, estas juntas alcançam a 1/3 do número de católicos.
    Foram necessárias 50.000 igrejas diferentes, divergentes e algumas que até se odeiam entre si e mesmo assim, todas juntas contra apenas uma não conseguiram alcançar 20% da população brasileira.
    E o que têm todas essas seitas divergentes em comum ? Aversão pela Igreja Católica e a certeza que devem ataca-la impiedosamente.
    Mas que ninguém se iluda:
    Santo Hilário de Poitiers (367):”Foi sempre privilégio da Igreja vencer quando é ferida, progredir quando é abandonada, crescer em ciência quando é atacada”.
    Voltaire inimigo confesso da Santa Igreja: “A fé católica pode parecer brasa, mas logo recupera o vigor. Que ninguém se engane, mas a fé católica é fogo inextinguível.”
    Mas e os escândalos Sr.Católico ???
    Ora, o próprio Jesus garantiu que sua igreja teria escândalos e pecadores. Ele mesmo disse que os escândalos eram inevitáveis e também antecipou a sentença daqueles que causam tais escândalos.
    O próprio Senhor Jesus purifica sua Igreja e assim não preciso de homens, mas o próprio DEUS vivo se encarrega de proteger sua igreja e seu povo.
    Quem fez de Lutero ou Calvino indispensáveis e quem tem vocação para acreditar nas “visões” de pregadores que “justificariam” a abertura de novas seitas na verdade não creu ou não crê nas promessas de Jesus.
    Uma vez, o inimigo da Igreja Napoleão Bonaparte disse muito bem: “Para fundar uma igreja duas coisas são necessárias. A primeira é morrer em uma cruz e a segunda ressurgir dos mortos. A primeira não quero e a segunda eu não posso.”
    Na mesma direção, o heresiarca mais famoso da história que é Martinho Lutero e que é fundador do protestantismo e pai de todas as seitas, finalmente fez a opção de falar algo verdadeiro e disse: “Meu DEUS, o que eu fiz ? Um dia serão tantas seitas que nem poderemos contar. Cada cabeça será uma Igreja.”
    O que diriam estes dois inimigos da Igreja se hoje assistissem a deplorável implosão da Babel Protestante e suas incontáveis doutrinas divergentes e contraditórias, além da notória falta de amor dos seguidores de Lutero que se atacam o tempo todo e se dividem sem parar e assim permanecem contrariando a ordem de Jesus para que todos sejam apenas um ?
    Que ninguém se engane. A Igreja Católica não atravessou dois milênios para nada. Esta Igreja não é obra de homens, mas foi comprada com o precioso sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
    Esta Igreja assistiu a derrota do Império Romano. Assistiu a derrota dos nazistas e a derrocada dos comunistas no mundo inteiro.
    Esta Igreja viu Napoleão e seu grande exército desaparecerem.
    Esta Igreja continuará oferecendo até o fim dos tempos o sacrifício perfeito do qual falaram os profetas no Antigo Testamento. Do nascer ao por do sol.
    Contemplando este mistério da Igreja, São Pio X dizia:
    “Os reinos e os impérios desmontaram; os povos que a glória de seus nomes assim como sua civilização os havia tornado célebres, desapareceram. Viram–se nações que, atingidas pela decrepitude, se desagregaram por si mesmas. A igreja, porém, é imortal por natureza, jamais o laço que a une ao seu celeste Esposo se romperá e, em consequência, a velhice não pode atingi-la; ela permanece exuberante da juventude, sempre transbordante dessa força com a qual ela nasceu do coração transpassado de Cristo morto sobre a Cruz”. (Encíclica Lucunda Sane).
    Com toda certeza podemos dizer:
    1) “PESQUISA DO IBGE, ESTATÍSTICA E RÓTULO DE POVO DE DEUS NÃO SALVAM NINGUÉM.”
    2) “E as portas do inferno não prevalecerão contra minha Igreja”
    Mateus 16:
    (15) Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou?
    (16) Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!
    (17) Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.
    (18) E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
    (19) Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.
    Autor: A. Silva / Com a colaboração de V.De Carvalho e Claudio Maria

     

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