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A Igreja Católica não pode ser vencida

13 set

A Grande Promessa de Jesus:

“Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a MINHA Igreja; Eu te darei as chaves do Reino dos céus; tudo o que ligardes na Terra será ligado no Céu… e as potências do inferno jamais prevalecerão contra ela” (Mt 16, 16s)
Prudêncio (348-410), escritor cristão e conselheiro do imperador Teodósio:
“ Este é o significado das vitórias e dos triunfos do Império. A paz romana preparou o caminho para a vinda de Cristo.”
Tertuliano, leigo, escritor cristão de Cartago (†220) disse que:
“Nunca houve entre os cristãos um revoltado, um conspirador, um assassino”. “Nós nos multiplicamos quando nos ceifam”. “Sanguis martyrum est semen christianorum”.
AS PROVAS DA HISTÓRIA
– É a única Instituição que já tem 2000 anos.
– É a única Instituição que já teve 266 Chefes
– Não foi destruída pelo Império Romano.
– Não foi destruída pelos bárbaros, pelos comunistas e nazistas Stalin, ditador e comunista soviético:
“Quantas legiões de soldados tem o Papa?
– Não foi destruída pelas heresias: Gnosticismo, Adocionismo, Montanismo, Marcionismo, Donatismo, Novacianismo, Priscilianismo, Arianismo, Macedonismo, Pelagianismo, Nestorianismo, Apolinarismo, Monofisismo, Monoteletismo… Jansenismo, Quietismo, etc.
– Não foi destruída pelos pecados dos seus filhos: leigos e clero: investidura leiga, nicolaismo, simonia, etc.
– Não foi vencida pelo nazismo, pelo comunismo, pelo islamismo.
– Não foi vencida pelos racionalistas e iluministas.
– A Igreja é divina porque sua cabeça é Jesus Cristo. Jamais será vencida.
Santo Agostinho (354-430), assim explicou esta verdade:
“Alegremo-nos, portanto, e demos graças por nos termos tornado não somente cristãos, mas o próprio Cristo. Compreendeis irmãos, a graça que Deus nos concedeu ao dar-nos Cristo como Cabeça? Admirai e rejubilai, nós nos tornamos Cristo, com efeito, uma vez que Ele é a Cabeça, e nós somos os membros, o homem inteiro é constituído por Ele e por nós. A plenitude de Cristo é, portanto, a Cabeça e os membros; que significa isto: a cabeça e os membros? Cristo e a Igreja ( Comentários ao Evang. de João 21,8).
O Concílio Vaticano II disse:
“Pois somente por meio da Igreja católica de Cristo, a qual é meio de salvação, pode ser atingida toda a plenitude dos meios da salvação. Cremos que o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança somente ao Colégio dos Apóstolos, do qual Pedro é o chefe, a fim de constituir na terra um só Corpo de Cristo, ao qual é necessário que se incorporem plenamente todos os que, de alguma forma, já pertencem ao Povo de Deus. (Unitatis Redintegratio, 3)
Teilhard de Chardin: “Sem a Igreja o Cristo se esfacela”.
TESTEMUNHOS DA TRADIÇÃO
Santo Inácio de Antioquia (†110):
“Onde está o Cristo Jesus está a Igreja Católica”.
Lactâncio (Luccius Caccilius Firmianus, 260-325), apologista cristão, dizia no século III:
“Somente a Igreja sustenta tudo”.
Santo Agostinho: “Os que tomam a nascente da água e do Espírito são como criancinhas. Precisam de uma mãe que lhes ofereçam o leite que sustenta e faz crescer. “Essa mãe é a Igreja”!
– Fazei-vos Corpo de Cristo se quereis viver do Espírito de Cristo. Somente o Corpo de Cristo vive do seu Espírito.
Santa Catarina: “Foi na dispensa da hierarquia da Igreja que Eu guardei o Corpo e o Sangue do meu Filho” “Tenham a certeza de que quando eu morrer a única causa de minha morte será meu amor pela Igreja”.
São João da Cruz: (1512-1591) “Guiemo-nos, pois, agora pela doutrina de Cristo-homem, de sua Igreja e de seus ministros; e por esse caminho, humano e visível, encontraremos remédios para a nossa ignorância e fraqueza espiritual”.
Santa Teresa: (1515-1591) “Em tudo me sujeito ao que professa a Santa Igreja Católica Romana, em cuja fé vivo, afirmo viver e prometo viver e morrer.”
São Francisco Sales: (1567-1622) “À Igreja quero submeter para sempre meus escritos, minhas ações, minhas palavras, minha vontade e meus pensamentos”.
São Leão Magno: “Não podemos caríssimos, de modo algum duvidar de que toda a observância cristã procede de instruções divinas e de que tudo o que a Igreja recebeu como costume de devoção provém da tradição apostólica e do ?
São Vicente de Lerins (†450):
“A Igreja de Cristo, cuidadosa e cauta guardiã dos dogmas que lhe foram confiados, jamais os altera; em nada os diminui, em nada lhes adiciona; não a priva do que é necessário, nem lhe acrescenta o que é supérfluo; não perde o que é seu, nem se apropria do que pertence aos outros, mas com todo o zelo, recorrendo com fidelidade e sabedoria aos antigos dogmas, tem como único desejo aperfeiçoar e purificar aqueles que antigamente receberam uma primeira forma e esboço, consolidar e reforçar aqueles que já foram evidenciados e desenvolvidos, salvaguardar aqueles que já foram confirmados e definidos” (Commonitorium, XXIII).
“Perguntando eu com toda atenção e diligência a numerosos varões, eminentes em santidade e doutrina, que norma poderia achar, segura, enquanto possível genérica e regular, para distinguir a verdade da fé católica da falsidade da heresia, eis a resposta constante de todos eles: quem quiser descobrir as fraudes dos hereges nascentes, evitar seus laços e permanecer sadio e íntegro na sadia fé, há de resguardá-la, sob o auxílio divino, duplamente: primeiro com a autoridade da Lei divina, e segundo, com a tradição da Igreja Católica” (Commonitorium).
Santo Epifânio (†403), batalhador contra as heresias:
“A Igreja é a finalidade de todas as coisas”. (Haer. 1,1,5)
“Há um caminho real, que é a Igreja católica, e uma só senda da verdade. Toda heresia, pelo contrário, tendo deixado uma vez o caminho real, desviando-se para a direita ou para a esquerda, e abandonada a si mesma por algum tempo, cada vez mais se afunda em erros.
Eia, pois, servos de Deus e filhos da Igreja santa de Deus, que conheceis a regra segura da fé, não deixeis que vozes estranhas vos apartem dela nem que vos confundam as pretensões das erroneamente chamadas ciências” (Haer.59,c. 12s).
São Leão Magno (400-461), Papa e doutor da Igreja:
“Quem se aparta da confissão da verdade, muda de caminho e o percurso inteiro se torna afastamento. Tanto mais próximo da morte estará quanto mais distante da luz católica.”
São Máximo Confessor (580-662):
“Com efeito, desde a descida até nós do Verbo encarnado, todas as Igrejas cristãs de toda parte consideram e continuam considerando a grande Igreja que está aqui em Roma como única base e fundamento, visto que, segundo as próprias promessas do Salvador, as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela.” (Opus., PG 91, 137-140).
São Bernardo (1090-1153), doutor da Igreja:
“Permaneceremos na fé e combateremos até à morte, se for necessário, pela Igreja, nossa Mãe, com as armas que nos são permitidas: não com escudos e espadas, mas com as orações e as lágrimas a Deus” (Epist. 221, 3; Migne, P.L.; CLXXXII, 36,387).
São Tomás de Aquino (1225-1274), doutor da Igreja:
“O bem de Cristo é comunicado a todos os membros, e essa comunicação se faz através dos sacramentos da Igreja”.
Santa Tereza de Ávila (1515-1582), doutora:
“Procurai a limpeza de consciência e humildade, desprezo de todas as coisas do mundo e fé inabalável no que ensina a santa Madre Igreja” (Caminho de Perfeição, Ed. Paulinas, 2. ed., pag 129,1979, SP ).
Aristides de Atenas (†130), apolista cristão, em defesa deles, escreveu assim ao imperador romano Adriano (Apologia) :
“Os cristãos ó rei… não cometem adultério, não praticam a fornicação, não levantam falso testemunho, não recusam devolver um depósito, não se apropriam do que não lhes pertence. Honram pai e mãe, fazem bem ao próximo e, quando em juízo, julgam com equidade. Não adoram os ídolos – semelhantes aos homens. O que não desejam que lhes façam os outros não o fazem também; não comem alimentos de sacrifícios idolátricos, pois são puros. Exortam os que os afligem, a fim de fazê-los amigos.
Suas mulheres, ó rei, são puras como virgens, suas filhas são modestas. Seus homens se abstém de toda união ilegítima e da impureza, esperando a retribuição que terão no outro mundo. Aos escravos e escravas, bem como a seus filhos – se os têm – persuadem a tornar-se cristãos, em razão do amor que lhes dedicam, e quando se tornam, chamam-nos indistintamente irmãos. Não adoram a deuses estranhos e vivem com humildade e mansidão, sem qualquer mentira entre eles.
Amam-se uns aos outros, não desprezam as viúvas. Protegem o órfão dos que os tratam com violência. Possuindo bens, dão sem inveja aos que nada possuem. Avistando o forasteiro, introduzem-no na própria casa e se alegram por ele, como se fora verdadeiro irmão: pois se dão o apelativo de irmãos, não segundo o corpo, mas segundo o espírito e em Deus.
Se algum pobre passa deste mundo, alguém sabendo, encarrega-se – na medida de suas forças – de dar-lhe sepultura. Se conhecem um encarcerado ou oprimido por causa do nome do seu Cristo, ficam solícitos a seu respeito e se possível libertam-no. Quando um pobre ou necessitado surge entre eles e não possuem abundância de recursos para ajudá-lo, jejuam dois ou três dias para obter o necessário para o seu sustento.
Guardam com diligência os preceitos de Cristo, vivem reta e modestamente – conforme lhes ordenou o Senhor Deus. Todas as manhãs e horas louvam e glorificam a Deus pelos benefícios recebidos, dando graças por seu alimento e bebida. Mesmo se acontece que um justo – entre eles – passa deste mundo, alegram-se e dão graças a Deus, ao acompanharem o cadáver, como se emigrasse de um lugar para outro. E assim como quando nasce um filho louvam a Deus, também se ele morre na infância glorificam a Deus, por quem atravessou o mundo sem pecados. Mas vendo alguém morrer na malícia e nos pecados, choram amargamente e gemem por ele, supondo-o ir ao castigo. Tal é, ó rei, a constituição da lei dos cristãos e tal a sua conduta”.

 
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Publicado por em 13/09/2013 em Apologética, Catolicismo

 

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