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Oito principais seitas derivadas das Igrejas protestantes

22 out

3.1. Os «Quakers» (ou Sociedade dos Amigos)

Origem: O anglicano John Fox (1624-1691) aderiu por certo tempo aos batistas. Depois, convenceu-se de que rece­bera uma iluminação especial e, a partir de 1649, começou a percorrer a Inglaterra vestido como profeta e reunindo seus seguidores numa «Sociedade de Amigos» ou de Filhos da Luz». O povo lhes deu o nome de «quakers», visto que falavam e oravam em estado convulsivo (to quake = tremer, sacudir-se).

Fox foi aprisionado oito vezes. Conseguiu, porém, ir aos Estados Unidos em viagem missionária (1670-1673). William Penn (+ 1718) lá fundou em 1682 o Estado «quaker» que dele tem o nome (Pensilvânia).

Doutrina: A princípio, os «quakers» não tinham dogmas nem sacramentos; o elemento decisivo seria a «luz interior» dada diretamente por Cristo a cada crente. Não admitiam igre­jas constituídas, nem ministros ou pastores, já que julgavam estar no fim dos tempos. Até hoje pregam moral severa; rejei­tam toda espécie de divertimentos, a pena de morte, o serviço militar, os juramentos, os dízimos… O culto é realizado sem estrutura definida, de acordo com a inspiração dos partici­pantes.

Robert Barclay em 1676 procurou dar à seita idéias dou­trinárias sistemáticas. Esta tendência aos poucos foi provo­cando divisões entre os «quakers», de modo que hoje existem os «quakers molhados», os «combatentes», os «livres», etc.

Influência: Foi ampla. Empenharam-se pela abolição da escravatura, pela reforma das prisões, pela reorganização das instituições caritativas, pela igualdade política de homens e mulheres, etc. Desde 1780 libertavam seus escravos e ajuda­vam os outros a fugir.

Tornaram-se enérgicos homens de negócios, que no comér­cio impunham o preço fixo. Propugnaram a separação da Igreja e do Estado e exerceram notável influência na elabora­ção da Constituição dos Estados Unidos.

3.2. Os Mórmons ou Igreja de Jesus Cristo dos Santos do Último Dia

Origem: O fundador da seita é Joseph Smith, nascido nos EE.UU., de família presbiteriana, em 1805. Morreu em 1844, linchado pela multidão.

Declarou ter recebido revelações entre 1820 e 1829, me­diante as quais pôde descobrir e traduzir o «livro de Mórmon», que se tornou para Joseph Smith um apêndice à Bíblia. O livro continha a história de duas tribos «de Israel»: os jare­ditas (cf. Gn 5,18) e os lamanitas (cf. Gn 4,19-24). Desapare­ceram da Bíblia, porque, conforme tal «revelação», cedo demais (após a dispersão da Torre de Babel) emigraram para a Amé­rica. Os lamanitas (maus, de pele bronzeada) deram origem à raça índia; os jareditas (bons e de pele branca) foram exterminados pelos outros. Felizmente, antes de morrer, o seu rei Mórmon pôde escrever algumas crônicas em placas de ouro, que ele enterrou e que Joseph Smith em 1827 encontrou no topo de uma colina por indicação do anjo Moroni. O texto estava escrito em língua estranha, que Smith chamou «egípcio reformado». O próprio Smith não sabia decifrá-lo, mas Mo­roni lhe deu duas pedras mágicas com as quais Smith fez a tradução, que estava terminada em 1829. A ninguém era lícito ver o livro, sob pena de morrer. Para traduzi-lo, J. Smith se colocava atrás de uma cortina com a cabeça dentro do seu chapéu, e ditava a versão ao secretário, que era o rude cam­ponês Martin Harris. Um belo dia, o anjo Moroni retirou defi­nitivamente o livro.

Os mórmons sofreram o ódio popular; peregrinaram por dois anos no deserto, e finalmente estabeleceram-se na região de Utah, às margens do Lago Salgado. Aí seu novo chefe, o carpinteiro Brigham Young (+ 1877), fundou uma teocracia. O Congresso norte-americano criou para a seita o território de Utah, do qual foi nomeado governador B. Young (1850).

Em 1812 declararam obrigatória a poligamia. Esta, po­rém, foi condenada pelo governo da União, que desde 1882 a combateu energicamente. Hoje em dia os mórmons já não a praticam.

Doutrina: Como se vê, os mórmons já não podem ser con­siderados uma seita cristã propriamente dita, pois têm sua «revelação própria». Propõem teses assaz imaginosas, das quais se segue até mesmo o racismo. Distinguem-se pelo seu espírito proselitista, que lhes garantiu extraordinária expansão entre os «gentios» (cristãos e não cristãos).

Ulteriores indicações sobre os mórmons encontram-se em PR 67/1963, pp. 297-304.

3.3. Exército da Salvação

Origem: Deve-se a William Booth (1829-1912) e à sua consorte Catarina (+ 1890).

Booth foi pastor metodista. Mas em 1861 rompeu com a sua Igreja. Em 1865 fundou a «Missão Cristã», a qual se transformou em Exército pacífico, que visava ao atendimento das populações mais desamparadas. Os «soldados» e «oficiais» de Booth foram, a princípio, multados e encarcerados por causa das suas manifestações ruidosas, mas em breve se sentiram reconhecidos como cristãos cheios de fé e caridade.

O Exército da Salvação (de início, chamado «Exército Aleluia) » sabe que «é difícil salvar um homem que tenha os pés molhados» (Booth). Por isto apregoa a trilogia: «Sopa, sabão, salvação», e organiza obras de assistência material.

Doutrina e organização: O Exército da Salvação não pre­tende ter doutrina original no selo do Protestantismo nem se apresenta como Igreja.

Professa a justificação pela fé nas Escrituras, a neces­sidade de conversão experimentada pessoalmente, o dever do testemunho missionário. Liga-se à corrente pietista; proclama a alegria que provém da abnegação e da certeza de poder cola­borar na transformação de todo homem. Insiste fortemente no testemunho pessoal a ser dado ao operário, ao vendedor de loja, ao vadio da rua, ao freqüentador de teatro e do «music­-hall» (Catarina Booth).

Os discípulos de Booth organizam-se segundo o modelo do exército inglês, de modo que todos têm um título militar: gene­ral, coronel, comandante, capitão, auxiliar… Esses oficiais são, em grande parte, mulheres. Apresentam-se severamente disci­plinados, inclusive pelo uso de uniforme.

Trazem bandeira azul (santidade), vermelha (salvação pelo sangue de Cristo), com estrela de ouro (o Espírito Santo). A sua divisa é «Sangue e Fogo» (o sangue de Cristo e o fogo do Espírito Santo).

O culto varia de região a região. Fazem reuniões ao ar livre com cantos, bandas de música, exortações; movem a sen­sibilidade e o afeto dos ouvintes, proferindo testemunhos de conversão e confissões públicas.

O Exército da Salvação difundiu-se largamente, máxime nos ambientes populares, atingindo até os leprosos da índia e os condenados a trabalhos forçados na Guiânia.

3.4. Ciência Cristã (« Chistian Sience»)

Origem: A fundadora da seita é a Sra. Mary Baker (1821­-1910), nascida nos EE.UU. de família congregacionalista. Ca­sou-se com o Coronel Glover em 1843; tendo enviuvado, espo­sou o Dr. Daniel Patterson em 1853, de quem se divorciou para casar-se com Mr. Eddy.

Em 1866, a Sra. Mary foi «milagrosamente» curada: caíra sobre o gelo em Lynn (Massasuchetts), e foi isenta de seus ferimentos depois que o médico a declarara incurável! Em con­seqüência, começou a tecer considerações filosófico-religiosas, que se encontram no volume «Science and Health» (Ciência e Saúde), datado de 1875: somente o espírito, não a matéria, tem realidade; toda doença, portanto, pode ser curada por um remédio espiritual, ou seja, a oração. O pecado é resultado de um erro de pensamento; deve ser superado mediante o reto conhecimento ou a reforma do entendimento. Esta se obtém pelo tratamento ou pela «oração em Ciência Cristã», realizada pelos(as) «praticantes» da Ciência Cristã. Cristo foi um grande terapeuta espiritual; trouxe uma mensagem, que se tornou desconhecida, mas que a Sra. Mary Baker redescobriu.

A fundadora da seita transmitia seus ensinamentos con­cernentes aos métodos da Ciência Cristã, cobrando trezentos dólares por sete lições.

Doutrina: A Ciência Cristã também pão merece o título de cristã, pois reduz o Cristianismo a uma filosofia voltada para as curas de doenças. Chega mesmo a professar o panteísmo, como se Deus fosse tudo em tudo.

O cientismo tem sua sede central em Boston (U. S. A.), onde reside o Conselho dos Dirigentes da Igreja; este se encar­rega de aprovar os «praticantes», professores e enfermeiros que trabalham em nome da Ciência Cristã.

3.5. Adventistas

Origem: William Miller (1782-1849), de confissão batista, calculou, na base de textos bíblicos (cf. Dn 8,5-11), que a segunda vinda de Cristo se daria entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844; o Senhor iniciaria então um reinado de mil anos sobre a terra, com a exaltação dos bons e a conde­nação dos maus.

Todavia, tendo falhado o cálculo, S.S. Snow o refez, pre­dizendo a volta de Cristo para 22 de outubro de 1844. Já que também esta previsão não se cumpriu, o entusiasmo de muitos discípulos arrefeceu. Contudo aos 25/IV/1845 Miller resolveu fundar, com os seguidores fiéis, uma Igreja própria, que pro­fessaria (sem indicar data) a iminência da segunda vinda de Cristo.

A Sra. Ellen White, que em 1846 se casou com o pregador adventista James White, resolveu reforçar a obra de Miller. Em conseqüência de «revelações», afirmava que aos 22/X/1844 Cristo começara a examinar o valor dos homens defuntos, aprovando ou reprovando cada um deles. Quando essa obra gigantesca acabasse, os vivos passariam por semelhante julga­mento e o fim do mundo estaria próximo. A Sra. White tam­bém incutiu vivamente a observância do sábado.

Assim se firmou a denominação adventista do Sétimo Dia.

Doutrina: Os adventistas professam as crenças fundamen­tais das igrejas batistas, acrescentando-lhes elementos próprios, como são:

A morte física introduz as almas num estado de sono, do qual despertarão no dia da ressurreição; então os bons ressus­citarão e reinarão mil anos com Cristo; os maus só ressusci­tarão após o reinado de mil anos para ser aniquilados junta­mente com Satanás.

Os adventistas se interessam muito pela saúde, pois Ellen White recebeu «revelações» a respeito do corpo como templo do Espírito Santo. A abstinência de carne e de fumo é geral­mente praticada pelos adventistas. Ao difundirem suas recei­tas de higiene, estes costumam apregoar o anúncio de que o fim do mundo está próximo.

Em suma, o adventismo assinala, dentro da história do Cristianismo, um estranho retorno a proposições do Antigo Testamento, proposições que o Novo Testamento elucidou e reformulou (sono das almas após a morte, reinado milenar de Cristo, restauração do paraíso terrestre materialmente enten­dido, observância do sábado, proibição de certos alimentos …)

Esta tendência ao Antigo Testamento se prolongaria na seita que abaixo consideraremos.

– Sobre os Adventistas ve­jam-se ulteriores dados em PR 182/1975, pp. 70-80.

3.6. Testemunhas de Jeová

Origem: O fundador é Charles-Taze Russel (1852-1916), nascido em Pittsburg (U. S. A.) de família presbiteriana. Em 1870 tornou-se adventista. Como tal, refez os cálculos refe­rentes à segunda vinda de Cristo, que ele assinalou para 1874 (ano em que Russel se separou do Adventismo oficial); depois, indicou-a para 1914 e, finalmente, para 1918. Infelizmente, porém, Russel faleceu em 1916.

O seu sucessor foi o juiz Rutherford, que, tendo ido à Eu­ropa em 1920, aí anunciou o início da idade de ouro para 1925. Esse novo líder da seita, até então dita «dos Estudiosos da Bíblia», fez que tomasse o nome de «Testemunhas de Jeová». Rutherford morreu em 1942.

Atualmente as Testemunhas têm seu centro principal em Brooklyn (Nova Iorque), onde são editados dois jornais, tam­bém traduzidos para o português: «Torre de Vigia» e «Desper­tai-vos!»

Doutrina: As Testemunhas acentuaram o retorno ao An­tigo Testamento, a ponto de negarem a SS. Trindade; chamam Deus pelo apelativo Jeovah, forma tardia e errônea do nome Jahweh. Cf. PR 31/1960, pp. 291-293.

Jesus Cristo seria apenas criatura. Esta afirmação faz cair por terra todo o edifício do Cristianismo.

A mor parte dos homens está sob o jugo de Satã desde a queda de Adão e Eva. Em 1914, Jeová se tornou rei; deu-se então tremenda batalha no céu, em conseqüência da qual o diabo e seus anjos foram precipitados sobre a terra. Satã, furioso, tentou destruir a humanidade mediante a primeira guerra mundial, a gripe espanhola e numerosos terremotos. Os homens que doravante «tomarem partido pela teocracia» (Testemunhas de Jeová), nada terão a temer.

Até mesmo as diversas religiões da humanidade são obras de Satã, segundo as Testemunhas. Estas se opõem outrossim ao serviço militar e à transfusão de sangue (pois, conforme a Bíblia entendida pelos semitas, no sangue está a vida e a vida é propriedade de Deus só).

As Testemunhas batizam por imersão em rios. Comemo­ram anualmente a morte de Cristo a 14 de Nisã, ocasião em que comungam apenas os «eleitos» (que correspondem aos 144.000 crentes salvos do Apocalipse).

O poder de penetração da seita tem sido enorme, alimen­tado, em grande parte, pelos recursos da moderna técnica.

3.7. Os Amigos do Homem

Origem: Em 1920 Alexandre Freytag (1870-1947), nas­cido em Baden (Alemanha), separou-se da seita dos «Estu­diosos da Bíblia» (Testemunhas de Jeová); era diretor da seita em Genebra. Publicou então o livro intitulado «A divina reve­lação», em que manifestava a consciência de ser «o mensa­geiro do Eterno», predito pelo profeta Malaquias (3,1). Em 1922, o mesmo autor editou «A mensagem à humanidade»; em 1933, «A vida eterna». Deu assim início à sociedade dos «Ami­gos do Homem».

Quando Freytag morreu em 1947, os seus discípulos divi­diram-se em dois ramos: o suíço e o francês, aquele sob a direção de Ruffer (com sede no castelo de Cartigny), este sob Bernard Sayerce (com sede em Paris).

Doutrina: É a mesma nos dois ramos. Encontra-se basi­camente nos três livros do fundador.

Rejeitam a SS. Trindade. Identificam o Espírito Santo com um fluido vital material. A sua noção de Cristo Salvador (não Deus) se torna imprecisa e sentimental.

Professam a ressurreição dos mortos, para viverem o mi­lênio com Cristo sobre a terra. Após o que, haverá o aniqui­lamento dos maus e o paraíso terrestre para os bons; o céu ficará para os 144.000 eleitos («pequeno rebanho» do Evan­gelho).

O único pecado é o egoísmo, causa de todas as doenças.

A seita não realiza culto propriamente dito, mas reuniões de meditações, exortações e cantos (sem leitura da Bíblia nem orações comunitárias). Celebra a S. Ceia uma vez por ano, na época da Páscoa.

A organização da seita é assaz frouxa; existem «anciãos» que dirigem as comunidades locais.

Os «Amigos do Homem» constituem o último rebento dos Adventistas. Situam-se, pois, extremamente longe da linha central do Evangelho e do Cristianismo.

3.8. Pentecostais

Origem: Está ligada ao reavivamento de Holiness (Santi­dade), oriundo entre os metodistas do século XIX nos EE.UU. Em 1900 o pastor metodista Charles F. Parham, que aderia ao reavivamento, suscitou entre os seus alunos de escola bíblica a idéia de que o sinal seguro de autêntica conversão e vida no Espírito Santo seria o dom das línguas ou a glossolalia. Esta idéia provocou a formação de grupos que, cultivando uma pie­dade mais intensa e entregando-se assiduamente à oração, começaram a falar línguas e experimentar o «batismo no Es­pírito»; o carisma era geralmente transmitido por imposição das mãos de um pastor.

Os núcleos de tais crentes batizados no Espírito foram-se espalhando pelo Texas, principalmente sob a direção de um pastor de cor chamado W. J. Seymour.

As comunidades metodistas e batistas tomaram distância do movimento. Os iniciadores deste não tinham a intenção de fundar nova denominação cristã; apenas queriam suscitar um revival ou reavivamento nas comunidades protestantes. Quando, porém, se viram rejeitados por estas, passaram a constituir congregações próprias, ditas «pentecostais».

Nenhuma denominação protestante está sujeita a se divi­dir e subdividir tanto como a dos pentecostais – o que se entende, já que as raízes e forças impulsoras do movimento são assaz subjetivas.

Já em 1906 o Pentecostalismo se propagava pela Europa, começando pelas nações escandinavas, donde passou para a Grã-Bretanha e o resto do continente. Atingiu também rapi­damente a África e a América Latina. No Brasil, os pente­costais constituem 75% da população protestante, ao passo que em 1930 não perfaziam senão 9,5% do protestantismo bra­sileiro. Entre nós dispõem-se em três grupos:

a) Assembléia de Deus, que veio em 1911;

b) Congregado Cristã do Brasil, que teve inicio em 1909 na colônia italiana do Brás (São Paulo), por obra de Luís Francescon, emigrante italiano que veio dos EE.UU.;

c) Pentecostais independentes, grupos oriundos em 1950, entre os quais está a Cruzada «Brasil para Cristo» chefiada pelo pastor Manoel de Mello, que se desligou da Assembléia de Deus e iniciou o Movimento da «Tenda Divina».

Registram-se ainda: a Cruzada de Nova Vida, a Igreja da Renovação, a Igreja da Restauração, o Reavivamento Bíblico, o Evangelho Quadrangular Pentecostal, o Cristo Pentecostal da Bíblia, a Igreja Pentecostal Unida, a Igreja Evangélica Pentecostal, a Igreja Pentecostal Jesus Nazareno, a Cruzada Nacional de Evangelização…

Doutrina: O Pentecostalismo professa o Credo das comu­nidades reformadas- fundamentalistas (tendentes à interpreta­ção literal da Bíblia).

Acentuam os quatro ângulos da pregação: «Jesus salva, Jesus cura, Jesus batiza, Jesus volta».

Insiste no «batismo do Espírito Santo» e nos carismas (dom das línguas, dom das curas) que, mediante a imposição das mãos, acompanhavam a vinda do Espírito Santo sobre os primeiros cristãos.

O culto pentecostal tem nota entusiasta, popular, podendo realizar-se em praça pública. O batismo é conferido por imersão.

A organização das comunidades é assaz flexível, pois dizem que a institucionalização mata o Espírito. Cada assembléia se governa sob a guia de um pastor por ela eleito.

 
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Publicado por em 22/10/2013 em Seitas

 

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