Oito principais seitas derivadas das Igrejas protestantes

3.1. Os «Quakers» (ou Sociedade dos Amigos)

Origem: O anglicano John Fox (1624-1691) aderiu por certo tempo aos batistas. Depois, convenceu-se de que rece­bera uma iluminação especial e, a partir de 1649, começou a percorrer a Inglaterra vestido como profeta e reunindo seus seguidores numa «Sociedade de Amigos» ou de Filhos da Luz». O povo lhes deu o nome de «quakers», visto que falavam e oravam em estado convulsivo (to quake = tremer, sacudir-se).

Fox foi aprisionado oito vezes. Conseguiu, porém, ir aos Estados Unidos em viagem missionária (1670-1673). William Penn (+ 1718) lá fundou em 1682 o Estado «quaker» que dele tem o nome (Pensilvânia).

Doutrina: A princípio, os «quakers» não tinham dogmas nem sacramentos; o elemento decisivo seria a «luz interior» dada diretamente por Cristo a cada crente. Não admitiam igre­jas constituídas, nem ministros ou pastores, já que julgavam estar no fim dos tempos. Até hoje pregam moral severa; rejei­tam toda espécie de divertimentos, a pena de morte, o serviço militar, os juramentos, os dízimos… O culto é realizado sem estrutura definida, de acordo com a inspiração dos partici­pantes.

Robert Barclay em 1676 procurou dar à seita idéias dou­trinárias sistemáticas. Esta tendência aos poucos foi provo­cando divisões entre os «quakers», de modo que hoje existem os «quakers molhados», os «combatentes», os «livres», etc.

Influência: Foi ampla. Empenharam-se pela abolição da escravatura, pela reforma das prisões, pela reorganização das instituições caritativas, pela igualdade política de homens e mulheres, etc. Desde 1780 libertavam seus escravos e ajuda­vam os outros a fugir.

Tornaram-se enérgicos homens de negócios, que no comér­cio impunham o preço fixo. Propugnaram a separação da Igreja e do Estado e exerceram notável influência na elabora­ção da Constituição dos Estados Unidos.

3.2. Os Mórmons ou Igreja de Jesus Cristo dos Santos do Último Dia

Origem: O fundador da seita é Joseph Smith, nascido nos EE.UU., de família presbiteriana, em 1805. Morreu em 1844, linchado pela multidão.

Declarou ter recebido revelações entre 1820 e 1829, me­diante as quais pôde descobrir e traduzir o «livro de Mórmon», que se tornou para Joseph Smith um apêndice à Bíblia. O livro continha a história de duas tribos «de Israel»: os jare­ditas (cf. Gn 5,18) e os lamanitas (cf. Gn 4,19-24). Desapare­ceram da Bíblia, porque, conforme tal «revelação», cedo demais (após a dispersão da Torre de Babel) emigraram para a Amé­rica. Os lamanitas (maus, de pele bronzeada) deram origem à raça índia; os jareditas (bons e de pele branca) foram exterminados pelos outros. Felizmente, antes de morrer, o seu rei Mórmon pôde escrever algumas crônicas em placas de ouro, que ele enterrou e que Joseph Smith em 1827 encontrou no topo de uma colina por indicação do anjo Moroni. O texto estava escrito em língua estranha, que Smith chamou «egípcio reformado». O próprio Smith não sabia decifrá-lo, mas Mo­roni lhe deu duas pedras mágicas com as quais Smith fez a tradução, que estava terminada em 1829. A ninguém era lícito ver o livro, sob pena de morrer. Para traduzi-lo, J. Smith se colocava atrás de uma cortina com a cabeça dentro do seu chapéu, e ditava a versão ao secretário, que era o rude cam­ponês Martin Harris. Um belo dia, o anjo Moroni retirou defi­nitivamente o livro.

Os mórmons sofreram o ódio popular; peregrinaram por dois anos no deserto, e finalmente estabeleceram-se na região de Utah, às margens do Lago Salgado. Aí seu novo chefe, o carpinteiro Brigham Young (+ 1877), fundou uma teocracia. O Congresso norte-americano criou para a seita o território de Utah, do qual foi nomeado governador B. Young (1850).

Em 1812 declararam obrigatória a poligamia. Esta, po­rém, foi condenada pelo governo da União, que desde 1882 a combateu energicamente. Hoje em dia os mórmons já não a praticam.

Doutrina: Como se vê, os mórmons já não podem ser con­siderados uma seita cristã propriamente dita, pois têm sua «revelação própria». Propõem teses assaz imaginosas, das quais se segue até mesmo o racismo. Distinguem-se pelo seu espírito proselitista, que lhes garantiu extraordinária expansão entre os «gentios» (cristãos e não cristãos).

Ulteriores indicações sobre os mórmons encontram-se em PR 67/1963, pp. 297-304.

3.3. Exército da Salvação

Origem: Deve-se a William Booth (1829-1912) e à sua consorte Catarina (+ 1890).

Booth foi pastor metodista. Mas em 1861 rompeu com a sua Igreja. Em 1865 fundou a «Missão Cristã», a qual se transformou em Exército pacífico, que visava ao atendimento das populações mais desamparadas. Os «soldados» e «oficiais» de Booth foram, a princípio, multados e encarcerados por causa das suas manifestações ruidosas, mas em breve se sentiram reconhecidos como cristãos cheios de fé e caridade.

O Exército da Salvação (de início, chamado «Exército Aleluia) » sabe que «é difícil salvar um homem que tenha os pés molhados» (Booth). Por isto apregoa a trilogia: «Sopa, sabão, salvação», e organiza obras de assistência material.

Doutrina e organização: O Exército da Salvação não pre­tende ter doutrina original no selo do Protestantismo nem se apresenta como Igreja.

Professa a justificação pela fé nas Escrituras, a neces­sidade de conversão experimentada pessoalmente, o dever do testemunho missionário. Liga-se à corrente pietista; proclama a alegria que provém da abnegação e da certeza de poder cola­borar na transformação de todo homem. Insiste fortemente no testemunho pessoal a ser dado ao operário, ao vendedor de loja, ao vadio da rua, ao freqüentador de teatro e do «music­-hall» (Catarina Booth).

Os discípulos de Booth organizam-se segundo o modelo do exército inglês, de modo que todos têm um título militar: gene­ral, coronel, comandante, capitão, auxiliar… Esses oficiais são, em grande parte, mulheres. Apresentam-se severamente disci­plinados, inclusive pelo uso de uniforme.

Trazem bandeira azul (santidade), vermelha (salvação pelo sangue de Cristo), com estrela de ouro (o Espírito Santo). A sua divisa é «Sangue e Fogo» (o sangue de Cristo e o fogo do Espírito Santo).

O culto varia de região a região. Fazem reuniões ao ar livre com cantos, bandas de música, exortações; movem a sen­sibilidade e o afeto dos ouvintes, proferindo testemunhos de conversão e confissões públicas.

O Exército da Salvação difundiu-se largamente, máxime nos ambientes populares, atingindo até os leprosos da índia e os condenados a trabalhos forçados na Guiânia.

3.4. Ciência Cristã (« Chistian Sience»)

Origem: A fundadora da seita é a Sra. Mary Baker (1821­-1910), nascida nos EE.UU. de família congregacionalista. Ca­sou-se com o Coronel Glover em 1843; tendo enviuvado, espo­sou o Dr. Daniel Patterson em 1853, de quem se divorciou para casar-se com Mr. Eddy.

Em 1866, a Sra. Mary foi «milagrosamente» curada: caíra sobre o gelo em Lynn (Massasuchetts), e foi isenta de seus ferimentos depois que o médico a declarara incurável! Em con­seqüência, começou a tecer considerações filosófico-religiosas, que se encontram no volume «Science and Health» (Ciência e Saúde), datado de 1875: somente o espírito, não a matéria, tem realidade; toda doença, portanto, pode ser curada por um remédio espiritual, ou seja, a oração. O pecado é resultado de um erro de pensamento; deve ser superado mediante o reto conhecimento ou a reforma do entendimento. Esta se obtém pelo tratamento ou pela «oração em Ciência Cristã», realizada pelos(as) «praticantes» da Ciência Cristã. Cristo foi um grande terapeuta espiritual; trouxe uma mensagem, que se tornou desconhecida, mas que a Sra. Mary Baker redescobriu.

A fundadora da seita transmitia seus ensinamentos con­cernentes aos métodos da Ciência Cristã, cobrando trezentos dólares por sete lições.

Doutrina: A Ciência Cristã também pão merece o título de cristã, pois reduz o Cristianismo a uma filosofia voltada para as curas de doenças. Chega mesmo a professar o panteísmo, como se Deus fosse tudo em tudo.

O cientismo tem sua sede central em Boston (U. S. A.), onde reside o Conselho dos Dirigentes da Igreja; este se encar­rega de aprovar os «praticantes», professores e enfermeiros que trabalham em nome da Ciência Cristã.

3.5. Adventistas

Origem: William Miller (1782-1849), de confissão batista, calculou, na base de textos bíblicos (cf. Dn 8,5-11), que a segunda vinda de Cristo se daria entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844; o Senhor iniciaria então um reinado de mil anos sobre a terra, com a exaltação dos bons e a conde­nação dos maus.

Todavia, tendo falhado o cálculo, S.S. Snow o refez, pre­dizendo a volta de Cristo para 22 de outubro de 1844. Já que também esta previsão não se cumpriu, o entusiasmo de muitos discípulos arrefeceu. Contudo aos 25/IV/1845 Miller resolveu fundar, com os seguidores fiéis, uma Igreja própria, que pro­fessaria (sem indicar data) a iminência da segunda vinda de Cristo.

A Sra. Ellen White, que em 1846 se casou com o pregador adventista James White, resolveu reforçar a obra de Miller. Em conseqüência de «revelações», afirmava que aos 22/X/1844 Cristo começara a examinar o valor dos homens defuntos, aprovando ou reprovando cada um deles. Quando essa obra gigantesca acabasse, os vivos passariam por semelhante julga­mento e o fim do mundo estaria próximo. A Sra. White tam­bém incutiu vivamente a observância do sábado.

Assim se firmou a denominação adventista do Sétimo Dia.

Doutrina: Os adventistas professam as crenças fundamen­tais das igrejas batistas, acrescentando-lhes elementos próprios, como são:

A morte física introduz as almas num estado de sono, do qual despertarão no dia da ressurreição; então os bons ressus­citarão e reinarão mil anos com Cristo; os maus só ressusci­tarão após o reinado de mil anos para ser aniquilados junta­mente com Satanás.

Os adventistas se interessam muito pela saúde, pois Ellen White recebeu «revelações» a respeito do corpo como templo do Espírito Santo. A abstinência de carne e de fumo é geral­mente praticada pelos adventistas. Ao difundirem suas recei­tas de higiene, estes costumam apregoar o anúncio de que o fim do mundo está próximo.

Em suma, o adventismo assinala, dentro da história do Cristianismo, um estranho retorno a proposições do Antigo Testamento, proposições que o Novo Testamento elucidou e reformulou (sono das almas após a morte, reinado milenar de Cristo, restauração do paraíso terrestre materialmente enten­dido, observância do sábado, proibição de certos alimentos …)

Esta tendência ao Antigo Testamento se prolongaria na seita que abaixo consideraremos.

– Sobre os Adventistas ve­jam-se ulteriores dados em PR 182/1975, pp. 70-80.

3.6. Testemunhas de Jeová

Origem: O fundador é Charles-Taze Russel (1852-1916), nascido em Pittsburg (U. S. A.) de família presbiteriana. Em 1870 tornou-se adventista. Como tal, refez os cálculos refe­rentes à segunda vinda de Cristo, que ele assinalou para 1874 (ano em que Russel se separou do Adventismo oficial); depois, indicou-a para 1914 e, finalmente, para 1918. Infelizmente, porém, Russel faleceu em 1916.

O seu sucessor foi o juiz Rutherford, que, tendo ido à Eu­ropa em 1920, aí anunciou o início da idade de ouro para 1925. Esse novo líder da seita, até então dita «dos Estudiosos da Bíblia», fez que tomasse o nome de «Testemunhas de Jeová». Rutherford morreu em 1942.

Atualmente as Testemunhas têm seu centro principal em Brooklyn (Nova Iorque), onde são editados dois jornais, tam­bém traduzidos para o português: «Torre de Vigia» e «Desper­tai-vos!»

Doutrina: As Testemunhas acentuaram o retorno ao An­tigo Testamento, a ponto de negarem a SS. Trindade; chamam Deus pelo apelativo Jeovah, forma tardia e errônea do nome Jahweh. Cf. PR 31/1960, pp. 291-293.

Jesus Cristo seria apenas criatura. Esta afirmação faz cair por terra todo o edifício do Cristianismo.

A mor parte dos homens está sob o jugo de Satã desde a queda de Adão e Eva. Em 1914, Jeová se tornou rei; deu-se então tremenda batalha no céu, em conseqüência da qual o diabo e seus anjos foram precipitados sobre a terra. Satã, furioso, tentou destruir a humanidade mediante a primeira guerra mundial, a gripe espanhola e numerosos terremotos. Os homens que doravante «tomarem partido pela teocracia» (Testemunhas de Jeová), nada terão a temer.

Até mesmo as diversas religiões da humanidade são obras de Satã, segundo as Testemunhas. Estas se opõem outrossim ao serviço militar e à transfusão de sangue (pois, conforme a Bíblia entendida pelos semitas, no sangue está a vida e a vida é propriedade de Deus só).

As Testemunhas batizam por imersão em rios. Comemo­ram anualmente a morte de Cristo a 14 de Nisã, ocasião em que comungam apenas os «eleitos» (que correspondem aos 144.000 crentes salvos do Apocalipse).

O poder de penetração da seita tem sido enorme, alimen­tado, em grande parte, pelos recursos da moderna técnica.

3.7. Os Amigos do Homem

Origem: Em 1920 Alexandre Freytag (1870-1947), nas­cido em Baden (Alemanha), separou-se da seita dos «Estu­diosos da Bíblia» (Testemunhas de Jeová); era diretor da seita em Genebra. Publicou então o livro intitulado «A divina reve­lação», em que manifestava a consciência de ser «o mensa­geiro do Eterno», predito pelo profeta Malaquias (3,1). Em 1922, o mesmo autor editou «A mensagem à humanidade»; em 1933, «A vida eterna». Deu assim início à sociedade dos «Ami­gos do Homem».

Quando Freytag morreu em 1947, os seus discípulos divi­diram-se em dois ramos: o suíço e o francês, aquele sob a direção de Ruffer (com sede no castelo de Cartigny), este sob Bernard Sayerce (com sede em Paris).

Doutrina: É a mesma nos dois ramos. Encontra-se basi­camente nos três livros do fundador.

Rejeitam a SS. Trindade. Identificam o Espírito Santo com um fluido vital material. A sua noção de Cristo Salvador (não Deus) se torna imprecisa e sentimental.

Professam a ressurreição dos mortos, para viverem o mi­lênio com Cristo sobre a terra. Após o que, haverá o aniqui­lamento dos maus e o paraíso terrestre para os bons; o céu ficará para os 144.000 eleitos («pequeno rebanho» do Evan­gelho).

O único pecado é o egoísmo, causa de todas as doenças.

A seita não realiza culto propriamente dito, mas reuniões de meditações, exortações e cantos (sem leitura da Bíblia nem orações comunitárias). Celebra a S. Ceia uma vez por ano, na época da Páscoa.

A organização da seita é assaz frouxa; existem «anciãos» que dirigem as comunidades locais.

Os «Amigos do Homem» constituem o último rebento dos Adventistas. Situam-se, pois, extremamente longe da linha central do Evangelho e do Cristianismo.

3.8. Pentecostais

Origem: Está ligada ao reavivamento de Holiness (Santi­dade), oriundo entre os metodistas do século XIX nos EE.UU. Em 1900 o pastor metodista Charles F. Parham, que aderia ao reavivamento, suscitou entre os seus alunos de escola bíblica a idéia de que o sinal seguro de autêntica conversão e vida no Espírito Santo seria o dom das línguas ou a glossolalia. Esta idéia provocou a formação de grupos que, cultivando uma pie­dade mais intensa e entregando-se assiduamente à oração, começaram a falar línguas e experimentar o «batismo no Es­pírito»; o carisma era geralmente transmitido por imposição das mãos de um pastor.

Os núcleos de tais crentes batizados no Espírito foram-se espalhando pelo Texas, principalmente sob a direção de um pastor de cor chamado W. J. Seymour.

As comunidades metodistas e batistas tomaram distância do movimento. Os iniciadores deste não tinham a intenção de fundar nova denominação cristã; apenas queriam suscitar um revival ou reavivamento nas comunidades protestantes. Quando, porém, se viram rejeitados por estas, passaram a constituir congregações próprias, ditas «pentecostais».

Nenhuma denominação protestante está sujeita a se divi­dir e subdividir tanto como a dos pentecostais – o que se entende, já que as raízes e forças impulsoras do movimento são assaz subjetivas.

Já em 1906 o Pentecostalismo se propagava pela Europa, começando pelas nações escandinavas, donde passou para a Grã-Bretanha e o resto do continente. Atingiu também rapi­damente a África e a América Latina. No Brasil, os pente­costais constituem 75% da população protestante, ao passo que em 1930 não perfaziam senão 9,5% do protestantismo bra­sileiro. Entre nós dispõem-se em três grupos:

a) Assembléia de Deus, que veio em 1911;

b) Congregado Cristã do Brasil, que teve inicio em 1909 na colônia italiana do Brás (São Paulo), por obra de Luís Francescon, emigrante italiano que veio dos EE.UU.;

c) Pentecostais independentes, grupos oriundos em 1950, entre os quais está a Cruzada «Brasil para Cristo» chefiada pelo pastor Manoel de Mello, que se desligou da Assembléia de Deus e iniciou o Movimento da «Tenda Divina».

Registram-se ainda: a Cruzada de Nova Vida, a Igreja da Renovação, a Igreja da Restauração, o Reavivamento Bíblico, o Evangelho Quadrangular Pentecostal, o Cristo Pentecostal da Bíblia, a Igreja Pentecostal Unida, a Igreja Evangélica Pentecostal, a Igreja Pentecostal Jesus Nazareno, a Cruzada Nacional de Evangelização…

Doutrina: O Pentecostalismo professa o Credo das comu­nidades reformadas- fundamentalistas (tendentes à interpreta­ção literal da Bíblia).

Acentuam os quatro ângulos da pregação: «Jesus salva, Jesus cura, Jesus batiza, Jesus volta».

Insiste no «batismo do Espírito Santo» e nos carismas (dom das línguas, dom das curas) que, mediante a imposição das mãos, acompanhavam a vinda do Espírito Santo sobre os primeiros cristãos.

O culto pentecostal tem nota entusiasta, popular, podendo realizar-se em praça pública. O batismo é conferido por imersão.

A organização das comunidades é assaz flexível, pois dizem que a institucionalização mata o Espírito. Cada assembléia se governa sob a guia de um pastor por ela eleito.

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8 comentários em “Oito principais seitas derivadas das Igrejas protestantes
  1. Adam Westpull disse:

    Interessante que nenhuma dessas entidades listadas se consideram seitas.

  2. Alexandre Rodrigues da Silva Souza disse:

    O PROTESTANTISMO NÃO É SEITA. Por causa da falta de um poder centralizador institucional diante de seus muitos blocos independentes, fica fácil a entrada de hereges debaixo da bandeira genuinamente cristã evangélica.

  3. Alexandre Rodrigues da Silva Souza disse:

    Se no período da reforma protestante houvesse uma melhor flexibilização católica, teríamos no máximo mais uma espécie de ordem dentro do catolicismo. Talvez o termo católico reformado defina bem a ideia. Mas aprouve DEUS, senhor da história, que fosse assim.

  4. Juliano disse:

    Concordo plenamente com essas seitas. Mas digo que a assembleia de Deus e a cristã no Brasil não são seitas, pois seguem os costumes bíblicos.

  5. Clayton Torquato Maurício disse:

    A Igreja do Senhor Jesus tem sido contaminada com a difusão de falsos ensinos e de festas com origens idólatras. Deus já deu ao seu povo os seus mandamentos e as suas festas para que pudéssemos andar nelas, e devido a isso o cristianismo em em geral está fadado ao fracasso. Embora hajam manifestações miraculosas no meio deles, isso não significa necessariamente que o Espírito Santo esteja atuando no cristianismo. Jesus mesmo disse que naquele dia muitos dirão: Senhor, em teu nome expulsamos demônios, operamos maravilhas, profetizamos em teu nome, e Ele dirá: Afastai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade, e iniquidade é anomos, que significa sem lei, ou seja, aqueles que negam a observância aos decálogo, ou que dão interpretações errôneas.

  6. William disse:

    KKKKK É CADA UMA Q VEJO, ENTRE AS VARIAS PARTICULARIDADES DE ORGANIZAÇÕES QUE SE DEFINEM EM SEITAS É Q ELES SEGUEM A HOMENS COMO LIDERANÇA NA ORDEM E SÃO FECHADOS PARA VISITAS, EM SUAS REUNIÕES SOMENTE ENTRA QUEM FOR CONVIDADO, SEGUEM RITUAIS JÁ PREDEFINIDOS PARA CONDUZIREM A REUNIÃO ETC E TAL E MUITO MAIS… UMA SEITA CASSICA TBM INSTALADA NO BRASIL E NÃO LISTADA A CIMA SÃO OS MAÇONS. A MAIORIA DAS CITADAS A CIMA AFIRMAM SEGUIR A CRISTO E TEM A BIBLIA COMO AUTORIDADE (PELO MENOS É O Q DIZEM).

  7. Rafael disse:

    Esse é o lado bom da internet, o extenso material disponível para relembrarmos a catequese e aprender melhor os pontos que constituem a magna fé católica. É um dos melhores usos que se pode fazer do mundo virtual, é um tempo empregado com muito proveito, incluindo o aprendizado sobre as seitas que vivem de parasitar a Santa Igreja de Jesus Cristo e que, de si, não têm o que apresentar de confiável e nem de divino.

    As seitas cristãs guardam alguma coisa roubada à fé católica, mas falsificada no novo meio forjado por elas, e um excesso de conceitos humanos e de respeitos humanos, nos quais se demoram as pessoas com gravíssimos problemas com orgulho, ganância e desobediência. Um traço assaz comum entre evangélicos é a vontade irrefreável de quererem ser grandes no mundo, querem ostentar, e consideram isso “eleição divina”…

    Ou então, se esmeram muito no traje, e vão com ar modesto e recatado aos cultos… para ouvir todo tipo de defesa das máximas do mundo, que juram extrair da Bíblia Sagrada. Falam mal ou rebaixam Maria Santíssima, mas no modo de vestir seguem o exemplo da Medianeira de todas as Graças. Os evangélicos são os grandes responsáveis pelo aperfeiçoamento da hipocrisia no mundo moderno.

    Que Maria Santíssima tenha misericórdia de quantos se demoram nas trevas, ouvindo e seguindo falsos Cristos, falsos profetas, e os traga para o seio da verdadeira Igreja, a única guardiã da Verdade Divina, a Roma Católica que nunca perecerá!

    Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

  8. Anonimo disse:

    Adventista não é seita

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