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Os Adventistas do Sétimo Dia

28 nov

É desnecessário tentar um estudo sério das origens do movimento adventista. Muitos artigos e alguns livros apareceram ultimamente sobre este tema. Um breve resumo servirá para situar esta Igreja no conjunto das igrejas surgidas da Reforma.

Inícios

Nasceu no século XIX, nos Estados Unidos. A época de William Miller, seu primeiro fundador, e depois a de Ellen White, com seus importantes escritos e seu impulso decisivo para o movimento foi uma época de profetismo intenso. Miller nasceu em uma família batista, mas perdeu sua fé na juventude. Ao recuperá-la, e ser admitido de novo em sua igreja, dedicou-se ao estudo das Sagradas Escrituras.

Preocupado pelo advir do Senhor, acreditou poder chegar a determinar sua data com algumas cifras que aparecem no livro de Daniel e ele considerou que faziam referência à vinda de Cristo.

Seus cálculos o levaram a fixar esta para 1843. Assim profetizou em suas pregações e em seu livro: “Provas evidentes pela Escritura e pela História da Segunda vinda de Cristo para 1843”. Pouco feliz em suas predições, nem nesse ano, nem transferida a data por seu discípulo Snow para 22 de outubro de 1844, cumpriu-se sua profecia. Frente ao fracasso, seus seguidores trataram de buscar uma explicação, uma fórmula que decifrasse seu descumprimento.

Depois de aceitar que a vinda estava muito próxima, sem fixar data, encontraram quem elaborasse não somente uma explicação mas toda uma doutrina religiosa: a conhecida hoje por Adventistas do sétimo dia. Foi isto obra de uma mulher de qualidades verdadeiramente extraordinárias: Hellen Gould White.

White foi uma mulher com uma vida muita longa e ativa. Nascida em 1827 e afiliada a princípio no Metodismo, seguiu mais tarde as doutrinas de Miller, e por seu matrimônio com um pregador adventista se converteu em uma fervorosa propagandista destas idéias. Viajou incessantemente pela América, Europa e Austrália e escreveu infatigavelmente.

Dotada de um poderoso dom de organização, as doutrinas e a expansão do Adventismo devem-se a ela. Faleceu em 1916. Nos interessa dela especialmente seu caráter hispersensível de visionária e profetiza, em que certamente influenciou o ambiente naquele momento na América do Norte.

Era uma época em que abundavam os “profetas”. Em 1844 morre J. Smith, o fundador dos Mormons, quem com suas visões e pregações conseguiu arrastar, em um portentoso êxodo, milhares de seguidores através da América do Norte, de leste a oeste, até fundar um estado teocrático nas areias do Lago Salgado.

Esta época vê surgir também a Mary Baker Eddy, a “profetiza” fundadora da Ciência Cristã. Muitas outras seitas proféticas e escatológicas pululavam em uma atmosfera de fervor entusiasta e esperavam a próxima chegada do Senhor.

Havia missões, às vezes, em lugares quase desertos, às quais acudiam pessoas desde muito longe, acampando ao redor do pregador e em um ambiente de luta de umas e outras para ver quem apresentavam mais prodígios e se levavam consigo mais convertidos, que passavam de uma confusão a outra com pasmosa facilidade e manifestações cada vez mais exaltadas.

Nesta ambiente eram freqüentes as supostas revelações. Em H. G. White não somente isto a influenciou, mas também um grave golpe sofrido em sua infância, que pôde ser origem de desequilíbrios mentais.

Escritores protestantes como Canright, que a conheceu por mais de vinte anos, afirma que suas visões eram efeito de uma doença nervosa, e G. W. Ridaut disse que era uma fanática autenganada, cujas doutrinas torna seus leitores pusilânimes e tristes, produzindo-lhes dúvidas; e ela dizia a si mesmo que temia ser infiel.

Enumera este autor até trinta e oito as vezes em que ela disse em suas obras que teve o dom da inspiração. Com efeito, desde as primeiras páginas de “O conflito dos séculos”, passando por “As jóias dos testemunhos” e “O caminho de Cristo”, entre suas obras mais longas, até o reduzido de seus artigos, é freqüentíssimo, encontrar estas frases: “Mediante a iluminação dos Espírito Santo me foram reveladas…” “O senhor me disse…” “O Senhor quer…”

Esta mulher tratou de resolver os problemas que tinham suscitado os cálculos de Miller e a identificação do Santuário, de que se fala na passagem de Daniel, que interpretou Snow, fazendo uma arbitrária exegese de um texto, de indubitável sentido metafórico, do autor da Carta aos Hebreu, em que menciona o Santuário do céu , ali o localizou a senhora White.

A idéia da entrada de Cristo em 22 de outubro de 1844 no Santuário celestial para purificá-lo é o mais fanático que pôde urdir e manifesta bem a imaginação de novelista da irmã White, que para reforçar seus argumentos indicou que tudo isso tinha conhecido através de uma visão que tinha-lhe sido outorgada.

Seus discípulos deram a ela o título de “Espírito de profecia”, com o qual é conhecida, e é citado correntemente entre os seus, e o Adventismo, com uma série de doutrinas a esta encadeadas, ficou constituído em uma nova religião.
O Antigo Pacto

Os adventistas acreditam que as proibições sobre a comida na Antiga Aliança seguem como lei de Deus hoje em dia, por isso proíbem de comer carne de porco, mariscos e sangue, observam o Sábado e promovem o dízimo.

Não são consistentes em sua obediência às leis do Antigo Testamento. Por exemplo, não praticam a Páscoa que era uma lei de igual importância à do Sábado. A Igreja Adventista do Sétimo Dia é uma das poucas igrejas e grupos sectários que praticam um tipo de lavatório dos pés. Os adventistas crêem que o Arcanjo Miguel era Jesus em forma de anjo.

Eles – ao contrário dos testemunhas de Jeová – acreditam que Jesus é Deus, que forma parte da Trindade. A revista mensal da Igreja Adventistas é chamada Enfoque dos Tempos. Como no caso de outros grupos sectários, temos que debilitar a confiança em sua religião para que os adeptos possam regressar à Bíblia com mais objetividade.

Isto se consegue mostrando-lhes algumas razões importantes para não confiar em Hellen White. Mais adiante encontraremos exemplos de algumas coisas que põem em dúvida suas pretensões de ser profetiza de Deus.

Hellen White

Segundo o ensinamento oficial dos Adventistas do Sétimo Dia publicado na revista oficial The Adventist Review, Hellen White é a chave par ao entendimento correto da Bíblia, já que ela é a intérprete infalível da Bíblia e a corte final de apelação para o povo de Deus.

Hellen White fez profecias que se cumpriram e outras que estão esperando seu cumprimento: “o Senhor lhe deu conselhos sobre a saúde, a educação, a vida familiar, a dieta, a medicina e a evangelização…” (p.226).

Seu papel principal era guiar o entendimento da Bíblia e confirmar as conclusões derivadas dos estudos bíblicos (p. 227). A Associação (Conferência) Geral, sede mundial dos adventistas em Washington. D. C., aponta que deve-se examinar e comprovar todas suas palavras para verificar se era ou não profetiza de Deus (p. 228).

Os editores, sob a direção oficial, falam dos cinco tomos mencionados: Dizem do tomo IV que é um livro inspirado (White, IV, 6). Sobre o primeiro tomo dizem que a obra reflete luz. No tomo V eles chamam a Hellen White de uma profeta. Pelo menos que saiba este autor, o adventismo não foi contra algum ensinamento de Hellen.

Doutrina

1. Atualmente já começou o juízo no Santuário celestial, revisando-se a vida de cada um. Terminado este, Cristo virá a terra, tendo começado já os sinais precursores que Ele anunciou no Evangelho a respeito de sua vinda. Com ela começará o milênio.

2. Nele Cristo ressuscitará aos justo, levando-os com Ele ao céu por mil anos. O demônio ficará atado à terra, vazia neste tempo.

3. Passado o milênio Satanás será solto, ressuscitarão os malvados; Cristo, os justos e a cidade celestial de Jerusalém descerão do céu. Acontecerá a batalha final de Satanás e os malvados contra ela. Um e outros serão aniquilados, e a terra, purificada pelo fogo, voltará a ser um paraíso, reino eterno de Deus com os seus.

4. A alma humana, que por si mesma não é imortal, fica na inconsciência no sepulcro com a morte. Na ressurreição, a imortalidade será um prêmio concedido aos justos e negado aos malvados, cujas almas são aniquiladas. Não existe, portanto, o inferno.

5. Os adventistas devem observar o Sábado como dia festivo, no lugar do Domingo. A imposição desta prática deve muito a outra suposta visão da irmã Hellen White.

6. Deverão observar e pregar a paz em todas as partes. São exaltados pacifistas.

7. Deverão seguir um regime de vida vegetariano naturista não somente na alimentação, mas também na aplicação de remédios medicinais.

8. Observarão rígidas proibições sobre o álcool, café, chá, tabaco, etc. É lamentável que uma doutrina basicamente cristã, pois tem a Cristo por Deus e Salvador, ao que parece professar um amor tão profundo e que pratica muitas virtudes, possa chegar a cair em tão profundos e perigosos erros e em tal grau de desvalorização “por afastar seus ouvidos da verdade para voltá-lo às fábulas” (2 Tm 4, 4) de imaginários milênios visões e profecias.
As práticas Adventistas

Com o adventismo nos encontramos frente a uma doutrina sistematizada, propagada com meios eficientes e economicamente abundantes, praticada dentro de uma perfeita organização, com uma disciplina severa, professada por mais de um milhão de adeptos, com uma tendência marcada ao crescimento em número. Interessa, portanto, depois de conhecidas suas doutrinas, já expostas, deter-nos no modo de praticá-las.

Por conseguinte, referimos a sua organização, culto, práticas de vida, propaganda, perigos que oferecem estas idéias para o católico vulgar e possíveis motivos de expansão das mesmas. A seita é congregacionalista, portanto, cada comunidade constitui uma igreja independente, unida às outras em um plano de cada nação pela Conferência Nacional e em ordem mundial, pela Conferência Geral.

Divide o mundo para sua atuação sobre ele em duzentos e oitenta e dois distritos. Os ministros destas igrejas são os pastores e os anciãos (presbíteros), sem que estes cargos tenham caráter sacerdotal, já que carecem do Sacramento da Ordem. São cargos conferidos por suas próprias assembléias àqueles que têm mas categoria ou antigüidade em suas igrejas (presbíteros, no sentido de anciãos) ou certa preparação e estudos religiosos (pastores).

A disciplina da seita é muito severa. Qualquer contravenção nas práticas de vida assinaladas pela mesma podem ser ocasião para expulsão dela. O valor que dão às profecias de sua fundadora e às decisões da Conferência Geral, para eles ” a mais alta autoridade de Deus sobre a Terra”, estão refreadas por uma infalibilidade absoluta, que eles submetem a uma dependência incomparavelmente maior da que possa ter um católico para com Roma.

Para o ingresso no Adventismo é absolutamente preciso responder afirmativamente a esta pergunta “aceitas o espírito de profecia tal qual se manifestou no seio da Igreja final pelo mistério e os escritos da senhora White?” (Manual da Igreja, artigo 18). O culto é celebrado aos sábados. Cantos, leituras da Bíblia, comentários sobre ela, lavatório dos pés, reconciliação pública e a Ceia.

Esta, na realidade, não é um sacramento, como tampouco é o seu Batismo. Estes são os dois únicos símbolos sacramentais que conservam. A primeira é celebrada com pão e sumo de uva sem fermentar, simbolizando eles o corpo e o sangue do Senhor, em memória de sua morte, e representando sua presença constante, embora puramente espiritual, na alma do crente.

O Batismo, só para adultos e por tripla imersão, simboliza a morte ao pecado do homem velho e a ressurreição do novo, assim como a morte, sepultura e ressurreição de Cristo. A escola sabática, em seções para crianças e adultos, e dentro destas, divididas em graus, tem programas muito bem planejados desde o ponto de vista didático.

O pagamento do dízimo é obrigatório, aparte de outras coletas celebradas por ocasião de suas reuniões e cultos. Todos os adventistas são em essência missionários de sua doutrina, porque esperando a próxima vinda do Senhor e dependendo esta de que a pregação desta mensagem tenha se estendido pelo mundo inteiro, é natural que dêem lugar preponderante de sua atividade a esta propagação.

Têm missões em trezentos e oitenta e cinco países de setecentas e quatorze línguas e dialetos, milhares de escolas e um espírito missionário intenso no seio de suas igrejas a mercê das organizações de juventudes missionárias voluntárias (J. M. V.) e o movimento “Compartilhe tua fé” (C. T. F.).

Não obstante, se observa em toda a vida religiosa da seita uma grande falta de espiritualidade, por Ter cortadas todas as fontes principais dela; os sacramentos, principalmente a Eucaristia, a falta de devoção à Maria, o conceito de alma, etc. Por isso, seus escritos sobre temas religiosos ou espirituais têm um campo muito reduzido.

Em geral, sua moral é austera e fundada no princípio ortodoxo de que o corpo humano é templo do Espírito Santo. Mas, como exaltados e fanáticos, parecem querer demonstrar que essa doutrina foi descoberta por eles, e atacam o catolicismo a crença de não dar nenhuma importância ao corpo, no plano divino da salvação , se dar somente à alma.

Com esta doutrina, “reinventada” por eles, não só sustentam que deve-se usar moderadamente dos alimentos para lutar com êxito contra a carne, o qual constitui uma verdade irrefutável e uma doutrina da mais sã espiritualidade, mas que, exagerando e desorbitando os fatos, chegam a proibir o consumo de muitos alimentos e de várias bebidas, tratando de fundar tudo isto na Escritura.

Parece que neles as virtudes se tornaram loucas, como observava Chesterton ao falar das virtudes separadas de seu verdadeiro tronco católico, e ao se sentirem isoladas e vagar com desordem causam não poucos estragos.

Pretendem fundamentar a abstenção do álcool, assim como a do tabaco, na Bíblia, porque “nada impuro entrará no céu” (Ap. 21,27). Chegam em seus exageros a pretender que na Escritura vinho e suco de uva são a mesma coisa, e que o Senhor, em sua última Ceia, certamente empregou este último e não precisamente o vinho; e em sua mania anticatólica a senhora White chega a dizer que por meio do vinho Satanás trama armadilhas não somente em todos os assuntos da vida, mas que faz chegar estas até o altar.

A proibição de comer carne parece ter também pretendido fundamento bíblico -talvez Gn 1, 29 -; mas, seja qual for o texto em que pretendiam apoiá-lo, o certo é que sempre estaria em contradição com Rm14, 14; Cl 2, 16-20; 1 Tm 4, 2-5; Lc 7, 34; Atos 10, 15, e Mc7, 18, os quais claramente se referem a toda cessação de impureza legal dos alimentos.

Mas, em realidade, o regime vegetariano, assim como o emprego dos remédios da medicina fisiátrica, são devidos a uma suposta revelação de H. G. White. Em 1864, estando gravemente doente seu marido, teve essa inspiração divina, e com ela não só impôs o regime à seita em sua alimentação, mas fundou a obra médica sobre princípios semelhantes.

Com efeito, em 1884 fundou o “Instituto do Oeste para a reforma da saúde”, destinado a formar os quadros dos médicos evangélicos missionários, e foi o começo da obra médica adventista, que existe atualmente em 150 hospitais e clínicas e milhares de médicos, enfermeiros e empregados sanitários.
Ainda que estas instituições estejam proscritas a maioria dos remédios clássicos em medicina, não deixam de ser uma importante realização adventista em sobretudo, um maravilhoso meio de propaganda de suas idéias.
Propaganda

Fanáticos missionários, sua propaganda é insistente, de porta em porta, oferecendo publicações sobre temas que atraiam a curiosidade do leitor. Muito intensa também tanto por meio da imprensa como da rádio. Os vendedores da literatura adventista são astutos propagandistas e tanto lhes admirava a fundadora, que lhes chamava “missionários que consagram a Deus para dar a última mensagem de admoestação ao mundo”.

A propaganda impressa é enorme e hábil. Têm imprensas e editoriais em todos os países do mundo, tirando milhões de exemplares de suas publicações em todas as línguas. Em países onde não gozam de liberdade de propaganda funcionam seus editoriais encobertamente, publicando obras e revistas em que, sem defender claramente as doutrinas principais da seita, tratam de obras de praticam tais como o vegetarianismo, antialcoolismo, pacifismo, etc., desde um ponto de vista que pretende ser científico ou moral.

A propaganda de rádio adquiriu ultimamente grandes picos. Na América do Norte são muitas centenas de emissoras que transmitem várias palestras semanais para um sem número de ouvintes, e cursos por correspondência por meio da emissão “a Voz da Profecia”. Algo parecida na América do Sul com “A Voz da Esperança” em nosso idioma, e na Europa por meio da Rádio Luxemburgo, Montecarlo, etc.

Conclusão

Com a Igreja Adventista do Sétimo Dia, não estamos frente a uma seita fervente em seu “despertar”, mas ante uma igreja estabelecida, bem organizada, solidamente assentada sobre abundantes financiamentos e prudentemente administradas. O espírito de profecia parece ter cedido paulatinamente a passagem a um severo ensinamento dogmático, ensinamento duplicado pelas práticas estrias. Seu progresso, principalmente nos países de missão, e um pouco em todas as partes, é bastante notável.

À margem de uma autêntica grandeza cristã, a igreja adventista insiste repetidamente em impor doutrinas sumamente opináveis em que se baseiam desgraçadamente sua originalidade. É possível que o grande defeito adventista seja o ter querido renovar o cristianismo com elementos retirados do Antigo Testamento.

Tão oposta às confissões reformadas como ao catolicismo, a Igreja adventista rejeita participar do movimento ecumênico, não parece crer em um milagre do Espírito Santo para reunir todos os cristãos desunidos e só vê nestas tentativas de um pragmatismo rude, não outra finalidade que constituir uma frente comum contra o comunismo.

Mais seriamente “bíblica” que a maioria das demais seitas importantes, sua interpretação das profecias está viciada, infelizmente por uma fantasia que acabará aparecendo patente aos olhos de seus membros mais importantes, quando sua ciência bíblica receba mais luzes. Ao menos nos convida a um aprofundamento na Escritura por parte do povo cristão, não para descobrir argumentos com vistas a uma refutação inútil, mas para um maior conhecimento da autêntica Palavra de Deus.

 
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Publicado por em 28/11/2013 em Adventistas

 

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