17 Erros Litúrgicos cometidos na Santa Missa

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Entrada
47. Reunido o povo, enquanto entra o sacerdote com o diácono e os ministros, inicia-se o cântico de entrada. A finalidade deste cântico é dar início à celebração, favorecer a união dos fiéis reunidos e introduzi-los no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e ao mesmo tempo acompanhar a procissão de entrada do sacerdote e dos ministros.
48. Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona que vem no Missal, ou por todos os fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor; ou então pelo próprio sacerdote, que também pode adaptá-la à maneira de admonição inicial (cf. n. 31).
ERRO 1 : É muito comum escutarmos em comentários antes do Inicio da Missa: – Fiquemos de Pé para acolher o celebrante! Bem, quem acolhe o celebrante não é o povo, mas o contrário o Celebrante (Cristo) quem acolhe o Povo. Um povo bem catequizado não se faz necessário comentários, mas se precisar fazê-lo o correto é: – Fiquemos em pé para o Inicio da Celebração!
49. Chegados ao presbitério, o sacerdote, o diácono e os ministros saúdam o altar com inclinação profunda.
Em sinal de veneração, o sacerdote e o diácono beijam então o altar; e, se for oportuno, o sacerdote incensa a cruz e o altar.
Saudação do altar e da assembléia
50. Terminado o cântico de entrada, o sacerdote, de pé junto da cadeira, e toda a assembléia fazem sobre si próprios o sinal da cruz; em seguida, pela saudação, faz sentir à comunidade reunida a presença do Senhor. Com esta saudação e a resposta do povo manifesta-se o mistério da Igreja reunida.
Depois da saudação do povo, o sacerdote, ou o diácono, ou outro ministro, pode, com palavras muito breves, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ERRO 2: Interessante notarmos que toda admoestação, anuncio, intenção ou acolhida, se faz após o sinal da cruz que marca o Inicio diante do altar, a Missa iniciou na procissão de entrada (caminho para o calvário) e diante do altar começa a Paixão na Cruz. Mas comumente vemos todo tipo de “apresentações” antes de se traçar o sinal da cruz e a instrução é clara neste assunto.

ERRO 3: O cântico da Santíssima Trindade nas Missas: “Em nome do Pai, em nome do Filho, em nome do Espírito Santo, estamos aqui (…) para louvar e agradecer, bem dizer e Te adorar (…)”, bem como outros no estilo, de acordo com a Teologia Católica, é uma heresia, pois o correto da Trindade é: “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Mesmo rezado, deve-se dizer “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.
ATO PENINTENCIAL
No Missal Romano, são previstas três fórmulas para o Ato Penitencial: O Confiteor (Confesso a Deus) com o Kyrie, o Miserere (Tende piedade de nós) com o Kyrie, e o Responsório. Na maioria das nossas paróquias, a fórmula mais usada é a terceira, normalmente de modo abusivo. Ainda há a aspersão de água benta, que substitui o Ato Penitencial.
ERRO 4: Músicas que não sigam a fórmula acima e sejam simplesmente de perdão ou arrependimento, ou que evoquem pecados públicos ou pecados de outras pessoas, ou que enumerem pecados, que tem alguma letra qualquer e simplesmente colocam “Tende Piedade de nós” no meio, etc, não servem para o Ato Penitencial. Alguns exemplos de “músicas de perdão” que não servem para uso na Missa:

“Pelos pecados, erros passados, por divisões na tua igreja ó Senhor etc”
“Perdão Senhor, tantos erros cometi. Perdão Senhor, tantas vezes me omiti etc”
“Quero confessar a ti: Ilumina minha alma, eu reconheço etc”
“Eu confesso a Deus e a vós irmãos tantas vezes pequei não fui fiel etc”
“Senhor eis aqui o teu povo que vem implorar teu perdão etc”
“Eu canto a alegria, Senhor, de ser perdoado no amor! etc”
Glória in excelsis

53. O Glória é um antiquíssimo e venerável hino com que a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus e ao Cordeiro. Não é permitido substituir o texto deste hino por outro. É começado pelo sacerdote ou, se for oportuno, por um cantor, ou pela schola, e é cantado ou por todos em conjunto, ou pelo povo alternando com a schola, ou só pela schola. Se não é cantado, é recitado ou por todos em conjunto ou por dois coros alternadamente.

ERRO 5: Não precisa ser mais claro, do que o texto é proibido trocar o texto por outro, mas infelizmente ouvimos cantos como Glória a Deus, Glória a Deus Pai a Ele seja a Glória…Aleluia Amém! Um canto completamente pobre de doutrina e rico em sentimentalismo, que não é coerente com a Glória de Deus!

Rito da paz

82. Segue-se o rito da paz, no qual a Igreja implora a paz e a unidade para si própria e para toda a família humana, e os féis exprimem uns aos outros a comunhão eclesial e a caridade mútua, antes de comungarem no Sacramento.

Quanto ao próprio sinal com que se dá a paz, as Conferências Episcopais determinarão como se há-de fazer, tendo em conta a mentalidade e os costumes dos povos. Mas é conveniente que cada um dê a paz com sobriedade apenas aos que estão mais perto de si.

ERRO 6: Este é um momento que comumente se destona do que esta se celebrando no altar: A paixão de Cristo. Pois são colocados cantos de celebração que tiram a centralidade e geram certa “bagunça” na assembleia, a Paz de Cristo é uma paz serena e solene, o jubilo se dá na comunhão, Ação de Graças; vemos claramente neste momento esta “falta de senso” pois em meio ao “abraço” quando se volta ao cordeiro há uma total discrepância com o sacrifício. O que podemos fazer? Eu sugiro que dirija a paz conforme a Instrução à 2 ou 3 pessoas ao lado e volte se ao altar, para o cordeiro.

ORAÇÃO DO SENHOR (PAI-NOSSO)

Pode ser cantado ou recitado. Devendo ser usado o texto oficial que contém no Missal.

“O celebrante principal, de mãos unidas, diz a exortação que precede a oração do Senhor e, com as mãos estendidas, reza a oração do Senhor com os demais concelebrantes, também de mãos estendidas e com todo o povo.” (IGMR 237).

ERRO 7: Em algumas paróquias se canta letras diferentes do texto oficial da Oração do Senhor, mesclando cânticos com a oração correta. Uma que se acostumou muito no Brasil foi: “Pai, ó Pai, meu pai do céu… ” ou “E o pão da unidade…” ; entre outras. Onde todos ficam de mãos dadas, fazendo uma coreografia de “vai e vem” finalizando elevando os braços. Está prática não é o que orienta a Igreja e o Missal.

E ao final da oração do Pai Nosso na Missa, não se diz Amém.

RITO DA PAZ

Momento em que o celebrante diz: “Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos, eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.”(Missal Romano; Ordinário da Missa; Oração da Paz) .

E logo em seguida o celebrante convida a todos a e cumprimentarem (podendo reservar para o fim da Missa).

ERRO 8: muitos recitam junto com o padre, o que é errado. Pois é reservado exclusivamente ao Sacerdote.

ERRO 9: muitos saem de seus lugares e vão cumprimentar amigos, parentes fora do local em que se encontra. Criando um alvoroço, dando a atender que é permitido. O padre pode antes orientar a todos indicando um comprimento singelo e a quem esteja próximo. Não se canta neste momento, para que possamos recitar com fé o Cordeiro de Deus.

Fração do pão

83. O sacerdote parte o pão eucarístico. O gesto da fracção, praticado por Cristo na última Ceia, e que serviu para designar, nos tempos apostólicos, toda a ação eucarística, significa que os fiéis, apesar de muitos, se tornam um só Corpo, pela Comunhão do mesmo pão da vida que é Cristo, morto e ressuscitado pela salvação do mundo (1 Cor 10, 17). A fração começa depois de se dar a paz e realiza-se com a devida reverência, mas não se deve prolongar desnecessariamente nem se lhe deve atribuir uma importância excessiva. Este rito é reservado ao sacerdote e ao diácono.

Enquanto o sacerdote parte o pão e deita uma parte da hóstia no cálice, a schola ou um cantor canta ou pelo menos recita em voz alta a invocação Cordeiro de Deus, a que todo o povo responde. A invocação acompanha a fração do pão, pelo que pode repetir-se o número de vezes que for preciso, enquanto durar o rito. Na última vez conclui-se com as palavras: Dai-nos a paz.

ERRO 10: Este rito como dito acima muitas vezes é “suprimido” pelo euforia do rito da Paz e é uma parte importante do Sacrifício. Alguns místicos dizem que é o momento da morte e entrega total, pois é “partido” e unido ao seu sangue.

Comunhão

84. O sacerdote prepara-se para receber frutuosamente o Corpo e Sangue de Cristo rezando uma oração em silêncio. Os fiéis fazem o mesmo orando em silêncio.

Depois o sacerdote mostra aos fiéis o pão eucarístico sobre a patena ou sobre o cálice e convida-os para o banquete de Cristo; e, juntamente com os fiéis, faz um ato de humildade, utilizando as palavras evangélicas prescritas.

86. Enquanto o sacerdote toma o Sacramento, dá-se início ao cântico da Comunhão, que deve exprimir, com a unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, manifestar a alegria do coração e realçar melhor o carácter «comunitário» da procissão daqueles que vão receber a Eucaristia. O cântico prolonga-se enquanto se ministra aos fiéis o Sacramento. Se se canta um hino depois da Comunhão, o cântico da Comunhão deve terminar a tempo.

ERRO 11: muitos não se inclinam antes de comungar e pegam erroneamente a hóstia das mãos do padre ou do Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão. Se for comungar na mão que espere que se coloque sobre ela, ou que comungue diretamente na boca, como orienta a tradição da Igreja.

ERRO 12: Este momento de preparação para a comunhão é solene, não pode ser disperso, por conversas, troca de comprimentos na “fila”, bom seria que todos estivessem preparados para receber o Senhor e os que não o tivessem que de forma alguma se levantassem.

ERRO 13:
Inclinação da cabeça na missa
A instrução do Missal romano nos ensina que devemos fazer inclinação da cabeça quando o sacerdote fala :

” A Virgem Maria, Mãe de Deus…” 
“Por nosso Senhor Jesus Cristo..”
“vos abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo”.

No Símbolo Niceno-Constantinopolitano:
“E por nós homens e para nossa salvação, desceu dos céus: E SE ENCARNOU PELO ESPÍRITO SANTO, NO SEIO DA VIRGEM MARIA, E SE FEZ HOMEM”.

No Símbolo dos Apóstolos:
“E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, QUE FOI CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO, NASCEU DA VIRGEM MARIA”.

É durante as partes sublinhadas que devemos fazer a inclinação.

Nas Solenidades da Anunciação do Senhor (25 de março) e do Natal do Senhor (nas missas da Vigília, da Noite, da aurora e do Dia), recita-se o Símbolo Niceno-Constantinopolitano e, no mesmo momento citado acima, às palavras “E SE ENCARNOU” todos ajoelham-se e ficam por um instante em silêncio, reverente ao mistério da Encarnação. Em seguida, ainda de joelhos, prosseguem até as palavras “E SE FEZ HOMEM”, então se levantam e prosseguem.
ERRO 14:

A benção final , todos devem se inclinar, mesmo sem o padre ou diácono mandarem.

“se for usada a oração sobre o povo ou a fórmula da bênção solene , o diácono diz: inclinai-vos para receber a bênção. Dada a bênção pelo sacerdote… ” (IGMR 185).
90. O rito de conclusão consta de:

a) Notícias breves, se forem necessárias;

a) Saudação e bênção do sacerdote, a qual, em certos dias e em ocasiões especiais, é enriquecida e amplificada com uma oração sobre o povo ou com outra fórmula mais solene de bênção.

b) Despedida da assembleia, feita pelo diácono ou sacerdote;

c) Beijo no altar por parte do sacerdote e do diácono e depois inclinação profunda ao altar por parte do sacerdote, do diácono, e dos outros ministros.

ERRO 15: Da mesma forma que no inicio da celebração o sacerdote nos acolhe e não o contrário, no final deve se aguardar a sua saída do presbitério para que possamos deixar a Igreja.

ERRO 16; Bater palmas na Missa 

João Paulo II fez três duras críticas a esta postura. A primeira encontramos em sua carta apostólica Domenicae Caena, de 1980:

 

O mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal

 

Isto é forte. Tirar da Missa a sua natureza sacrificial é simplesmente fazê-la deixar de ser Missa. É torná-la outra coisa qualquer, uma reunião de fiéis, um simples banquete, um simples grupo de oração – ou mesmo algo próximo a um culto protestante.

 

A segunda crítica veio na Redemptionis Sacramentum, que aliás todo católico deveria ler:

 

De forma muito especial, todos procurem, de acordo com seus meios, que o santíssimo sacramento da Eucaristia seja defendido de toda irreverência e deformação, e todos os abusos sejam completamente corrigidos. Isto, portanto, é uma tarefa gravíssima para todos e cada um, excluída toda acepção de pessoas, todos estão obrigados a cumprir esta trabalho. (Número 183)

 

 

A terceira, na Ecclesia de Eucharistia, indica como deve ser feita a participação da comunidade que se une ao sacerdote:

 

O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo o seu amor à Igreja. (num. 52)

 

Precisamos ser fiéis ao que recebemos da Igreja. Recebemos de Nosso Senhor que a Missa é a maneira como ele quer ser adorado. Que a Liturgia é sagrada e ninguém tem o direito de modificá-la. É necessário humildade e resolução. Sim. Bater palmas na Missa é errado, e não importa quantos liturgistas digam o contrário, isto está gravado em pedra na tradição litúrgica da Igreja, de saber que a Missa é, mais do que celebração, mais do que ceia ou banquete, a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz, onde se cale toda língua e se humilhe toda alma diante da grandeza do amor de Deus.

 

Sendo completamente sincero… A questão das palmas nem precisaria chegar nos livros ou na Tradição, mas é facilmente respondida pelo simples bom senso, algo que está em falta no mundo hodierno.

ERRO 17: Os Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística no Presbitério

Se o ministro é extraordinário e só pode ser usado quando, em uma eventualidade, qual o sentido de ele estar no presbitério desde o início da Missa? Por acaso já estão prevendo que haverá uma extraordinariedade? Ora, se há previsão, então o fato é ordinário, e o ministro leigo não pode ser usado, pois está proibido “o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de ‘numerosa participação.’” (Ecclesia de Mysterio, art. 8, §2) Ademais, a função de auxiliar o sacerdote é do acólito, instituído ou não, e não do ministro extraordinário da comunhão.

“Outros presbíteros eventualmente presentes podem ajudar o sacerdote na distribuição da Comunhão. Se não houver e se o número dos comungantes for muito grande, o sacerdote pode chamar ministros extraordinários para ajudá-lo, ou seja, o acólito instituído bem como outros fiéis, que para isso foram legitimamente delegados. Em caso de necessidade, o sacerdote pode delegar fiéis idôneos para o caso particular.


Estes ministros não se aproximem do altar antes que o sacerdote tenha tomado a Comunhão, recebendo sempre o vaso que contém as espécies da Santíssima Eucaristia a serem distribuídas aos fiéis, da mão do sacerdote celebrante.” (IGMR, 162)

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