20 MILAGRES EUCARÍSTICOS

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1. A Hóstia transforma-Se em carne sangrenta Roma (séc. VI-VII)

Este milagre, cuja Relíquia está guardada até os dias de hoje em Andechs, Alemanha é confirmado por numerosos documentos. Aconteceu em Roma no ano de 595 durante uma Celebração Eucarística presidida pelo Papa São Gregório Magno. Uma nobre dama romana, assaltada pela dúvida sobre a presença real do Senhor no pão consagrado, deu uma gargalhada no momento em que ia receber a Comunhão. O Pontífice, perturbado, não permitiu que ela comungasse e nesse mesmo instante as espécies se transformaram em Carne e Sangue.


Relicário que contém a Hóstia do Milagre e que ainda hoje se conserva em Andechs.

Entre as obras mais importantes que mencionam este milagre que aconteceu em Roma no ano de 595, está a Vita beati Gregorii Papae (787) de autoria do Diácono Paulo.
Era costume naquele tempo que o pão utilizado para a Celebração Eucarística fosse preparado pelos próprios fiéis. O Papa São Gregório Magno foi testemunha direta deste Milagre. Quando o Papa celebrava a missa dominical na antiga igreja dedicada a São Pedro, no momento de dar a Comunhão, viu que uma das senhoras que havia preparado o pão estava na fila dando gargalhadas. O Pontífice perplexo, repreendeu-a duramente e perguntou porque ela se comportava daquele jeito. Ela se justificou dizendo que não conseguia acreditar que naquele pão que ela mesma tinha preparado estivesse o Corpo de Cristo. São Gregório, então, não permitiu que a mulher comungasse e implorou a Deus que a iluminasse. Assim que o Papa terminou de rezar, o pedaço de pão que a mulher preparou tinha se transformado em Carne e Sangue. A mulher arrependida, se ajoelhou e começou a chorar. Ainda hoje, uma parte da Relíquia está guardada em Andechs, Alemanha, no Mosteiro Beneditino local.

2. O Milagre de Lanciano (séc. VIII)

Na Igreja de São Francisco, uma inscrição do século XVII, feita em mármore narra o
Milagre Eucarístico ocorrido na cidade de Lanciano (750): “Um monge sacerdote duvidou que na Hóstia consagrada estivesse realmente presente o Corpo de Cristo e no Cálice, o seu Sangue. Celebrou a missa e depois de pronunciar as palavras da consagração, viu que a Hóstia tinha se transformado em Carne e o vinho em Sangue. Tudo isso foi mostrado ao povo. Até hoje a Carne está inteira e o Sangue, divido em cinco partes desiguais, possui o mesmo peso estando as partes unidas ou separadas.

 

Em 1970, o Arcebispo de Lanciano e o Provincial dos Frades Conventuais de Abruzzo, autorizados por Roma, pediram ao doutor Edoardo Linoli, diretor do hospital de Arezzo e professor de Anatomia, Histologia, Química e Microscopia Clínica, uma minuciosa análise científica das Relíquias de um Milagre de doze séculos atrás. No dia 4 de março de 1971, o professor apresentou um relatório detalhado dos estudos realizados. Eis as conclusões:
1. A “Carne milagrosa” é verdadeiramente carne do tecido muscular fibroso do miocárdio.
2. O “Sangue milagroso” é verdadeiro sangue, demonstrado, com certeza absoluta, pela análise cromatográfica.
3. O estudo imunológico manifesta seguramente que a carne e o sangue são humanos e a prova imunológica revela com segurança que ambos pertencem ao grupo sangüíneo AB, o mesmo grupo do homem do Santo Sudário e característico das populações do Oriente Médio. Esta identidade do grupo sangüíneo indica ou que a Carne e o Sangue são da mesma pessoa ou que pertencem a dois indivíduos do mesmo grupo sangüíneo.
4. As proteínas contidas no Sangue estão normalmente distribuídas numa percentagem idêntica às de um sangue fresco normal.
5. Nenhuma sessão de histologia revelou traços de infiltrações de sais ou de conservantes utilizados nas antigas civilizações para mumificar corpos.
O professor Linoli descarta também a hipótese que alguém, no passado, quisesse realizar uma fraude.
O seu relatório foi publicado nos “Quaderni Sclavo in Diagnostica (fasc. 3, Gráfica Meini, Sena, 1971) e causou um grande interesse no mundo científico.
Em 1973 o Conselho Superior da Organização Mundial da Saúde, organismo da ONU, nomeou uma comissão científica para verificar as conclusões do médico italiano. Os trabalhos duraram 15 meses e foram feitos 500 exames. Realizaram-se as mesmas pesquisas feitas pelo professor Linoli e outras complementares.
Os exames confirmaram que os fragmentos retirados em Lanciano não são semelhantes a tecidos mumificados. A comissão declarou que a Carne é um tecido vivo porque responde a todas as reações clínicas próprias dos seres vivos. A Carne e o Sangue milagrosos de Lanciano têm as mesmas características de carne e sangue recém extraídos de um ser vivo. Esse relatório confirma as conclusões do professor Linoli. As conclusões do pequeno resumo dos trabalhos científicos da Comissão Médica da OMS e da ONU, publicado em dezembro de 1976 em Nova York e em Genebra declaram que a ciência, consciente dos seus limites, não é capaz dar uma explicação natural ao fenômeno.

3. O Milagre de Ferrara (ano de 1171)

Este Milagre Eucarístico aconteceu em Ferrara, na Basílica de Santa Maria de
Vado. Num domingo de Páscoa (28 de março de 1171), Padre Pietro da Verona, Prior da Basílica, estava celebrando a Missa e no momento em que ele partiu o Pão Consagrado, jorrou um fluxo de Sangue que tingiu a pequena abóbada que estava acima do altar. A abóbada tingida de Sangue foi encerrada num pequeno templo construído em 1595 e ainda hoje é possível vê-la na monumental Basílica de Santa Maria de Vado.

No dia 28 de março de 1171, o P. Pietro da Verona, prior dos Cônegos Regulares Portuenses, celebrava solenemente a Missa Pascoal, ajudado por três irmãos (Bono, Leonardo e Aimone). No momento em que ele partiu a Hóstia consagrada, saiu dela um fluxo de Sangue que se dividiu em grandes gotas por toda a pequena abóbada da capela. As narrações falam do “sagrado terror do celebrante e da imensa maravilha do povo apinhado na Igrejinha”. Muitas testemunhas afirmaram ter visto a Hóstia adquirir uma cor sangüínea e tiveram a impressão de ter visto nEla a figura de um menino. O Bispo de Ferrara, Dom Amato e o Arcebispo de Ravena, Dom Geraldo foram avisados imediatamente e eles viram com os seus próprios olhos o Sangue do Milagre, “O Sangue de um vermelho vivíssimo que estava na pequena abóbada do altar”. A Igreja que virou rapidamente meta de romarias, a partir do ano de 1495 foi reestruturada e ampliada por ordem do Duque Ercole I d’Este.
Os testemunhos históricos e autorizados sobre o Milagre são numerosos: o documento mais antigo é de Geraldo Cambrese (1197); quase da mesma época do Milagre e que foi reencontrado pelo historiador Antônio Samaritani numa obra intitulada “Gemma Ecclesiastica”. O manuscrito é conservado na Biblioteca Lamberthiana de Canterbury. Outro documento, do dia 6 de março de 1404 é a Bula do Cardeal Migliorati, na qual se concede indulgência a “todos que visitem a igreja e rendam homenagem ao Sangue Prodigioso”. Mas, o documento que tem maior autoridade é a Bula do Papa Eugênio IV, do dia 30 de março de 1442. Na Bula, o Pontífice fala do Milagre referindo-se aos testemunhos dos fiéis e a antigas fontes históricas. O aniversário é comemorado de diversas maneiras: todos os dias 28 de cada mês na Basílica se faz a Adoração Eucarística e todos os anos, para preparar a Festa de Corpus Christi, se celebram as solenes 40 horas. No ano de 1971 foi celebrado o oitavo centenário do Milagre.

O MILAGRE DE SANTO ANTÓNIO EM RÍMINI (ANO DE 1227)

Este Milagre Eucarístico foi realizado por Santo Antonio depois de que um tal Bonovillo o desafiou a demonstrar a verdade sobre a presença real de Jesus na Eucaristia. A biografia mais antiga de Santo Antônio, A Assidua, traz as palavras exatas que Bonovillo disse ao santo: “Padre! Eu te digo diante de todos: acreditarei na Eucaristia se a minha mula, que farei jejuar durante três dias, coma a Hóstia que tu oferecerás e não o feno que eu darei”. A mula, ainda que estivesse esfomeada por causa do jejum, inclinou-se diante da Hóstia consagrada e rejeitou o feno.

 

Santo Antonio e o Milagre da mula.

Em Rímini é possível visitar a Igreja edificada em memória do Milagre Eucarístico realizado por Santo Antônio de Pádua no ano de 1227. Esse episódio também é citado na Benignitas, uma das obras mais antigas sobre a vida de Antônio: “Este santo homem discutia com um herege que era contra o sacramento da Eucaristia. Ele já estava quase conduzindo-o à fé católica quando o herege, depois de escutar inumeráveis argumentos, declarou: se tu, Antônio, consegues com um milagre convencer-me que na Comunhão está realmente o Corpo de Cristo, então, depois de abjurar totalmente da heresia, me converto imediatamente à fé católica. Proponho um desafio: eu vou amarrar uma das minhas bestas e fazê-la passar fome. Depois de três dias, eu a soltarei e colocarei comida diante dela. Tu ficarás na sua frente, com isso que tu pensas que é o Corpo de Cristo. Se a besta, deixando de lado os víveres, adora o teu Deus, eu compartilharei a fé da tua Igreja”. Santo Antônio, iluminado pelos Céus, aceitou o desafio. O encontro foi marcado na Praça Grande (atual praça “Tre Martiri”) e atraiu uma multidão de curiosos. No dia fixado e na hora marcada, os protagonistas desse estranho desafio apareceram na praça seguidos pelos seus simpatizantes. Santo Antonio, seguido por fiéis católicos, apresentou-se com a Hóstia Consagrada dentro de um Ostensório e Bonovillo (assim se chamava o herege cátaro) seguido pelos seus aliados na incredulidade, com a sua mula esfomeada. O Santo milagroso, depois de ter pedido e obtido silêncio, virou-se para a mula e disse: “Em virtude e em nome do teu Criador que, por mais que eu seja indigno, tenho nas minhas mãos, te ordeno: avança rapidamente com o devido respeito e rende homenagem ao Senhor; para que os malvados e os hereges compreendam que todas as criaturas devem humilhar-se diante do Criador que está nas mãos dos sacerdotes sobre o altar”. O animal, rejeitando o alimento, aproximou-se imediatamente e com docilidade do religioso e diante da Hóstia dobrou reverentemente as patas dianteiras.
Antônio não tinha se enganado sobre a sinceridade do seu adversário, ele se jogou aos seus pés e abdicou publicamente dos seus erros, convertendo-se daquele dia em diante num dos mais zelosos cooperadores do Santo taumaturgo.

5. O Milagre de Alatri (ano de 1228)

A Catedral de São Paulo em Alatri guarda a Relíquia do Milagre Eucarístico ocorrido em 1228 quando uma Hóstia se transformou em Carne. Uma jovem que queria reconquistar o amor do seu namorado procurou uma feiticeira. A maga mandou que a jovem roubasse uma Hóstia Consagrada para fazer um feitiço de amor. Durante a Missa a moça conseguiu pegar a Hóstia e escondê-la num pedaço de pano. Quando ela chegou em casa viu que a Hóstia tinha se transformado em Carne ensangüentada. Numerosos documentos falam sobre esse Milagre, entre eles uma Bula do Papa Gregório IX.

O testemunho mais fidedigno desse Milagre é a Bula Fraternitas tuae escrita pelo Papa Gregório IX (13 de março de 1228), na qual o Pontífice responde às perguntas do Bispo de Alatri, Giovanni V. Eis o texto da Bula Pontifícia: “Gregório, Bispo, servo dos servos de Deus ao venerável irmão e Bispo de Alatri, saúde e benção Apostólica. Nós recebemos a tua carta, caríssimo irmão, na qual nos informas sobre uma certa jovem que, influenciada pelo mau conselho de uma mulher malvada, depois de ter recebido do sacerdote o Sagradíssimo Corpo de Cristo, reteve-o na boca até achar o momento propício para escondê-lo num pedaço de pano. Nos informas também que três dias depois, o Corpo do Senhor, que tinha sido recebido em forma de pão, foi encontrado em forma de Carne e que até hoje qualquer pessoa pode vê-la com os seus próprios olhos.
Já que as duas mulheres humildemente confessaram tudo, desejas o nosso parecer sobre qual punição infligir às culpadas. Em primeiro lugar, devemos agradecer com todas as nossas forças Àquele que, sempre obrando de maneira maravilhosa em cada coisa, algumas vezes repete milagres e provoca novos prodígios, para que, fortificando a fé na verdade da Igreja Católica, sustentando a esperança e despertando a caridade, chame os pecadores, converta os pérfidos e confunda a maldade dos hereges.
Por tanto, caro irmão, por meio desta carta apostólica, dispomos que tu dês uma punição mais leve à jovem, que cremos ter agido delinqüentemente mais por debilidade que por maldade, especialmente porque acreditamos que está suficientemente arrependida já que confessou o seu pecado. À instigadora, que com a sua perversão, levou a jovem a cometer este sacrilégio, depois de que tenhas aplicado, a teu critério, as medidas disciplinares oportunas, impõe que ela visite e confesse humildemente o seu reato aos Bispos mais próximos e implore o perdão deles com devota submissão”. O Sumo Pontífice interpretou o episódio como um sinal contra as heresias sobre a presença real de Jesus na Eucaristia e perdoou as duas mulheres arrependidas. Por ocasião do 750º aniversário do Milagre, mandou-se cunhar uma medalha comemorativa. A medalha mostra, de um lado, a fachada da Catedral sobreposta ao Relicário da Hóstia Encarnada e do outro o busto do Papa Gregório IX com a Bula Pontifícia.

6. O Milagre de Santa Clara de Assis (ano de 1240)

A “Legenda de Santa Clara” conta vários milagres realizados pela santa:
multiplicação de pães, aparição de garrafas de óleo que não existiam no convento, etc. Mas entre os milagres que realizou, o mais famoso é o milagre ocorrido em 1240. Numa sexta-feira, Santa Clara afugentou alguns soldados sarracenos que invadiram o claustro do convento de São Damião mostrando-lhes a Hóstia Santa.

 

A fé de Clara no filho de Deus e de Maria, escondido na pobreza do Pão Eucarístico, derrotou a força dos inimigos.

Este Milagre é narrado na obra “A Legenda de Santa Clara”, de autoria de Tomás de Celano; o texto conta como Santa Clara de Assis conseguiu expulsar as tropas sarracenas do Imperador Frederico II de Suécia com o Santíssimo Sacramento. Assim diz o texto:
“Pelotões de soldados e bandos de arqueiros sarracenos, sombrios como harpias, estavam acampados naquele lugar por ordem imperial, com a finalidade de devastar os acampamentos e conquistar a cidade. Um dia, durante um ataque
do feroz exército dos sarracenos contra Assis, cidade particular do Senhor, eles irromperam nas adjacências de São Damião, mais propriamente no claustro das virgens. Os corações das monjas se contraíram pelo terror e trêmulas de medo,
dirigiram os seus prantos à Madre Superiora (Santa Clara), quem, com o coração intrépido, ordenou que a pusessem, embora estivesse doente, diante da porta, bem na frente dos inimigos, trazendo uma caixinha de prata e marfim, na qual estava guardado com suma devoção o Corpo do Santo dos santos.
Prostrada em oração, entre lágrimas, falou com o seu Senhor: “Ó Meu Senhor, queres colocar as tuas servas indefesas nas mãos dos pagãos, as mesmas, que por amor a Ti, eu eduquei? Senhor, eu te peço, protege estas tuas servas, porque eu sozinha não posso salvá-las”. Imediatamente uma voz de criança, vinda do Tabernáculo, sussurrou aos seus ouvidos: “Eu as custodiarei sempre!”. “Meu Senhor”, acrescentou, “protege também, se é a tua vontade, esta cidade, que nos sustenta pelo teu amor”. E Cristo lhe diz: “Terá que sofrer duras penas, mas a minha proteção a defenderá”.
Então a virgem, ergueu o rosto banhado em lágrimas e consolou as irmãs que estavam aos prantos: “Eu garanto, minhas filhas, que não sofrereis nenhum mal; somente tendes fé em Cristo!” Não demorou muito e a audácia dos agressores se transformou em espanto; e abandonando apressadamente os muros que tinham
escalado, foram derrotados pela força daquela mulher que rezava. Imediatamente Clara advertiu as irmãs que tinham ouvido a voz: “Enquanto eu estiver viva, cuidem-se bem, queridas filhas, de comentar com qualquer pessoa sobre aquela voz”.

7. O Milagre de Bolsena (ano de 1263)

Um sacerdote de Praga que viajava pela Itália, um dia estava celebrando a Missa na Basílica de Bolsena, quando no momento da consagração ocorreu um Prodígio: a Hóstia transformou-se em Carne. Este Milagre robusteceu a fé do sacerdote que duvidava da presença real de Cristo na Eucaristia. O Papa Urbano IV e Santo Tomás de Aquino examinaram as Sacras Espécies e o Pontífice decidiu estender a festa de Corpus Christi a toda a Igreja “para que este excelso e venerável Sacramento seja para todos peculiar e insígne memorial do extraordinário amor de Deus por nós.”

 

 

Recentes pesquisas estão de acordo com os testemunhos de antigas fontes históricas que dizem que o Milagre de Bolsena ocorreu no verão de 1264.
Um sacerdote Boemo, Pedro de Praga, esteve na Itália para ter uma audiência com o Papa Urbano IV, quem naquele verão estava em Orvieto acompanhado por Santo Tomás de Aquino e vários outros teólogos e cardeais.
Depois que o Papa recebeu o sacerdote, ele regressou a Boêmia, mas no meio do caminho se deteve em Bolsena e celebrou uma Missa na igreja dedicada a Santa Cristina. No momento da consagração, quando ele pronunciou as palavras que permitem a transubstanciação, ocorreu o Milagre cuja descrição está gravada numa lápide: “De repente, naquela Hóstia apareceu claramente uma carne verdadeira banhada em Sangue, exceto a partezinha que estava entre os dedos do sacerdote: o que não ocorreu sem mistério, mas para que fosse mais evidente a todos que a carne era realmente aquela Hóstia elevada acima do cálice pelas
mãos do celebrante”.
Com esse Milagre, o Senhor reforçou a fé de Pedro de Praga, um sacerdote
de grandíssima piedade e retidão moral, mas que infelizmente duvidava da presença de Cristo sob as espécies do pão e do vinho, isto é sob as aparências sensíveis do pão e do vinho. A notícia difundiu-se rapidamente e o Papa e Santo Tomás de Aquino puderam ver imediatamente o Milagre. Depois de un exame minucioso Urbano IV aprovou a sua autenticidade e decidiu que o Santíssimo Corpo do Senhor deveria ser adorado através de uma festa particular e exclusiva
e foi assim que estabeleceu que a festa de Corpus Christi, uma festa da diocese de Liégi, fosse estendida a toda a Igreja Universal. O Papa também pediu a Santo Tomás que escrevesse a liturgia que acompanharia a Bula “Transiturus dehoc mundo ad Patrem” que expõe as razões pelas quais a Eucaristia, quer dizer, a Presença Real de Cristo é tão importante.

8. O Santíssimo Milagre de Santarém (ano de 1274)

O Milagre Eucarístico de Santarém é, com o de Lanciano, considerado um dos mais importantes. A Hóstia se transformou em Carne ensangüentada que espirrava Sangue. A Relíquia sofreu numerosos exames e investigações canônicas.
As duas Relíquias (Carne e Sangue) estão conservadas até hoje em Santarém na
igreja de Santo Estevão.

 

Os Papas Pio IV, San Pio V, Pio VI e Gregório XIV concederam Indulgência Plenária a quem visitasse as preciosas Relíquias do Milagre Eucarístico de Santarém que ainda hoje é possível ver na igreja de Santo Estevão.
Conforme a data registrada na cópia do Documento do ano de 1346, emanado pelo Rei Afonso IV; no dia 16 de Fevereiro de 1266 em Santarém, uma jovem que tinha muito ciúmes do marido procurou uma feiticeira que a ajudasse. A feiticeira sugeriu que ela fosse à igreja e roubasse uma Hóstia consagrada para fazer um feitiço de amor.
A jovem, então, roubou a Hóstia e escondeu-a num lenço de linho que imediatamente se manchou de Sangue. Aterrorizada, correu à casa para ver o
que tinha acontecido e viu maravilhada que o Sangue saia da Hóstia. A mulher, atordoada, guardou a Partícula dentro de um móvel do seu quarto, mas de noite, um facho de luz saiu do móvel e tudo ficou iluminado como se fosse de dia; o marido vendo isso começou a perguntar à esposa o que estava acontecendo e ela se viu obrigada a contar tudo.
No dia seguinteo casal informou tudo ao pároco e ele foi na casa deles para pegar
a Hóstia e levá-la para a igreja de Santo Estevão. Organizou-se uma solene procissão conformada por muitos religiosos e leigos para acompanhar o regresso da Hóstia à igreja.
A Hóstia sangrou durante três dias consecutivos e foi colocada num magnífico relicário feito com cera de abelhas.
No ano de 1340 verificou-se outro Milagre: quando um sacerdote abriu o Tabernáculo viu que o Copão de cera estava todo espedaçado e que um Copão de cristal tinha tomado o seu lugar. O Sangue estava ali dentro misturado com
a cera.
Hoje, a Sagrada Hóstia está guardada num Trono Eucarístico do século XVIII sobre o Altar Maior.
A igreja de Santo Estevão é atualmente conhecida como o Santuário do Santo Milagre.
Em diversas ocasiões, no decorrer dos séculos, a Hóstia espirrou Sangue e nela apareceu a imagem de Nosso Senhor Jesus impressa; São Francisco Xavier, apóstolo da Índia, foi testemunha desse Prodígio quando visitou o Santuário antes partir em Missão.
Desde que ocorreu o Milagre, todos os anos, no segundo domingo de abril, a Relíquia sai em Procissão da antiga casa do casal até a igreja de Santo Estevão. Essa casa foi transformada em capela no ano de 1684.

9. O Milagre de Cássia (ano de 1330)

Em 1330, na cidade de Cássia, um camponês que estava muito doente, mandou
chamar o sacerdote para receber a Comunhão.
O sacerdote, por descuido e apatia, ao invés de levar ao doente a Hóstia no cibório,
levou-a, sem nenhuma reverência, dentro do Breviário.
Quando chegou na casa do camponês o sacerdote abriu o livro e assombrado viu que a Hóstia tinha se transformado num grumo de sangue e as páginas do livro estavam manchadas.

 

Relíquia do Milagre Eucarístico
Na cidade de Cássia, perto de Sena, na Basílica dedicada a Santa Rita, se conserva a Relíquia de um insigne Milagre Eucarístico ocorrido em 1330. Um camponês doente mandou chamar um sacerdote que lhe trouxesse a Comunhão. O sacerdote, pegou uma Hóstia consagrada e colocou-a entre as páginas do seu Breviário e foi à casa do camponês. Depois de confessá-lo, abriu o livro para pegar a Hóstia, mas
para a sua surpresa, viu que a Partícula estava tingida de tanto sangue que chegou a molhar as duas páginas entre as quais a Hóstia estava colocada. O sacerdote, confuso e arrependido, foi imediatamente a Sena, ao convento agostiniano para pedir um conselho ao padre Simão Fidati oriundo de Cássia, conhecido por ser um santo varão. Depois que o padre escutou o relato do sacerdote, concedeu-lhe o perdão e pediu para ficar com as duas páginas manchadas de sangue.
Muitos Papas promoveram o culto da Relíquia concedendo inclusive indulgências.
Em 1687, ocorreu o ato de reconhecimento da Relíquia do Milagre Eucarístico de
Cássia. Para essa ocasião trouxeram do Convento de Santo Agostinho o texto de um antigo Códice que contém várias notas sobre o Prodígio. Além desse códice, o episódio é mencionado nos Estatutos Municipais de Cássia do ano de 1387, onde entre outras coisas, se ordenava que “cada ano, na festa de Corpus Christi, o Prefeito, os Conselheiros e todo o povo de Cássia, se reunissem na Igreja de Santo
Agostinho e seguisse o clero que deveria levar a venerável Relíquia do Santíssimo Corpo de Cristo em procissão pela cidade”. No ano de 1930, por ocasião do sexto centenário do evento, foi celebrado um Congresso Eucarístico para toda a
diocese de Norcia, foi então que inauguraram um precioso Ostensório e publicaram toda a documentação histórica encontrada sobre o Milagre.

10. O Milagre de Bagno de Romagna (ano de 1412)

Em 1412, o Padre Lázaro da Verona, naquela época Prior da Basílica de Santa Maria de Bagno di Romagna, enquanto celebrava a Santa Missa duvidou da Presença Real de Jesus no Santíssimo Sacramento. Mal tinha terminado de pronunciar sobre o vinho as palavras da Consagração, ele se transformou
em sangue vivo e começou a ferver saindo do Cálice e derramando-se sobre o
corporal. O Padre Lázaro, profundamente comovido e arrependido, confessou a sua falta de fé aos fiéis presentes e o grande Milagre que o Senhor tinha feito diante dos seus olhos.

 Relíquia do Corporal manchado de Sangue

Em Bagno di Romagna, na Basílica de Santa Maria Assunta, se conserva a Relíquia do Milagre Eucarístico do “Sacro Linho empapado de sangue”. O historiador Fortunio descreve o Milagre na sua célebre obra Annales
Camaldulenses: “Era o ano de 1412 e a Abadia camaldolese de Santa Maria in Bagno (naquela época Priorado) era governada pelo padre Lázaro, oriundo de Veneto. Enquanto ele celebrava o divino Sacrifício, a sua mente foi ocupada,
por obra do demônio, por uma forte dúvida sobre a Presença Real de Jesus no Santíssimo Sacramento; quando eis que viu que as sagradas espécies do vinho começaram a ferver e a sair do Cálice e espalhar-se sobre o Corporal em forma
de vivo e pulsante sangue, ensopando dessa forma o Corporal. Podemos imaginar a emoção e a confusão do sacerdote naquele momento diante de um acontecimento assim grandioso. Chorando, ele se dirigiu aos presentes, confessando a sua falta de fé e o Milagre que tinha sido realizado diante dos seus olhos”.
O padre Lázaro foi transferido a Bolonha para ser capelão do mosteiro feminino
camaldolese de Santa Cristina, e ficou lá até 1416, ano da sua morte. Os Camaldoleses, com muitos problemas, se encarregaram da paróquia de Bagno até a supressão napoleônica no ano de 1808; desde aquela época a Paróquia-Basílica de Santa Maria Assunta, depois de ser dirigida por um breve tempo pela diocese de Sansepolcro, no ano de 1975 passou definitivamente a fazer parte da diocese
de Cesena. Em 1912 o Cardeal Giulio Boschi, Arcebispo de Ferrara, mandou celebrar o V centenário do Milagre com uma reunião de estudos Eucarísticos. No ano de 1958, S.Exª. Domenico Bornigia, mandou analisar as manchas do Corporal do Milagre na Universidade de Florença onde se confirmou que eram de natureza hematológica. Na Basílica se encontra uma xilogravura, colorida e muito
particular, do ano de 1400 chamada “Nossa Senhora do Sangue”. A imagem está situada na terceira capela à direita e é conhecida com esse nome porque, como refere o P. Benedetto Tenaci, abade de Bagno e testemunha ocular do Prodígio,
no dia 20 de maio de 1498, do braço direito do ícone saiu sangue. Cada ano, durante a festa de Corpus Christi, o Corporal sai em procissão pelas ruas da cidade e é exposto todos os domingos de março a novembro, na missa das 11 da manhã.

11. O Milagre de Turim (ano de 1453)

Na Basílica de Corpus Christi em Turim, encontra-se uma grade de ferro que protege o lugar onde ocorreu o primeiro Milagre Eucarístico de Turim em 1453. No chão, atrás da grade, está escrito como o Milagre ocorreu: “Eis o lugar onde caiu prostrado o jumento que transportava o Corpo Divino – o lugar onde a Sacra
Hóstia saindo de uma bolsa elevou-se sozinha – onde desceu clementemente nas
mãos dos cidadãos de Turim – eis o lugar santificado pelo Milagre – recordando-o
e rezando ajoelhado venera-o com santo temor”. (6 de junho de 1453)

 

Entrando na Basílica do Corpus Domini em Turim, vê-se claramente sobre o altar um quadro, do pintor Bartolomeo Garavaglia, discípulo do grande Guercino. Este quadro mostra o grande Milagre Eucarístico de 1453.

No Alto Val Susa, na vila de Exilles, as tropas de Renato d’Anjou lutaram contra as milícias do duque Ludovico de Savóia que saquearam o vilarejo e entraram na Igreja. Um dos soldados da milícia, forçou a porta do Tabernáculo e roubou o Ostensório com a Hóstia consagrada; envolvendo o furto numa bolsa e montando num jumento dirigiu-se à cidade de Turim. Na Praça principal, perto da Igreja de São Silvestre, hoje Igreja do Espírito Santo, lugar que futuramente seria erguida a Igreja do Corpus Christi, o jumento empacou e caiu no chão. Então a bolsa se abriu e o Ostensório com a Hóstia se elevou sobre as casas vizinhas para a maravilha do povo. Entre os presentes, estava o padre Bartolomeu Coccolo, quem foi correndo avisar o Bispo Ludovico do marquesado de Romagnano. O Bispo, acompanhado por um cortejo formado pelo povo e pelo clero, se dirigiu à praça,
prostrou-se em adoração e rezou com as palavras dos discípulos de Emaús “Permanece conosco, Senhor”. Naquele mesmo momento se verificou outro milagre: o Ostensório caiu no chão deixando livre a Hóstia consagrada que reluzia como o sol. O Bispo elevou o Cálice que tinha nas mãos e lentamente a Hóstia consagrada começou a descer e pousou dentro Cálice.
A devoção ao Milagre Eucarístico de 1453 foi imediatamente difundida por toda a cidade que promoveu a construção de um nicho no lugar onde ocorreu o Milagre. Posteriormente, o nicho foi substituído pela Igreja dedicada ao Corpo de Cristo. Mas a expressão mais significativa foram as festas organizadas pela ocasião do cinqüentenário e do centenário do Milagre (1653-1703-1753-1853- e em parte 1903). Os documentos que relatam o Milagre são muitos: os mais antigos são três Atos Capitulares dos anos de 1454, 1455 e 1456 e alguns documentos da municipalidade de Turim. No ano de 1853 o Beato Papa Pio IX celebrou solenemente o IV centenário do Milagre, cerimônia na qual participaram São João Bosco e Padre Rua. Pio IX para essa ocasião, aprovou o Ofício e a Missa própria do Milagre para a diocese de Turim. No ano de 1928 Pio XI elevou a Igreja do Corpus Christi à dignidade de Basílica Menor. A Hóstia do Milagre foi conservada até o século XVI, momento em que a Santa Sé ordenou consumir a Hóstia “para não forçar Deus a fazer um Milagre eterno mantendo incorrupta, como estiveram até aquele momento, as mesmas espécies eucarísticas”.

12 O Milagre de Sena (ano de 1730)

223 Hóstias estão conservadas intactas na Basílica de São Francisco em Sena faz 276 anos. O Arcebispo Tibério Borghese mandou lacrar, por 10 anos, numa caixa de lata algumas Hóstias não consagradas. A comissão científica encarregada do caso, quando abriu a caixa encontrou somente vermes e fragmentos putrefatos. O fato contradiz todas as leis físicas e biológicas, o cientista Enrico Medi manifestou-se da seguinte forma: “Esta intervenção direta de Deus, é o Milagre…Milagre no sentido estrito da palavra, realizado e mantido milagrosamente pelos séculos, dando testemunho da presença permanente de Cristo no Sacramento Eucarístico”.
Entre os documentos mais importantes que descrevem o Milagre, está um diário escrito por um tal Macchi no ano de 1730. Nele se narra que no dia 14 de agosto de 1730, alguns ladrões conseguiram entrar na Igreja de São Francisco em Sena e roubar a píxide que continha 351 Partículas consagradas. Depois de três dias, no dia 17 de agosto, na caixinha da esmola do Santuário de Santa Maria em Provengano, no meio do pó, encontraram as 351 Hóstias intactas. Todo o povo correu para festejar a recuperação das santas Hóstias que foram imediatamente levadas, numa solene procissão, à Igreja de São Francisco. Com o passar dos anos as Partículas não apresentaram nenhum sinal de alteração. Mais de uma vez, homens ilustres as examinaram com todos os recursos científicos e as conclusões foram sempre as mesmas: “As Sagradas Partículas estão ainda frescas, intactas,
fisicamente incorruptas, quimicamente puras e não apresentam sinais de início de corrupção”. No ano de 1914, o Papa São Pio X autorizou uma análise da qual participaram professores de bromatologia, higiene, química e farmacologia, entre os quais, estava também o célebre professor Siro Grimaldi.
A conclusão final do relatório dizia: “As santas partículas de Sena são um clássico
exemplo de perfeita conservação de partículas de pão ázimo consagradas no ano de 1730, e constituem um fenômeno singular, que suscita atualmente um grande interesse, que inverte as leis naturais da conservação da matéria orgânica (…) É estranho, é surpreendente, é anormal: as leis da natureza se inverteram, o vidro virou sede de mofo e o pão ázimo ficou mais refratário que o cristal (…). É um fato único consagrado nos anais das ciências”. Outras análises foram realizadas no ano
de 1922, quando as Partículas foram transferidas a um cilindro feito de puro cristal extraído das rochas, no ano de 1950 e em 1951. O Papa João Paulo II, quando fez uma visita pastoral a Sena no dia 14 de setembro de 1980, diante das Hóstias Prodigiosas, se expressou desta maneira: “É a Presença!”. O Milagre permanente das Santíssimas Partículas é custodiado na capela Piccolomini
durante o verão e na capela Martinozzi durante o inverno. Muitas são as iniciativas dos cidadãos de Sena em honra das Santas Hóstias: a homenagem
dos bairros, os presentes das crianças da Primeira Comunhão, a Solene Procissão na festa de Corpus Christi, o Setenário Eucarístico no final do mês de setembro, a jornada de Adoração Eucarística no dia 17 de cada mês em memória da recuperação das Hóstias no dia 17 de agosto de 1730.

13. A Eucaristia e a Imaculada de Lourdes (ano de 1888)

Em Lourdes (França), trinta anos depois das aparições de Nossa Senhora a Santa Bernardete, a 22 de Agosto de 1888, quando um sacerdote francês da Peregrinação Nacional propôs realizar uma procissão com o Santíssimo Sacramento, ocorreu uma cura prodigiosa. Desde então, os doentes que vão a Lourdes em peregrinação são abençoados com o Santíssimo Sacramento e são incalculáveis as curas milagrosas ocorridas durante a passagem do Santíssimo. O Santuário de Lourdes é um exemplo luminoso da fé na presença real de Jesus na Eucaristia.

 

No dia 22 de agosto de 1888 às 4 horas da tarde, realizou-se por primeira vez em
Lourdes a procissão com a bênção dos enfermos com o Santíssimo Sacramento. Foi um sacerdote quem propôs esta iniciativa piedosa e desde então não foi nunca deixada. Nesse mesmo dia, quando os doentes foram abençoados com o Santíssimo diante da gruta das aparições da Virgem, Pedro Delanoy, que durante anos vinha sofrendo de ataraxia (doença que impede a coordenação dos movimentos voluntários e que conduz seguramente à morte), ficou curado instantaneamente quando o Ostensório passou. Era o primeiro Milagre Eucarístico que ocorria em Lourdes. Daquele dia em diante, nunca mais deixou-se de realizar a procissão Eucarística para os doentes.

14. O rosto em relevo na Hóstia em Santo André da Ilha da Reunião
(ano de 1902)

No dia 26 de Janeiro de 1902, na igreja da cidade de Saint-André, na ilha da
Reunião (colônia francesa), o Abade Henry Lacombe, pároco daquela igreja deu
um testemunho do Milagre que ele mesmo presenciou.
O religioso falou para milhares de pessoas no Congresso Eucarístico de Angoulême (1904) e para um grupo de sacerdotes em retiro espiritual na cidadezinha de Périgueux. O rosto de Jesus apareceu durante horas na Hóstia e esse fenômeno foi visto e contado por milhares de pessoas.

Vejamos o relato do Abade Lacome: “26 de Janeiro de 1902; dia da festa da Adoração Perpétua (40 horas). O Santíssimo Sacramento estava exposto no Tabernáculo e eu comecei a celebrar a Missa. Depois da consagração, mais
precisamente na hora do Pai Nosso, os meus olhos se alçaram em direção da Hóstia e vi uma auréola brilhante ao redor dos raios do Ostensório.
Continuei celebrando a Missa, mas com uma grande perturbação em minh’alma que, contudo, tratei de dominar. Quando chegou o momento da comunhão olhei novamente o Ostensório e dessa vez vi na Hóstia um rosto humano com os olhos fechados, os cílios eram longos e grossos e tinha uma coroa de espinhos na cabeça; mas o que mais me comoveu foi a dor estampada no rosto. Procurei disfarçar a minha agitação interior e ao final da celebração entrei na sacristia e chamei imediatamente os rapazes mais velhos do coro e lhes disse que olhassem atentamente o Ostensório.
Os rapazes regressaram dizendo: “Padre, vimos a cabeça de um homem na Hóstia, é o Bom Deus que se manifesta!” Entendi então que a visão era autêntica. Nesse momento, chegou um rapaz de 16 anos, Adam Villiers, que tinha estudado num colégio na França e eu lhe disse: “Vai na igreja e vê se tem alguma coisa de extraordinário no Tabernáculo”. O jovem estudante foi na igreja e quando regressou me disse: “Padre, é o bom Deus que aparece na Hóstia, vejo o seu
Divino rosto”. A partir daquele momento as minhas dúvidas desapareceram e pouco a pouco toda a cidade foi entrando na igreja para ver o Milagre.
Vieram também jornalistas e gente de Saint Dennis. De repente, o rosto na Hóstia pareceu ganhar vida e a coroa de espinhos desapareceu. Usei todos os meios de precaução possíveis, porque temia que fosse um efeito da luz, assim que mandei apagar todas as velas e fechar todas as janelas. O fenômeno era agora mais claro ainda e na escuridão os traços daquele rosto eram mais resplandecentes. Alguns
visitantes tinham lentes de aumento para ver melhor, mas não era necessário.
Muitas pessoas vieram ver o Milagre, entre elas uma jovem pintora que retratou fielmente o rosto impresso na Hóstia.
Horas mais tarde a imagem mudou outra vez e apareceu um crucifixo que cobria a Hóstia completamente. “Depois da Bênção Eucarística e da recitação do Tantum Ergo a imagem desapareceu”.

15. O Anjo da Paz (ano de 1902)

Um Anjo apareceu três vezes aos pastorzinhos de Fátima (Portugal) para preparar as futuras aparições de Nossa Senhora e para elevá-los com a Comunhão a um estado sobrenatural.
Durante a terceira aparição o Anjo deu a Comunhão a Lúcia com uma Hóstia que gotejava Sangue que foi recolhido num cálice. Francisco e Jacinta, que não tinham feito ainda a Primeira Comunhão, receberam- na com o conteúdo do cálice. O Anjo disse nesta aparição: “Tomai e Bebei o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor
Jesus Cristo horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o Vosso Deus”.

Francisco, que não ouviu as palavras do Anjo e tampouco ouvirá Nossa Senhora, perguntou à Lúcia: “O Anjo e deu a Sagrada Comunhão, mas a mim e a Jacinta que coisa deu?” “Foi a Santa Comunhão – respondeu Jacinta com uma alegria imensa – Não viste o Sangue que caiu da Hóstia?” “Senti que Deus estava em mim, mas não tinha idéia de como fosse”. “E caindo por terra ficou muito tempo com a sua irmã recitando a oração do Anjo: “Santíssima Trindade etc…”Entre todas as aparições com as quais o Céu os favoreceu, esta foi a que mais influenciou a boa alma de Francisco. As palavras do Anjo pedindo consolar Deus, triste por causa de tantos ultrajes e pecados, marcaram profundamente o seu sensível coração. Daquele dia em diante o seu ideal será o de consolar o Senhor. Enquanto Jacinta quis ser o apóstolo dos pecadores, Francisco quis ser o consolador de Jesus.

Primeira Aparição do Anjo
“Vimos uma luz mais branca que a neve, com a forma de jovem transparente, mais brilhante que um cristal, atravessado pelos raios do sol… enquanto ele se aproximava foi possível distinguir os seus traços: um jovem de 14 ou 15 anos, muito belo. Estávamos surpresos, não emitíamos uma palavra, aproximando-se de nós disse: “”Não tenham medo. Eu sou o anjo da Paz. Rezem comigo”. Depois ajoelhou-se, inclinando-se até tocar o seu rosto no solo e rezou: “Meu Deus, eu
creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam” E disse esta oração três vezes.
Quando parou, disse às crianças “Rezem assim. Os corações de Jesus e Maria estão atentos à voz de suas súplicas”. A atmosfera sobrenatural que nos envolvia era intensa que quase não percebíamos, durante um longo espaço de tempo, a
nossa própria existência.

Segunda Aparição do Anjo
O Anjo nos disse: “Que fazeis? Orai! Orai muito! Os corações de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios”. – “Como nos havemos de sacrificar?” – perguntei.
“De tudo que puderdes, oferecei um sacrifício em ato de reparação pelos pecados com que ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos
enviar”. E desapareceu… Aquelas palavras do Anjo marcaram o nosso espírito, como uma luz que nos fazia compreender quem era Deus: como nos ama e quer ser amado; o valor do sacrifício e como lhe é agradável e como por meio dele,
converte os pecadores”.

Terceira Aparição do Anjo
Vimos o Anjo se apresentar com um Cálice na mão esquerda e uma Hóstia na mão direita sobre o Cálice e da qual caíam gotas de sangue. O Anjo ajoelhou-se ao lado dos Pastorzinhos, deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar e convidou-os a
repetir por três vezes a seguinte oração: “Santíssima Trindade, pai, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente, e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido.
E, pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores”. Em seguida, o Anjo ergueu-se, tomou de novo o cálice e a hóstia, que tinham ficado suspensos no ar e deu a Hóstia à Lúcia e o que continha o cálice ao Francisco e à Jacinta, dizendo ao
mesmo tempo: – “Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o Vosso Deus” e desapareceu.

16. O Milagre de Avignon (ano 1433)

A cidade de Avignon no dia 30 de Novembro de 1433, viu-se alagada pelas águas
do rio Ródano. Este rio, que atravessa a cidade, transbordou porque tinha chovido
muito. Nesse mesmo dia o Santíssimo Sacramento estava exposto para os fiéis na capela de uma Confraria conhecida como dos “Penitentes cinzas” e dois dos seus membros conseguiram com um barco chegar à capela, pois o Santíssimo exposto tinha ficado sozinho. Quando entraram viram que as águas estavam divididas em duas, à direita e à esquerda do Altar e do Ostensório, que estavam completamente secos.

O Milagre Eucarístico de Avignon ocorreu na capela da Santa Cruz, sede da Confraria conhecida como dos “Penitentes cinzas”, cuja instituição vem do tempo do pio Rei Luis VIII, quem, para festejar a vitória sobre os hereges albigenses que negavam a presença real de Jesus na Eucaristia, havia organizado um solene ato de reparação no dia 14 de setembro de 1226, festa litúrgica da exaltação da Santa Cruz.
No relatório oficial, que ainda hoje está guardado na capela dos “Penitentes cinzas”, está escrito que no dia 30 de novembro de 1433, enquanto o Santíssimo estava exposto na pequena capela, a cidade de Avignon viu-se alagada pelas
águas do rio Ródano. Este rio, que atravessa a cidade, transbordou porque tinha chovido muito. Armand e Jehan de Pouzilhac-Farure, naquela época responsável pela Confraria, pegaram um barco para ir à capela e salvar o Ostensório com
o Santíssimo Sacramento, mas a confusão era tanta, que eles demoraram muito para chegar lá. Assim que chegaram, olharam desde o portão para ver em que estado estava o Ostensório. As águas superavam a altura de seis pés, mas estavam
divididas e formavam dois muros, um à direita e outro à esquerda do Altar e do Ostensório; os dois estavam secos e protegidos.
A notícia difundiu-se rapidamente e todo o povo e as autoridades foram ao lugar do Milagre agradecendo e cantando louvores ao Senhor. Centenas de pessoas testemunharam esse acontecimento. A Confraria decidiu então que todos os anos,
nessa mesma capela, se celebrasse o aniversário do Milagre no dia de Santo André Apóstolo. Até hoje no dia 30 de novembro, os irmãos se reúnem para celebrar o Milagre e antes da benção do Santíssimo Sacramento, cantam o “Cantemus
Domino”, o cântico de Moisés composto depois da passagem do mar vermelho: “Eu cantarei a Iahweh, porque se vestiu de glória(…) Ao sopro das tuas narinas as águas se amontoam, as ondas se levantam qual uma represa(…) Quem é igual a
ti, Ilustre em santidade? Levaste em teu amor este povo que redimiste” (Ex 15, 1.8.11b.13a)”.

17. São João Bosco – Itália (1848)

São João Bosco foi sempre muito devoto da Eucaristia e numerosos são os escritos
em que o santo fala da importância desse Sacramento. Uma vez, tendo sobrado somente oito Hóstias na píxide, começou a multiplicá-la e assim pôde dar a Comunhão aos 360 rapazes que assistiam a sua Missa.

Os biógrafos contam que em 1848, durante uma Missa celebrada em homenagem à
Festa da Anunciação, Dom Bosco percebeu que só tinham oito Hóstias na píxide que estava no Tabernáculo, na hora de dar a Comunhão aos 360 rapazes que assistiam à Missa. Todo mundo se deu conta disso e começaram a perguntar-se que coisa ia fazer Dom Bosco. Giuseppe Buzzeti, que seria um dos primeiros sacerdotes salesianos, servia na Missa e quando viu Dom Bosco multiplicar as Hóstias e dar a comunhão aos 360 rapazes, passou mal com tanta emoção.
Dom Bosco uma vez contou que sonhou com uma terrível batalha marítima, desencadeada por uma grande frota de pequenas e grandes embarcações que
lutava contra uma barca majestosa, símbolo da Igreja. A barca foi atingida muitas vezes, mas saía sempre vitoriosa e o Papa a conduzia para ancorar-se segura
entre duas colunas que saíam do mar. Na primeira, elevava-se uma grande Hóstia com a inscrição “Salus credentium”, sobre a outra, mais baixa, ficava a estátua da
Imaculada com a inscrição “Auxilium Crhistianorum”.

18. O Milagre Eucarístico de Bettbrunn-Alemanha (1125)

O Milagre Eucarístico de Bettbrunn, conta a história de um camponês muito piedoso, que movido por um zelo excessivo, roubou uma Hóstia consagrada e levou-a à sua fazenda de Viehbrunn. Um dia a Hóstia caiu na terra e ninguém conseguia recolhê-la. Tentaram de tudo e nada, finalmente o Bispo de Regensburg conseguiu recolher a Partícula mas só depois de ter prometido ao Senhor construir uma igreja em sua homenagem. A notícia do Prodígio difundiu-se velozmente e atraiu numerosos peregrinos.

A construção do vilarejo de Bettbrunn e da atual igreja de São Salvador se deve a um Milagre Eucarístico ocorrido no ano de 1125.
Atualmente, onde é o povoado e a igreja, antes era somente um sítio chamado Viehbrunn, porque aí por perto havia um poço que era usado para dar de beber aos animais. O proprietário era um homem profundamente devoto ao Santíssimo
Sacramento, mas como ele morava a uma hora e meia de distância da paróquia de Tholling nem sempre conseguia ir à missa. Para solucionar essa situação decidiu então roubar uma Hóstia consagrada e levá-la para casa. O camponês pegou
o bastão que tinha sempre consigo, fez um furo na ponta superior e aí colocou a Hóstia. Cada dia na hora do descanso dos animais, o camponês afundava o bastão no terreno e se ajoelhava diante do Santíssimo durante horas.
Essa situação durou meses, mas um dia, o camponês, sem querer, lançou
impulsivamente o bastão que continha a Hóstia para deter um animal que estava afastando-se.
A Hóstia, então caiu no chão e o pastor, profundamente dolorido, inclinou-se para recolhê-la. Todas as tentativas foram inúteis e não sabendo mais o que fazer, foi chamar o pároco de Tholling, mas nem ele conseguiu pegar a Hóstia; decidiram então chamar o Bispo de Regensburg, Hartwich, quem imediatamente foi ao local do Prodígio com todo o clero. Somente quando o Bispo prometeu construir
naquele lugar uma capela, é que conseguiu tirar a Hóstia do chão.
No mesmo ano de 1125 o Bispo mandou construir a capela e a Relíquia foi conservada naquele lugar até 1330, ano em que um incêndio destruiu tudo. A capela foi reconstruída e dentro colocou-se uma das pilastras que se salvou
do incêndio.

19. O Milagre Eucarístico de Caravaca de La Cruz-Espanha (ano 1231)

O Milagre Eucarístico de Caravaca de la Cruz nos apresenta a história da celebração de uma Missa milagrosa na qual Jesus apareceu dentro da Hóstia
e um crucifixo que desceu dos céus.
Graças a essas aparições, o rei muçulmano de Murcia e toda a sua família se converteram ao catolicismo.

Entre os documentos que relatam este Milagre o mais fidedigno é um testemunho
da época, fornecido pelo franciscano historiador do rei São Ferdinando, o padre
Gilles di Zamorra.
Sabemos com certeza que um sacerdote católico, o padre Gines Pérez Chirinos de Cuenca, foi viver entre os mouros do reino de Murcia com a intenção de pregar o Evangelho. Ele, porém, foi capturado e conduzido à presença do rei mouro Zeyt-Abu-Zeit quem interrogou-o sobre alguns aspectos da religião cristã. Particularmente o rei queria saber mais sobre o significado da Missa. O
sacerdote explicou detalhadamente a importância da Missa e o rei, fascinado com a pregação do frade, ordenou-lhe celebrar uma. Mas, como o sacerdote não tinha os materiais necessários para a celebração, o rei mouro mandou que alguns dos
seus homens os trouxessem de Cuenca, um povoado vizinho e território cristão. Porém, os homens esqueceram da Cruz que deve estar sobre o altar durante a celebração e o sacerdote sem dar-se conta da sua ausência, começou a Missa, mas quando ele percebeu que faltava a Cruz parou a celebração perturbado.
O rei perguntou qual era a razão daquela perturbação e o sacerdote respondeu
que faltava a Cruz; o rei disse imediatamente: “Não será aquela?” Naquele momento, dois anjos colocavam uma Cruz sobre o altar e o sacerdote comovido, deu graças ao Senhor e continuou a celebração com alegria. Mas o Milagre não acabou! Na hora da consagração o rei viu que no lugar da Hóstia estava um belíssimo Menino que olhava para ele com doçura.
Depois de ter presenciado esse evento milagroso o rei e toda a sua família se converteram ao cristianismo e foram batizados. Zeit-Abu-Zeyt passou a chamar-se Vicente e a sua mulher Helena.
Daquele dia em diante, 3 de maio de 1231, o povoado passou a chamar-se Caravaca de la Cruz. Recentemente a Santa Sé concedeu o Ano Jubilar a Caravaca de la Cruz, que significa que ela é a quinta cidade do mundo, depois de Santiago de Compostela, Santo Toribio de Liébana, Roma e Jerusalém, que pode celebrar o Jubileu Perpétuo (um Ano Santo cada sete anos in perpetuum) no
Santuário onde a “Vera Cruz” é custodiada.

20. O Milagre Eucarístico de Chirattakonam – Índia (2001)

Este Milagre Eucarístico ocorreu recentemente, no dia 5 de maio de 2001 em Trivandrum. Na Hóstia apareceu o rosto de um homem similar ao de Cristo
coroado de espinhos. Sua Beatitude Cyril Mar Baselice, Arcebispo dessa Diocese escreveu sobre esse Prodígio: “…Para nós que temos fé, o que vimos é algo que desde sempre acreditamos …Se o Nosso Senhor está falando conosco através deste sinal, temos certamente que responder.”
A Hóstia está conservada num Ostensório dentro da igreja.

 

O Padre, Frei Johnson Karoor, pároco da igreja na qual ocorreu esse Milagre Eucarístico conta no seu depoimento: “no dia 28 de abril de 2001, na igreja da paróquia de St. Mary of Chirattakonam, iniciamos, como todos os anos, a novena de São Judas Tadeu. Às 8:49 da manhã, expus o Santíssimo Sacramento e comecei a Adoração pública. Depois de alguns minutos vi que apareceram três pontinhos na Santa Eucaristia. Deixei então de rezar e comecei a olhar o Ostensório. Chamei à atenção dos fiéis para os três pontos e lhes pedi que continuassem a rezar. Coloquei então o Ostensório dentro do Tabernáculo. No dia 30 de abril, celebrei a Santa Missa e no dia seguinte parti para Trivandrum. Na manhã do dia 5 de maio de 2001, que caía num sábado, abri a igreja para a celebração da missa, me preparei e fui abrir o Tabernáculo para ver que coisa tinha acontecido à Eucaristia que estava no Ostensório. Imediatamente reparei que nela estava figurado um rosto humano. Fiquei muito perturbado e pedi aos fiéis que se ajoelhassem e começassem a rezar. Pensava que só eu via o rosto e perguntei ao coroinha que coisa ele via no Ostensório. Ele respondeu: “vejo a figura de um homem.” Notei que os fiéis olhavam fixamente o Ostensório.
Começamos a Adoração e a figura do homem, com o passar do tempo era cada vez mais nítida. Não tive a coragem de falar nada e comecei a chorar. Durante a Adoração temos o costume de ler um versículo da Sagrada Escritura e a citação daquele dia era aquela do capítulo 20 do Evangelho de São João que narra a aparição de Jesus Ressuscitado a São Tomé na qual o Senhor pede que o apóstolo veja as suas chagas. Consegui dizer umas poucas palavras na Homilia e tendo que ir a celebrar a Missa na paróquia vizinha de Kokkodu, mandei chamar um fotógrafo para tirar fotos da Santa Eucaristia com o rosto humano. Duas horas depois as fotos estavam reveladas e a cada foto o rosto era sempre mais nítido.”

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