Cinco erros que cometemos na Santa Missa

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1 – Elevar as mãos na Hora do Pai Nosso:
Não se deve elevar as mãos no Pai Nosso. Por que este é um ato somente do SACERDOTE. Nesta época triste em que vivemos de uma crise de fé, virou-se costume copiar o que o sacerdote faz, como se o sacerdote fosse apenas um “presidente” da celebração, igual a todo mundo, um pensamento ERRADO e protestantizado, pois o Padre está muito acima dos fiéis. Existem orações próprias dos sacerdotes, e gestos próprios deles. Quem eleva as mãos oferecendo a Deus é o SACERDOTE. Virou-se costume por parte dos leigos elevar as mãos, copiando o gesto do padre. Isso é errado e não deve ser feito.

2 – Responder Amém depois do Pai Nosso:

Não existe amém depois do Pai Nosso. Algumas paróquias que expõem slides contendo as leituras da Missa colocam uma observação após o Pai-Nosso: “Aqui não se diz amém”.
Se você também já fez essa pergunta: “Porque não dizer amém depois do Pai-Nosso?” vamos esclarecer essa dúvida.
Vejamos o que diz a Instrução Geral do Missal Romano (IGMR) no número 81:
“Na Oração dominical pede-se o pão de cada dia, que para os cristãos evoca principalmente o pão eucarístico; igualmente se pede a purificação dos pecados, de modo que efetivamente ‘as coisas santas sejam dadas aos santos’. O sacerdote formula o convite à oração, que todos os fiéis recitam juntamente com ele. Então o sacerdote diz sozinho o embolismo, que o povo conclui com uma doxologia. O embolismo é o desenvolvimento da última petição da oração dominical; nele se pede para toda a comunidade dos fiéis a libertação do poder do mal.
O convite, a oração, o embolismo e a doxologia conclusiva dita pelo povo, devem ser cantados ou recitados em voz alta.”
A oração que se segue ao “Pai-Nosso” é chamada de embolismo, que tem o sentido de continuar a oração com uma petição de mesma intenção da parte final do Pai-Nosso. Ela termina com o povo dizendo “Vosso é o reino o poder e a glória para sempre“.
A descrição da oração é assim:
O sacerdote faz um convite ao Pai-Nosso.
Nós rezamos: “Pai nosso, que estais nos céus… Mas livrai-nos do mal”.
Sacerdote: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador. (Este é o embolismo, um acréscimo ao Pai-Nosso. Repare que é uma repetição do final do Pai-Nosso, com outras palavras. Por causa dele não se diz “amém” ao final do Pai-Nosso)
Nós rezamos: Vosso é o Reino, o poder e a glória para sempre! (Essa é a doxologia).

3 – Rezar Junto com o sacerdote a Oração “Por Cristo, com Cristo e em Cristo…” e elevar as mãos para o altar: Errado! Esta é uma oração exclusiva do sacerdote, é O SACERDOTE quem oferece as espécies e não os leigos. Como falei no item numero 1, não se deve imitar o sacerdote, tampouco falar orações que são próprias dele. Bem como a oração da Paz: “Eu vos deixo a Paz, eu vou dou a minha paz…” NÃO SE DEVE rezar junto com o Padre.

4 – “Ele está no meio de nos” —> ERRADO
“Et cum Spiritu tuo.” —> CORRETO (E com teu espírito).
Para isso basta ver um vídeo do Próprio Papa, a resposta correta é essa “e com teu espírito” e NUNCA Ele está no meio de nós. Assistam uma missa do papa e prestem atenção.
Essa tradução absurda foi feita, ao que se diz, pelo Bispo Dom Isnard, e ela insinua que Deus está no povo. E isso é um absurdo. Ademais, essa ideia errada de que Deus está no povo se harmoniza com a doutrina herética adotada pelos liturgicistas modernistas de que a presença de Deus está no povo e não na hóstia consagrada, pela doutrina que eles sugaram do rabino cabalista Martin Buber da formação de um eu coletivo do povo, eu coletivo que seria Deus.
Tudo isso para negar a presença real de Cristo na hóstia consagrada, onde Jesus está presente realmente com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Na época esta tradução foi REJEITADA pelo Vaticano, mas os bispos do Brasil não ouviram, e fizeram pouco caso, e tudo continuou como está. Esta tradução está feita apenas NO BRASIL, em vários outros países a tradução está correta: “E com teu espírito”.

5 – Bater palmas durante a Missa:
O Missal manda bater palmas?
NAO, o Missal NAO CITA PALMAS.
Assim como não tem documento proibindo nos entrarmos de moto dentro da missa, e não significa que eu possa acrescentar isso.
Assim diz um documento da Igreja:
“Por isso, ninguém mais, mesmo que seja sacerdote, ouse, por sua iniciativa, acrescentar, suprimir ou mudar seja o que for em matéria litúrgica”. (Sacrosanctum Concilium nº 22).

ESPERO QUE TENHA SIDO ÚTIL.

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