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PROVANDO A ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA NA BÍBLIA

21 ago

Não há motivo para não se crer na Assunção de Maria, visto que muitos homens na Bíblia também foram elevados ao céu, como Moisés, apesar de morto (Jd 1,9), Henoc que “pela fé, foi levado, a fim de escapar à morte e não foi mais encontrado, porque Deus o levara (…)” (Hebreus, 11,5), Elias que subiu num carro de fogo, e foi arrebatado por Deus, em corpo e alma (II Reis, II, 1-11). São Paulo nos afirma que “Cristo ressuscitou dentre os mortos como primícias dos que morreram” ( I Cor 15,20) e que “assim como em Adão todos morreram, assim em Cristo , todos reviverão, cada qual porém em sua ordem; como primícias Cristo e, em seguida, os que forem de Cristo, na ocasião de sua vinda “(I Cor 15,22-23).

A Bíblia registra Deus “tomando” Enoque e Elias ao Céu (Gênesis 5,24; II Reis 2,11). Por isto, não é impossível que Deus tenha feito o mesmo com Maria.

São Paulo afirma que cada um ressurgirá “cada qual porém em sua ordem” (I Cor 15,23), dando a entender que uns podem ressurgir primeiro que outros, algo que de fato aconteceu com alguns Santos como nos relata o Evangelho, logo após a morte do Senhor:

“E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados;
E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos.”

Mateus 27,52,53

E ainda São Paulo diz: “Eis que vos revelo um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados” ( I Cor 15,51), ou seja, nada nos impede em crer na Assunção de Maria, visto que “nem todos morreremos, mas todos seremos transformados” ( I Cor 15,51), ela pode muito bem ter sido levada em corpo e alma sim, como nos atestam os cristãos desde os primeiros séculos e é Dogma de nossa Santa Mãe Igreja.

A crença na Assunção é a crença na divindade de Cristo, pois se Deus se encarnou no seio da Virgem e tomou sua carne (João 1,14), não permitiria que sua própria carne glorificada, que não viu a corrupção (Atos 2,27.31) , e está no céu sentada a direita do Pai (Atos 2,30.34; 7,55-56), apodrecesse no túmulo, em sua Mãe.

Se Maria morreu de causas naturais, se ela só dormiu, como dizem alguns, são detalhes que não sabemos, pois não há relato bíblico sobre a morte de Maria, algo que desmascara totalmente os argumentos protestantes, já que não podem afirmar que a Bíblia diga que a Mãe de Jesus morreu, nem muito menos podem afirmar que ela não foi assunta.

Os primeiros cristãos sempre acreditaram nesta fé, logo, são mais dignos de fé que os protestantes surgidos mais de 1500 anos depois.

A única definição da Igreja sobre a morte de Maria é que:

“terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.

Nada mais justo para com aquela que foi a Mãe do Nosso Senhor (Lc 1,43),e Nosso Deus ( Jo 1,1;14).

Ela que foi preservada da culpa de Adão ( Jó 14,4; Jó 15,14; Jó 25,4; Lc 1,28) pelos méritos da paixão de seu Filho e em virtude do mistério de sua encarnação (Lc 1,35).

Ela que é a Arca da nova Aliança (Apoc 11,19), (Hb 9,4) , já que teve em seu ventre o Verbo (Jo 1, 1), a Palavra de Deus, e o Maná, o Pão vivo (Jo 6,35), Jesus, descido do céu (Jo 6,38), o Templo perfeito da Trindade (Lc1,35).

Arca que foi vista pelo Apóstolo João no céu:

” Abriu-se o templo de Deus no céu e apareceu, no seu templo, a arca do seu testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva.”
Apocalipse11, 19

Por isso, atribuímos o texto dos Cânticos dos Cânticos ao mistério da Assunçao de Maria :

“Levanta-te, Senhor, ao teu repouso, tu e a arca da tua força.”
Salmos 132,7-8

O Senhor elevou-se ao céu e está sentado a direita do Pai (Lucas 24,51; Atos 2,30.34; 7,55-56) e para lá levou a Arca na qual Ele habitou nove meses e da qual tomou sua carne, que não podia ver a corrupção (Atos 2,27.31), agora glorificada (João 1,14; Apocalipse11, 19).

A entrada da Virgem Maria no céu sempre foi vista de forma alusiva no salmo 46 (45):

“As filhas dos reis estavam entre as tuas ilustres mulheres; à tua direita estava a rainha ornada de finíssimo ouro de Ofir.
Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da casa do teu pai.
Então o rei se afeiçoará da tua formosura, pois ele é teu Senhor; adora-o.
E a filha de Tiro estará ali com presentes; os ricos do povo suplicarão o teu favor.
A filha do rei é toda ilustre lá dentro; o seu vestido é entretecido de ouro.
Levá-la-ão ao rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a ti.
Com alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do rei.
Em lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a terra.
Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso os povos te louvarão eternamente.”

Salmos 44 (45),8-17

A Virgem Maria é a Mulher vestida de sol (Apo 12,1), vestido entretecido de ouro, ornada de puro ouro de ofir (Sl 44,9.13), que são as suas virtudes as muitas graças das quais ela foi plenificada (Luc 1,28).

A Virgem Maria é a Bendita entre as mulheres (Luc 1,42), de quem o Rei dos céus se afeiçoou da formosura (Luc 1,30; Sl 44,11)e escolheu para Esposa e Mãe (Mat 1,18; Luc 1,35).

A Virgem Maria é quem é lembrada de geração em geração como Ela mesma profetizou (Luc 1,50).

A Virgem Maria é que foi levada pelos anjos ao Rei (Sl 44,14; Apo 12,14).

Alguns não católicos, que não compartilham da herança dos primeiros cristãos, afirmam que a doutrina da Assunção é o resultado de se elevar Maria a uma posição que se compara a de seu Filho.

E dizem que alguns católicos romanos vão muito longe, e ensinam que Maria ressuscitou no terceiro dia, assim como Jesus, e que Maria ascendeu ao Céu, assim como Jesus.

O Novo Testamento ensina que Jesus ressuscitou no terceiro dia (Lucas 24,7) e que Ele ascendeu corporeamente ao céu (Atos 1,9). Presumir o mesmo em relação a Maria seria atribuir a ela alguns dos atributos de Cristo, dizem eles.

Ensinar a Assunção de Maria seria, segundo eles, um passo na direção de torná-la igual a Cristo, essencialmente proclamando a divindade de Maria, fazendo que seja adorada, e que a ela se ore.

Desconhecem, no entanto, a verdadeira e sã doutrina da Igreja, que faz a diferença entre Ascensão de Jesus e Assunção de Maria.

Ascensão significa voltar para o alto, Jesus que desceu do céu retorna ao Pai, é o próprio Deus que volta de onde saiu.

Assunção significa ser elevada, Maria foi elevada ao céu, ela é humana, não divina, é o primeiro ser humano renovado por Cristo , a entrar no céu de corpo e alma após a Ressurreição do Senhor e antes do juízo final.

Maria não é uma deusa. Houve até um grupo que cultuava Maria como Deusa e que foi condenado pela Igreja Católica como hereges.

Ela nasceu na terra e pela graça divina foi elevada ao céu, pois para nós, católicos , é lógico que Deus não permitiria que aquela que deu sua carne e sangue caísse em corrupção.

Se fomos remidos pelo sangue de Jesus e ele herdou esse sangue de Maria, já que ele era Deus e assumiu a carne e o sangue dela, era necessário que ela fosse pura, livre de pecado, sendo assim, também não poderia padecer nas mãos da morte, como Ele não padeceu.

É por causa de Cristo que Maria é venerada, e não o contrário.

Como sustentar que Jesus é Deus, e nos salvou com seu sangue, se ele porventura se encarnasse no seio de uma mulher manchada pela culpa de Adão e herdasse o sangue do pecado?

O livro do Apocalipse também faz alusão ao mistério da assunção de Maria ( Apocalipse 12, 1-6;13-17):

“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. (…)
Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. (…) Mas à Mulher foram dadas duas asas de grande águia, a fim de voar para o deserto, para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente.”

No livro dos Cânticos dos cânticos temos outras alusões ao mistério da assunção de Maria aos céus nos verículos:

“Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, de incenso, e de todos os pós dos mercadores?”
Cânticos 3,5-6

“Quem é esta que sobe do deserto, e vem apoiada ao seu amado?”
Cânticos 8,4-5

PORQUE A BÍBLIA NÃO REGISTROU A MORTE E ASSUNÇÃO DE MARIA LITERALMENTE?

A Bíblia não registra a morte de Maria ou a menciona depois do capítulo 1 dos Atos dos Apóstolos.

Porém a própria Bíblia diz que nem tudo foi escrito nela:

“Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que não caberiam no mundo os livros que seriam escritos.” (João 21,25)

“Ademais, fez Jesus muitos outros sinais na presença dos seus discípulos, os quais não estão escritos neste livro. Porém, estes foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (João 20,30-31).

“Tenho muitas outras coisas para escrever-vos, porém, não quero fazê-lo por tinta e papel, pois espero ir até vós e falar-lhes face a face, para que nosso gozo seja completo” (2 João 1,12).

“O que ouviste de mim perante muitas testemunhas, encarrega a homens fiéis, que sejam idôneos, para ensinar também a outros” (2 Timóteo 2,2).

Assim, há muitas verdades de fé que não foram escritas claramente na Bíblia, pois quem veio primeiro foi a Igreja e não a Bíblia.

A Bíblia foi uma construção, o Antigo Testamento já estava praticamente completo, mas o Novo estava em processo, já que o primeiro Evangelho, o de Marcos, foi escrito aproximadamente 30 ou 40 anos após a morte de Cristo (no ano 60 de nossa era), só para dar um exemplo.

Durante esse período, a fé era transmitida, em sua maioria, oralmente.

O próprio Apóstolo Paulo diz que ensinou o Evangelho, porém os livros dos evangelhos ainda não estavam prontos em sua época, assim o ensinamento dele era oral:

“Vos recordo, irmãos, que o Evangelho com que vos evangelizei não é doutrina de homens” (Gálatas 1,11).

“O que ouviste de mim perante muitas testemunhas, encarrega a homens fiéis, que sejam idôneos, para ensinar também a outros” (2Timóteo 2,2).

“Permanecei, pois, constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendestes, ou por nossas palavras, ou por nossa carta” (II Tess.II, 14)

“A palavra de Cristo habite em vós em toda sua riqueza, de sorte que com toda sabedoria vos possais instruir e exortar mutuamente. Sob a inspiração da graça cantai a Deus de todo o coração salmos, hinos e cânticos espirituais.” Col 3,16

Sabemos que Paulo foi o primeiro a escrever e sabemos que em sua Carta aos Coríntios fala da Última Ceia. Como aprendeu isto se ele não estava lá [na Ceia]?

Certamente, não leu em parte alguma, pois até então não existia nenhum livro do Novo Testamento.

De alguma pregação dos apóstolos é que aprendeu este mistério. Isto quer dizer que o ensino oral era o que berçava as primeiras comunidades cristãs.

São João, em sua segunda Carta, expressa:

“Tenho muitas outras coisas para escrever-vos, porém, não quero fazê-lo por tinta e papel, pois espero ir até vós e falar-lhes face a face, para que nosso gozo seja completo” (2 João 1,12).

João não está dizendo que quer ir explicar-lhes a carta; para ele, é mais importante o ensino que lhes possa dar oralmente ao invés daquele lido em suas cartas.

João sabe que ao ir pregar-lhes oralmente, o gozo dos fiéis será completo.

Ademais, Jesus mandou que pregassem e não que escrevessem (Mateus 28,20); tão somente cinco apóstolos decidiram escrever: Pedro, João, Tiago Menor, Judas e Mateus; mas TODOS os Doze pregavam sem papel.

A razão pela qual se passou a escrever Cartas foi a impossibilidade dos Apóstolos alcançarem todos os povos.

Perante esta situação, as cartas eram usadas para fazer-lhes algumas recomendações e exortações, PORÉM, NUNCA SUBSTITUÍRAM o ensino oral.

Se lermos as Cartas, veremos que há muitas coisas que as comunidades deviam saber para que os autores apenas fizessem recomendações sobre elas. Eles não estendem suas cartas para ensinar-lhes coisas novas.

– Na Carta aos Coríntios, Paulo não os ensina como fazer a fração do pão, mas bem os repreende pela forma com que celebravam (1Coríntios 11).
– Na Carta aos Hebreus, não lhes repete os primeiros ensinamentos sobre Cristo; lhes dá por conhecidos (Hebreus 6,1-3).

Se lermos a Carta aos Gálatas, diz:
“Quisera estar convosco agora mesmo e mudar de tom, pois estou perplexo quanto a vós” (Gálata 4,20).

Paulo está consciente de que um povo deve estar escutando a pregação adequada para cada circunstância. Por isso fala em “mudar de tom”.

Com a simples Escritura, isso não era possível e, por essa razão, Paulo desejava ir à Galácia para fazer-lhes ver as coisas mediante um tom de voz apropriado.

Se, por exemplo, alguém deixasse um recado a outra pessoa sobre algo, esta, quando chegasse, não saberia em que tom foi dito se a pessoa que tomou o recado não disser-lhe pessoalmente. Imagine-se, então, quando se tratar de levar o Evangelho de Cristo!

Fica-nos claro, assim, como a própria Escritura não busca ser autossuficiente, mas uma ferramenta a mais de Deus para comunicar-Se ao homem. Não que esteja abaixo da pregação apostólica, mas sujeita a esta.
Um exemplo de que nem tudo foi escrito na Bíblia é a passagem que fala sobre a ascensão de Moisés na Carta de São de Judas:

“Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda.”
Jd 1,9

A fonte primária usada pelo autor da epístola de Judas em tal passagem provém de um livro apócrifo chamado Assemptio Mosis ou “Ascensão de Moisés”.

Orígenes já citava ter vindo deste livro a passagem de Judas. Este apócrifo, perdido ao longo dos tempos, foi encontrado no século XIX. Porém, infelizmente o manuscrito encontrado contêm apenas dois terços do texto original. E, para a nossa “desgraça” a parte que nos interessa é uma das que falta.

Com esses exemplos, podemos perceber que nem tudo foi escrito, mas tudo o que foi escrito é o suficiente para crermos em Cristo, motivo único das escrituras.

A FÉ DOS PRIMEIROS CRISTÃOS NA ASSUNÇÃO DE MARIA:

A fé na assunção de Maria existe desde os primeiros séculos do cristianismo e é uma das festas mais antigas dedicadas a Maria

Os relatos da assunção corpórea de Maria são encontrados em livros apócrifos De Obitu S. Dominae, ostentando o nome de S. João, no entanto, que pertence ao quarto ou quinto século.

Também é encontrado no livro De Transitu Virginis, falsamente atribuído a São Melito de Sardes, e em uma carta apócrifa atribuída a São Denis, o Areopagita.

Se formos consultar verdadeiros escritos no Oriente, também é referida nos sermões de Santo André de Creta, de São João Damasceno , São Modesto de Jerusalém e outros.

No Ocidente, São Gregório de Tours (De gloria mart., I, iv) refere-la primeiro.

Os sermões de São Jerônimo e Santo Agostinho para esta festa, porém, são falsos.

São João Damasceno (PG, I, 96) formula assim a tradição da Igreja de Jerusalém:

São Juvenal, bispo de Jerusalém, no Conselho de Chalcedon (451), levadas ao conhecimento do Imperador Marcian e Pulquéria, que desejava possuir o corpo da Madre de Deus, que Maria morreu na presença de todos os Apóstolos, mas que o seu túmulo, quando aberto, a pedido, a São Tomé, foi encontrado vazio; qual os Apóstolos concluiu que o corpo foi levado até ao céu.

Hoje, a crença na Assunção de Maria é universal, no Oriente e no Ocidente

Mas se nem tudo está na Bíblia , então como saber a verdade?

Jesus disse que o Espírito Santo guiaria sua Igreja, fundada sobre Pedro, primeiro Papa, e nunca a abandonaria, somente a fé em sua palavra é que pode nos guiar:

“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus.”
(Mt 16, 18-19)

“Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo.”
(Mt 28,20)

“Porém, quando vier o Espírito da Verdade, ele vos guiará a toda verdade (…) e vos fará saber as coisas que hão de vir” (Jo 16,13).

“Guarda o mandato, preservando-o de tudo o que possa manchá-lo ou adulterá-lo até a vinda gloriosa de Cristo Jesus, Senhor nosso” (1Tim. 6,14).

O PODER DA IGREJA EM DOUTRINA:

E a Igreja Católica, em matéria de fé, ao definir seus dogmas não pode errar, pois é a única fundada pelo Senhor (Mateus 16,18) que disse que o inferno não a venceria, é guiada pelo Espírito Santo que ensinará tudo (João 14,26) , e é a coluna e sustentáculo da verdade (I Timóteo 3,15).

A doutrina da Igreja ainda é ensinada pelo Espírito Santo (João 14,26) e pelo poder dado por Cristo a Igreja deve definir sua doutrina, pois tudo o que ela ligar na terra será ligado no céu e tudo o que ela desligar, será desligado (Mateus 16,19; 18,18).

A Bíblia não diz que a própria Bíblia é coluna e sustentáculo da verdade, nem diz que tudo foi escrito nela (João 20,30-31; 21,25; 2 João 1,12; 2 Timóteo 2,2; II Tessalonicenses 2, 14) ), ao contrário, a Bíblia diz que a Igreja é a coluna e sustentáculo da verdade (I Timóteo 3,15).

Nossa Senhora realmente subiu ao Céu?

http://blog.cancaonova.com/…/nossa-senhora-realmente-subiu…/

A passagem de Maria para a Eternidade

http://www.franciscanos.org.br/?page_id=5512

PROVANDO A ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA NA BÍBLIA

Não há motivo para não se crer na Assunção de Maria, visto que muitos homens na Bíblia também foram elevados ao céu, como Moisés, apesar de morto (Jd 1,9), Henoc que “pela fé, foi levado, a fim de escapar à morte e não foi mais encontrado, porque Deus o levara (…)” (Hebreus, 11,5), Elias que subiu num carro de fogo, e foi arrebatado por Deus, em corpo e alma (II Reis, II, 1-11). São Paulo nos afirma que “Cristo ressuscitou dentre os mortos como primícias dos que morreram” ( I Cor 15,20) e que “assim como em Adão todos morreram, assim em Cristo , todos reviverão, cada qual porém em sua ordem; como primícias Cristo e, em seguida, os que forem de Cristo, na ocasião de sua vinda “(I Cor 15,22-23).

A Bíblia registra Deus “tomando” Enoque e Elias ao Céu (Gênesis 5,24; II Reis 2,11). Por isto, não é impossível que Deus tenha feito o mesmo com Maria.

São Paulo afirma que cada um ressurgirá “cada qual porém em sua ordem” (I Cor 15,23), dando a entender que uns podem ressurgir primeiro que outros, algo que de fato aconteceu com alguns Santos como nos relata o Evangelho, logo após a morte do Senhor:

“E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados;
E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos.”

Mateus 27,52,53

E ainda São Paulo diz: “Eis que vos revelo um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados” ( I Cor 15,51), ou seja, nada nos impede em crer na Assunção de Maria, visto que “nem todos morreremos, mas todos seremos transformados” ( I Cor 15,51), ela pode muito bem ter sido levada em corpo e alma sim, como nos atestam os cristãos desde os primeiros séculos e é Dogma de nossa Santa Mãe Igreja.

A crença na Assunção é a crença na divindade de Cristo, pois se Deus se encarnou no seio da Virgem e tomou sua carne (João 1,14), não permitiria que sua própria carne glorificada, que não viu a corrupção (Atos 2,27.31) , e está no céu sentada a direita do Pai (Atos 2,30.34; 7,55-56), apodrecesse no túmulo, em sua Mãe.

Se Maria morreu de causas naturais, se ela só dormiu, como dizem alguns, são detalhes que não sabemos, pois não há relato bíblico sobre a morte de Maria, algo que desmascara totalmente os argumentos protestantes, já que não podem afirmar que a Bíblia diga que a Mãe de Jesus morreu, nem muito menos podem afirmar que ela não foi assunta.

Os primeiros cristãos sempre acreditaram nesta fé, logo, são mais dignos de fé que os protestantes surgidos mais de 1500 anos depois.

A única definição da Igreja sobre a morte de Maria é que:

“terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.

Nada mais justo para com aquela que foi a Mãe do Nosso Senhor (Lc 1,43),e Nosso Deus ( Jo 1,1;14).

Ela que foi preservada da culpa de Adão ( Jó 14,4; Jó 15,14; Jó 25,4; Lc 1,28) pelos méritos da paixão de seu Filho e em virtude do mistério de sua encarnação (Lc 1,35).

Ela que é a Arca da nova Aliança (Apoc 11,19), (Hb 9,4) , já que teve em seu ventre o Verbo (Jo 1, 1), a Palavra de Deus, e o Maná, o Pão vivo (Jo 6,35), Jesus, descido do céu (Jo 6,38), o Templo perfeito da Trindade (Lc1,35).

Arca que foi vista pelo Apóstolo João no céu:

” Abriu-se o templo de Deus no céu e apareceu, no seu templo, a arca do seu testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva.”
Apocalipse11, 19

Por isso, atribuímos o texto dos Cânticos dos Cânticos ao mistério da Assunçao de Maria :

“Levanta-te, Senhor, ao teu repouso, tu e a arca da tua força.”
Salmos 132,7-8

O Senhor elevou-se ao céu e está sentado a direita do Pai (Lucas 24,51; Atos 2,30.34; 7,55-56) e para lá levou a Arca na qual Ele habitou nove meses e da qual tomou sua carne, que não podia ver a corrupção (Atos 2,27.31), agora glorificada (João 1,14; Apocalipse11, 19).

A entrada da Virgem Maria no céu sempre foi vista de forma alusiva no salmo 46 (45):

“As filhas dos reis estavam entre as tuas ilustres mulheres; à tua direita estava a rainha ornada de finíssimo ouro de Ofir.
Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da casa do teu pai.
Então o rei se afeiçoará da tua formosura, pois ele é teu Senhor; adora-o.
E a filha de Tiro estará ali com presentes; os ricos do povo suplicarão o teu favor.
A filha do rei é toda ilustre lá dentro; o seu vestido é entretecido de ouro.
Levá-la-ão ao rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a ti.
Com alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do rei.
Em lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a terra.
Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso os povos te louvarão eternamente.”

Salmos 44 (45),8-17

A Virgem Maria é a Mulher vestida de sol (Apo 12,1), vestido entretecido de ouro, ornada de puro ouro de ofir (Sl 44,9.13), que são as suas virtudes as muitas graças das quais ela foi plenificada (Luc 1,28).

A Virgem Maria é a Bendita entre as mulheres (Luc 1,42), de quem o Rei dos céus se afeiçoou da formosura (Luc 1,30; Sl 44,11)e escolheu para Esposa e Mãe (Mat 1,18; Luc 1,35).

A Virgem Maria é quem é lembrada de geração em geração como Ela mesma profetizou (Luc 1,50).

A Virgem Maria é que foi levada pelos anjos ao Rei (Sl 44,14; Apo 12,14).

Alguns não católicos, que não compartilham da herança dos primeiros cristãos, afirmam que a doutrina da Assunção é o resultado de se elevar Maria a uma posição que se compara a de seu Filho.

E dizem que alguns católicos romanos vão muito longe, e ensinam que Maria ressuscitou no terceiro dia, assim como Jesus, e que Maria ascendeu ao Céu, assim como Jesus.

O Novo Testamento ensina que Jesus ressuscitou no terceiro dia (Lucas 24,7) e que Ele ascendeu corporeamente ao céu (Atos 1,9). Presumir o mesmo em relação a Maria seria atribuir a ela alguns dos atributos de Cristo, dizem eles.

Ensinar a Assunção de Maria seria, segundo eles, um passo na direção de torná-la igual a Cristo, essencialmente proclamando a divindade de Maria, fazendo que seja adorada, e que a ela se ore.

Desconhecem, no entanto, a verdadeira e sã doutrina da Igreja, que faz a diferença entre Ascensão de Jesus e Assunção de Maria.

Ascensão significa voltar para o alto, Jesus que desceu do céu retorna ao Pai, é o próprio Deus que volta de onde saiu.

Assunção significa ser elevada, Maria foi elevada ao céu, ela é humana, não divina, é o primeiro ser humano renovado por Cristo , a entrar no céu de corpo e alma após a Ressurreição do Senhor e antes do juízo final.

Maria não é uma deusa. Houve até um grupo que cultuava Maria como Deusa e que foi condenado pela Igreja Católica como hereges.

Ela nasceu na terra e pela graça divina foi elevada ao céu, pois para nós, católicos , é lógico que Deus não permitiria que aquela que deu sua carne e sangue caísse em corrupção.

Se fomos remidos pelo sangue de Jesus e ele herdou esse sangue de Maria, já que ele era Deus e assumiu a carne e o sangue dela, era necessário que ela fosse pura, livre de pecado, sendo assim, também não poderia padecer nas mãos da morte, como Ele não padeceu.

É por causa de Cristo que Maria é venerada, e não o contrário.

Como sustentar que Jesus é Deus, e nos salvou com seu sangue, se ele porventura se encarnasse no seio de uma mulher manchada pela culpa de Adão e herdasse o sangue do pecado?

O livro do Apocalipse também faz alusão ao mistério da assunção de Maria ( Apocalipse 12, 1-6;13-17):

“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. (…)
Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. (…) Mas à Mulher foram dadas duas asas de grande águia, a fim de voar para o deserto, para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente.”

No livro dos Cânticos dos cânticos temos outras alusões ao mistério da assunção de Maria aos céus nos verículos:

“Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, de incenso, e de todos os pós dos mercadores?”
Cânticos 3,5-6

“Quem é esta que sobe do deserto, e vem apoiada ao seu amado?”
Cânticos 8,4-5

PORQUE A BÍBLIA NÃO REGISTROU A MORTE E ASSUNÇÃO DE MARIA LITERALMENTE?

A Bíblia não registra a morte de Maria ou a menciona depois do capítulo 1 dos Atos dos Apóstolos.

Porém a própria Bíblia diz que nem tudo foi escrito nela:

“Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que não caberiam no mundo os livros que seriam escritos.” (João 21,25)

“Ademais, fez Jesus muitos outros sinais na presença dos seus discípulos, os quais não estão escritos neste livro. Porém, estes foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (João 20,30-31).

“Tenho muitas outras coisas para escrever-vos, porém, não quero fazê-lo por tinta e papel, pois espero ir até vós e falar-lhes face a face, para que nosso gozo seja completo” (2 João 1,12).

“O que ouviste de mim perante muitas testemunhas, encarrega a homens fiéis, que sejam idôneos, para ensinar também a outros” (2 Timóteo 2,2).

Assim, há muitas verdades de fé que não foram escritas claramente na Bíblia, pois quem veio primeiro foi a Igreja e não a Bíblia.

A Bíblia foi uma construção, o Antigo Testamento já estava praticamente completo, mas o Novo estava em processo, já que o primeiro Evangelho, o de Marcos, foi escrito aproximadamente 30 ou 40 anos após a morte de Cristo (no ano 60 de nossa era), só para dar um exemplo.

Durante esse período, a fé era transmitida, em sua maioria, oralmente.

O próprio Apóstolo Paulo diz que ensinou o Evangelho, porém os livros dos evangelhos ainda não estavam prontos em sua época, assim o ensinamento dele era oral:

“Vos recordo, irmãos, que o Evangelho com que vos evangelizei não é doutrina de homens” (Gálatas 1,11).

“O que ouviste de mim perante muitas testemunhas, encarrega a homens fiéis, que sejam idôneos, para ensinar também a outros” (2Timóteo 2,2).

“Permanecei, pois, constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendestes, ou por nossas palavras, ou por nossa carta” (II Tess.II, 14)

“A palavra de Cristo habite em vós em toda sua riqueza, de sorte que com toda sabedoria vos possais instruir e exortar mutuamente. Sob a inspiração da graça cantai a Deus de todo o coração salmos, hinos e cânticos espirituais.” Col 3,16

Sabemos que Paulo foi o primeiro a escrever e sabemos que em sua Carta aos Coríntios fala da Última Ceia. Como aprendeu isto se ele não estava lá [na Ceia]?

Certamente, não leu em parte alguma, pois até então não existia nenhum livro do Novo Testamento.

De alguma pregação dos apóstolos é que aprendeu este mistério. Isto quer dizer que o ensino oral era o que berçava as primeiras comunidades cristãs.

São João, em sua segunda Carta, expressa:

“Tenho muitas outras coisas para escrever-vos, porém, não quero fazê-lo por tinta e papel, pois espero ir até vós e falar-lhes face a face, para que nosso gozo seja completo” (2 João 1,12).

João não está dizendo que quer ir explicar-lhes a carta; para ele, é mais importante o ensino que lhes possa dar oralmente ao invés daquele lido em suas cartas.

João sabe que ao ir pregar-lhes oralmente, o gozo dos fiéis será completo.

Ademais, Jesus mandou que pregassem e não que escrevessem (Mateus 28,20); tão somente cinco apóstolos decidiram escrever: Pedro, João, Tiago Menor, Judas e Mateus; mas TODOS os Doze pregavam sem papel.

A razão pela qual se passou a escrever Cartas foi a impossibilidade dos Apóstolos alcançarem todos os povos.

Perante esta situação, as cartas eram usadas para fazer-lhes algumas recomendações e exortações, PORÉM, NUNCA SUBSTITUÍRAM o ensino oral.

Se lermos as Cartas, veremos que há muitas coisas que as comunidades deviam saber para que os autores apenas fizessem recomendações sobre elas. Eles não estendem suas cartas para ensinar-lhes coisas novas.

– Na Carta aos Coríntios, Paulo não os ensina como fazer a fração do pão, mas bem os repreende pela forma com que celebravam (1Coríntios 11).
– Na Carta aos Hebreus, não lhes repete os primeiros ensinamentos sobre Cristo; lhes dá por conhecidos (Hebreus 6,1-3).

Se lermos a Carta aos Gálatas, diz:
“Quisera estar convosco agora mesmo e mudar de tom, pois estou perplexo quanto a vós” (Gálata 4,20).

Paulo está consciente de que um povo deve estar escutando a pregação adequada para cada circunstância. Por isso fala em “mudar de tom”.

Com a simples Escritura, isso não era possível e, por essa razão, Paulo desejava ir à Galácia para fazer-lhes ver as coisas mediante um tom de voz apropriado.

Se, por exemplo, alguém deixasse um recado a outra pessoa sobre algo, esta, quando chegasse, não saberia em que tom foi dito se a pessoa que tomou o recado não disser-lhe pessoalmente. Imagine-se, então, quando se tratar de levar o Evangelho de Cristo!

Fica-nos claro, assim, como a própria Escritura não busca ser autossuficiente, mas uma ferramenta a mais de Deus para comunicar-Se ao homem. Não que esteja abaixo da pregação apostólica, mas sujeita a esta.
Um exemplo de que nem tudo foi escrito na Bíblia é a passagem que fala sobre a ascensão de Moisés na Carta de São de Judas:

“Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda.”
Jd 1,9

A fonte primária usada pelo autor da epístola de Judas em tal passagem provém de um livro apócrifo chamado Assemptio Mosis ou “Ascensão de Moisés”.

Orígenes já citava ter vindo deste livro a passagem de Judas. Este apócrifo, perdido ao longo dos tempos, foi encontrado no século XIX. Porém, infelizmente o manuscrito encontrado contêm apenas dois terços do texto original. E, para a nossa “desgraça” a parte que nos interessa é uma das que falta.

Com esses exemplos, podemos perceber que nem tudo foi escrito, mas tudo o que foi escrito é o suficiente para crermos em Cristo, motivo único das escrituras.

A FÉ DOS PRIMEIROS CRISTÃOS NA ASSUNÇÃO DE MARIA:

A fé na assunção de Maria existe desde os primeiros séculos do cristianismo e é uma das festas mais antigas dedicadas a Maria

Os relatos da assunção corpórea de Maria são encontrados em livros apócrifos De Obitu S. Dominae, ostentando o nome de S. João, no entanto, que pertence ao quarto ou quinto século.

Também é encontrado no livro De Transitu Virginis, falsamente atribuído a São Melito de Sardes, e em uma carta apócrifa atribuída a São Denis, o Areopagita.

Se formos consultar verdadeiros escritos no Oriente, também é referida nos sermões de Santo André de Creta, de São João Damasceno , São Modesto de Jerusalém e outros.

No Ocidente, São Gregório de Tours (De gloria mart., I, iv) refere-la primeiro.

Os sermões de São Jerônimo e Santo Agostinho para esta festa, porém, são falsos.

São João Damasceno (PG, I, 96) formula assim a tradição da Igreja de Jerusalém:

São Juvenal, bispo de Jerusalém, no Conselho de Chalcedon (451), levadas ao conhecimento do Imperador Marcian e Pulquéria, que desejava possuir o corpo da Madre de Deus, que Maria morreu na presença de todos os Apóstolos, mas que o seu túmulo, quando aberto, a pedido, a São Tomé, foi encontrado vazio; qual os Apóstolos concluiu que o corpo foi levado até ao céu.

Hoje, a crença na Assunção de Maria é universal, no Oriente e no Ocidente

Mas se nem tudo está na Bíblia , então como saber a verdade?

Jesus disse que o Espírito Santo guiaria sua Igreja, fundada sobre Pedro, primeiro Papa, e nunca a abandonaria, somente a fé em sua palavra é que pode nos guiar:

“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus.”
(Mt 16, 18-19)

“Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo.”
(Mt 28,20)

“Porém, quando vier o Espírito da Verdade, ele vos guiará a toda verdade (…) e vos fará saber as coisas que hão de vir” (Jo 16,13).

“Guarda o mandato, preservando-o de tudo o que possa manchá-lo ou adulterá-lo até a vinda gloriosa de Cristo Jesus, Senhor nosso” (1Tim. 6,14).

O PODER DA IGREJA EM DOUTRINA:

E a Igreja Católica, em matéria de fé, ao definir seus dogmas não pode errar, pois é a única fundada pelo Senhor (Mateus 16,18) que disse que o inferno não a venceria, é guiada pelo Espírito Santo que ensinará tudo (João 14,26) , e é a coluna e sustentáculo da verdade (I Timóteo 3,15).

A doutrina da Igreja ainda é ensinada pelo Espírito Santo (João 14,26) e pelo poder dado por Cristo a Igreja deve definir sua doutrina, pois tudo o que ela ligar na terra será ligado no céu e tudo o que ela desligar, será desligado (Mateus 16,19; 18,18).

A Bíblia não diz que a própria Bíblia é coluna e sustentáculo da verdade, nem diz que tudo foi escrito nela (João 20,30-31; 21,25; 2 João 1,12; 2 Timóteo 2,2; II Tessalonicenses 2, 14) ), ao contrário, a Bíblia diz que a Igreja é a coluna e sustentáculo da verdade (I Timóteo 3,15).

Nossa Senhora realmente subiu ao Céu?

http://blog.cancaonova.com/…/nossa-senhora-realmente-subiu…/

A passagem de Maria para a Eternidade

http://www.franciscanos.org.br/?page_id=5512

Autor: Carlos Wylker

 
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Publicado por em 21/08/2015 em Uncategorized

 

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