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Pentecostes segundo o Catecismo da Igreja Católica

37.1 Pentecostes dia da efusão do Espírito Santo

§696 O fogo. Enquanto a água significa o nascimento e a fecundidade da Vida dada no Espírito Santo o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo O profeta Elias, que “surgiu como um fogo cuja palavra queimava como uma tocha” (Eclo 48,1), por sua oração atrai o fogo do céu sobre o sacrifício do monte Carmelo, figura do fogo do Espírito Santo que transforma o que toca. João Batista, que caminha diante do Senhor com o espírito e o poder de Elias” (Lc 1,17), anuncia o Cristo como aquele que “batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus dirá “Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). É sob a forma de línguas “que se diriam de fogo” o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si. A tradição espiritual manterá este simbolismo do fogo como um dos mais expressivos da ação do Espírito Santo Não extingais o Espírito” (1Ts 5,19).

§731 No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor, derrama em profusão o Espírito.

§1287 Ora, esta plenitude do Espírito não devia ser apenas a do Messias; devia ser comunicada a todo o povo messiânico. Por várias vezes Cristo prometeu esta efusão do Espírito, promessa que realizou primeiramente no dia da Páscoa. e em seguida, de maneira mais marcante, no dia de Pentecostes. Repletos do Espírito Santo, os Apóstolos começam a proclamar “as maravilhas de Deus” (At 2,11), e Pedro começa a declarar que esta efusão do Espírito é o sinal dos tempos messiânicos. Os que então creram na pregação apostólica e que se fizeram batizar também receberam o dom do Espírito Santo

§2623 NO TEMPO DA IGREJA

No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, “reunidos no mesmo lugar” (At 2,1), esperando-o, “todos unânimes, perseverando na oração” (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, vai também formá-la para a vida de oração.

P.37.2 Pentecostes dia da manifestação pública de Jesus

§767 “Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizará na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes para santificar a Igreja permanentemente.” Foi então que “a Igreja se manifestou publicamente diante da multidão e começou a difusão do Evangelho com a pregação”. Por ser “convocação” de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos.

§1076 A ECONOMIA SACRAMENTAL No dia de Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na “dispensação do mistério”: o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, toma presente e comunica sua obra de salvação pela liturgia de sua Igreja, “até que ele venha” (1 Cor 11,26). Durante este tempo da Igreja, Cristo vive e age em sua Igreja e com ela de forma nova, própria deste tempo novo. Age pelos sacramentos; é isto que a Tradição comum do Oriente e do Ocidente chama de “economia sacramental”; esta consiste na comunicação (ou “dispensação”) dos frutos do Mistério Pascal de Cristo na celebração da liturgia “sacramental” da Igreja. Por isso, importa ilustrar primeiro esta “dispensação sacramental” (Capítulo I). Assim aparecerão com mais clareza a natureza e os aspectos essenciais da celebração litúrgica (Capítulo II.).

P.37.3 Pentecostes dia da plena revelação da Trindade

§732 Nesse dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir desse dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam já da comunhão da Santíssima Trindade. Por sua vinda e ela não cessa, o Espírito Santo faz o mundo entrar nos “últimos tempos”, o tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:

Vimos a verdadeira Luz, recebemos o Espírito celeste, encontramos a verdadeira fé: adoramos a Trindade indivisível, pois foi ela quem nos salvou.

 
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Publicado por em 21/04/2015 em Uncategorized

 

O que o Catecismo da Igreja Católica ensina sobre Nossa Senhora?

«… CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO, NASCIDO DA VIRGEM MARIA»

I. Concebido pelo poder do Espírito Santo…

484. A Anunciação a Maria inaugura a «plenitude dos tempos» (Gl 4, 4), isto é, o cumprimento das promessas e dos preparativos. Maria é convidada a conceber Aquele em quem habitará «corporalmente toda a plenitude da Divindade» (Cl 2, 9). A resposta divina ao seu «como será isto, se Eu não conheço homem?» (Lc 1, 34) é dada pelo poder do Espírito: «O Espírito Santo virá sobre ti» (Lc 1, 35).

485. A missão do Espírito Santo está sempre unida e ordenada à do Filho (123). O Espírito Santo, que é «o Senhor que dá a Vida», é enviado para santificar o seio da Virgem Maria e para a fecundar pelo poder divino, fazendo-a conceber o Filho eterno do Pai, numa humanidade originada da sua.

486. Tendo sido concebido como homem no seio da Virgem Maria, o Filho único do Pai é «Cristo», isto é, ungido pelo Espírito Santo (124), desde o princípio da sua existência humana, embora a sua manifestação só se venha a fazer progressivamente: aos pastores (125), aos magos 126), a João Baptista (127), aos discípulos (128). Toda a vida de Jesus Cristo manifestará, portanto, «como Deus O ungiu com o Espírito Santo e o poder» (Act 10, 38).

II. …nascido da Virgem Maria

487. O que a fé católica crê, a respeito de Maria, funda-se no que crê a respeito de Cristo. Mas o que a mesma fé ensina sobre Maria esclarece, por sua vez, a sua fé em Cristo.

A PREDESTINAÇÃO DE MARIA

488. «Deus enviou o seu Filho» (GI 4, 4). Mas, para Lhe «formar um corpo» (129), quis a livre cooperação duma criatura. Para isso, desde toda a eternidade, Deus escolheu, para ser a Mãe do seu Filho, uma filha de Israel, uma jovem judia de Nazaré, na Galileia, «virgem que era noiva de um homem da casa de David, chamado José. O nome da virgem era Maria» (Lc 1, 26-27):

«O Pai das misericórdias quis que a aceitação, por parte da que Ele predestinara para Mãe, precedesse a Encarnação, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, também outra mulher contribuísse para a vida (130).

489. Ao longo da Antiga Aliança, a missão de Maria foi preparada pela missão de santas mulheres. Logo no princípio, temos Eva; apesar da sua desobediência, ela recebe a promessa duma descendência que sairá vitoriosa do Maligno(131) e de vir a ser a mãe de todos os vivos (132). Em virtude desta promessa, Sara concebe um filho, apesar da sua idade avançada (133). Contra toda a esperança humana, Deus escolheu o que era tido por incapaz e fraco (134) para mostrar a sua fidelidade à promessa feita: Ana, a mãe de Samuel (135), Débora, Rute, Judite e Ester e muitas outras mulheres. Maria «é a primeira entre os humildes e pobres do Senhor, que confiadamente esperam e recebem a salvação de Deus. Com ela, enfim, excelsa filha de Sião, passada a longa espera da promessa, cumprem-se os tempos e inaugura-se a nova economia da salvação» (136).

A IMACULADA CONCEIÇÃO

490. Para vir a ser Mãe do Salvador, Maria «foi adornada por Deus com dons dignos de uma tão grande missão» (137). O anjo Gabriel, no momento da Anunciação, saúda-a como «cheia de graça»(138). Efectivamente, para poder dar o assentimento livre da sua fé ao anúncio da sua vocação, era necessário que Ela fosse totalmente movida pela graça de Deus.

491. Ao longo dos séculos, a Igreja tomou consciência de que Maria, «cumulada de graça» por Deus (139), tinha sido redimida desde a sua conceição. É o que confessa o dogma da Imaculada Conceição, procla­mado em 1854 pelo Papa Pio IX:

«Por uma graça e favor singular de Deus omnipotente e em previsão dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do género humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada intacta de toda a mancha do pecado original no primeiro instante da sua conceição» (140).

492. Este esplendor de uma «santidade de todo singular», com que foi «enriquecida desde o primeiro instante da sua conceição» (141), vem-lhe totalmente de Cristo: foi «remida dum modo mais sublime, em atenção aos méritos de seu Filho» (142). Mais que toda e qualquer outra pessoa criada, o Pai a «encheu de toda a espécie de bênçãos espirituais, nos céus, em Cristo» (Ef 1, 3). «N’Ele a escolheu antes da criação do mundo, para ser, na caridade, santa e irrepreensível na sua presença» (Ef 1, 4).

493. Os Padres da tradição oriental chamam ã Mãe de Deus «a toda santa» («Panaghia»), celebram-na como «imune de toda a mancha de pecado, visto que o próprio Espírito Santo a modelou e dela fez uma nova criatura» (143). Pela graça de Deus, Maria manteve-se pura de todo o pecado pessoal ao longo de toda a vida.

«FAÇA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA…»

494. Ao anúncio de que dará à luz «o Filho do Altíssimo», sem conhecer homem, pela virtude do Espírito Santo (144), Maria respondeu pela «obediência da fé» (145), certa de que «a Deus nada é impossível»: «Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra» (Lc 1, 38). Assim, dando o seu consentimento à palavra de Deus, Maria tornou-se Mãe de Jesus. E aceitando de todo o coração, sem que nenhum pecado a retivesse, a vontade divina da salvação, entregou-se totalmente à pessoa e à obra do seu Filho para servir, na dependência d’Ele e com Ele, pela graça de Deus, o mistério da redenção (146).

«Como diz Santo Ireneu, “obedecendo, Ela tornou-se causa de salvação, para si e para todo o género humano” (147). Eis porque não poucos Padres afirmam, tal como ele, nas suas pregações, que “o nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria; e aquilo que a virgem Eva atou, com a sua incredulidade, desatou-o a Virgem Maria com a sua fé” (148); e, por comparação com Eva, chamam Maria a “Mãe dos vivos” e afirmam muitas vezes: “a morte veio por Eva, a vida veio por Maria”» (149).

A MATERNIDADE DIVINA DE MARIA

495. Chamada nos evangelhos «a Mãe de Jesus» (Jo 2, 1; 19, 25)(150), Maria é aclamada, sob o impulso do Espírito Santo e desde antes do nascimento do seu Filho, como «a Mãe do meu Senhor» (Lc 1, 43). Com efeito, Aquele que Ela concebeu como homem por obra do Espírito Santo, e que Se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne, não é outro senão o Filho eterno do Pai, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja confessa que Maria é, verdadeiramente, Mãe de Deus («Theotokos») (151).

A VIRGINDADE DE MARIA

496. Desde as primeiras formulações da fé (152), a Igreja confessou que Jesus foi concebido unicamente pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, afirmando igualmente o aspecto corporal deste acontecimento: Jesus foi concebido « absque semine, […] ex Spiritu Sancto – do Espírito Santo, sem sémen [de homem]» (153). Os Santos Padres vêem, na conceição virginal, o sinal de que foi verdadeiramente o Filho de Deus que veio ao mundo numa humanidade como a nossa:

Diz, por exemplo, Santo Inácio de Antioquia (princípio do século II): «Vós estais firmemente convencidos, a respeito de nosso Senhor, que Ele é verdadeiramente da raça de David segundo a carne (154). Filho de Deus segundo a vontade e o poder de Deus (155); verdadeiramente nascido duma virgem […], foi verdadeiramente crucificado por nós, na sua carne, sob Pôncio Pilatos […] e verdadeiramente sofreu, como também verdadeiramente ressuscitou» (156).

497. As narrativas evangélicas (157) entendem a conceição virginal como uma obra divina que ultrapassa toda a compreensão e possibilidade humanas (158): «O que foi gerado nela vem do Espírito Santo», diz o anjo a José, a respeito de Maria, sua esposa (Mt 1, 20). A Igreja vê nisto o cumprimento da promessa divina feita através do profeta Isaías: «Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho» (Is 7, 14), segundo a tradução grega de Mt 1, 23.

498. Tem, por vezes, causado impressão o silêncio do Evangelho de São Marcos e das epístolas do Novo Testamento sobre a conceição virginal de Maria Também foi questionado, se não se trataria aqui de lendas ou construções teológicas fora do âmbito da historicidade. A isto há que responder: a fé na conceição virginal de Jesus encontrou viva oposição, troça ou incompreensão por parte dos não-crentes, judeus e pagãos (159); mas não tinha origem na mitologia pagã, nem era motivada por qualquer adaptação às ideias do tempo. O sentido deste acontecimento só é acessível à fé. que o vê no «nexo que liga os mistérios entre si» (160), no conjunto dos mistérios de Cristo, da Encarnação até à Páscoa. Já Santo Inácio de Antioquia fala deste nexo: «O príncipe deste mundo não teve conhecimento da virgindade de Maria e do seu parto, tal como da morte do Senhor: três mistérios extraordinários, que se efectuaram no silêncio de Deus» (161).

MARIA – «SEMPRE VIRGEM»

499. O aprofundamento da fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria (162), mesmo no parto do Filho de Deus feito homem (163). Com efeito, o nascimento de Cristo «não diminuiu, antes consagrou a integridade virginal» da sua Mãe (164).

A Liturgia da Igreja celebra Maria “Aeiparthenos” como a «sempre Virgem»(165)

500. A isso objecta-se, por vezes, que a Escritura menciona irmãos e irmãs de Jesus (166). A Igreja entendeu sempre estas passagens como não designando outros filhos da Virgem Maria. Com efeito, Tiago e José, «irmãos de Jesus» (Mt 13, 55), são filhos duma Maria discípula de Cristo (167) designada significativamente como «a outra Maria» (Mt 28, 1). Trata-se de parentes próximos de Jesus, segundo uma expressão conhecida do Antigo Testamento (168).

501. Jesus é o filho único de Maria. Mas a maternidade espiritual de Maria (169) estende-se a todos os homens que Ele veio salvar: «Ela deu à luz um Filho que Deus estabeleceu como “primogénito de muitos irmãos” (Rm 8, 29), isto é, dos fiéis para cuja geração e educação Ela coopera com amor de mãe» (170).

A MATERNIDADE VIRGINAL DE MARIA NO PLANO DE DEUS

502. O olhar da fé pode descobrir, em ligação com o conjunto da Revelação, as razões misteriosas pelas quais Deus, no seu desígnio salvífico, quis que o seu Filho nascesse duma virgem. Tais razões dizem respeito tanto à pessoa e missão redentora de Cristo como ao acolhimento dessa missão por Maria, para bem de todos os homens:

503. A virgindade de Maria manifesta a iniciativa absoluta de Deus na Encarnação. Jesus só tem Deus por Pai (171). «A natureza humana, que Ele assumiu, nunca O afastou do Pai […]. Naturalmente Filho do seu Pai segundo a divindade, naturalmente Filho da sua Mãe segundo a humanidade, mas propriamente Filho de Deus nas suas duas naturezas» (172).

504. Jesus é concebido pelo Espírito Santo no seio da Virgem Maria, porque Ele é o Novo Adão (173), que inaugura a criação nova: «O primeiro homem veio da terra e do pó: o segundo homem veio do céu» (1 Cor 15, 47). A humanidade de Cristo é, desde a sua conceição, cheia do Espírito Santo, porque Deus «não dá o Espírito por medida» (Jo 3, 34). É da «sua plenitude», que Lhe é própria enquanto cabeça da humanidade resgatada que «nós recebemos graça sobre graça» (Jo 1, 16).

505. Jesus, o novo Adão, inaugura, pela sua conceição virginal, o novo nascimento dos filhos de adopção, no Espírito Santo, pela fé, «Como será isso?» (Lc 1, 34) (175). A parti­cipação na vida divina não procede «do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus» (Jo 1, 13). A recepção desta vida é virginal, porque inteiramente dada ao homem pelo Espírito. O sentido esponsal da vocação humana, em relação a Deus (176), foi perfeitamente realizado na maternidade virginal de Maria.

506. Maria é virgem, porque a virgindade é nela o sinal da sua fé, «sem a mais leve sombra de dúvida» (177) e da sua entrega sem reservas à vontade de Deus (178). É graças à sua fé que ela vem a ser a Mãe do Salvador: «Beatior est Maria percipiendo fïdem Christi quam concipiendo carnem Christi – Maria é mais feliz por receber a fé de Cristo do que por conceber a carne de Cristo» (179).

507. Maria é, ao mesmo tempo, virgem e mãe, porque é a figura e a mais perfeita realização da Igreja (180): «Por sua vez, a Igreja, que contempla a sua santidade misteriosa e imita a sua caridade, cumprindo fielmente a vontade do Pai, torna-se também, ela própria, mãe, pela fiel recepção da Palavra de Deus: efectivamente, pela pregação e pelo Baptismo, gera, para uma vida nova e imortal, os filhos concebidos por acção do Espírito Santo e nascidos de Deus. E também ela é virgem, pois guarda fidelidade total e pura ao seu esposo» (181).

Resumindo:

508. Na descendência de Eva, Deus escolheu a Virgem Maria para ser a Mãe do seu Filho. «Cheia de graça», ela é «o mais excelso fruto da Redenção» (182). Desde o primeiro instante da sua conceição, ela foi totalmente preservada imune da mancha do pecado original, e permaneceu pura de todo o pecado pessoal ao longo da vida.

509. Maria é verdadeiramente «Mãe de Deus», pois é a Mãe do Filho eterno de Deus feito homem que, Ele próprio, é Deus.

510. Maria permaneceu «Virgem ao conceber o seu Filho, Virgem ao dá-Lo à luz, Virgem grávida, Virgem fecunda, Virgem perpétua» (183); com todo o seu ser; ela é a «serva do Senhor» (Lc 1, 38).

511. A Virgem Maria «cooperou livremente, pela sua fé e obediência, na salvação dos homens» (184). Pronunciou o seu «fiat» – faça-se – «loco totius humanae naturae – em vez de toda a humanidade» (185): pela sua obediência, tornou-se a nova Eva, mãe dos vivos.

http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2cap2_422-682_po.html

 
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Publicado por em 18/04/2015 em Uncategorized

 

Mais de 100 Belíssimas Colocações dos Santos sobre Nossa Senhora…

São Boaventura

“Todos aqueles que se empenham em divulgar as glórias da Virgem Santíssima, têm o Céu assegurado.”

Santo Afonso Maria de Ligório

“Senhora amabilíssima, Senhora sublimíssima, Senhora graciosíssima, volvei vosso olhar para um pobre pecador que a Vós se recomenda e em Vós põe a sua confiança.”

São Pio de Pietrelcina

“Amai Nossa Senhora e fazei que a amem.”

São Francisco de Sales

“Ninguém terá a Jesus Cristo por irmão, que não tenha a Maria Santíssima por Mãe.”

São Francisco de Sales

“Não existe devoção a Deus sem amor à Santíssima Virgem.”

São Bernardo

“Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria.”

São João d’Ávila

“Um dos principais remédios contra o demônio é recorrer à Virgem Maria.”

São Luís Maria Grignion de Monfort

“Quando o Espírito Santo encontra Maria Santíssima numa alma, sente-se atraído a Ela irresistivelmente e nela faz sua morada.”

São Fulgêncio

“Maria é a escada celeste pela qual Deus desceu à terra e os homens sobem a Deus.”

São Boaventura

“Jamais li que algum Santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem Maria.”

São Leonardo de Porto Maurício

“Sois devoto de Nossa Senhora? Ouvi pois e consolai-vos. Vivereis bem, morrereis melhor, salvar-vos-eis.”

São Luís Maria Grignion de Monfort

“Ainda não se louvou, exaltou, honrou, amou e serviu suficientemente a Maria Santíssima, pois muito mais louvor, respeito, amor e serviço Ela merece.”

São Bernardo

“Por vós, ó Maria, se encheu o céu e se despovoou o inferno.”

São Boaventura

“Maria é obra prima de Deus que nela esgotou sua sabedoria, seu poder e sua riquezas.”

Santo Epifânio

“Excetuando-se a Deus só, é Maria Santíssima superior a todas as criaturas.”

Santa Madalena Sofia Barat

“A morte de um filho de Maria Santíssima é o salto de uma criança nos braços de sua Mãe.”

Santo Antonino

Se Maria é por nós, quem será conta nós?

São Francisco de Sales

“Na devoção a Nosso Senhor nasce a de sua Mãe. Ninguém pode amar a um sem amar o outro.”

Beato João Paulo II

“Ao pedir ao discípulo predileto que tratasse Maria Santíssima como sua Mãe, Jesus instituiu o culto mariano.”

Santo Afonso

“Se na hora da morte tivermos Maria a nosso favor, o que poderemos temer?”

Santo Agostinho

“Tudo quanto pudermos dizer em louvor de Maria Santíssima é pouco em relação ao que merece por sua dignidade de Mãe de Deus.”

Santo Anselmo

“Deus que criou todas as coisas, fez-se a si mesmo por meio de Maria Santíssima.”

Santo Afonso

“É impossível que se condene um devoto de Maria Santíssima que fielmente a obsequia e a Ela se recomenda.”

Santo Ambrósio

“Com razão só Ela é chamada cheia de graça, porque só Ela conseguiu a graça que nenhuma outra merecera, a de ser cheia do Auto da graça.”

São Bernardo

“A piedosa invocação da Virgem Maria é sinal de salvação.”

Santo Anselmo

“Nada igual a Maria, nada maior que Maria, senão só Deus.”

São Metódio

“Vosso nome, ó Mãe de Deus, está cheio de graças e de bênçãos divinas.”

São Sofrônio

“Nada há que se iguale à graça que possuís.”

São Pedro Crisólogo

“Ó Virgem Santíssima, Vosso Criador foi concebido por Vós!”

Santo Eutímio

“Depois de Deus tudo podes, e teu Filho, Deus e Senhor de todos nós, Te concede tudo como à Mãe, pois com toda a justiça se rende a tuas entranhas maternais.”

São Lourenço de Brundisio

“Que pode faltar ao homem que tem a Maria por onipotente advogada diante de Deus onipotente?”

São Luís Maria Grignion de Monfort

“Maria é o Santuário, o repouso da Santíssima Trindade, em que Deus está mais magnifica e divinamente que em qualquer outro lugar do universo, sem excetuar seu trono sobre os serafins e querubins.”

São Bernardino de Sena

“Deus outorgou à Santíssima Virgem tanta graça que mais é impossível conceder a uma criatura, exceto Jesus Cristo.”

Santo Irineu

“O nó da desobediência de Eva foi desfeito pela obediência de Maria.”

São Luís Maria Grignion de Monfort

“As grandezas e as excelências de Maria Santíssima, o milagre dos milagres da graça, da natureza e da glória.”

São João Berchmans

“Não estarei seguro da minha salvação, enquanto não estiver seguro da minha devoção à Virgem Maria.”

São Leonardo de Porto Maurício

“Abracemos todos com grande fervor a verdadeira devoção a Maria Santíssima e assim seremos todos salvos.”

Santo Cura d’Ars

“O Coração de Maria é tão terno conosco, que o de todas as mães não são mais que pedras de gelo ao lado do Seu.”

Santo Antônio Maria Claret

“Ditoso quem invoca Maria Santíssima, quem recorre ao Imaculado Coração de Maria com confiança, porque alcançará o perdão dos pecados, a graça e, por fim, a glória do Céu.”

São Gabriel da Virgem Dolorosa

“Se possuímos Maria Santíssima, temos tudo com Ela.”

Santa Maria Madalena de Pazzi

“E parecia-me que a plataforma deste templo foi a elevada mente e o alto entendimento da Virgem Maria. Havia também um altar, e percebi que era a vontade da Virgem. E a toalha do mesmo altar era a sua puríssima virgindade. E o cibório onde Jesus se encontra é o Coração da Virgem. E diante do altar vi sete lâmpadas que entendi serem os Sete Dons do Espírito Santo que igual e perfeitamente se encontravam na Virgem Maria. E sobre o altar encontravam-se doze formosíssimos candelabros que eu percebi serem os Doze Frutos do Espírito Santo que a Virgem possuía”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“As Três Pessoas Divinas contemplam a Santíssima Virgem Maria. Ela é sem mancha, está ornada de todas as virtudes que a tornam tão formosa e agradável à Santíssima Trindade”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“Deus podia ter criado um mundo mais belo do que este que existe, mas não podia ter dado o ser a uma criatura mais perfeita que Maria Santíssima”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“O Pai compraz-se em olhar o Coração da Santíssima Virgem como a obra-prima das suas mãos.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“Se um pai ou uma mãe muito ricos tivessem muitos filhos e todos eles viessem a morrer, restando apenas um, esse herdaria todos os bens. Pelo pecado original, todos os filhos de Adão morreram para a graça, e somente Maria Santíssima, isenta do pecado, herdou as graças de inocência e favores que caberiam aos filhos de Adão, se eles tivessem permanecido em estado de inocência. Deus tornou Maria Santíssima depositária das suas graças”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“Maria Santíssima deseja tanto que sejamos felizes!”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“São Bernardo diz que converteu mais almas por meio da Ave-Maria que por meio de todos os seus sermões.”

São João Maria Vianney

“A Ave-Maria é uma oração que jamais cansa.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos à nossa boa Mãe, Maria .”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“Se o inferno pudesse arrepender-se, Maria Santíssima alcançaria essa graça.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“Tenho bebido tanto nessa fonte, no coração da Santíssima Virgem Maria, que há muito tempo teria secado se não fosse inesgotável.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

“Quando as nossas mãos tocam uma substância aromática, perfumam tudo o que tocam. Façamos passar as nossas orações pelas mãos da Santíssima Virgem Maria. Ela as perfumará.”

São Luiz Maria de Montfort

“Deus ajuntou todas as águas e deu nome de mar, e ajuntou todas as graças e deu nome de Maria.”

Santo Agostinho

“As orações de Maria Santíssima junto a Deus têm mais poder junto da Majestade Divina que as preces e intercessão de todos os anjos e Santos do Céu e da Terra.”

São Pio de Pietrelcina

“Lembre-se de que você tem no Céu não somente um Pai, mas também uma doce Mãe.”

São Pio de Pietrelcina

“Que Maria Santíssima sempre enfeite sua alma com as flores e o perfume de novas virtudes e coloque a mão materna sobre sua cabeça. Fique sempre e cada vez mais perto de nossa Mãe celeste, pois ela é o mar que deve ser atravessado para se atingir as praias do esplendor eterno no reino do amanhecer.”

São Pio X

“O Santo Rosário é a mais bela de todas as orações, a mais rica em graças e a que mais agrada a Santíssima Virgem. Os erros modernos serão destruídos pelo Rosário.”

Santa Rosa de Lima

“O Santo Rosário contém todo o mérito da oração vocal e toda a virtude da oração mental.”

Santa Teresa de Jesus

“No Santo Rosário encontrei os atrativos mais doces, mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir a Deus.”

Santo Afonso Maria de Ligório

“O Santo Rosário é a homenagem mais agradável à Mãe de Deus.”

São Pio V

“O Santo Rosário incendiou os fiéis de amor, e deu-lhes nova vida.”

Santo Antonio Maria Claret

“Felizes as pessoas que rezam bem o Santo Rosário, porque Maria Santíssima lhes obterá graças na vida, graças na hora da morte e glória no Céu.”

Santo Antonio Maria Claret

“Nunca será considerado um bom cristão, quem não reza o Santo Rosário.”

São Francisco de Sales

“O Santo Rosário é a melhor devoção do povo cristão.”

São Carlos Borromeu

“O Santo Rosário é a mais divina das devoções.”

Beato João Paulo II

“Desde a minha juventude o Santo Rosário teve um lugar importante na minha vida espiritual.”

Beato João Paulo II

“Seria impossível citar a multidão, sem conta, de Santos que encontraram no Santo Rosário um autêntico caminho de santificação.”

São Maximiliano Kolbe

“Toda graça de Deus chega até nós através da intercessão de Maria Santíssima.”

São Maximiliano Kolbe

“Não te aflijas pelas contrariedades e as dificuldades, mas entrega cada coisa à Mãe Imaculada.”

São Tomás de Aquino

“A Bem-aventurada Virgem Maria é o modelo e o exemplo de todas as virtudes.”

São Tomás de Aquino

“A Virgem Maria ultrapassa os Anjos em sua intimidade com o Senhor.”

São Tomás de Aquino

A Bem-aventurada Virgem Maria goza de uma intimidade com Deus maior do que a criatura angélica.”

Santo Agostinho

“O fato de ser Mãe de Cristo traz à Maria Santíssima lugar único no Mistério da Redenção, já que por meio dela é que veio ao mundo o Salvador.”

São Luís Maria Grignion de Montfort

“Deus A escolheu para tesoureira, ecônoma e dispensadora de todas as suas graças; de sorte que todas as suas graças e todos os seus dons passam por suas mãos; e segundo o poder que ela recebeu, como diz São Bernardino, Ela distribui a quem quer, como quer, quando quer e quanto quer, as graças do Pai Eterno, as virtudes de Jesus Cristo e os dons do Espírito Santo.”

São Luís Maria Grignion de Montfort

“Deus A escolheu para tesoureira, ecônoma e dispensadora de todas as suas graças; de sorte que todas as suas graças e todos os seus dons passam por suas mãos.”

São Bernardino

“Ela distribui a quem quer, como quer, quando quer e quanto quer, as graças do Pai Eterno, as virtudes de Jesus Cristo e os dons do Espírito Santo.”

São Luís Maria Grignion de Montfort

“A devoção à Santíssima Virgem é necessária a todos os homens para salvação e, muito especialmente, àqueles que são chamados a uma perfeição particular.”

São Luís Maria Grignion de Montfort

“Maria é a Fonte Selada e a esposa do Espírito Santo.”

São Luís Maria Grignion de Montfort

“Deus quer servir-se de Maria Santíssima na santificação das almas.”

São Luís Maria Grignion de Montfort

“A devoção à Santíssima Virgem é necessária a todos os homens para salvação e, muito especialmente, àqueles que são chamados a uma perfeição particular.”

Santo Hilário

“A maior alegria que podemos dar a Maria Santíssima é a de levar Jesus Eucarístico no nosso peito.”

São Vicente Palloti

“Que o meu amor por Maria Santíssima seja igual ao amor de Seu Filho Jesus por Ela.”

São Luiz Maria de Montfort

“Deus ajuntou todas as águas e deu o nome de mar, e ajuntou todas as graças e deu o nome de Maria.”

São Boaventura

“Jamais li que algum Santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem Maria.”

São Marcelino Champagnat

“Tudo a Jesus por Maria, tudo a Maria para Jesus.”

Santo Idelfonso

“Redunda em honra do Filho tudo quanto se oferece à Mãe Santíssima.”

Santo André Corsino

“A menor oração à Mãe de Deus não fica sem resposta.”

São João Maria Vianney

“O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos à nossa boa Mãe, Maria Santíssima.”

Santo Agostinho

“As orações de Maria Santíssima junto a Deus têm mais poder junto da Majestade Divina que as preces e intercessão de todos os anjos e Santos do Céu e da Terra.”

São João Bosco

“Um sustentáculo grande para vós, uma arma poderosa contra as insídias do demônio, tendes na devoção à Maria Santíssima.”

Beato João Paulo II

“A devoção a Nossa Senhora faz parte essencial dos deveres de um Cristão.”

São João Bosco

“Maria protege todos os seus devotos, em todas as necessidades, mas os protege especialmente na hora da morte”.

São João Bosco

“Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado.”

São João Bosco

“Sê devoto de Maria Santíssima e serás certamente feliz.”

São João Bosco

“Jamais se ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a essa Mãe Celeste e não tenha sido prontamente socorrido.”

São João Bosco

“Diante de Deus declaro: basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção”.

São Luís Maria Grignion de Monfort

“Onde está Maria, não entra o espírito maligno; e um dos sinais mais infalíveis de que se está sendo conduzido pelo bom espírito é a circunstância de ser muito devoto de Maria, de pensar n’Ela muitas vezes e de falar-lhe freqüentemente.”

São Boaventura

“Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria Santíssima, para que nisso conhecêsse-mos que tudo o que temos de esperança, graça e salvação, Dela deriva até nós.”

São Pio de Pietrelcina

“Invoquemos sempre o auxílio de Nossa Senhora.”

São Pio de Pietrelcina

“O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas.”

São Pio de Pietrelcina

“O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas.”

Beata Jacinta Marto – Aparições de Nossa Senhora de Fátima

“Diz a toda gente, que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria; que peçam a Ela, que o Coração de Jesus quer que ao seu lado se venere o Coração Imaculado de Maria.”

São João Damasceno

“Deus só concede a graça da devoção à Maria Santíssima, àqueles que quer salvar.”

São João Bosco

“Nunca deixar passar um sábado, sem fazer um obséquio à Maria Santíssima.”

São Luis Maria Grignion de Montfort

“Um só suspiro de Nossa Senhora tem mais poder do que as orações de todos os anjos, santos e homens juntos.”

Santo Alberto Magno

“Não há meio mais seguro para vencer os ataques do inferno do que recorrer a Maria Santíssima.”

Santo Antonino

“Todos os devotos de Maria Santíssima necessariamente se salvam.”

São Felipe de Nery

“Se quereis perseverar, sede devotos de Maria Santíssima.”

São João Berchmans

“O que tem amor à Maria Santíssima, esse terá a perseverança.”

Santo Cura d’Ars

“O coração dessa boa Mãe é só amor e misericórdia. Ela só deseja ver-vos felizes. Basta somente volver-se para Ela a fim de serdes ouvidos.”

São Luís Maria Grignion de Montfort

“A devoção do Santo Rosário cotidiano defronta-se com tantos e tais inimigos, que julgo uma das mais assinaladas mercês de Deus perseverar na mesma até a morte.”

São Vicente de Paulo

“Depois da Santa Missa, a devoção do Santo Rosário faz cair sobre as almas bem mais graças que qualquer outra, e pelas Ave-Marias se opera muito mais milagres que qualquer outra oração.”

São João Bosco

“Todas as minhas obras e trabalhos têm como base duas coisas: a Santa Missa e o Santo Rosário.”

Maria Santíssima revelou à São Radbod

“Meu filho, nunca esqueço os serviços, mínimos que sejam, que me prestam meus caros filhos. Tende isso por coisa indubitável.”

Santo Afonso de Ligório

“O Santo Rosário é a homenagem mais agradável à Mãe de Deus.”

São Francisco de Sales

“O Santo Rosário é a melhor devoção do povo cristão.”

Beato João Paulo II

“O Santo Rosário é uma oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade.”

Beato João Paulo II

“Mediante o Santo Rosário, o povo cristão aprende com Maria Santíssima a contemplar a beleza do rosto de Cristo, e a experimentar a profundidade do seu amor.”

Beato João Paulo II

“Através do Santo Rosário, o fiel alcança abundantes graças, como se as recebesse das próprias mãos da Mãe do Redentor.”

Beato João Paulo II

“A prática do Santo Rosário é um meio muito válido para favorecer entre os fiéis a exigência de contemplação do mistério cristão. O Santo Rosário situa-se na melhor e mais garantida tradição da contemplação cristã.”

Beato João Paulo II

“O Santo Rosário tem não só a simplicidade de uma oração popular, mas também a profundidade teológica de uma oração adaptada a quem sente a exigência de uma contemplação mais intensa.”

Beato João Paulo II

“O Santo Rosário foi desde sempre também a oração da família e pela família.”

Beato João Paulo II

“Entre o desespero e a esperança, nada como um Santo Terço bem rezado.”

São João Bosco

“Quem confia em Maria Santíssima jamais será iludido”.

São João Bosco

“Amai a vossa terna Mãe Celeste, recorrei a Ela de coração.”

São João Bosco

“Amai, honrai e servi a Maria Santíssima”.

Santo Tomás de Aquino

“Eu daria toda a minha ciência teológica pelo valor de uma única Ave-Maria.”

Santo Alberto Magno

“A Ave-Maria é a porta do Paraíso.”

São Bernardo

“A Ave-Maria é um beijo carinhoso que damos em nossa Mãe do Céu. Ela devolve os beijos. Quantas vezes a saudarmos, tantas vezes ela devolverá nossas saudações. Se lhe fizermos mil saudações, mil vezes ela responderá.”

Santa Teresa d’Ávila

“Eu ficaria de bom grado na terra até o fim do mundo, sofrendo os piores tormentos, só para conseguir o merecimento de uma Ave-Maria.”

São Francisco de Assis

“Quando digo Ave, Maria, os céus sorriem, os anjos rejubilam, o mundo se alegra, treme o inferno e fogem os demônios. Vós sois, ó Maria, a filha do altíssimo Pai Celestial, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e a Esposa do Divino Espírito Santo.”

São Francisco de Sales

“A Santíssima Virgem foi sempre a Estrela polar e o Porto favorável de todos os homens que têm navegado pelos mares deste mundo miserável… Os que dirigem seu barco guiando-se por esta divina Estrela livram-se de soçobrar de encontro aos escolhos do pecado.”

Sua Santidade, Papa Bento XVI

“O Santo Rosário não é uma prática piedosa do passado, como uma oração de outros tempos, na qual se pensa com saudades. Ao contrário, o Rosário está conhecendo como que uma nova Primavera. Isto é, sem dúvida, um dos sinais mais eloquentes do amor que as jovens gerações sentem por Jesus e pela sua Mãe, Maria.”

São Francisco de Assis

“Ave Senhora, Rainha Santa, Santa Mãe de Deus Maria, que és virgem feita Igreja. E escolhida pelo santíssimo Pai do céu, que Ele consagrou com Seu santíssimo dileto Filho e com o Espírito Santo Paráclito, na qual esteve e está toda a plenitude da graça e todo bem. Ave, palácio dele; ave tabernáculo dele; ave casa dele. Ave veste dele; ave serva dele; ave mãe dele. E vós todas santas virtudes, que pela graça e iluminação do Espírito Santo sois infundidas nos corações dos fiéis, para que os façais de infiéis a fiéis a Deus.”

Santa Teresa do Menino Jesus

“Não tenhas receio de amar demais a Santíssima Virgem Maria, pois jamais conseguirás amá-la o suficiente e Jesus ficará muito feliz, porque a Virgem Santíssima é sua Mãe.”

São Padre Pio

“Amar a Senhora e rezar o Rosário, porque o Rosário é a arma contra os males do mundo.”

São Padre Pio

“Descansa o teu ouvido no Seu coração materno e escuta as Suas sugestões, e assim sentirás nascer em ti os melhores desejos de perfeição.”

São Maximiliano Kolbe

“A Imaculada é o esplendor do amor divino nas nossas almas e a forma de nos aproximarmos do coração de Jesus.”

São Tomás de Aquino

“A Bem-aventurada Virgem é o modelo e o exemplo de todas as virtudes. Nela achareis o modelo da humildade.”

Santo Agostinho

“O fato de ser Mãe de Cristo traz a Maria lugar único no mistério da redenção, já que por meio dela é que veio ao mundo o Salvador. Essa cooperação na obra da Salvação faz de Maria, espiritualmente, a Mãe de todos os homens.”

São Luis Maria Grignon de Monfort

“Somente Maria achou graça diante de Deus, tanto para si como para cada homem em particular. Os Patriarcas e os Profetas, todos os Santos da antiga lei não puderam encontrar essa graça. Porque somente Maria é Mãe da graça. Por isso que Maria foi quem deu à luz ao Autor de toda graça, é que a chamamos Mãe da graça, ‘Mater gratiae’.”

São Luis Maria Grignon de Monfort

“Foi pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo e é também por Ela que deve reinar no mundo.”

Beato João Paulo II

“No momento da Anunciação, respondendo com o seu «fiat», Maria concebeu um homem que era Filho de Deus, consubstancial ao Pai. Portanto, é verdadeiramente a Mãe de Deus, uma vez que a maternidade diz respeito à pessoa inteira, e não apenas ao corpo, nem tampouco apenas à ‘natureza’ humana. Deste modo o nome ‘Theotókos’ — Mãe de Deus — tornou-se o nome próprio da união com Deus, concedido à Virgem Maria.”

Sua Santidade, Papa Bento XVI

“A presença da Virgem Maria nos diversos lugares das nossas cidades – nas igrejas, capelas, quadros, mosaicos – nos fala de Deus, nos recorda a vitória da Graça sobre o pecado e nos induz a ter esperança mesmo nas situações mais difíceis”.

São Tomás de Aquino

“O Senhor Pai está com Maria, pois Ele não se separa de maneira alguma de seu Filho e Maria possui este Filho, como nenhuma outra criatura, até mesmo angélica.”

Santo Agostinho

“A admirável santidade de Maria é fruto da graça de Deus que a cumulou, em vista de sua missão. A Virgem Maria representa o que de mais digno, puro e inocente poderia oferecer esta nossa terra a DEUS, a fim de que o Filho de Deus se dignasse baixar até ela.”

“A saudação angélica — diz São Luís Grignion de Montfort — resume na mais concisa síntese toda a teologia cristã sobre a Santíssima Virgem. Há nela um louvor e uma invocação: encerra o louvor da verdadeira grandeza de Maria; a invocação contém tudo que devemos pedir-Lhe e o que de sua bondade podemos alcançar”.

Santo Idelfonso

“Redunda em honra do Filho tudo quanto se oferece à Mãe Santíssima.”

São João Maria Vianney

“O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos a nossa boa Mãe, Maria Santíssima.”

Santo Alberto Magno

“Não há meio mais seguro para vencer os ataques do inferno do que recorrer à Maria Santíssima.”

São Pio de Pietrelcina

“O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas.”

Santa Teresa de Jesus

“No Santo Rosário encontrei os atrativos mais doces, mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir a Deus”.

São Boaventura

“Jamais li que algum Santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem Maria.”

 
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Publicado por em 18/04/2015 em Uncategorized

 

A Santíssima Virgem e a Nova Evangelização

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Ao longo dos séculos, de acordo com o sopro do Espírito Santo e os embates contra as heresias, o conhecimento da Santíssima Virgem aprofundou-se em três aspectos primordiais: cristológico, espiritual e eclesiológico.

É verdade que desde a primavera da Igreja estas três formas de considerar a Mariologia subsistiram concomitantemente, mas, cada uma delas reluziu com maior ou menor intensidade.

Durante as lutas para estabelecer as sublimes verdades sobre a divindade e a humanidade de Cristo, o aspecto cristológico da devoção a Nossa Senhora se consolidou sobretudo em Éfeso, no ano de 431, com a proclamação de Maria como Mãe de Deus. Deste dogma fundamental para a Mariologia, sucederam-se a declaração de sua tríplice virgindade, sua conceição imaculada e sua assunção aos céus. Em fim, todos os privilégios da Santíssima Virgem foram ressaltados em razão da cristologia, convenientes a Maria em razão de seu Divino Filho.

Por outro lado, a partir da época de ouro da Patrística, a devoção a Nossa Senhora foi consolidada com novo fermento dos santos medievais e modernos ocupando progressivamente um papel central na vida espiritual de todo católico. As grande aparições de Maria durante os século XIX e XX, assim como a canonização de santos marianos, lograram o aprofundamento da espiritualidade mariana, de seu papel junto a cada fiel, como medianeira amorosa e “infalível”, capaz de salvar o cristão de todos os apuros da existência.

Dir-se-ia que o conhecimento de Maria atingia assim seu ponto culminante, porém, a partir da época pré-conciliar, Ela passou a ser considerada por muitos teólogos em sua função social no Corpo Místico de Cristo; primeiro como corredentora e por fim como medianeira universal de todas as graças. Assim a mariologia clamava um aprofundamento no âmbito eclesiológico.

E de fato, os teólogos do Vaticano II, seguindo o impulso patrístico consideraram a mariologia como eclesiologia. A Igreja é virgem e mãe, é concebida sem pecado e carrega o peso da história, sofre como Mãe das Dores, e, no entanto, já foi assunta ao céu. No desenvolvimento sucessivo da eclesiologia, a Igreja é antecipada em Maria, em Maria é personificada e que, reciprocamente, a Santíssima Virgem não é considera somente como Mãe do Redentor, mas como trazendo em si todo o mistério da Igreja. Assim, a antiga visão patrística de Maria como imagem da Igreja foi recuperada pelo Vaticano II. A Lumen Gentium finaliza-se com a proclamação de Maria como Mãe da Igreja[.

A Santíssima Virgem intervem na História. Sua ação é percebida especialmente a partir da Idade Média, quando um processo de descristianização irrompeu sobre o ocidente. Especialmente em nosso tempo, Maria ampara a Igreja com seu maternal olhar e assim beneficia a Nova Evangelização através de sua mediação universal e onipotente.

Fontes:

Cf. RATZINGER, Joseph. Iglesia, ecumenismo y política. Madrid: BAC, 2005. p. 6

Cf. RAHNER, Hugo. Our Lady and the Churrch. Bethesda:  Zaccheus Press, 2004.

Cf. LG 66-69

 
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Publicado por em 18/04/2015 em Uncategorized

 

A eucaristia, o caminho a verdade e a vida

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Ego sum via et veritas et vita; nemo venit ad Patrem nisi per me” (Jo 14,6).       – Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por mim. – Em todos os tempos essas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo se fazem atuais, pois todo homem tem em si um senso que o leva a buscar a felicidade como um fim estável em sua vida. Mas será que todos os homens encontram o que ambicionam?

Para aquele que crê em Deus e em Nosso Senhor, a resposta saltaria aos olhos numa única pincelada. Dir-se-ia que esta constante perplexidade humana estaria solucionada, para todos aqueles que sabem buscar a Nosso Senhor Jesus Cristo.

No entanto, como encontrá-lo uma vez que Ele, após ter cumprido o plano redentor na cruz e de ter ressuscitado ao terceiro dia, subiu aos céus para sentar-se a direita do Pai? Como seria possível ter um convívio com tão grande Mestre que andava pela Galiléia curando os doentes, perdoando os pecadores e ensinando as multidões, e Lhe pedir um conselho, uma ajuda, um perdão? Onde estará Ele?

Se lermos atentamente os evangelhos, poderemos encontrar um vestígio que nos permitirá solucionar os problemas acima expostos. São Mateus, São Marcos e São Lucas nos narram um episódio importantíssimo da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo: a última ceia. Na perspectiva de Sua paixão e morte, Cristo instituiu a Sagrada Eucaristia para fortificar os apóstolos e desse modo ensiná-los a enfrentar as inúmeras dificuldades pelas quais deveriam passar. A Eucaristia serviria, não somente, para aqueles trágicos instantes que antecediam sua paixão, mas também seria utilizada depois, pelos próprios apóstolos, em todas as dificuldades e necessidades que eles teriam que enfrentar. Portanto, os apóstolos contaram com um grande consolo para a edificação do Reino de Deus e a pregação da Boa Nova: o próprio Cristo, em corpo, sangue, alma e divindade, presente e velado nas espécies do pão e do vinho.

Foi por meio desse alimento que Nosso Senhor Jesus Cristo pôde dar continuidade a sua obra; prolongar sua permanência nesta terra e ajudar a todos aqueles que estão em alguma aflição e que almejam um contato pessoal com Ele.

Mas por que foi este meio que Cristo escolheu para ficar entre nós?

O grande bispo de Hipona, Santo Agostinho, nos dá uma explicação. Diz ele que todo homem é capaz de perceber a verdade e a vida, mas não encontra por si o caminho que conduz a elas. Foi somente com o Verbo de Deus que se obteve o caminho, quando se revestiu de nossa natureza. Por isso, Ele quis deixar-se aos homens, antes de subir aos céus, enquanto caminho acessível à Verdade e à Vida, que é a Santíssima Eucaristia

Ademais, todos sabem que quanto mais um discípulo se relaciona com o seu mestre, mais ele o conhece, mais ele o ama e mais ele adquire o seu espírito e sua mentalidade. E na medida em que se sente semelhante ao mestre, se sente feliz, pois percebe que está cumprindo sua finalidade que é estudar e aprender o que o seu mestre lhe instruiu. Do mesmo modo acontece com uma pessoa que recebe Cristo sacramentado: Quanto mais o recebe, mais o conhece, o ama e adquire o seu espírito. Porque por meio desse alimento celeste se relaciona com Deus, autor de todas as coisas criadas e de todas as verdades eternas. Portanto, a pessoa se assemelhará a Ele e cumprirá assim sua finalidade terrena que é amar, louvar e servir a Deus com todo o seu entendimento e com toda a sua vontade.

Quantos Santos ao longo da história não tiveram uma experiência disso com o convívio Eucarístico? Basta lermos suas vidas e delas concluiremos que a felicidade deles consistiu em amar a Deus sobre todas as coisas. Por isso eles eram felizes, pois cumpriam o preceito deixado pelo próprio Cristo: “aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele (Jo 6,57)”. Na permanência desse amor eles encontraram o repouso de suas almas e por isso não se preocupavam mais com essa vida passageira e terrena, pois aquele que vai ao encontro ao alimento dos Anjos não terá mais fome, e aquele que crer nele não terá mais sede (Cf. Jo 6,35).

Logo, se queremos encontrar a verdadeira felicidade, devemos seguir o caminho deixado pelo Divino Mestre na última ceia: a Eucaristia. Nela está contido o rumo que devemos tomar para ganharmos o céu; a verdade que nos aconselhará e nos servirá de sustento nas adversidades desta vida; e por fim, o alimento que nos levará a conquista da vida eterna na união plena com Deus. É o que prescreveu, por assim dizer, o Divino Mestre ao afirmar: “Eu sou o caminho a verdade e a vida”. Aproximemo-nos desse alimento salutar deixado pelo próprio Cristo, que nos conduz à vida eterna; nos sustenta e nos traz a verdadeira felicidade.

 
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Publicado por em 18/04/2015 em Uncategorized

 

Por que Maria?

Muitas pessoas perguntam por que existe devoção a Nossa Senhora; por que rezar a Ela, fazer imagens em sua representação, construir capelas e igrejas em sua honra. Por quê tanto fervor por Maria? Isso não é um exagero ?

Além do mais, se já temos Jesus – que é Deus – a quem rezar, por que pedir graças a Ela, que não é Deus, mas apenas criatura? Isso não é desviar a atenção do Filho de Deus, que se encarnou para salvar os homens? Por que então, Maria?

Para encontrar a resposta, não precisamos buscar em muitos lugares. Não é necessário ir aos livros, nem fazer grandes pesquisas. Se quisermos saber quem deu início a esta prática, quem é o “culpado”, por assim dizer, da imensa e secular devoção que todos os povos, de todas as raças e de todas as línguas têem a Maria, vamos encontrar apenas um nome: JESUS CRISTO.

Sim, Ele foi o primeiro devoto da Virgem Maria. E um sacerdote de nossos tempos, o Pe. Pinard De La Boullaye, S.J., diz que “a devoção à Santíssima Virgem Maria começou na gruta de Belém, no primeiro sorriso que teve o Menino-Deus, respondendo ao sorriso de sua queridíssima e perfeitíssima Mãe, e não parou de crescer até o último minuto de sua morte na cruz!”

E se alguém quiser ainda mais provas de como a devoção a Maria é querida pelo próprio Deus, e não é uma invenção dos homens, recorramos aos evangelhos. Sim, ali encontraremos muitas passagens que nos indicam a necessidade da devoção a Maria.

Vemos o arcanjo Gabriel chamar-lhe de “cheia de graça” (Lc 1,28). Ora, para que um anjo conceda a alguém esse título, qual não é a imensidão de graças que deve possuir essa pessoa? Logo a seguir vemos o mesmo anjo anunciar a Maria que Ela daria à luz um filho que se chamaria “filho de Deus”. Ou seja, o próprio Deus escolheu Maria para n’Ela habitar durante todo o tempo da gestação, como em um sacrário puríssimo. Podemos achar pouco isso?

Se lermos mais um pouco do evangelho de São Lucas, ainda veremos mais um prodígio realizado pela intercessão de Maria: ao visitar a sua prima Santa Isabel, o simples efeito de sua voz, ao atingir os ouvidos de sua parente, faz um bebê com apenas seis meses de gestação pular de alegria, e ali mesmo receber todas as graças da justificação. Era a primeira graça que o Verbo encarando concedia no Novo Testamento, e quis fazê-lo através de sua Mãe. Eis o efeito da voz de Maria.

E temos mais: São João (Jo 2,1) nos conta que, estando Jesus num casamento, na cidade de Caná, falta o vinho necessário para a festa. E pela iniciativa de Maria, e por sua intercessão junto a seu Divino Filho, é realizado o primeiro de inúmeros milagres da vida pública do Salvador. Quantas maravilhas fez Jesus por causa de sua Mãe!

E se queremos que os santos nos ensinem como a devoção a Maria foi instituída pelo próprio Deus, ouçamos São Luis Maria Grignion de Montfort:“Deus reuniu todas as águas e chamou-as mar. Reuniu todas as graças e chamou-as Maria”. E São Bernardo: “A Virgem Maria foi escolhida especialmente por Deus, antes de todos os séculos, para ser guardada pelos anjos e prometida pelos profetas para ser a Mãe de Deus e nossa Mãe”.

E se queremos saber como deve ser a nossa devoção particular a Maria, os santos assim nos ensinam: “Tudo quanto a Virgem Santíssima pede em favor dos homens, obtém, com certeza, de Deus”, diz Santo Afonso Maria de Ligório; São Germano nos anima a confiar sempre na intercessão de Maria, pois “Jesus não pode deixar de ouvir Maria em todas as suas preces, pois quer obedecê-la em tudo, como um bom filho obedece a sua mãe”.

Por fim, São Bernardo exorta-nos a invocá-la em nossas necessidades: “nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria. Que seu nome nunca se afaste de seus lábios, jamais abandone teu coração. Seguindo-A, não te transviarás; rezando a Ela, não desesperarás; pensando nEla, evitarás todo erro.

“Se Ela te sustenta, não cairás; se Ela te protege, nada terás a temer; se Ela te conduz, nunca te cansarás; se Ela te ajuda, chegarás ao fim”.

Não tenhamos, pois, receio em amar a Maria, e sermos devotos seus de todo o coração e de toda alma. Pois nos diz ainda o Pe. Pinard que “Jesus quis ser nosso modelo em tudo, quis ser também modelo da piedade mariana. E se queremos nos perguntar qual é o limite que deve existir para a devoção mariana, ei-la: amai Maria, se puderdes, tanto quanto Jesus A amou. Sim, o modelo de piedade mariana é o próprio Filho de Deus!”.

 
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Publicado por em 18/04/2015 em Uncategorized

 

A grande dificuldade dos teólogos explicarem a Imaculada Conceição

Immaculate Conception

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Sabemos que Deus é Onipotente. Logo, podia ter feito Maria sem pecado, era conveniente que o fizesse pois d’Ela nasceria o Verbo, logo Ele A fez sem pecado. Podia, era conveniente, fez.

Com efeito, quem que podendo escolher e criar para si uma mãe não a faria do modo mais perfeito possível? Se nós, criaturas que somos, criaríamos a mãe mais sublime que nos fosse dado cogitar, quanto mais Deus, que é a Perfeição em essência, o faria para Si.

Além disso, como aceitar que o sangue de Jesus tenha brotado de um manancial manchado pelo pecado? Como admitir que a Mãe do Salvador tenha sido escrava de satanás pelo pecado, ainda que por instantes? Se Adão e Eva, responsáveis pelo pecado original e suas catastróficas consequências, foram criados sem pecado, como podia Maria ser criada em estado inferior, Ela que nos trouxe a salvação?

Não apenas Maria foi criada sem pecado e assim permaneceu ao longo de toda sua existência, mas teve logo no primeiro instante uma plenitude de graças que ultrapassa os méritos de todos os homens e Anjos reunidos. Mas porque isso? Por que Deus assim o quis, para manifestar sua grandeza e para mostrar seu senhoril absoluto sobre todas as coisas. A nós basta ter a humildade para reconhecer que “o Poderoso fez em mim maravilhas, grande é o seu nome”. (Lc 1, 49)

Agora passamos a um argumento de razão: a grande dificuldade dos teólogos explicarem a Imaculada Conceição, desde os primeiros tempos da Igreja até século XIII, era conjugar esse privilégio de Maria com a Redenção Universal de Jesus. A crença na Imaculada Conceição era moeda corrente desde sempre, mas ninguém tinha podido explicar até o franciscano João Duns Escoto – filósofo e teólogo medieval – encontrou a chave do problema.

A charada estava num matiz teológico muito simples, ao ponto de ser genial: a Igreja não acha que Nossa Senhora não tenha precisado da redenção, mas sim que foi curada do pecado antes mesmo de contraí-lo, portanto ela é o fruto mais belo do Sacrifício de Cristo, santificado em previsão de sua morte, antes mesmo dele nascer. Portanto, de alguma forma Ela também “pecou em adão”, no sentido de que faz parte da humanidade submetida ao pecado, só que recebeu as graças da redenção já no momento de ser concebida, quando Deus evitou o contágio efetivo do pecado original em sua pessoa. O Beato Escoto diz: a melhor forma de curar é evitar a enfermidade! Foi o argumento decisivo para vencer a famosa disputa de 1307 em Paris, que deu cidadania à tese da Imaculada Conceição no mundo católico.

Quanto ao trecho de São Paulo a que se refere, bem como toda a Escritura, não pode ser lido fora do contexto, sob o risco de fazermos uma interpretação meramente humana, desligada do Espírito Santo. Esse trecho é parte da explicitação que o Apóstolo faz sobre a lei do pecado e da condenação em contraposição à lei da graça, que fora instaurada por Jesus Cristo ao morrer na Cruz. Se seguimos a leitura encontramos: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho […].” (Rm 8, 1-4) Se São Paulo afirma isso em relação a todos os que estão unidos a Cristo, com maior razão deve-se aplicar a Maria, que O deu à luz. “Entrando o anjo aonde ela estava, disse: Alegra-te, cheia de graça! O Senhor é contigo. […] O anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. […] Então, disse Maria ao anjo: Como será isto, pois não tenho relação com homem algum? Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus.” (Lc 1, 28; 30-31; 34-35) Como podia ser chamada “cheia de graça” se n’Ela houvesse alguma mancha de pecado? E se o Espírito Santo a fez conceber milagrosamente sem violar sua integridade, porque não poderia preservá-La do pecado em previsão dos méritos da paixão de Cristo?

A lei do pecado não é maior que o Espírito Santo.

 
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Publicado por em 18/04/2015 em Mariologia

 

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