Dom José Falcão alerta para o perigo da Criatividade Litúrgica

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BINGO DO ABUSO LITÚRGICO !

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Qual a diferença do Batismo de João Batista para o Batismo Cristão ?

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Ninguém pode compreender o Batismo sem pensar na Ressurreição de Jesus. Na madrugada daquele domingo glorioso, o Pai derramou o Espírito Santo, Espírito de Ressurreição, sobre o Filho: seu Corpo e Alma foram ressuscitados. Jesus ficou pleno do Espírito Santo, de modo que sua natureza humana tornou-se gloriosa: Jesus foi manifestado na carne (natureza humana) e justificado (e ressuscitado) pelo Espírito (1Tm 3, 16).

Jesus Cristo, glorificado pelo Espírito Santo, entrou no Cenáculo de Jerusalém e derramou o Espírito da Ressurreição sobre os Apóstolos: “A paz esteja convosco! Recebei o Espírito Santo (Jo 20, 19-22)!” Jesus recebeu do Pai o Espírito Santo prometido, batizou nEle a Igreja e derramou sobre nós este mesmo Espírito (At 2, 32)!

João Batista já havia profetizado: “Eu batizo com água, mas vem aquele que batizará com o Espírito e com Fogo” (Jo 1, 33; Lc 3, 16). O batismo de João, na água, era preparatório para a vinda do Messias: ainda não era o Sacramento do Batismo, não era o Batismo cristão. É o Messias, isto é, o Ungido no Espírito de Ressurreição, quem batizará no Espírito. Cristo mesmo diz: “O Espírito do Senhor está sobre mim, o Senhor me ungiu” (Lc 4, 18). Os cristãos, portanto, nunca tiveram “batismo nas águas”: o nosso Batismo é no Espírito Santo! Falar em “batismo nas águas” é voltar ao Antigo Testamento; é parar em João Batista e desprezar o Sacramento do Batismo trazido por Cristo!

Foi no Domingo da Páscoa que os Apóstolos tornaram-se realmente cristãos; receberam a vida nova do Ressuscitado, foram transfigurados em Cristo! Aí nasceu a Igreja: na Ressurreição! Aí ela foi batizada e recebeu o poder de batizar: “Como o Pai me enviou, assim eu vos envio (Jo 20, 21)!” Assim, a Igreja deve batizar todo aquele que crê. Isto significa acolher Jesus Ressuscitado nas águas do Batismo. A palavra “batizar” vem do grego e significa, literalmente, mergulhar, imergir. Mas não significa mergulhar na água, e sim a imersão no Espírito Santo de Deus, o Espírito prometido que ressuscitou Jesus! É isso que o Evangelho afirma: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus (Jo 3, 5)”. Observe bem: da água, símbolo e sinal do Espírito, renascer do próprio Espírito!

O mesmo Evangelho confirma: “Jesus, de pé, diz em alta voz: ‘Se alguém tem sede, venha a mim e beba!’ (…) Ele falava do Espírito que deviam receber os que creram nEle…” (Jo 7, 37-39). São Paulo explicou: “De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único Corpo (1Cor 12, 13).” Os cristãos não batizam somente na água que purifica o corpo, e sim no Espírito que Jesus dá por sua Ressurreição!

Efeitos do Batismo – Primeiro, o Espírito dado no Batismo é para o perdão dos pecados: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome do Senhor Jesus Cristo, para a remissão dos pecados; e recebereis o Dom do Espírito Santo.” (At 2, 38) Aquele que é batizado, recebendo o Espírito, recebe o perdão dos pecados. O Espírito do Ressuscitado é Fogo que queima todo pecado e Água que faz brotar uma vida nova.

O Espírito nos livra, primeiramente, do Pecado Original. Todos nós, desde a nossa concepção, somos membros de uma humanidade pecadora e desarrumada; uma humanidade que, desde o início, teima em fechar-se para Deus. O resultado é o desequilíbrio, o egoísmo, a falta de rumo.

Pelo simples fato de sermos humanos já fazemos parte deste fechamento em relação a Deus. Somos membros da humanidade, partilhamos do seu passado, que condiciona o nosso presente, o que somos, pensamos e fazemos, assim como o nosso presente condiciona o futuro dos nossos filhos. São Paulo diz: “Todos pecaram e estão privados da Glória de Deus” (Rm 3,23). O salmista canta: “Minha mãe já me concebeu pecador” (Sl 51, 5). É este o sentido do Pecado Original: ninguém nasce justo ou santo diante de Deus. Mesmo a criança, ainda sem pecado pessoal, já traz a marca do fechamento para Deus, do egoísmo, e o manifesta nas suas malcriações, no egocentrismo, nas chantagens infantis… É este estado que chamamos de Pecado Original.

É essa força do pecado que o Batismo, na potência do Espírito Santo, apaga em nós: “Não existe mais condenação alguma para os que estão em Cristo Jesus.” (Rm 8, 1) E aos adultos, também os pecados pessoais são perdoados: “Se Cristo está em vós, o corpo está morto pelo pecado, mas o Espírito é vida, pela justiça (Rm 8, 2.10)”. O Batismo torna-nos realmente santos; somos santificados pelo Espírito daquele que destruiu o pecado: Cristo Jesus.

Aí surge uma questão importante: se é assim, por que continuamos caindo em tentação? Por que continuamos pecando, mesmo depois do Batismo? Para entender esta questão, é necessário saber distinguir o que é pecado e o que é a concupiscência.

Sim, mesmo aquele que crê em Jesus, e vive no seu Espírito, ainda experimenta a fraqueza. Isso acontece porque permanece uma tendência, uma inclinação para o pecado. Essa inclinação, segundo a Escritura e o Catecismo da Igreja, é a concupiscência. “O Batismo confere àquele que o recebe a graça da purificação dos pecados. Mas o batizado deve continuar a lutar contra a concupiscência da carne e as cobiças desordenadas (CIC §2520)”. A concupiscência não é pecado em si, desde que o cristão a combata: a doutrina da Igreja esclarece que a concupiscência foi-nos deixada para que possamos “combater o bom combate (2Tm 4, 7)”. Um mau desejo é concupiscência para o pecado, mas o pecado só se concretiza se alimentamos esse desejo ou se o satisfazemos. Por isso Jesus ensina a pedir ao Pai Celestial: “Não nos deixeis cair em tentação”.

E além do perdão dos pecados, o Espírito que recebemos no Batismo nos une, incorporando-nos em Cristo como membros de um só Corpo. Se temos o Espírito de Cristo, somos uma só coisa com Ele: “Aquele que se une ao Senhor, constitui com ele um só Espírito (1 Cor 6, 17)”! Maravilha das maravilhas! Pelo Batismo, a Vida do Ressuscitado, que é o Santo Espírito, habita em nós! Cristo está em nós e nós vivemos dEle e nEle! Assim, podemos dizer que o Batismo nos “cristifica”. Como São Paulo, podemos dizer: “Já não sou eu que vivo, mas Cristo vive em mim.” (Gl 2, 20).

 

Paulo Lelis

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Quantas formas de Batismo existem na Igreja Católica ?

Resultado de imagem para formas de batismo catolicoExistem três formas de Batismo

1) O Batismo-Sacramento: celebrado normalmente pela Igreja com os vivos.

2) O Batismo de Sangue: No caso de mártires pela fé e que não receberam o Batismo. Isto acontecia muito na Igreja primitiva quando o adulto era preparado com muita antecedência para o Batismo.

3) O Batismo de Desejo:

 

 Pessoas que desejavam recebê-lo, mas por qualquer circunstâncias morreram antes. Também seria o caso de incluir os pagãos que não conheceram a Cristo, mas que viveram retamente de acordo com a sua consciência e a Lei Natural. Se O tivessem conhecido, teriam pedido o Batismo. Neste último caso, que só Deus conhece, poderá acontecer o Batismo de Desejo, segundo Catecismo.

Quanto às crianças que morrem sem batismo (natimortos ou abortos, sejam espontâneos ou provocados) a Igreja não definiu normas específicas. Em teologia chama-se de questão em aberto.

A Igreja não faz esse tipo de batismo porque não tem normas específicas e, então, é compreensível a atitude dos sacerdotes que negam o batismo a essas crianças. Há que se considerar também que Jesus foi muito claro no Evangelho: “Quem crer e for batizado, será salvo. Quem não crer, será condenado”. Portanto, o Batismo é absolutamente necessário para entrar no céu. Então devemos fazer o batismo de Desejo.

Como a criança não teve a chance de desejar o batismo, este desejo deve ser suprido pela mãe, assim como a necessidade da Fé para o batismo é suprida pela Igreja e/ou pelos pais e padrinhos. Há dois casos: Quando existe o túmulo da criança e quando não existe, pois foi abortada no início da gestação.

Quando existe o túmulo da criança

Deve ser batizada no túmulo.

Quando não existe o túmulo da criança

Adota-se o seguinte procedimento: Usar, de preferência, água benta (mas pode ser água comum). Se souber o sexo, dar-lhe um nome. Se não souber, dar-lhe um nome que seja usado tanto por homens como mulheres. (exemplo: Nadir ). Se não, dar-lhe um nome como José/Maria. Conforme o sexo, Deus adota o nome. Derramar três vezes água benta sobre uma criança imaginária ao mesmo tempo em que se pronuncia a fórmula do batismo:

Eu (fulana) te batizo José/Maria, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. A criança não recebe o Sacramento do Batismo, mas os frutos do Batismo e, imediatamente, irá para o abraço de Deus Pai.

Quando houve aborto provocado existe pecado grave. Neste caso, antes do batismo, orientar a mãe para que, devidamente arrependida e com o firme propósito de não mais cometê-lo, procure um sacerdote e se confesse e somente depois efetue o Batismo.

Cláudio

 

 

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Você sabe o que é sanatio in radice ?

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Em síntese: A sanação na raiz é um dispositivo do Direito Canônico que permite ao Bispo diocesano legitimar uniões ilegítimas.

 

Sanação na raiz (sanatio in radice) é um dispositivo do Direito Canônico que permite ao Bispo diocesano validar casamentos ou uniões inválidas. Eis como é formulado pelo Código: “A sanação na raiz leva consigo, além da dispensa ou cessação do impedimento, a dispensa da lei que impõe a renovação do consentimento e a retroação, por uma ficção do Direito, do matrimônio, quanto a seus efeitos canônicos, no tempo passado” (Cânon 1138, § 8).

 

Expliquemos esse cânon.

 

1. Casos a que se aplica a sanação

 

Começaremos propondo um caso fictício:

Uma jovem católica quer casar-se com um homem solteiro que não aceita a cerimônia religiosa do matrimônio, por não ter fé. Ela tem relações conjugais com ele, mas sente-se infeliz, porque fica privada dos sacramentos. Haverá solução para o caso?

 

Outro exemplo: os dois nubentes se casaram na igreja, mas o sacerdote que abençoou o matrimônio não tinha jurisdição para fazê-lo. Portanto o casamento foi nulo. Os cônjuges não sabem disto e vivem tranquilamente a sua vida conjugal. Haverá solução para o caso?

 

2. Em que consiste a solução?

 

O Bispo diocesano, informado do problema, pode declarar válida a união, mediante o preenchimento das seguintes condições:

 

1) A nulidade da união não se deve a um impedimento de Direito natural ou divino. Por exemplo, uma pessoa casada (que está ligada pelo vínculo indissolúvel do matrimônio), não pode pleitear a validade de uma nova união; não pode recorrer à sanação na raiz. Se essa pessoa enviuvar, a Igreja poderá conceder a celebração de novo matrimônio.

 

2) Consentimento naturalmente válido, mas juridicamente ineficaz. Admitamos o caso de dois nubentes que se casem de acordo com as exigências do Direito Canônico, mas o sacerdote ou o ministro que presidiu ao casamento, não tinha delegação para fazê-lo. A união é válida do ponto de vista natural, mas é juridicamente nula. O Direito Canônico é exigente quanto às formalidades do casamento; este tem por ministros os dois nubentes, mas requer-se um delegado da Igreja devidamente habilitado para exercer essa função; se não há tal delegado, o rito pode ser executado com toda a precisão, mas é inválido no plano jurídico; não se realiza então o sacramento do matrimônio. Sabedor do fato, o Bispo diocesano pode conceder a sanação na raiz.

 

Tal é também o caso de uma católica e um protestante se casarem somente no foro civil, o que torna ilícita a união conjugal perante a lei de Deus. O Bispo dará a sanação na raiz depois de dispensar do impedimento de mista religião quando ele ocorre. Este impedimento é estipulado pela lei da Igreja, não pelo Direito divino; por conseguinte pode ser dispensado.

 

3) Permanência do consentimento. Está claro que, para validar a união ilegítima, é preciso que os esposos queiram continuar a viver maritalmente. Para elucidar este ponto, voltemos ao caso de uma jovem católica que se uniu a um homem sem fé, e alheio a ir à Igreja. Para obter a certeza do consentimento (sem dizer o porquê desse desejo), essa pessoa convidará amigas, ao menos duas) para um chá com a participação do seu consorte. Durante a conversa, a mulher perguntará ao parceiro: “Se você fosse casar-se de novo hoje, casar-se-ia comigo? – Está claro responde ele”. Assim fica comprovada diante de testemunhas a persistência do consentimento conjugal e o Bispo pode reconhecer a validade de tal casamento, mesmo sem que o marido tenha sido constrangido ou mesmo sem que o saiba. Diz o cânon 1140 § 1:

 

“Se nas duas partes ou numa delas faltar o consentimento, o matrimônio não poderá ser sanado na raiz, tanto se o consentimento tiver faltado desde o começo como no caso de ter sido recusado posteriormente”.

 

Essa persistência do consentimento é geralmente presumida, se as duas partes interessadas vivem sob o mesmo teto. Reza o Código de Direito Canônico:

 

“Mesmo que o matrimônio tenha sido contraído invalidamente por causa de um impedimento, presume-se que o consentimento dado persevera enquanto não constar da sua revogação”.

 

4) Autoridade competente. Embora a sanação na raiz tenha sido considerada função exclusiva da Santa Sé, os Bispos da América Latina conseguiram faculdades especiais para concedê-la. Portanto o Bispo da diocese respectiva pode assumir esse encargo, com exceção de três casos:

 

a) Quando se requer a dispensa de um impedimento reservado à Santa Sé. Pode ser o caso de um presbítero que haja abandonado o seu ministério para viver com uma mulher conjugalmente: a sanação na raiz só pode ser efetuada pela Santa Sé, pois a dispensa das obrigações sacerdotais é reservada à Santa Sé.

b) Quando se trata de um impedimento de ordem natural ou divina, impedimento já explanado neste artigo.

c) Quando se trata de matrimônios mistos e não tiverem sido observadas as condições estabelecidas para a dispensa do impedimento correspondente.

 

É de notar que, para se casar com pessoa de outra crença religiosa, a parte católica deve prometer fazer tudo para guardar a sua fé e para educar os filhos na religião católica. A parte não católica deverá ser informada desse compromisso assumido pelo(a) consorte.

 

5)  Causa justa. É óbvio que a sanação na raiz é algo de muito importante, que não pode ser tratado levianamente.

 

6)  Petição da parte interessada. A sanação na raiz pode ser concedida sem que os dois cônjuges o saibam.

 

“A dispensa da lei da renovação do consentimento pode ser concedida tanto quando uma parte permanece ignorante dela, como se permanecem as duas” (cânon 1138 § 3). A intervenção de terceiros se justifica quando os dois cônjuges ignoram a nulidade e estão sujeitos a dar escândalo ou a sofrer perturbação na vida matrimonial. Como exemplo dessa situação, imaginemos o caso de dois cônjuges que se casam sem ter a dispensa do impedimento de mista religião, por um motivo qualquer (negligência, esquecimento). Em tal situação o pároco da parte católica pode assumir a tarefa de pedir sanação na raiz. Mais: o Bispo diocesano pode agir por iniciativa própria, sem petição de ninguém, se o julgar oportuno para o bem de seus fiéis. É claro, porém, que o Bispo e o pároco não podem intervir se os cônjuges não o querem.

 

3. Conclusão

 

São estas algumas considerações pouco conhecidas pela maioria dos católicos, mas aptas a resolver problemas não raros da vida conjugal. O Bispo sana ou cura o problema pela raiz, tornando válido um casamento contraído invalidamente.

 

Supõe-se que o faça sem ferir algum dispositivo do Direito ou da Moral.

 

Este artigo muito deve à obra “O que Deus uniu”, do Pe. Jesus Hortal.

 

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

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BASE DA DOUTRINA PROTESTANTE e suas HERESIAS

Resultado de imagem para protestantismo– 1° Pelo pecado original o homem está decaído e tudo que faça é pecado mortal; a salvação pelas boas obras é impossível.
– 2° Deus impõe sua Lei no Antigo Testamento, mas ela é impraticável; a finalidade desta Lei é desencorajar, desesperar e finalmente nos lançar nos braços da misericórdia.
– 3° Depois da Lei ter-nos dado o desespero, faz-nos brilhar a fé, pois a Salvação vem dos méritos de Cristo morto na Cruz.
– 4° Desde toda a eternidade Deus predestinou uns para o inferno (para aqueles que recusam sua Lei), garantindo a Salvação para outros (aqueles que aceitam a Lei).
– 5° A eficácia dos Sacramentos do Batismo e da Eucaristia é apenas a fé que suscita no coração de quem os recebe.

Pela Escritura sabemos que há somente duas religiões na história: a religião verdadeira, composta por aqueles que são da raça da mulher, e a anti-religião, que é constituída pela raça da serpente. (Gn, 3,15) 
Também Santo Agostinho nos fala em duas religiões, quando define as suas famosas duas cidades:
“Dois amores deram origem a duas cidades: o amor de Deus levado ao desprezo de si mesmo deu origem à cidade de Deus; e o amor de si mesmo levado ao desprezo de Deus, deu origem à cidade do homem.” 
E Santo Inácio usa as duas bandeiras como metáfora da luta contínua entre essas duas religiões na história. 
Assim, vemos que apesar da enormidade de seitas conhecidas hoje, só há duas religiões no mundo, a primeira delas a religião verdadeira, a religião Católica, divinamente revelada e única guardiã da verdade divina revelada. E a outra, composta por essa infinidade de seitas, que é a anti-religião, a religião do demônio, a sinagoga de satanás. 

O sola scriptura (somente a Escritura) é contra a Escritura, pois impinge ao livro sagrado um poder mágico de auto-interpretação que ele não possui. Algumas pessoas chegam a usar a Bíblia como cartas de tarô, abrem aleatoriamente suas páginas e afirmam que a Palavra lá escrita é a mensagem de Deus para aquele momento. Quando os protestantes pretendem exaltar a Bíblia, na verdade a destroem. Lutero mesmo, na gênese desse movimento sectário, retirou vários livros da Bíblia (não materialmente, mas os desqualificando – Tiago como sendo uma epístola de palha, Apocalipse como sendo nem evangélico nem profético), mostrando que a Bíblia era escrava da vontade dos reformadores. 
Ao desprezar tudo o que Lutero considerava humano em relação à revelação, como os livros deuterocanônicos e a tradição, bem como os concílios e a hierarquia, de fato Lutero se opunha a tudo o que era material, ele se opunha à criação. Para Lutero, esses livros retirados da Bíblia não produziam a experiência que despertaria no fiel a noção de salvação, e por isso não poderiam ser inspirados. Tais livros não traduziam de fato o kerigma, que é – mais importante que as verdades reveladas – o anúncio salvífico. 

Ao propor o sola scriptura, Lutero queria a libertação da matéria, para ouvir somente a voz (divina) que falaria ao interior do homem.Porém não foi isto que Cristo deixou! Cristo edificou sua Igreja e deu autoridade aos Sacerdotes, e nos mostrou que devíamos ter uma hierarquia, da mesma forma que um corpo tem membros e cada membro sua função.

O sola fide (somente a fé) é qualquer coisa, menos fé verdadeira. Pois para o protestante o que vale é a experiência com Cristo, e não a aceitação das verdades reveladas por Deus. 
Geralmente se considera que o sola fide se opõe apenas às boas obras. Porém, se nos detivermos um pouco mais nesse princípio, veremos que ele se opõe à participação da inteligência na obra da regeneração, pois a fé protestante não pode passar pela razão, mas provém unicamente da emoção e da experiência vivencial. Assim é evidente sua recusa a forma que Deus deu à criação; pois somos racionais, e nossa fé antes de emotiva tem que ser racional.O coração do homem é como um mar agitado e a fé tem que ser solidificada na razão; da mesma forma que 2+2 sempre serão 4, eu sempre irei crer em Deus e em minha Igreja, aconteça o que acontecer, esteja eu sentindo o que for, minha convicção não depende e não se ampara em minhas emoções.
A inteligência – desprezada e odiada por Lutero – impede que o homem chegue ao verdadeiro conhecimento de Deus, que segundo Lutero se dá através da experiência catalisada pela leitura da Bíblia. 

O sola gratia vai contra a verdadeira graça santificante. Esse princípio atesta que o fiel justificado está livre de pecado, não porque não os possua mais ou não possa cometê-los, mas porque os têm encobertos pela graça de CristoAssim, o justificado tem graça e pecado ao mesmo tempo. Com isso, dá-se ao fiel a ilusão de impecabilidade, e mesmo a permissão de pecar com a garantia do perdão antecipado – 
Com isso, Lutero habilmente conseguiu impugnar os dez mandamentos, ao dizer que o homem é incapaz de praticá-los e, portanto, não pode ser culpado por cometê-los. 

Ora, a graça é propriamente a participação na vida divina, pois a Santíssima Trindade de fato habita na alma justificada pelos méritos de Cristo. Como poderia habitar Deus e pecado na mesma alma como afirmava Lutero? É impossível, e uma ofensa à graça divina.Por isso o pecado mortal é a expulsão de Deus da alma, cuja presença se adquire com o Batismo e se recupera com a Confissão. 

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Confessionário, UM DIREITO DO FIEL!

Resultado de imagem para falta de confessionárioSalve Maria!

Este artigo é um pedido desesperado aos Clérigos, que o quanto antes deem o direito do Confessionários aqueles fiéis que se sentem constrangidos com a Confissão cara a cara!
 
Com muita tristeza fico sabendo de pessoas que deixam de fazer uma boa e reta confissão pelo constrangimento que é relatar pecados fora do confessionário! 

Mas até onde vai a falta de cuidado com as almas??? Tá certo que infelizmente a grande maioria do Clero morre de preguiça de atender confissão (…), e até forçam a tal confissão comunitária, que neste caso é totalmente inválida, para não “perderem” seu tempo salvando as almas!

Pelo amor de Deus custa colocar um confessionário e atender as pessoas??? Custa não é mesmo??? Custa boa vontade, custa a fé, custa o amor ao próximo, custa vocação para tudo isto!
Conheço pessoas que sofrem amarguradas por reterem pecados, justamente pela falta de um direito que é delas: O ANONIMATO!
 
 A confissão secreta já o Magistério da Igreja a preceituara sob o pontificado de S.Leão I  e, reafirmada  pela Bula Licet ea, do Papa Sixto IV, foi ela muito expressamente ensinada no Concílio de Trento. O Código de Direito Canônico, depois de prescrever por lugar próprio às confissões a igreja ou oratório, estabeleceu que “haja sempre em lugar visível confessionários com grades fixas entre o penitente e o confessor” (§ 2o do cânon 964).
Lugar visível —o confessionário manifesto, solene, fonte atrativa da penitência, prevenção contra as difamações (maxime das mulheres: cfr. cânon 910, § 1o, do Código de Direito Canônico anterior) — mas com grades fixas entre o penitente e o confessor, essas grades que constituem um ‘diafragma protetor’,onde satanás não pode adentrar com suas malícias.
 
A retirada das grades fixas nos confessionários e, por maioria de razão, a abolição dos próprios confessionários e sua sucessão por‘lugares informais’ maltratam não só o direito do fiel ao anonimato,além de facilitar o veneno da calúnia contra os confessores, mas violam o direito de intimidade do penitente. 
Fiquemos com Deus! 
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