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FRASES DITAS POR CHE GUEVARA QUE REVELAM QUEM ELE REALMENTE FOI

Da próxima vez que seu filho chegar em casa em uma camiseta do  Che Guevara, pergunte-lhe se ele sabe que o assassino cubano realmente representava ?

Faça-o se sentar, fale com ele, tire as vendas da ignorância de seus olhos e mostre-lhe a verdade de Che Guevara pelas suas próprias citações.

Não entendo como uma pessoa que se diz Cristã possa idolatrar uma contradição desta, pois o “Cristão ao Contrário de Guevara, não mata, mas da a vida como fez Cristo.”E como diz a palavra de Deus: ” A boca fala daquilo que o coração está cheio… (Mateus 12,34), e no caso deste assassino frio e sanguinário, está cheio de ódio, vejam as suas máximas e tirem suas próprias conclusões:

  1. “Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos! Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”

  1. “O ódio cego contra o inimigo cria um impulso forte que quebra as fronteiras naturais das limitações humanas, transformando o soldado em uma eficaz máquina de matar, seletiva e fria. Um povo sem ódio não pode triunfar contra o adversário.”
  1. “Para mandar homens para o pelotão de fuzilamento, não é necessário nenhuma prova judicial … Estes procedimentos são um detalhe arcaico burguês. Esta é uma revolução!”
  1. “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar motivado pelo puro ódio. Nós temos que criar a pedagogia do Paredão!” (O Paredão é uma referência para a parede onde os inimigos de Che eram mortos por seus pelotões de fuzilamento, e em alguns casos pessoalmente mortos pelo próprio Guevara).
  1. “Eu não sou o Cristo ou um filantropo, velha senhora, eu sou totalmente o contrário de um Cristo … eu luto pelas coisas em que acredito, com todas as armas à minha disposição e tento deixar o outro homem morto, de modo que eu não seja pregado numa cruz ou qualquer outro lugar. “

 

  1. “Se qualquer pessoa tem qualquer coisa boa para dizer sobre o governo anterior, para mim já é bom o suficiente matá-la.”
  1. Che queria que o resultado da crise dos mísseis em Cuba fosse uma guerra atômica: “O que nós afirmamos é que devemos proceder ao longo do caminho da libertação, mesmo que isso custe milhões de vítimas atômicas”.
  1. “Na verdade, se o próprio Cristo estivesse no meu caminho eu, como Nietzsche, não hesitaria em esmagá-lo como um verme.”
  1. “É muito triste não ter amigos, mas é ainda mais triste não ter inimigos.”

Tradução: Emerson de Oliveira

Fonte: http://www.ihatethemedia.com/

 
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Publicado por em 20/04/2016 em Uncategorized

 

A MÚSICA NA LITURGIA DA SANTA MISSA

 

Muito mais do que falar sobre liturgia e música no aspecto litúrgico, vamos tentar despertar no seu coração o amor pela liturgia.

Temos algumas fontes para que possamos nos aprofundar no tema: Catecismo da Igreja Católica (CIC), a Liturgia diária, o Missal Romano – neles estão a instrução geral e também as direções para a música na liturgia.

No nosso dicionário está escrito: “Liturgia – culto público e oficial instituído por uma Igreja, ritual”. No Catecismo da Igreja Católica – no qual nossa fé é explicada e detalhada, está escrito: “A palavra ‘liturgia’ significa originalmente obra pública, serviço da parte do povo e em favor do povo. Na tradição cristã, ela significa que o povo de Deus toma parte na obra de Deus” (Parágrafo 1069, CIC).

Na maneira de Deus se manifestar existe uma liturgia.

A liturgia nos ajuda a celebrar melhor o mistério de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ela nos faz participar do maior mistério, que é a Santa Missa, a qual tem começo, meio e fim. A Santa Missa é ação de graças por excelência, é a maior das orações. Tudo o que acontece nela – cada resposta, gestos do sacerdote, etc. – quer realizar a nossa santificação e fazer com que vivamos bem esse mistério. Não é só ‘importante’, mas é dever de cada um de nós participar bem da Celebração Eucarística.

A liturgia não serve para nos ‘engessar’, mas sim, para nos fazer mergulhar no mistério, amar e sermos santificados nessa celebração.

Músicos, temos que respeitar a cultura do lugar, da região. Não adianta chegar a uma Santa Missa das 7 da manhã com uma banda inteira.

No número 62 da instrução geral sobre o Missal Romano está escrito assim: “Evitem qualquer tipo de individualismo ou divisão, considerando sempre que todos têm um único Pai nos Céus e por esse motivo são irmãos entre si”. Aqui diz muito daquelas pessoas que rezam muito alto durante a Missa, ou cantam alto, ou rezam adiantadas ou atrasadas em relação aos demais. Isso chama atenção e nos dispersa da liturgia.

Como que vivemos de maneira plena aqui na terra a manifestação da nossa fé? Vivendo a Santa Missa!

Os músicos fazem parte da assembléia de fiéis. Por isso, devem promover a participação ativa dos fiéis no canto e ter atenção no repertório de acordo com quem está na assembléia. Tudo para que a unidade seja vivida.

 
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Publicado por em 17/04/2016 em Uncategorized

 

CIRCUNSTÂNCIAS DE ORIGEM DO APOCALIPSE DE SÃO JOÃO

1. No fim do séc. I d.C. tornava-se cada vez mais penosa a situação dos cristãos disseminados no Império Romano. Em verdade, o Senhor Jesus deixou este mundo, intimando aos discípulos para que aguardassem a sua volta gloriosa; não lhes quis indicar, porém, nem o dia nem a hora de sua vinda, pois esta deveria ser tida como a de um ladrão que aparece imprevistamente à meia-noite (cf. Mt 24, 43; 1Ts 5, 2s); vigiassem, pois, e orassem em santa expectativa. Todavia, apesar da sobriedade das palavras de Jesus, os discípulos esperavam que a sua vinda se desse em breve, enquanto ainda vivesse a geração dos Apóstolos mesmos. À medida, porém, que se passavam os decênios, essa esperança se dissipava; a não poucos parecia que Cristo havia esquecido a sua Igreja e que vão era crer no Evangelho.

A situação se tornara ainda mais angustiosa desde que Nero, em 64, desencadeara a primeira perseguição violenta contra os cristãos. “Ser discípulo de Cristo” equivalia, daquela ocasião em diante, a ser tido como “inimigo do gênero humano”: manifestava-se cada vez mais a oposição entre mentalidade cristã e mentalidade pagã, de modo que, vivendo em plena sociedade pagã, os cristãos tinham não raro que se abster das festas de família, das celebrações cívicas, dos jogos públicos, até mesmo de certas profissões e ramos de negócio (pois através de todos esses meios se exprimia a mentalidade politeísta e supersticiosa reinante).

Em particular, na Ásia Menor o ambiente era carregado de maus presságios: lá ia tomando proporções cada vez mais avultadas o culto dos Imperadores, a ponto de se tornar a pedra de toque da fidelidade de um cidadão romano à pátria. Desde 195 a.C. a cidade de Esmirna possuía um templo consagrado à deusa Roma; em 26 d.C. os esmimenses ergueram outro santuário em honra de Tibério, Lívio e do Senado. Em Pérgamo, desde 29 a.C., fora instituído o culto do Imperador. A cidade de Éfeso, nos inícios do reinado de Augusto, construíra um altar dedicado a este soberano no recinto do “Artemision” ou templo de Diana. Os habitantes da Ásia Menor eram especialmente inclinados a tal forma de culto, pois se sentiam altamente beneficiados pelos governantes de Roma, que haviam posto termo às guerras civis na região, assegurando à população prosperidade na indústria, no comércio e na cultura em geral.

Ademais outro perigo para o Cristianismo se fazia notar na Ásia Menor em fins do séc. I. A gente dessa região era dotada de exuberante alma religiosa, de sorte que dava acolhida não somente às religiões tradicionais do Império e ao Cristianismo, mas também a formas de culto ditas “dos mistérios” (de Mitra, Cibele, Apolo…), recém-trazidas do Oriente. Tais mistérios fascinavam pela sua índole secreta e por sua promessa de divinização.

Esse estado de coisas permite tirar a seguinte conclusão: na Ásia Menor uma religião que, como o Cristianismo, professasse rigorosamente um Deus único e transcendente manifestado por um só Salvador, Jesus, devia necessariamente defrontar-se em breve com formidável aliança de todas as forças do paganismo: sistemas religiosos, interesses políticos, planos econômicos deviam armar-se num combate unânime e cerrado contra o monoteísmo cristão; ser discípulo de Cristo, em tais circunstâncias, significaria sofrer o ódio e o boicote geral de parentes, amigos e concidadãos não cristãos, de tal modo que até mesmo na vida cotidiana do lar o cristão se sentiria sufocado por causa de sua fé. A situação sugeria a não poucos discípulos de Jesus ou a apostasia em relação ao Divino Mestre ou uma espécie de pacto com as idéias do paganismo, de sorte a dar origem ao sincretismo religioso (caracterizado principalmente pelo dualismo ou o repúdio à matéria que a mística oriental muito propalava). Foi em tais circunstâncias sombrias que São João quis escrever o Apocalipse.

2. A finalidade do livro torna-se assim evidente. O autor sagrado visava, acima de tudo, a alentar nos seus fiéis a coragem depauperada; o Apocalipse, em conseqüência, é essencialmente o livro da esperança cristã ou da confiança inabalável no Senhor Jesus e nas suas promessas de vitória. Pergunta-se então: como terá São João procurado levantar o ânimo e corroborar a esperança dos leitores? Haverá, em nome de Deus, prometido dias melhores aqui na terra em recompensa da fidelidade a Cristo, de maneira que quem fosse hostilizado por causa do Senhor Jesus viria a ser estimado pelos concidadãos e acariciado por prósperas condições de vida temporal (economia feliz, saúde, sucesso nos empreendimentos…)?

 
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Publicado por em 17/04/2016 em Uncategorized

 

A Hora do Ângelus

A piedade católica tradicional acostumou-se à hora do ângelus. Essa devoção que lança raízes na Idade Média e tem origem na tradição franciscana. Ao toque do sino, quando do romper da manhã, os cristãos veneravam a Virgem Maria, recitando três ave-marias, intercaladas por três versículos bíblicos. O primeiro reza: O Anjo do Senhor anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo. Em seguida, se diz: Eis aqui a serva do Senhor, faça em mim segundo a tua Palavra. E termina com um último versículo: E o Verbo de Deus se fez carne, e habitou entre nós.

Recitam-se os versículos bíblicos, comumente, em forma dialogal. A primeira metade reza quem dirige a oração e a comunidade responde a outra metade. Após cada versículo, diz-se uma ave-maria. Durante a Páscoa, modificam-se os versículos e omitem-se as ave-marias.

Mais tarde, começou-se a rezá-lo mais uma vez, ao meio-dia. E mais tarde ainda, pelo século XIV, recitava-se o ângelus também ao entardecer. Daí em diante ficaram consagrados os três momentos: às 6 horas da manhã e da tarde, e às 12 horas. No século XV, percebeu o Papa Calisto III a semelhança da maneira de chamar à oração do ângelus pelo toque do sino com o costume dos muçulmanos que ouvem idêntico chamado à oração desde o alto dos minaretes. E então, em tempos de guerra com os turcos, ele relacionou as duas orações – cristã e islâmica – e prescreveu o ângelus em Roma a fim de obter a proteção da Virgem no combate contra esses inimigos da fé católica.

São Pedro Canísio, com seu manual dos católicos, universalizou tal prática na cristandade. Os últimos papas, sobretudo a partir de Pio XII, têm valorizado muito essa oração de tal modo que à hora do ângelus, especialmente ao meio-dia, há sempre multidões na Praça de São Pedro. E quando o papa está em Roma, aparece na janela de seu aposento de trabalho para recitar o ângelus com o povo, dirigindo-lhe algumas palavras e concluindo com a bênção.

Paulo VI, numa encíclica mariana, incentiva a que se conserve o piedoso exercício do ângelus. O caráter simples, bíblico e de longa tradição histórica reforçam o valor dessa oração.

A iconografia sagrada conhece famoso quadro em que camponeses piedosos descobrem a cabeça, inclinam-na para rezar, no fim do dia de trabalho, o ângelus.

A. Manzoni, famoso escritor italiano, descreve com tons tocantes esse momento da devoção popular.

“Quando surge e quando cai o dia

E o quando o sol a meio caminho o parte

Saúda-te o bronze, que as turbas piedosas

Convida a louvar-te”.

As cidades modernas dificultam o tocar dos sinos para não interferir numa vida social, hoje regida por outros critérios. Mas ainda várias rádios tocam às 6 horas da tarde alguma das famosas melodias da Ave-Maria para que o fiel reze o ângelus. Um toque religioso no final do dia serve de repouso para o corpo e para o espírito no meio ao torvelinho da agitação urbana.

Enquanto a sociedade secular oferece técnicas de relaxamento, a piedade popular criou momentos de silêncio e contemplação. O espírito descola-se do peso do trabalho e da faina diária para perder-se durante um momento no mistério. Este visibiliza-se na reza do ângelus sob diversos aspectos. O conteúdo da oração é o mistério da Encarnação. Recorda-se, repetindo os versículos da Escritura, a visita do anjo São Gabriel que anuncia o plano da Encarnação e sua aceitação por parte de Maria. No centro está a pessoa do Verbo feito carne, mas a atenção volta-se também para a Virgem Maria que se transformou na figura feminina, símbolo da piedade e da beleza religiosa. E finalmente as ave-marias cantadas ou orquestradas são de compositores famosos, cuja melodia nos enleva. Todo esse conjunto de fatores transforma tal momento em experiência de paz e de religiosidade.

 
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Publicado por em 17/04/2016 em Uncategorized

 

Quem são os anciãos, seres vivos, etc, no Apocalipse?

A Bíblia de Jerusalém traz a seguinte explicação:

Esses Anciãos exercem um papel sacerdotal e real; louvam e adoram a Deus (4, 10; 5, 9; 11, 16-17; 19, 4), oferecem-lhe as orações dos fiéis (5, 8), assistem-no no governo do mundo (tronos) e participam do seu poder real (coroas).

Seu número corresponde talvez aos das 24 ordens sacerdotais de 1Cron 24, 1-19. Certamente são os Anjos que participam da liturgia celeste.

Os quatro Seres vivos são os quatro anjos que presidem ao governo do mundo físico (1, 20); quatro é um número cósmico (os pontos cardeais, os ventos, cf. 7, 1).

Seus numerosos olhos simbolizam a ciência universal e a providência de Deus. Eles adoram a Deus e lhe tributam glória por sua obra criadora.

Suas formas (leão, novilho, homem, águia) representam o que há de mais nobre, de mais forte, de mais sábio, de mais ágil na criação.

Desde santo Irineu († 200) a tradição da Igreja viu neles o símbolo dos quatro evangelistas.

Os Anciãos dão glória a Deus pelo poder que Ele lhes concedeu, coisa que os reis da terra recusarão fazer (17, 2).

Os sete Espíritos são sete Anjos.

 
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Publicado por em 17/04/2016 em Uncategorized

 

Origem do quadro de Jesus Misericordioso

Você já ouviu falar em Jesus Misericordioso? Claro que sim, agora será que conhece a história. Tudo começou com a Irmã Maria Faustina (apóstola da Misericórdia de Deus), mas antes de falarmos sobre a imagem de Jesus Misericordioso vamos conhecer um pouco de Irmã Faustina.

Nasceu em 25 de Agosto de 1905 em Glogowiec, na Polónia central. Filha de Mariana e Stanislao Kowalski foi batizada na igreja de Swinice Warskie e recebeu o nome de Helena. Estudou pouco não chegando a terminar a terceira serie. Aos 16 anos teve que deixar a casa de seus pais e foi trabalhar de domestica para poder manter-se e ajudar aos pais.

Desde a infância Helena sentia o desejo de seguir a Jesus, por diversas vezes durante a juventude tentou autorização dos pais para ingressar na vida religiosa. Não obtendo sucesso, resolveu esquecer a vocação, só que o chamado de Jesus foi maior.

Trecho do diário de Irmã Faustina:

Numa ocasião, eu estava com uma de minhas irmãs num baile. Enquanto todos se divertiam a valer, a minha alma sentia tormentos interiores.

No momento em que comecei a dançar, de repente vi Jesus ao meu lado, Jesus sofredor, despojado de suas vestes, todo coberto de chagas. E que me disse estas palavras: Até quando hei de ter paciência contigo, e até quando tu me decepcionarás?

Nesse momento para mim cessou a música animada. Não vi mais as pessoas que estavam comigo: somente Jesus e eu ali permanecíamos. Sentei-me, depois, ao lado de minha irmã, disfarcei o que tinha se passado comigo, dando a entender que estava com uma forte dor de cabeça.

Em seguida, afastei-me discretamente dos que me  acompanhavam e fui à catedral de S. Estanislau Kostka. Já começava a anoitecer e havia poucas pessoas na catedral. Sem prestar atenção a nada do que ocorria à minha volta, caí de bruços diante do Santíssimo Sacramento e pedi ao Senhor que me desse a conhecer o que devia fazer a seguir.

Então, ouvi estas palavras: Vai imediatamente a Varsóvia e lá entrarás no convento. Terminada a oração, levantei-me, fui para casa e arrumei as coisas indispensáveis. Da maneira como pude, relatei para a minha irmã o que havia acontecido na minha alma. Pedi que se despedisse por mim de meus pais. E assim, só com a roupa do corpo, sem mais nada, vim para Varsóvia.

Após inúmeras tentativas em vários mosteiros sempre sendo recusada, no dia 1º de Agosto de 1925 foi aceita na Congregação das Irmãs da Bem-aventurada Virgem Maria da Misericórdia, onde passou a ser Irmã Maria Faustina. Diante do Bispo Estanislau Rospond professou seus primeiros votos e cinco anos depois seus votos perpétuos. No decorrer de sua vida religiosa sempre desempenhou funções simples aos olhos humanos (jardineira e cozinheira).

Irmã Faustina faleceu na Cracóvia aos 33 anos de idade no dia 5 de outubro de 1938 após levar uma vida de sacrifícios pelos pecadores tentando assim salvar suas almas.

1965 – Início do processo informativo sobre sua vida.

1968 – Foi aberto o processo de beatificação.

1993 – (18 de abril) o Santo Padre João Paulo II beatificou a Irmã Faustina.

2000 – (30 de Abril) Canonizada pelo Papa João Paulo II, na Praça São Pedro.

As relíquias de Santa Irmã Maria Faustina estão depositadas no santuário da Divina Misericórdia de Cracóvia. Em 1937 Irmã Faustina escrevia em seu diário: “A glorificação da Tua misericórdia, ó Jesus, é a missão exclusiva da minha vida

Agora que conhecemos um pouco do elo entre Jesus e a humanidade, vamos prosseguir com a origem da pintura de Jesus Misericordioso.

Em 22 de fevereiro de 1931, Irmã Faustina em seu diário: À noite, quando eu estava em minha cela, percebi a presença do Senhor Jesus vestido de uma túnica branca. Uma mão estava levantada a fim de abençoar, a outra pousava na altura do peito. Da abertura da túnica no peito saíam dois grandes raios, um vermelho e outro branco. Em silêncio eu olhei intensamente para o Senhor; minha alma estava tomada pelo espanto, mas também por grande alegria. Depois de um tempo, Jesus me disse: “Pinta uma imagem de acordo com o que vês, com a inscrição, ‘Jesus, eu confio em Vós’”. ‘Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá’.

Significado dos dois raios em destaque na Imagem: “Os dois raios representam o Sangue e a Água. O raio branco representa a Água, que justifica as almas; o raio vermelho representa o Sangue, que é a vida das almas. Ambos os raios saíram das entranhas de minha Misericórdia quando, na Cruz, o Meu Coração agonizante foi aberto pela lança… Estes raios defendem as almas da ira do meu Pai. Feliz aquele que viver sob a proteção deles, porque não será atingido pelo braço da Justiça de Deus”.

Jesus volta a falar sobre a Imagem: “O Meu olhar, nesta imagem, é o mesmo que eu tinha na cruz.” “Por meio desta Imagem concederei muitas graças às almas. Ela deve lembrar as exigências da Minha misericórdia, porque mesmo a fé mais forte de nada serve sem as obras”.
A imagem original, pintada por Eugênio Kazimirowski, feita segundo a orientação de Irmã Faustina, encontra-se exposta desde 2005 no Santuário da Misericórdia Divina em Vilnius.

 
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Publicado por em 02/04/2016 em Uncategorized

 

A instituição da Festa da Misericórdia

Santa Faustina Kowalska, uma religiosa que teve revelações de Nosso Senhor a respeito da Divina Misericórdia, foi escolhida para ser a propagadora da devoção que chegaria ao mundo todo e transformaria muitos corações. Em seu diário, Santa Faustina relata o momento em que Jesus lhe pediu a instituição da festa da Sua Misericórdia: “A Minha imagem já está na tua alma. Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia.” (Diário 49).

Jesus apareceu a irmã Faustina numa cela de um convento da Polônia e lhe recomendou: “Pinta uma imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós. Desejo que esta imagem seja venerada, primeiramente, na vossa capela e, depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. (…) Quero que essa imagem, que pintarás com o pincel, seja benta solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia. Desejo que os sacerdotes anunciem essa Minha grande misericórdia para com as almas pecadoras” (Diário, 47-49).

Portanto, a festa que comemoramos é desejo do Coração de Jesus. “Essa Festa saiu do mais íntimo da Minha misericórdia e está aprovada nas profundezas da Minha compaixão” (Diário 420).

Foi em 2000, durante a canonização de Santa Faustina, que João Paulo II declarou o segundo domingo da Páscoa como o “Domingo da Divina Misericórdia” para toda a Igreja.

“Minha filha, inclinei o Meu Coração aos teus pedidos. A tua tarefa e obrigação é pedir aqui na terra a misericórdia para o mundo inteiro. Nenhuma alma terá justificação enquanto não se dirigir, com confiança, à Minha misericórdia. E é por isso que o primeiro domingo depois da Páscoa deve ser a Festa da Misericórdia. Nesse dia, os sacerdotes devem falar às almas desta Minha grande e insondável misericórdia” (Diário 570).

É um tempo propício para recebermos as graças do céu e assim nos deixarmos abraçar por um Deus que não olha para nossas falhas, mas para o nosso desejo de acertar e viver um tempo novo.

Também é uma oportunidade para mergulharmos na misericórdia de Deus com nossa história de vida, com nossas qualidades, mas, principalmente, nossas misérias e fracassos, para que sejamos lavados, purificados e restaurados no Senhor. Pois é promessa de Jesus para essa festa:  “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Nesse dia estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da Minha misericórdia” (Diário 699).

A Festa da Divina Misericórdia propaga a devoção a Jesus misericordioso, com o objetivo de mostrar um Deus amor, compaixão e misericórdia. Um Deus que acredita no ser humano, mesmo que este se sinta um fracassado ou esteja nas piores situações de pecado.

O convite é para todos! Estamos no Ano Santo e temos ouvido falar muito sobre essa palavra “misericórdia”. Mas será que estamos aproveitando as oportunidades dadas por Deus?

Que os raios da Divina Misericórdia atinjam sua vida, sua história!

Por Padre João Marcos Polak, membro da Comunidade Canção Nova, formado em Filosofia e Teologia. É natural de São Mateus do Sul (PR)

 
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Publicado por em 02/04/2016 em Uncategorized