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4 ensinamentos estranhos dos Mórmons

mormons

1) Junto à Bíblia existem outros livros de revelações, o Livro de Mórmon encontra-se no mesmo nível da Bíblia. No entanto, para o cristianismo, na grande maioria de seus grupos, a revelação divina terminou-se com a morte do último apóstolo (critério pneumatológico-apostólico).

2) Segundo os Mórmons, existe o Pai celestial, composto de corpo celeste. A fé cristã, ao contrário, afirma que Deus é espírito e que é três Pessoas: Pai e Filho e Espírito Santo. Dessas três Pessoas apenas o Filho se encarnou e este é Jesus Cristo, o Filho de Deus e nosso Salvador. O Pai e o Espírito Santo não se encarnaram e, portanto, não têm corpo.

3) A prática do batismo pelos mortos. O apóstolo Paulo nos informa que essa prática existia nos tempos dele (cf. 1 Cor 15,29), mas nunca encontramos tal prática como sendo apostólica ou transmitida pelos apóstolos de Jesus Cristo. Sendo assim, a Igreja não a realizou nem a aceita. A Escritura diz: “Quem crê e for batizado será salvo, mas quem não crê será condenado” (Mc 16,16).

4) Talvez as práticas mais estranhas entre os Mórmons sejam o casamento pelos mortos e a poligamia. No entanto, hoje em dia, devido ao escândalo generalizado, os Mórmons já não praticam a poligamia. Quanto ao casamento eterno e ao casamento pelos mortos, podemos responder aos Mórmons com as palavras do próprio Jesus Cristo: “Errais, não compreendendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Na ressurreição, os homens não terão mulheres nem as mulheres, maridos; mas serão como os anjos de Deus no céu” (Mt 22,29-30).

Por todas essas coisas, vê-se que tais doutrinas são estranhas à mensagem de Jesus Cristo tal qual se contém na Sagrada Tradição e na Sagrada Escritura transmitida a nós pelos Apóstolos de Jesus Cristo, na frente dos quais estava Pedro, e que continua sendo guardada e transmitida pelos Sucessores dos Apóstolos, os Bispos da Igreja Católica, na frente dos quais está o Sucessor de Pedro, o Papa.

Curiosamente, as supostas revelações concedidas a Joseph Smith na colina de Cumorah foram transmitidas por um anjo, cujo nome é Moroni. Contudo, o apóstolo Paulo já nos tinha advertido sobre esse tipo de revelações:

“Mas, ainda que alguém – nós ou um anjo baixado do céu – vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema” (Gálatas 1,8).

Os católicos, portanto, devem abster-se de colocar a sua fé em perigo fazendo reuniões e recebendo doutrinas que não são as de Jesus Cristo segundo lhes ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. Não nos esqueçamos de que a fé é um tesouro e, portanto, temos que cuidar dela. Por outro lado, existem os pecados contra a fé, um dos quais é aquele de colocar-se em perigo de perder a fé através de leituras, espetáculos e participações que possam levar a uma ocasião próxima de perder esse maravilhoso tesouro que Deus nos deu. Seria também uma grande falta de responsabilidade diante de Deus e da sociedade. Devemos ser caridosos para com todos, mas não podemos viver a indiferença nas coisas da nossa fé. Tratemos a todos com carinho e respeito, mas sejamos santamente intransigentes quando se trata da defesa da pureza da fé e de nossos santos costumes.

 
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Publicado por em 22/09/2016 em Uncategorized

 

Diversas Funções da Liturgia

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a) – Funções do acólito
– O acólito é instituído para o serviço do altar, auxiliando assim o sacerdote e o
diácono .Na procissão de entrada leva a cruz entre dois ministros. Durante toda a
celebração, cabe ao acólito aproximar-se do sacerdote ou do diácono para lhes
apresentar o livro (Missal e Evangeliário) e ajudá-los em outras tarefas necessárias.
Convém, portanto que ocupe um lugar do qual possa facilmente cumprir o seu
ministério, quer junto à cadeira presidencial quer junto ao altar. No rito das oferendas,
e na ausência do diácono, o acólito põe sobre o altar o corporal, o sanguíneo, o cálice,
a patena, a pala, as âmbulas com hóstias para a consagração e o Missal, como também
auxilia na preparação das oferendas e no Lavabo.
– Quando há incensação, o acólito apresenta ao sacerdote o turíbulo e o auxilia.
b) – Funções do ministro extraordinário da comunhão
– Na ausência de acólito instituído, o ministro extraordinário da comunhão pode
exercer todas as suas funções, entendendo-se que, naquelas situações em que há a
presença tanto do acólito como dos demais ministros extraordinários, as funções do
altar devem ser assumidas em primeiro lugar pelo acólito ou acólitos instituídos.
 c) – Funções do leitor
– Tudo aquilo que se diz do acólito instituído e que, na sua ausência, pode ser
assumido por outros leigos, como os ministros extraordinários da comunhão, aqui
também, com relação ao leitor instituído, acontece o mesmo: não havendo aqueles que
receberam o ministério pela instituição, então outras pessoas, devidamente
preparadas, podem assumir a sua função.
– Cristo Nosso Senhor, na Sagrada Liturgia, primeiro nos é dado como Palavra
salvadora (o Pão da Palavra) e, depois, como Pão da vida eterna, a Eucaristia. Por isso
falamos também de duas mesas, a da Palavra (ambão), e a do Pão Eucarístico (altar).
Vê-se, pois, que a Palavra de Deus, na Liturgia, é de valor sacramental. Assim, não
deve ser apenas lida, mas proclamada, como coloca agora a nova Instrução Geral.
– Na Ausência de Leitores membros da Pastoral, Procuraa Um Leitor com boa Fluencia Verbal, que Proclame a Palavra e não Apenas leia, observando, Pontos, virgulas, interrogativas e etc…  É importante que leia com o a voz que vem do coração e não apenas uma leitura acompanhada…Proclamada, a Palavra de Deus se torna celebração, festa, um acontecimento, pois,
salvífico.
– Para o bom exercício de seu ministério, algumas exigências, mínimas, de ordem
técnica, devem ser lembradas e pedidas ao leitor, como:
a) – Vocalização, isto é, o cuidado especial em pronunciar bem cada
sílaba, cada palavra.
b) – Regulação do volume da voz, de modo que se ouça bem o que é dito,
especialmente em fins de frase.
c) – Regulação do ritmo da leitura, reduzindo ou acelerando a emissão de
voz, segundo o caso, mas, sobretudo intercalando pausas nas vírgulas e
nos pontos.
d) – Modulação da voz, ou seja, mudando de tom, quando as variações do
texto assim o exigir. Isto acontece porque o texto deve ser lido de acordo
com o seu gênero literário.
d) – Funções do salmista
– “Compete ao salmista proclamar o salmo ou outro cântico bíblico colocado entre
as leituras. Para bem exercer sua função, é necessário que o salmista saiba salmodiar e
tenha boa pronúncia e dicção” (IGMR 102).*
e) – Funções dos cantores, coral, animador do canto, músicos e organistas
– “Entre os fiéis, exerce sua função litúrgica o grupo dos cantores ou coral. Cabe-lhe
executar as partes que lhe são próprias, conforme os diversos gêneros de cantos, e
promover a ativa participação dos fiéis no canto” (IGMR 103).*
É desejável que o canto litúrgico tenha nas celebrações o seu devido apreço, visto
ser ele integrante das ações litúrgicas, e não mero enfeite festivo. Por isso, seus
ministros precisam conhecer a real função do canto litúrgico, isto é, sua
ministerialidade na Liturgia. Na prática muitas vezes se vê um canto sem tanta
importância litúrgica elaborado, porém, com muito esmero, e outro, de maior
importância, como que não trabalhado devidamente, o que acaba por manifestar
desconhecimento por parte dos responsáveis pela equipe do canto. Fala-se aqui dos
graus de importância do canto na Liturgia, ou seja, da compreensão de sua
graduação.
f) – Funções do comentarista
– Sobre o comentarista, devemos dizer que sua função, a serviço dos fiéis, deve
conter breves explicações e exortações, visando dispor a comunidade para uma
participação também mais plena e consciente. Sejam então suas explicações
cuidadosamente preparadas, sóbrias e claras. Deve ele exercer a sua função em lugar
adequado, voltado para a assembléia, uma vez que está a serviço dela, mas não deve
fazê-lo do presbitério e, muito menos, do ambão. Com relação ao ministério do comentarista, algumas orientações, de ordem
também pratica, talvez sejam valiosas. Assim, na Liturgia da Palavra, por exemplo,
em vez de antecipar explicações de sua temática, melhor seria se ele convidasse a
assembléia simplesmente a ficar assentada, predispondo-a para a escuta atenta da
Palavra de Deus.
– Entendamos: referindo-se a “primeira leitura”, “segunda leitura”, o comentarista
está falando o óbvio, isto é, aquilo que toda a assembléia já sabe. Voltando ao tema da
Palavra de Deus, muitas vezes aquilo que ele diz não é o que a Liturgia de fato está
celebrando, dada a riqueza da revelação bíblica, com suas múltiplas aplicações.
Melhor, pois, é deixar que Deus fale. Cabe à assembléia ouvir. De acordo então com o
que aqui se propõe, o comentarista poderia, quando muito, dizer, com sobriedade:
“Assentados. Vamos celebrar a Liturgia da Palavra. Atentos, ouçamos o que Deus vai
nos dizer, pelo profeta e pelo Apóstolo (quando for o caso). No Evangelho, diria
simplesmente: “De pé, vamos aclamar e ouvir o Evangelho. É o próprio Cristo que
nos fala, como Palavra de vida e de paz”.
– Não é preciso nem conveniente que o comentarista diga exatamente as palavras
acima, mas são exemplos que podem ser mudados, melhorados e atualizados. Em
algumas comunidades, costuma-se dizer o nome do leitor, mas não é recomendável,
pois a atenção deve voltar-se para o Senhor que fala, sendo aqui o leitor instrumento
que Deus usa para comunicar-se com o seu povo.
É importante que Cada Comunidade ou Paróquia Adaptada Dentro dos Padrões da Liturgia tenha sua Forma Particular em Aspectos Comunitarios de se Realizar a Ação Liturgia, Sem sair da Realidade Liturgica, apenas fazendo de maneira Popular a todos os que celebram.
CONCLUINDO
Pastoral Litúrgica ainda não é levada a sério por muitas comunidades que nem sequer têm equipes próprias para isso. Uma liturgia bem organizada, sem improvisações, é resultado de uma equipe que pensa, que se reune, organiza, prepara e põe vida e arte em sua realização. É preiciso Evitar que A Pastoral Liturgica Seja uma Opção de Segundo Plano, por Exemplo, o Comentarista é da pastoral da Catequese que quando pode faz o comentario de uma das celebrações, o O membro do Dizimo que pegou o Compromisso da missa das 18hs mais esqueceu que tinha um outro compromisso inadiavel e assim por Diante, Carissimos é importante que os membros da Pastoral Liturgica estejam empelhados a estarem Voltados para ela quando assim forem escalados, esses que exercem uma Função que exige toda uma preparção como o comentarista que pelo menos estes sejam fixos da Pastoral… Evitar Chegar em cima da Horaseria bom que se reunicem pelo menos meia hora antes, para checarem se esta tudo certo, e ate pra reunir-se com o celebrante e por em Pauta os acontecimentos da Celebração Eucaristica (Missa) Ou celebração Da Palavra (Diacono, seminarista ou ministro Extraordinario da Palavra) e as Leituras é bom observar ao maximo aqueles que frequentam a comunidade, em uma conversa pode-se recrutar Novos Leitores ou ate mesmo dando uma Oportunidade inicial pra observar A leitura Do Convidado e futuro Leitor Ocasional ou até Fixo da Equipe. É comum que os membros da Liturgia cheguem Dez minutos antes, quando não menos, laça-se alguém que está chegando mais cedo para que faça uma leitura, escolha uns cantos, etc. Errado! A comunidade dos fiéismerece muito mais que isso. E Deus, a quem se deve honra e glória, merece ainda mais de nós!
Pensem nisso, dediquem-se, Busquem A inspiração que Vem de Deus…
 
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Publicado por em 20/09/2016 em Uncategorized

 

Os Santos dormem após a morte ?

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Eis algumas passagens que demonstram a falsidade do argumento daqueles que defendem a tese de que os homens estão “dormindo” após a morte. 1) Na transfiguração do Tabor, Nosso Senhor aparece ao lado de Elias e de Moisés. Elias está no Paraíso terrestre (ele não morreu e deve voltar no fim do mundo) e Moisés já estava morto (Lc 9, 28 ss). Ora, como alguém que esteja dormindo pode aparecer “acordado” ao lado de Nosso Senhor?,  2) Na parábola do “rico avarento“, este pedia, após sua morte, para voltar à terra e avisar os seus amigos (Lc 16, 19 e ss). Pergunta-se, como um ser que dormia podia pedir para ‘interceder‘ pelos seus?. 3) Veja essa outra citação: “santos são como os anjos de Deus no céu” (S. Mateus 22, 30). Será que os anjos também estão dormindo? E o nosso anjo da guarda? E os anjos que governam os astros?

Ora, é muita contradição defender que os santos estão dormindo, mesmo porque, Deus, voltando-se ao bom ladrão, disse: “Em verdade, em verdade vos digo, ainda hoje estarás comigo no paraíso“. Ora, ele não disse que após adormecer e após a ressurreição dos corpos S. Dimas estaria no paraíso. Ele estava ‘no tempo’, vivo, quando disse essas palavras, indicando a morte próxima de S. Dimas e a entrada deste primeiro santo canonizado da Igreja.

Em outro trecho, quando discutia com os saudoceus: “Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes o que Deus nos declarou? Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos” (Mateus 22, 31-33). Logo, Abraão, Isaac e Jacob estão vivos e não “adormecidos“.

No Novo Testamento é nítida a afirmação de que, após a morte, os justos gozam de vida consciente e bem-aventurança. Assim, S. Paulo desejava morrer para estar com Cristo – o que lhe parecei melhor do que ficar na vida presente: “Para mim, viver é Cristo, e morrer é lucro… Sinto-me num dilema: meu desejo é partir e estar com Cristo, pois isto me é muito melhor….“(Fl 1, 21, 23) – Se é para estar com Cristo, ou Nosso Senhor está dormindo, ou os santos não estão dormindo após a morte.

Mais: em Ap. 6, 9s, os mártires, junto ao altar de Deus nos céus, clamam em alta voz: “Até quando, ó Senhor Santo e verdadeiro, tardarás a fazer justiça, vingando nosso sangue contra os habitantes da terra?” Como se vê, os justos estão conscientes após a morte!

A palavra “dormir” é utilizada em sentido figurado, como eufemismo, significando aqueles que morreram. Em outro trecho, a palavra ‘despertar‘ significa ‘ressuscitar‘. Quando Nosso Senhor fala, por exemplo: “Pelos frutos conhecereis a árvore“. A qual árvore Ele está se referindo? É claro que é uma expressão em sentido figurado. Ele está dizendo que pelos “frutos” (boas obras) conhecereis a “árvore” (quem, de fato, é a pessoa, a instituição etc).

A intercessão dos Santos Após a Morte

Alguns exemplos de intercessão após a morte:

Jeremias: “E o Senhor disse-me: ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, a minha alma não se inclinaria para este povo; tira-os da minha face e retirem-se” (Jer 15, 1 ss). No tempo de Jeremias, estavam mortos Moisés e Samuel, mas sua possível intercessão é confirmada pelas palavras do próprio Deus: “ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim…“, quer dizer que eles poderiam se colocar diante de Deus para pedir clemência para com aquele povo. Em outras palavras, Deus deixa clara a possibilidade da intercessão após a morte.

Os “santos são como os anjos de Deus no céu” (S. Mateus 22, 30). Zacarias diz: “que o anjo intercedeu por Jerusalém ao Senhor dos exércitos” (1, 12 -13).

Em II Mac 15, 12-15 lemos: “Parecia-lhe (a Judas Macabeu) que Onias, sumo sacerdote (já falecido!)… orava de mãos estendidas por todo o povo judeu… Onias apontando para ele, disse: ‘Este é amigo de seus irmãos e do povo de Israel; é Jeremias (falecido), profeta de Deus, que ora muito pelo povo e por toda a cidade santa“.

No Apocalipse (6, 9s), os mártires, junto ao altar de Deus nos céus, clamam em alta voz: “Até quando, ó Senhor Santo e verdadeiro, tardarás a fazer justiça, vingando nosso sangue contra os habitantes da terra?

Todos estes trechos demonstram, inequivocamente, a intercessão dos santos após a morte.

 
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Publicado por em 20/09/2016 em Uncategorized

 

Diferença de culto (latria, dulia e hiperdulia)

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Alguns protestantes confundem o culto que os católicos tributam aos santos com o culto que se deve a Deus. Para introduzir o assunto da intercessão dos santos é necessário esclarecer a diferença que existe entre os cultos de “dulia“, “hiperdulia” e “latria“.

Em grego, o termo “douleuo” significa “honrar” e não “adorar“.

No sentido verbal, adorar (ad orare) significa simplesmente orar ou reverenciar a alguém.

A Sagrada Escritura usa o termo “adorar” em várias acepções, tanto no sentido dedouleuo como de latreuo, como demonstrarei através da “Vulgata“, Bíblia católica original e escrita em latim.

Tu adorarás o teu Deus” (Mt 4, 10)

Abraão, levantando os olhos, viu três varões em pé, junto a ele. Tanto que ele os viu, correu da porta da tenda a recebê-los e prostrando em terra os adorou” (Gn. 18,2).

Eis os dois sentidos bem indicados pela própria Bíblia: adoração suprema, devida só a Deus; adoração de reverência, devida a outras pessoas.

A Igreja católica, no seu ensino teológico, determina tudo isso com uma exatidão matemática.

A adoração, do lado de seu objeto, divide-se em três classes de culto:

 

1. culto de latria (grego: “latreuo“) quer dizer adorar – É o culto reservado a Deus

2. culto de dulia (grego: “douleuo“) quer dizer honrar.

3. culto de hiperdulia (grego: hyper, acima de; douleuo, honra) ou acima do culto de honra, sem atingir o culto de adoração.

 

A latria é o culto que se deve somente a Deus e consiste em reconhecer nele a divindade, prestando uma homenagem absoluta e suprema, como criador e redentor dos homens. Ou seja, reconhecer que ele é o Senhor de todas as coisas e criador de todos nós, etc.

O culto de dulia é especial aos santos, como sendo amigos de Deus.

O culto de hiperdulia é o culto especial devido a Maria Santíssima, como Mãe de Deus.

Alguns protestantes protestam dizendo que toda a “inclinação“, “genuflexão“, etc, é um ato eminentemente de “adoração“, só devido à Deus.

Já demonstramos, com o trecho do Gênesis, que isso não procede. Todavia, para deixar mais claro o problema, devemos recordar que o culto de “latria” (ou de “dulia“) é um ato interno da alma. A adoração é, eminentemente, um ato interior do homem, que pode se manifestar de formas variadas, conforme as circunstâncias e as disposições de alma de cada um.

Os atos exteriores – como genuflexão, inclinação, etc -, são classificados tendo em vista o “objeto” a que se destinam. Se é aos santos que se presta a inclinação, é claro que se trata de um culto de dulia. Se é a Deus, o culto é de latria.

Aliás, a inclinação pode ser até um ato de agressão, como no caso dos soldados de Pilatos que, zombando de Nosso Senhor, “lhe cuspiram no rosto e, prostrando-se de joelhos, o adoraram” (Mc 15, 19).

 

A objeção protestante, dessa forma, cai por terra. Ou eles teriam que afirmar que havia uma “adoração” por parte dos soldados de Pilatos, o que é absurdo! Eles simulavam uma adoração (ou veneração ao “Rei dos Judeus), através de atos exteriores, mas seu desejo era de zombaria.

 
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Publicado por em 20/09/2016 em Uncategorized

 

Que músicas escolher para o canto de entrada?

O Canto de entrada é o primeiro canto da Celebração Eucarística. Na minha opinião é um dos cantos mais difíceis para escolhermos, se levarmos em consideração que cada missa tem leituras particulares, coisa que este canto deve considerar. Mas antes de falarmos dos critérios para a escolha de um bom canto de entrada, é preciso entender porque cantamos neste momento.

Em primeiro lugar, é preciso que você saiba que este canto não é “obrigatório” dentro do rito, mas acompanha a procissão de entrada (entrada do sacerdote, ministros, acólitos, etc). Ele pode (sem problema algum) ser suprimido, ou seja, não cantado. Neste caso usamos a antífona de entrada que pode ser recitada pelos fiéis, ou pelo sacerdote que pode adaptá-lo a modo de exortação inicial. (IGMR 47-48). Repito: O importante não é o canto, mas a procissão da entrada.

É preciso entender que a procissão de entrada quer nos mostrar em cada missa queDeus caminha ao nosso encontro: esse é o real sentido da procissão de entrada. Em diversas passagens bíblicas diversas vemos o povo de Deus caminhando, seja em busca da terra prometida, seja em busca da libertação, seja a caminho de Jerusalém, seja ao encontro de Jesus.

Por isso neste momento a assembleia deve ficar de pé, aclamando a Cristo na presença do sacerdote, que vem ao nosso encontro, com toda sua majestade, seu poder e sua autoridade, para celebrarmos juntos os mistérios do sacrifício da missa.

É importante que se diga: Quem preside o ato litúrgico é o próprio Cristo, que se une a nós e se oferece a si mesmo e ao Pai em nosso favor. O sacerdote, quando se veste para celebrar a missa, já não está ali, mas o próprio Cristo! Mesmo o padre sendo um pecador, mesmo você tendo dificuldades com o seu sacerdote, não importa! É o próprio Cristo quem celebra a missa! Cristo faz do padre um instrumento: independente de suas limitações, independente do seu estado físico e espiritual, é o poder de Deus que vem até nós e nos faz conduzir ao Pai.

Quando o povo já está reunido, enquanto o sacerdote faz o seu ingresso com os ministros, se inicia o canto de entrada. A função própria deste canto é de dar início à celebração, favorecer a união dos fiéis reunidos, introduzir o seu espírito no mistério do tempo, litúrgico ou da festividade e acompanhar a procissão de entrada (Instrução Geral Missal Romano 25).

Segundo a Instrução Geral do Missal Romano, a finalidade do canto de entrada é:

– Abrir a celebração;
– Promover a união da assembleia;
– Nos introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros.

Ou seja:

O canto de entrada (ou de abertura) possui a finalidade de unir a assembleia e introduzi-la no mistério que será celebrado, de acordo com a liturgia do dia. Portanto os animadores litúrgicos tem a missão primeira de estimular a participação dos fiéis.

Agora vem a célebre pergunta: E quais os critérios que devemos ter para escolher o canto de entrada?

As regras básicas são:

– Cantar a antífona com seu salmo (Gradual Romano ou do Gradual simples) – Esta é uma prática pouco comum entre os católicos hoje, porém é belíssimo quando o vemos;

– Escolher outro canto condizente com a ação sagrada e com o tempo litúrgico, e cujo texto tenha sido aprovado pela conferência dos bispos. – É justamente aqui que mora o perigo! Embora esta prática seja a mais comum entre os animadores litúrgicos, é normal encontrarmos em algumas paróquias erros e até abusos, onde os músicos usam critérios equivocados para escolher as músicas.

Se você vai escolher um canto de entrada para a celebração em que vai tocar ou cantar, esteja atento (a) a alguns detalhes:

1. Saiba em que tempo litúrgico você está. Por exemplo: no tempo pascal deve-se cantar a ressurreição; no tempo do natal deve-se cantar sobre a encarnação e o nascimento de Cristo; no advento cantemos sobre a expectativa da espera da vinda do Salvador; já na quaresma cantemos sobre penitência e mudança de vida…

2. Leia antecipadamente as leituras do dia. Veja o salmo e TODAS AS ANTÍFONAS: O canto nos introduz no mistério do tempo, do dia ou da festa? Quais são as suas ligações com a Liturgia da Palavra do dia? É preciso que você saiba que Deus não nos fala apenas nas leituras e na homilia, mas também em todas as antífonas. Um bom animador litúrgico precisa conhecer todos os momentos em que Deus nos fala.

3. O canto de entrada deve ser um canto que expressa a alegria de estarmos reunidos para celebrar os mistérios de nossa salvação.  Veja que estamos falando de alegria, não de algazarra. Alegria é uma coisa. Bagunça e algazarra é oura coisa. Somos comunidade e precisamos viver este momento juntos. Não podemos escolher um canto especialmente para jovens só porque é a “missa dos jovens”, ou uma música mais antiga só porque é a missa onde tem mais idosos.

4. Não podemos escolher a música da moda, a música que “galera pede” e muito menos a música que vai “agitar o povão”. Lembre-se: Missa é missa, show é show, grupo é grupo e pastoral é pastoral. Existem músicas de são perfeitamente adequadas para serem usadas na procissão de entrada mas são mais lentas. Canto de entrada não é pra “botar pra quebrar”… Lembre-se disso!

Como proceder?

O Canto de entrada deve durar até o beijo do celebrante no altar. É um canto de movimento, deve expressar a marcha do povo de Deus, deve ser um canto com ritmo cadenciado para acompanhar os passos da procissão. Quantos sacerdotes não reclamam (e com razão) que ficaram esperando o ministério tocar para dar seguimento a Celebração Eucarística?

O animador precisa cantar atento ao que acontece no altar. Não deve cantar de olhos fechados ou simplesmente achando, “que é hora do show”. É preciso bom senso.

 
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Publicado por em 18/09/2016 em Uncategorized

 

Palmas e mãos para o alto fazem parte dos gestos litúrgicos?

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Palmas e mãos para o alto (como os dançarinos de axé fazem) não fazem parte dos gestos litúrgicos, mas também não podem ser consideradas como uma “afronta” à liturgia dada a permissão de se inserir ritmos musicais populares no rito. Porém, convenhamos que, tanto esses gestos quanto determinados ritmos musicais não se encaixam com a atmosfera da sagrada liturgia. Evitemos!

Compreenda e se envolva espiritualmente com cada momento litúrgico. Ato penitencial, Glória, homilia, Cordeiro de Deus, consagração, ação de graças… Envolva-se também fisicamente com esses momentos, mantendo a devida postura e executando os gestos prescritos, como: inclinação, ajoelhar-se, etc.

Ao receber a Sagrada Comunhão, a receba da forma mais digna que puder. Você pode receber a Eucaristia de joelhos diretamente na boca, de pé diretamente na boca, ou na mão. No caso da última, tenha todo o carinho e zelo para que nenhuma pequenina partícula se perca, pois ali ainda está o Corpo de Cristo.

Após a comunhão, existe um momento de extremo silêncio e adoração. Não se preocupe com a música, com o que o padre ou os ministros estão fazendo, tampouco com a roupa ou o cabelo da paroquiana que está na frente. Cristo está em você e só isso lhe importa neste momento. Silencie e ore.

Se levar crianças para a Santa Missa, eduque-as. Igreja não é lugar de brincar, de correr e muito menos de comer pipoca.

E, por fim, quando a liturgia termina e o diácono ou o sacerdote se despede da assembléia, espere a procissão de ministros sair em direção à sacristia para depois se despedir das pessoas e se retirar da igreja.

 
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Publicado por em 18/09/2016 em Uncategorized

 

Significado e simbolismo das velas no Catolicismo

Cada vela se compõe de: cera, pavio e fogo, simbolizando as três Pessoas da Santíssima Trindade.

A cera simboliza o Pai; o pavio, o Filho; e o fogo, o Espírito Santo.


A vela sozinha, acesa, simboliza Cristo Nosso Senhor, porque a cera significa a sua Carne; o fogo simboliza a Divindade.

As duas velas colocadas no altar, mandadas pelo ritual romano, têm sua origem no Antigo Testamento, quando o Rei Salomão fez dois castiçais de ouro e os pôs no altar do templo, um de cada lado (Êxodo, capítulo 25).

Nesse capítulo, fala-se do candelabro que Deus mandou fazer para o templo. Desde então foi sombra (ou figura) para a Lei da Graça, porque Cristo, na noite da Ceia, também dispôs as luzes para este sacrifício.

Os dois candelabros representam o povo gentio e o povo judeu.

O fogo simboliza a Fé. Simboliza também a alegria dos povos no nascimento do Senhor. Também simboliza Cristo, que disse: “Eu sou a luz do mundo”.

A Missa é para iluminar, e os ministros (sacerdotes) são iluminados.

A luz dos castiçais simboliza a fé do povo. Foi o Papa Melquíades quem mandou usar dois castiçais. Ele governou a Igreja de 311 a 314. Muitas velas na Missa simbolizam a Fé dos assistentes.

Acendem-se velas — diz Santo Agostinho, em seus sermões — “para Cristo acender, em nossos corações, o fogo de sua ardente caridade e amor, porque, por amar-nos tanto, padeceu até morrer na cruz”.

É tradição apostólica não celebrar missa sem o crucifixo. Coloca-se a cruz no meio do altar entre dois castiçais, porque significam o povo gentio e o judeu, dos quais Ele foi mediador.

 
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