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Seus filhos vão com você à Missa?

Talvez você se lembre que, quando era pequeno, certamente o obrigavam a ir à Missa. Era um martírio, às vezes, levantar-se cedo, vestir a “roupinha do domingo” e ir com sua família à Missa na paróquia que o viu nascer, talvez na sua cidade natal.

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Com o passar dos anos, esta norma imposta pela sua família foi se tornando um hábito, a tal ponto que, quando você era jovem, já o fazia por opção, gosto e fé, que ia experimentando a cada domingo, e mais ainda se participava de algum grupo paroquial.

Hoje, na idade em que se encontra, talvez continue participando da Missa dominical. O que você formou como hábito na infância e juventude, continua fazendo hoje. A partir disso, vale a pena perguntar-nos: e seus filhos, eles também o acompanham à Missa?

Você ensinou aos seus filhos a importância de participar da Eucaristia, como cristãos católicos? Eles se prepararam para receber a comunhão, confirmar sua fé, servir a comunidade e confessar-se? Eles são parte ativa da sua comunidade paroquial… ou são os que dormem e não veem a hora de este santo encontro acabar?

Pais, vocês são os primeiros evangelizadores dos seus filhos. De vocês depende que a Igreja possa continuar regando a semente do Evangelho a todas as nações.

Você consegue imaginar uma paróquia na qual se celebre uma Missa todos os domingos, mas somente com pessoas idosas, durante 20 anos? No futuro, possivelmente esta seria uma das paróquias candidatas a ser fechada por falta de juventude, já que não existiriam novos ministros para dar continuidade à tarefa daqueles leigos que gastaram toda a sua vida ao serviço da comunidade.

Nós os convidados a ler os números 302 e 303 do Documento de Aparecida, para aprofundar no conceito de família e nos deveres que esta tem no contexto de suas funções como primeira evangelizadora.

Convide seus filhos para ir à Missa. Não o faça com a voz do autoritarismo aprendido na sua infância, mas com a voz do amor, para que eles compreendam e vivam a experiência de Jesus ressuscitado em seus corações.

Lembre-se de que a família que reza unida (também durante a Santa Missa) permanece unida.

 
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Publicado por em 31/07/2015 em Uncategorized

 

Você sabe quais os dias santos de guarda?

De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, todo católico deve participar da Santa Missa em determinadas datas. Este preceito da Igreja vem para elucidar para os fiéis leigos o terceiro mandamento – Guardar domingos e festas de guarda.

Elevação hóstia missa tridentina [2]Os dias santos, em que todos os católicos devem participar, são:

– A Solenidade da Santíssima Mãe de Deus, no dia 1º de Janeiro, que comemora o dogma da Maternidade divina de Maria, fonte de todos os seus privilégios;

– A Solenidade da Epifania ou Manifestação do Senhor (dia 6 de janeiro), que, na vocação dos Magos, os primeiros pagãos chamados ao conhecimento de Jesus, comemora as primícias da vocação para a fé;

– O dia de São José (19 de março) esposo de Maria Santíssima, em que a Igreja homenageia seu patrono.

– A Ascensão do Senhor (antigamente na quinta-feira, 40 dias depois da Páscoa), que comemora a subida gloriosa de Jesus aos céus;

– A Solenidade de Corpus Christi, solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, celebrado na quinta-feira depois do domingo da Santíssima Trindade, em que a Igreja adora a Presença Real de Cristo no sacramento da Eucaristia;

São Pedro e São Paulo (29 de junho), a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida dos santos considerados “os cabeças dos apóstolos”;

– A Assunção de Maria (dia 15 de agosto), em que todo o povo é convidado a se alegrar com a entrada de Maria Santíssima em corpo e alma na glória;

– O Dia de Todos os Santos (1º de novembro), quando se honra todos os santos do céu;

– A Imaculada Conceição de Maria, no dia 8 de dezembro, que celebra a criação da alma de Maria livre do pecado original, o primeiro dos passos da redenção;

– O Solenidade do Natal do Senhor, celebrado em 25 de dezembro, no qual se comemora o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Porém, nem todos os países e dioceses festejam e guardam estes dez dias de preceito, porque, com a prévia aprovação da Sé Apostólica, a Conferência Episcopal de cada país pode suprimir algumas das festas de preceito ou transferi-los para um domingo. Assim como acontece no Brasil, onde, com exceção da Solenidade da Santíssima Mãe de Deus, Corpus Christi, Imaculada Conceição e Natal; todas as demais são transferidas para o domingo seguinte.

Claro que isso não impede que o fiel participe de outras Missas, além dessas. Afinal, como dizia Santo Afonso de Ligório: “Se a Santa Missa é a renovação do Calvário, precisamos então dos melhores sentimentos, atitudes e disposições para bem vivê-la. A mesma disposição que Maria Santíssima teve aos pés da cruz do seu Filho”.

 
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Publicado por em 31/07/2015 em Uncategorized

 

Pastor Ulf Ekman, líder da maior igreja protestante da Suécia, se converte ao catolicismo

Ekman é o fundador da Igreja Palavra da Vida, uma importante denominação protestante na Suécia. Nos últimos 30 anos, o pastor se manteve à frente da igreja, enviando missionários para dezenas de países.

ulfO agora ex-dirigente protestante também fundou a maior escola bíblica e construiu o maior templo evangélico da Escandinávia, além de manter um projeto de mídia que conta com emissoras de televisão nos cinco continentes. Ainda em sua trajetória como líder protestante, Ekman publicou livros em 60 idiomas.

A denominação que ele liderava conta com mais de 3 mil membros, doze pastores auxiliares e mais de mil alunos registrados em sua escola. Ulf Ekman era visto como “pastor de pastores”, por conta de sua grande influência sobre os demais líderes protestantes do país.

“Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida de sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e a passa de uma geração para a seguinte e uma força moral e ética consistente que se atreve a enfrentar a opinião pública”, escreveu Ulf Ekman ao anunciar sua conversão ao catolicismo.

No comunicado, publicado no site de seu ministério, Ekman afirma que ele e sua esposa encontraram na Igreja Católica “um grande amor por Jesus e uma teologia sã, fundada na Bíblia em dogma clássico […] e uma simpatia para com os pobres e fracos”.

Na conclusão, Ekman e sua esposa dizem que a decisão refere-se unicamente a eles, e frisa que “nem faria sentido” tentarem converter toda a denominação, que eles lideraram por 30 anos, à Igreja Católica.

A Suécia é um dos países onde o pensamento secular mais influencia a sociedade atualmente. Apesar de a maioria dos suecos seja ligada à Igreja da Suécia, que segue a tradição luterana, estudos apontam que apenas 18% da população acredita em Deus conforme o cristianismo descreve. Lá, os católicos são minoria, com apenas 2% da população.

Fonte: Ulf Ekman.org

 
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Publicado por em 31/07/2015 em Uncategorized

 

Porque a Igreja se chama Católica?

A Igreja é chamada católica ou universal porque está espalhada por todo o mundo, de uma à outra extremidade da terra, e porque universalmente e sem erro ensina toda a doutrina que os homens devem conhecer, sobre as coisas visíveis ou invisíveis, celestes ou terrestres.

É chamada católica também porque conduz ao verdadeiro culto toda a classe de homens, autoridades e súbditos, doutos e incultos. É católica finalmente porque cura e sara todo o género de pecados, tanto os da alma como os do corpo, e possui todo o gênero de virtudes, qualquer que seja o seu nome, em obras e palavras e nos mais diversos dons espirituais.

Com toda a propriedade é chamada Igreja, quer dizer, assembleia convocada, porque convoca e reúne a todos na unidade, tal como o Senhor determina no Levítico: ”convoca toda a assembleia para a entrada da tenda da reunião” (8,3) […]. E, no Deuteronômio, diz Deus a Moisés: ”convoca o povo para junto de Mim, a fim de ouvirem as Minhas palavras” (4,10). […] Também o Salmista proclama: ”eu Te darei graças na solene assembleia, e Te louvarei no meio da multidão” (Salmo 35/34,18) […].

Mas foi a partir das nações gentias que depois o Salvador instituiu uma segunda assembleia, a nossa Santa Igreja dos cristãos, acerca da qual disse a Pedro: ”e sobre esta Pedra edificarei a Minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela” (Mt 16,18). […] E logo que a primeira assembleia fundada na Judeia foi destruída, multiplicaram-se por toda a terra as Igrejas de Cristo. Delas falam os Salmos, que dizem: ”Aleluia! Cantai ao Senhor um cântico novo, louvai-O na assembleia dos fiéis!” (149,1). […] E é a respeito desta nova Igreja Santa e Católica que Paulo escreve a Timóteo: ”quero que saibas como deves proceder na casa de Deus, esta Igreja do Deus vivo, coluna e sustentáculo da Verdade” (1Tm 3,15).

São Cirilo de Jerusalém (313-350), Bispo de Jerusalém e Doutor da Igreja

18.ª Catequese aos Iluminandos, 23-25

 
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Publicado por em 31/07/2015 em Uncategorized

 

Qualquer pessoa pode proclamar o Evangelho durante a Santa Missa?

Esta é uma pergunta bem interessante. É possível que um fiel leigo ou religioso proclame o Evangelho? A reposta à pergunta é não. De fato, a Instrução Geral do Missal Romano afirma que “as leituras são proclamadas por um leitor o Evangelho é proclamado por um diácono ou um padre” cf. IGMR 59. Qual é o fundamento disso?

AJesus-sinagogaEm primeiro lugar, lembremos que a Santa Missa é composta de duas liturgias: a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística. Nós sabemos bem que, na Liturgia Eucarística, Cristo vem entregar-se como alimento nas espécies do Pão e do Vinho. Logo, o sacerdote que foi configurado a Cristo pelo Sacramento da Ordem, é quem pronuncia as santas palavras que permitem que as espécies sejam transformadas no Corpo e do Sangue do Senhor. Só o padre pode realizar este ato “in personna Christi”, ou seja, na pessoa de Cristo. Portanto, sem o padre, não há Eucaristia porque é preciso que Cristo mesmo se entregue.

Com relação a Liturgia da Palavra, a introdução do missal declara que “nas leituras, a mesa da Palavra de Deus é posta para os fiéis e os tesouros bíblicos lhe são abertos” cf. IGMR 57. Sendo assim, a liturgia da Palavra é também um momento no qual o Senhor alimenta hoje seu povo pela sua Palavra. De fato, o Senhor Jesus mesmo declarou que “nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” Mt 4,4.

Com relação à proclamação do Evangelho propriamente dita, a Igreja nos ensina que ela “constitui o cume da Liturgia da Palavra”cf. IGMR 60. De fato, o Evangelho é a narração da vida de Cristo, ou seja, de seus atos e de suas palavras. Portanto, Cristo, Palavra pronunciada pelo Pai, está presente e dirige-se ao seu povo para alimentá-lo e instruí-lo.

Diante disso, a Igreja reserva a proclamação do Evangelho – vida de Cristo – ao ministro ordenado. É por isso que lemos que  “não é portanto lícito que um leigo, inclusive um religioso, proclame o Evangelho durante a celebração da Santa Missa, nem em outros casos, onde as normas não cedam uma autorização explícita” (Redemptionis Sacramentum 63).

Desta maneira, nós concluímos que a Igreja reserva a proclamação do Evangelho ao ministro ordenado em razão da importância deste momento. O ministro ordenado é assume, então, o papel da Igreja que não cessa de “tomar na liturgia o pão da Palavra para alimentar o povo” (cf. Dei Verbum 21).

 
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Publicado por em 31/07/2015 em Uncategorized

 

Quem são os avós de Jesus ?

Santa Ana ou Sant’Ana é a mãe de Nossa Senhora e avó de Jesus. Sobre ela, porém, há poucos dados biográficos. As referências que chegaram até nós sobre os pais de Maria foram deixadas pelo Proto-Evangelho de Tiago, um livro escrito provavelmente no primeiro século, que não faz parte dos Evangelhos Canônicos, ou seja, aqueles reconhecidos pela Igreja como oficiais. Porém, o Evangelho de Tiago é uma obra importante da antiguidade e citada em diversos escritos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa.

O nome “Ana” vem do hebraico “Hanna” e significa “graça”. Santa Ana era de família descendente do sacerdote Aarão. Ela era esposa de um santo: São Joaquim que, por sua vez, era descendente da família real de Davi. Nesse casamento estava composta a nobreza da qual Maria seria descendente e, posteriormente, Jesus.

Santa Ana se casou jovem como toda moça em Israel naquele tempo. A tradição diz que São Joaquim era um homem de posses e bem situado na sociedade. Ambos viviam em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje está a Basílica de Santana. O casal se relacionava com pessoas de todo Israel, especialmente nas festas em Jerusalém.

Ela tinha um grave problema: era estéril. Não conseguia engravidar mesmo depois de anos de casada. Em Israel daquele tempo a esterilidade era sempre atribuída à mulher, por causa da falta de conhecimento. A mulher estéril era vista como amaldiçoada por Deus. Por isso, Santa Ana sofreu grandes humilhações. São Joaquim, por sua vez, era censurado pelos sacerdotes por não ter filhos. Tudo isso fazia com que o casal sofresse bastante.

O casal tinha muita fé confiando muito em Deus, apesar todo sofrimento que vivia. Assim, num dado momento da vida, São Joaquim resolveu retirar-se no deserto, para rezar e fazer penitência. Nessa ocasião, um anjo lhe apareceu e disse que suas orações tinham sido ouvidas.

Ao mesmo tempo o anjo apareceu também a Santa Ana confirmando que as orações do casal tinham sido ouvidas. Pouco tempo depois que São Joaquim voltou para casa, Ana engravidou. Parece que através do sofrimento, Deus estava preparando aquele casal para gerar Maria, a virgem pura concebida sem pecado.

Segundo a Tradição cristã, no dia 8 de setembro do ano 20 a. C., Santa Ana deu à luz uma linda menina à qual o casal colocou o nome de Miriam, que em hebraico, significa “Senhora da Luz”. Na tradução para o latim ficou “Maria”. A vergonha tinha ficado para trás. E daquela que todos diziam ser estéril nasceu Nossa Senhora, a mãe do Salvador.

Santa Ana e São Joaquim são de fundamental importância na História da Salvação. Não só pelo nascimento de Maria, mas também pela formação que deram à futura Mãe do Salvador.

 
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Publicado por em 25/07/2015 em Uncategorized

 

Espiritismo Cristão ??

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Este título é uma contradição de termos: se é espiritismo não é cristão e se é cristão não é espiritismo! Concordo com a objeção. Quem lê a Escritura em seu contexto sabe que estas duas religiões são incompatíveis.

Por outro lado, é necessário ficar ciente do fato que a grande ênfase moderna em “libertações”, “expulsão de demônios”, “oração poderosa” e coisas semelhantes nada mais é do que espiritismo disfarçado de cristianismo.

Alguns grupos religiosos que afirmam seguir a Bíblia, oferecem libertação da “macumba”, do “olho gordo”, da “inveja” e de todo tipo de superstição popular.

Ao invés de ensinar ao povo que tudo isto é crendice e superstição, estes falsos profetas afirmam a veracidade destas idéias da macumba para poder “vender” (a bom preço) a solução para cada um destes males.

Em seus rituais de exorcismo, usam todos os nomes e termos técnicos vindos das religiões afro-brasileiras. Com isto eles afirmam que a macumba, a umbanda e a quimbanda são verdadeiras e que a única proteção contra estes demônios são as “bênçãos” que eles oferecem.

Eles afirmam a mentira do paganismo africano para poder vender seu antídoto, um pseudo-cristianismo, um talismã contra o mal.

Irmãos, ajudemos a libertar o povo brasileiro não de “demônios” imaginários, mas dos homens que promovem os verdadeiros “ensinos de demônios”, os pregadores da falsa libertação. Destes homens é que precisamos “exorcizar” a nação.

 
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Publicado por em 30/06/2015 em Uncategorized