Existe diferença entre alma e espírito?

diferença entre a alma e espirito a igreja ensina que é uma única realidade

 

Falemos primeiramente sobre o ser humano. Todos nós tem capacidades que adquirimos ao longo de nossa existência. Somos capazes de pensar e de tomar decisões.

Nossa alma é racional, todos nós temos a capacidade de voluntariamente, livremente decidir por algo, optamos por isso ou por aquilo.

Esta capacidade de decidir, de agir e de absorver pelos sentidos de forma mais ampla nos difere de todos os outros animais. Esta capacidade humana é uma diferença hierárquica e natural.

Os animais também possuem alma, porém não possuem capacidade de decisão, capacidade de escolha como o ser humano. A abstração do mundo é muito inferior ao ser humano.

A palavra ALMA no grego é PSYKHÉ (psique) que pode significar SER ou mesmo VIDA, no latim é ANIMA, dai vem o sentido de animação, algo que está vivo ou em movimento.

O corpo, com suas funções biológicas é animado pela alma. A planta também possui funções biológicas, descritos pela botânica. Também possui alma, mas não possui razão de existência, não decide por si, suas funções são programadas.

Os animais como cachorro, gatos, cavalos e etc, possuem alma, mas alma de animal. Possuem também um certo governo por seus corpos, mas de modo inferior ao seres humanos.

O corpo tanto do homem quanto a do animal é constituído é feito de MATÉRIA, portanto algo físico, palpável e dimensional, tem forma.

O corpo portanto está sujeito as intempéries do tempo e do movimento. O ser humano é completo com o corpo e sua alma racional.

Muito bem, para alguns alma e espirito parecem ser coisas distintas, no entanto para a Igreja, que nos ensina, alma e espirito são uma só coisa.

Enquanto o corpo é formado por matéria, a alma humana é espiritual. Esta é a maior distinção entre nós e o restante dos animais. Ter uma alma espiritual, significa que ela não irá deixar de existir após nossa morte física.

Mas é preciso deixar algo claro nesta catequese. O corpo e nossa alma espiritual, não são duas realidades. O corpo, alma e espírito é uma única natureza humana. Esta natureza é rompida pela morte.

Vejamos o que ensina a Igreja no Catecismo no parágrafo §365: A unidade da alma e do corpo é tão profunda que se deve considerar a alma como a “forma” do corpo; ou seja, é graças à alma espiritual que o corpo constituído de matéria é um corpo humano e vivo; o espírito e a matéria no homem não são duas naturezas unidas, mas a união deles forma uma única natureza.

Portanto quando ouvirmos alguém dizer alma, dentro da nossa Fé Católica, esta pessoa está se referindo ao espírito, já que a Igreja nos ensina, sem errar, que alma e espirito diz respeito a mesma coisa.

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O QUE SIGNIFICA A PALAVRA KYRIE ELEISON CANTADA NA MISSA

kyrie eleison cantado no ato penitencial na santa missa

 

Kyrie Eleison é uma das músicas mais cantadas nas celebrações Eucarísticas. Seu significado é bastante evidente, já que é cantado em um momento oportuno na Santa Missa.

As palavras que usamos na nossa Liturgia sempre possuem suas raízes no grego, hebraico e também no latim. Gosto sempre de falar sobre este assunto, pois sempre estamos repetindo estas palavras e não sabemos seu significado.

Existem vários cantos Litúrgicos em que dizemos as palavras Kyrie Eleison, e sua expressão está intimamente ligada ao momento de pedido de perdão (Ato Penitencial) na Santa Missa.

Veja abaixo uma das músicas mais cantadas em nossas Liturgias:

SENHOR QUE VIESTE SALVAR
OS CORAÇÕES ARREPENDIDOS.

KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON!
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON!

O CRISTO QUE VIESTE CHAMAR
OS PECADORES HUMILHADOS.

CHRISTE ELEISON, ELEISON, ELEISON!
CHRISTE ELEISON, ELEISON, ELEISON!

SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS
JUNTOS A DEUS PAI QUE NOS PERDOA.

KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON!
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON!

A esta altura você já deve ter percebido o que significa as palavras KYRIE e ELEISON, agora está fácil de compreender. A palavra Kyrie (κύριος) que é GREGA vem de Kyrios que significa SENHOR.

Já a palavra ELEISON (ελεησον), também do GREGO, quer dizer “TENHA PIEDADE” ou mesmo “TENDE PIEDADE”.

Portanto KYRIE ELEISON quer dizer “SENHOR TENHA PIEDADE” e logicamente é por isso que ela é cantada no momento do ATO PENITENCIAL.

Cada canto litúrgico possui sua mensagem e e seu momento adequado na celebração da Santa Missa. É por esta e  outras razões que os cantos não deve-se basear apenas no gosto do grupo de canto.

As músicas devem expressar cada momento da celebração. Um outro ponto que gosto de considerar é que muitas vezes as pessoas estão preocupadas em novos cantos.

Aprender novos cantos é bom, mas na maioria das vezes pode ser traumático para a comunidade. Sem uma catequese para com a comunidade, no sentido de introduzir aos poucos novos cantos, pode dar um resultado desastroso.

E as vezes a comunidade nem mesmo quer novos cantos, já estão acostumados, gostam de cantar o que todos já cantam, então uma serenidade neste sentido é de extrema importância, pois respeita o MOMENTO CERTO DO CANTO e também a própria COMUNIDADE.

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O salmo responsorial pode ser substituído por canto de meditação?

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salmo responsorial (salmo cantado ou recitado na missa) não pode ser substituído por canto de meditação ou por qualquer outro canto.

 

Instrução Geral do Missal Romano – IGMR (3ª edição típica) disciplina: “[…] nem é permitido trocar as leituras e o salmo responsorial, constituídos da Palavra de Deus, por outros textos não bíblicos” (n. 57).

No mesmo sentido, vai a Introdução ao Lecionário da Missa (Ordo Lectionum Missae – OLM), ou Elenco das Leituras da Missa, que estabelece: “Não é permitido que na celebração da missa as leituras bíblicas, juntamente com  os cânticos tirados da Sagrada Escritura, sejam suprimidas, nem abreviadas nem, coisa ainda mais grave, substituídas por outras leituras não bíblicas (n. 12).

Lucien Deiss, sacerdote da Congregação do Espírito Santo (CSSp), deixou-nos uma preciosidade: “A Palavra de Deus Celebrada“, ou, em original, “Célébration de la Parole”. Este livro foi traduzido para o português pelas Monjas Beneditinas da Abadia de Santa Maria em São Paulo, SP. E, na parte que aqui toca mais de perto, o padre Lucien Deiss afirma:

“Da mesma forma que não podemos substituir o Evangelho por uma palavra simplesmente humana, por mais bela que seja, da mesma forma que não podemos substituir o pão eucarístico pelo pão comum, não saberíamos substituir o Salmo responsorial por um canto comum. Em cada salmo é a própria face de Cristo que se revela à comunidade. Face do homem das dores nas lamentações, face do Ressuscitado nos salmos do Reino, face do Mestre da sabedoria nos salmos sapienciais, face de quem implora nos salmos de súplica, face de louvor de bênção nos salmos hínicos. Como ousar substituir esta face adorável, cujos traços foram desenhados pelo Espírito Santo, por uma outra face cujos traços, fruto da imaginação humana, são propostos por um cântico?” (pág. 74).

Linhas antes, Padre Lucien já dissera: “Quanto ao Salmo responsorial, ele quer ser uma resposta à primeira leitura” (pág. 19).

O salmo responsorial é parte integrante da liturgia da palavra – afirma a IGMR, n. 61.

Para a celebração da Eucaristia (Missa), segundo o mesmo Padre Lucien: “O Salmo foi escolhido em função das leituras. […]. Não é portanto o Saltério da Bíblia que consideramos aqui, mas o do Lecionário” (pág.70).

Voltando à pergunta que dá título a este post, valho-me mais uma vez da lucidez litúrgica de Lucien Deiss, que a coloca e responde nestes termos:

“Em si, o convite à meditação da Palavra de Deus é sempre oportuno. O salmista cantava:

Como eu amo a tua lei!
Durante todo o dia eu a medito (Sl 118 (119), 97).

Mas não está aí o problema. A verdadeira questão é a seguinte: convém considerar o Salmo responsorial como um canto de meditação, e portanto favorecer, por meio da música, um clima de recolhimento e meditação?

Sem a mínima hesitação, respondemos: não. Ou, ao menos, não necessariamente.” (pág. 64).

E Deiss conclui: “A meditação não está, portanto, excluída, mas não se pode reduzir o Salmo responsorial a um canto de meditação” (pág. 66).

O silêncio de que fala a IGMR (n. 56) é uma pausa de recolhimento que integra a liturgia da palavra. Os breves momentos de silêncio, como diz a IGMR, não se prestam, pois, como motivo para a introdução de canto de meditação em substituição ao salmo responsorial.

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No que consiste a celebração do Éfeta ?

efeta rito na catequese de adultos

 

A palavra Éfeta quer dizer Abra-te. A Igreja é muito rica em seus símbolos e ritos, muitos dos quais encontramos na Sagrada Escritura e também na Sagrada Tradição.

A Liturgia está repleta de instrumentos que foram retirados dos Evangelhos desde a Igreja Primitiva. Nada está por acaso e tudo está ligado como que um elo que se forma em torno dos mistérios de Cristo.

Um exemplo destas riquezas litúrgicas é a instituição da Eucaristia por Nosso Senhor, assim como sua atitude de lavar os pés de seus Apóstolos.

O éfeta também é uma celebração que tem sua raiz nos fatos Evangélicos. Esta celebração se faz para com aqueles que estão se preparando para receber os sacramentos, principalmente a do Batismo.

Geralmente no Batismo infantil, esta celebração é opcional. Porém na preparação dos adultos é uma etapa catequética, que ao meu ver enriquece a espiritualidade dos catecúmenos adultos.

Uma crítica, apenas que faço, é que, em alguns materiais catequéticos, esta celebração acompanha alguns gestos, como por exemplo a imposição de mãos.

Estes materiais, que não o RICA (RITUAL DE INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS), sugerem que os catequistas imponham as mãos sobre os catecúmenos.

No entanto a prática de imposição de mão é pertinente a um MINISTRO ORDENADO, e não para com um leigo. O ministro ordenado, no caso, refiro-me ao Padre ou um Diácono.

Esta celebração consiste em aproximar ainda mais os catecúmenos em sua missão evangelizadora. O presidente da celebração, irá tocar nos lábios do catecúmenos e dizer as palavras:

Éfeta, isto é, abra-te, a fim de proclamar o que ouviste para louvor e glória de Deus.

O próprio RICA dá a instrução sobre este rito na página 152, dizendo: Este rito, por seu próprio simbolismo, sugere a necessidade da graça para se ouvir e proclamar a Palavra de Deus a fim de se alcançar a Salvação.

É necessário envolver o grupo de catequese, e fazê-los compreender que cada um se torna um discípulo de Cristo. Nesta dimensão de discípulos do Senhor, todos tem o dever e a obrigação de anunciar a boa nova.

Se você catequista, ou mesmo em sua paróquia não tem o hábito de inseri o Rito do Éfeta em sua catequese, acredite, só se tem a ganhar com a graça deste sinal.

Caso você não tenha o RICA, se desejar você pode baixar o Rito do Éfeta e utilizar na celebração, dentro ou fora missa. Sempre que possível peça auxílio para um Padre ou Diácono na celebração do Rito.

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A dita “Papisa Joana”

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Ficou impressionado com o título?  Bom, se você não sabe esta é uma das grandes lorotas inventadas contra a Igreja Católica, mas pelo fato de ser uma grande e lavada MENTIRA.

Há grupos de religiosos protestantes e não religiosos que tentam sustentar esta insustentável mentira. #PelamordeDeus! Existem até livros que sustentam esta teoria, mas não passa de pura especulação da fé alheia e boatos.

Muito bem, se você não ouviu falar, saiba que esta lorota remonta a séculos. Segundo a  estória da carochinha, uma mulher teria governado a Igreja entre os anos 855 a 857, este período de datas também são controversos. 

Bem, vamos a algumas indagações sobre este suposto fato:

1 – A tal papisa ficou 2 anos, DOIS ANOS sem ser descoberta. A corte papal, não desconfiou? Empregados ou clérigos?

2 – Não há nenhum documento escrito, pronunciado ou mesmo relato de pregação da tal papisa.

3 – Não existe nenhum escritor, poeta, pintor, artista da era medieval que tenha se preocupado em roteirizar, ridicularizar, historiar sobre o assunto.

4 – A papisa foi descoberta, por ter ficado grávida de um monge, e em meio de uma procissão (uma das versões) entrou em trabalho de parto. Onde as pessoas ali presente teriam exclamado “milagre”, “milagre”. É claro que se trata de uma lenda para ridicularizar o clero e o papado. Mas enfim, para onde foi a tal criança? Sua descendência? Os historiadores iriam deixar isso para lá de mão beijada?

Por este e outros motivos percebe-se que não se passa de uma artimanha anticlerical de pessoas contrário ao papado e a estrutura hierárquica da Igreja. Se você é católico, mesmo não se catequista ou algum agente de pastoral, não acredite em tudo o que se posta por ai sobre a Igreja Católica, acredite, boa parte é mentira.

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E os avisos no final da Missa ?

 

A Instrução Geral do Missal Romano apresenta os elementos dos Ritos de Encerramento desta forma:

“Aos ritos de encerramento pertencem: a) breves comunicações, se forem necessárias; b) saudação e bênção do sacerdote, que em certos dias e ocasiões é enriquecida e expressa pela oração sobre o povo, ou por outra fórmula mais solene; c) despedida do povo pelo diácono ou pelo sacerdote, para que cada qual retorne às suas boas obras, louvando e bendizendo a Deus; d) o beijo ao altar pelo sacerdote e o diácono e, em seguida, a inclinação profunda ao altar pelo sacerdote, o diácono e os outros ministros” (IGMR, n. 90). Temos fundamentalmente a saudação, a bênção e a despedida ou envio. Quem é abençoado é também chamado e enviado a abençoar.

 

Antes dos ritos finais propriamente ditos, pode haver breves comunicações, se forem necessárias. Não são chamadas avisos e não deveriam constituir um verdadeiro “Jornal Nacional”. Os ritos de encerramento deveriam brotar naturalmente do clima do rito da Comunhão. Toda a celebração vai convergindo para a comunhão, para o silêncio, resultado da plenitude, da saciedade. Por isso, nada de avisos ou comunicações logo após a Comunhão, antes da Oração depois da Comunhão. Nada de ruídos dispersivos. Hoje, no Brasil, com aprovação da CNBB e da Sé Apostólica, em vez do canto final, que não existe na estrutura da Missa, pode-se entoar ainda um canto devocional, eventualmente, em honra de Nossa Senhora. Ele é facultativo. Neste espaço mais livre entre a Oração depois da Comunhão e os Ritos de encerramento, há lugar ainda para alguma breve mensagem final.

A sensação de plenitude, de saciedade, gerada por toda a celebração, especialmente, pela Sagrada Comunhão, não deve ser desfeita. A celebração deve fluir harmoniosamente para o seu fim. Até a dispersão transmitirá um clima de interioridade, de conversa moderada, pois todos, como irmãos e irmãs acolheram em si o Senhor Jesus, plena vida e amor total.

Na descrição dos Ritos finais na Instrução Geral se diz: “Terminada a oração depois da Comunhão, façam-se, se necessário, breves comunicações ao povo” (n. 166).

Portanto, “se necessário”. Deve-se evitar que sejam numerosas e enfadonhas. Não é hora de instruir o povo, nem de promover campanhas, nem de passar todo o planejamento das diversas pastorais da paróquia, ou de apresentar todo um planejamento de festas da Comunidade. Para isso, deve-se lançar mão de outros meios, como boletins, jornaizinhos da Comunidade, cartazes, rádio e televisão.

A plenitude, a saciedade exige reverência e profundo respeito, pois neste momento todos estão na dinâmica do repouso em Deus, do compromisso, do retirar-se “para retornar às suas boas obras, louvando e bendizendo a Deus”. Os fiéis respondem com fé ao envio de despedida Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, com o Graças a Deus”vamos fazer da vida uma ação de graças.

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Por que Maio é o mês de Maria?

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AUTOR: IR. ALCÍDIO MIRANDA

O leitor já se terá perguntado porque o mês de maio é dedicado a Maria, uma vez que em outros meses há festas litúrgicas até mais importantes em honra da Mãe de Deus, como a Imaculada Conceição, em dezembro, ou a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, em janeiro?

Vários autores têm tratado sobre o assunto e inúmeras hipóteses e explicações têm sido levantadas.

As que nos pareceram mais interessantes foram as referidas pelo bem-aventurado Cardeal John Henry Newman em sua obra póstuma “Meditações e Devoções”.

Diz o Cardeal inglês: “A primeira razão é porque é o tempo em que a terra faz surgir a terna folhagem e os verdes pastos, depois do frio e da neve do inverno, da cruel atmosfera, do vento selvagem e das chuvas da primavera”.

Lembremo-nos de que o autor escreve em um país do hemisfério norte, onde o mês de maio, “mês das flores”, corresponde ao auge da primavera.

Continua o purpurado. Em maio “os dias se tornam longos, o sol nasce cedo e se põe tarde” concluindo que “semelhante alegria e júbilo externo da natureza são os melhores acompanhantes da nossa devoção Àquela que é a Rosa Mística e a Cidade de Deus”.

Há autores que afirmam que essa tradição remonta a tempos muito antigos e já na Idade Média dedicava-se esse mês à Virgem Santíssima.

É muito significativo que a Santa Mãe de Deus tenha escolhido precisamente esse mês para aparecer aos três pastorinhos em Fátima, Portugal.

Com efeito, tendo aparecido aos três pastorinhos, Nossa Senhora não falou apenas para Portugal, mas para o mundo inteiro, exortando todos os homens à oração, à penitência e à emenda de vida. De modo especial, falou Ela ao Papa e à Hierarquia da Igreja, pedindo-lhes a consagração da Rússia ao seu Imaculado Coração.

A crise moral em que se encontrava a humanidade na época das aparições, isto é, em 1917, levou Nossa Senhora a afirmar que já naquele tempo a situação era altamente calamitosa e apontava para os dramas e castigos que recairiam sobre a humanidade se os homens não se convertessem.

Com insistência materna dirigia à humanidade um apelo, hoje mais atual do que nunca:“Rezem o terço todos os dias para alcançar a paz para o mundo e o fim da guerra.”

Como amorosos filhos atendamos, pois, aos pedidos de nossa Santa Mãe, sigamos seus maternais conselhos e, por mais incertos e sombrios que sejam os dias que se aproximam, tenhamos a esperança no triunfo do Imaculado Coração de Maria e peçamos com toda confiança: “Ó Maria mostrai a força do vosso manto protetor aos vossos filhos e filhas que sob o signo da Santa Cruz vos pertencem”.

 

Fonte: http://www.arautos.org/secoes/artigos/doutrina/virgem-maria/porque-maio-e-o-mes-de-maria-192047

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Sugestão de Leitura
Doutrina Católica, Visão de Conjunto e Implicações na Sociedade – Prof. Emerson Takase
Nós Somos a Igreja Católica

 

 

Santa Missa – Passo a Passo

 

Símbolos na Santa Missa – Prof. Carlos Tadelle
Erros Litúrgicos do Pe. Marcelo Rossi – Dom Armando Bucciol
Padre Demétrio: Os abusos litúrgicos e a riqueza da Santa Missa
Abusos na liturgia da Igreja – Padre Alex
A Missa – O certo e o errado – Padre Raphael
Mariologia – Apresentação
Mariologia – Introdução
Historia da Mariologia
Maria no Antigo Testamento
Maria em Gálatas 4,4 5
Maria em Mateus
Maria em Marcos
Maria nas Sagradas Escrituras do Antigo ao Novo Testamento – Pe. Guido
As Bem-aventuranças e Nossa Senhora – Prof. Lucas Parra
Nossa Senhora Corredentora – Prof. André Melo
O Ministério de Pedro e a Igreja Primitiva
O Pentateuco | Estudo Bíblico com Pe. Guido
Os 7 Livros Sapienciais do Antigo Testamento | Estudo Bíblico Católico com Pe. Guido
Os Livros Proféticos do Antigo Testamento | Estudo Bíblico Católico com Pe. Guido
Os Evangelhos na História da Igreja
Evangelho de Mateus | Estudo Bíblico Católico com Frei Diones Rafael Paganotto
Evangelho de Marcos | Estudo Bíblico Católico com Frei Diones Rafael Paganotto
Evangelho de Lucas | Estudo Bíblico Católico com Frei Diones Rafael Paganotto

 

 

Evangelho de João | Estudo Bíblico Católico com Frei Diones Rafael Paganotto

 

Atos dos Apóstolos | Estudo Bíblico Católico com Pe. Guido
Cartas de São Pedro | Estudos Bíblicos com Pe. Guido
Cartas de São Paulo | Estudos Bíblicos com Pe. Guido 1/3
Cartas de São Paulo | Estudos Bíblicos com Pe. Guido 2/3
Cartas de São Paulo | Estudos Bíblicos com Pe. Guido 3/3
Cartas de São Paulo | Introdução | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto
Cartas de São Paulo | Corpus Paulinum | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto
Cartas de São Paulo | 1 Tessalonicenses | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto
Cartas de São Paulo | 1 Coríntios | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto
Cartas de São Paulo | 1 Coríntios | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto

 

Cartas de São Paulo | Gálatas | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto
Cartas de São Paulo | Cartas Pastorais 1 | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto
Cartas de São Paulo | Cartas Pastorais 2 | Estudo Bíblico com Frei Diones Rafael Paganotto
Apocalipse: o Livro Profético do Novo Testamento | Estudo Bíblico Católico com Pe. Guido
Apocalipse | Estudo Bíblico Católico com Frei Diones Rafael Paganotto

 

 

 

Sagrada Tradição da Igreja – Professor Felipe Aquino
Sagrado Magistério da Igreja – Professor Felipe Aquino
Breve comentário sobre a História da Igreja | Prof. Felipe Aquino
O Santo Terço Explicado – Professor Carlos Ramalhete

 

Doutrina Social da Igreja (introdução) – Padre Douglas Pinheiro Lima

 

Formação sobre canto e música litúrgica

 

Curso de Canto Gregoriano – Parte 1

 

Curso de Canto Gregoriano – Parte 2

 

Curso de Canto Gregoriano – Parte 3

 

Curso de Canto Gregoriano – Parte 4
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Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 1
Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 2
Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 3
Curso de liturgia da Santa Missa // Padre Paulo Ricardo // Parte 4
Introdução ao estudo dos Dogmas da Igreja Católica – Márcio Carvalho
Grandes Heresias da História da Igreja – Pe. Guido
Curso de Iniciação a Teologia Católica/ Apresentação – Professor Joel Gracioso
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Curso de Iniciação a Teologia Católica/ A Fé como resposta à Palavra de Deus – Professor Joel Gracioso
Curso de Iniciação a Teologia Católica/ A busca da Compreensão da fé – Professor Joel Gracioso
Curso de Iniciação a Teologia Católica/ A Sagrada Escritura e a Sagrada Tradição – Professor Joel Gracioso
Curso de Iniciação a Teologia Católica/ Sagrada Tradição: Os Padres da Igreja – Professor Joel Gracioso
Curso de Iniciação a Teologia Católica/ Os Santos Padres e as Heresias/ Parte I -Professor Joel Gracioso
Curso de Iniciação a Teologia Católica/ Os Santos Padres e as Heresias/ Parte II -Professor Joel Gracioso
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Catecismo de Adultos – Aula 01 – A Revelação Divina – Padre Daniel Pinheiro
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Catecismo de Adultos – Aula 04 – A Criação em geral e os anjos – Padre Daniel Pinheiro
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